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Há seis anos, cachorro é "cliente fiel" de lanchonete em Araraquara (SP)

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O cachorro chega na lanchonete, coloca as patinhas no balcão e pede um salgado com seu olhar “pidão”. O desejo é atendido e os proprietários do estabelecimento cortam em pedaços para o cão saborear. Essa cena se repete em Araraquara há seis anos e agora viralizou nas redes sociais, alcançando mais de 1 milhão de pessoas.

A lanchonete em questão é a JM Café, no Centro. Tudo começou porque o cachorro costumava passar em frente ao local todos dias. “Pensamos que ele morava na rua e um dia oferecemos água e um salgado. Ele gostou e comeu tudo”, conta o empresário Jamil Assad Neto, de 35 anos.

A partir daí, o cão começou a frequentar a lanchonete todos os dias. Ele chega, fica “em pé” e coloca as patinhas no balcão para pedir o salgado. “Ele sempre foi muito bonzinho e vem mesmo quando tem mais clientes aqui. Colocamos o nome nele de Alemão, porque ele é bem branquinho”, explica o empresário Márcio Moretti, 36.

Depois que o salgado acaba. Jamil faz um sinal com a mão demonstrando que a comida acabou. O cachorro desce do balcão, faz xixi no poste logo em frente e vai embora.

O tempo passou e eles perceberam que o cachorro não era de rua, mas sim de uma casa a dois quarteirões da lanchonete. “Ele é de uma cliente nossa, mas só fomos descobrir depois. Mesmo assim, ele continuava vindo e a gente continuava fazendo esse agrado para ele”, diz Jamil.

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Xodó da família
O cachorro, na verdade, se chama Fio e é o xodó da auxiliar administrativa Gabriele Prado do Nascimento Neves, 24. “Ele tem 13 anos, adotei quando era bem filhotinho. É mestiço de husky siberiano com vira-lata, por isso têm os olhos claros”, conta Gabriele.

Fio tinha o costume de passear pelo centro todos os dias pela manhã, tanto que é conhecido por muitos comerciantes. “Com o tempo, as ruas foram ficando mais movimentadas e ficamos com medo de ele ser atropelado. Paramos de deixar ele sair quando ele foi envenenado”, recorda.

Os passeios diminuíram, mas o primeiro lugar que Fio vai quando sai de casa é na lanchonete. “Muita gente não gosta de animais e às vezes até chuta quando entram em algum estabelecimento. Por isso fiquei muito feliz com o carinho do Jamil, do Márcio e de todos os clientes que gostam dele e o tratam bem”, diz.

Vídeo do ‘cliente canino’ viralizou – Depois de muitos anos tendo o Fio como cliente, Jamil e Márcio resolveram registrar o momento que ocorreu tantas vezes nos últimos anos. “Aproveitamos um dia que não tinha ninguém e filmamos rapidinho para postar na nossa página do Facebook”, conta Márcio. (Clique aqui para assistir ao vídeo).

O que eles não imaginavam, porém, é que o vídeo seria visto por mais de 1 milhão de pessoas, inclusive em outros países. “Muita gente veio aqui dizendo que viu o vídeo e quis conhecer nossa lanchonete. Também recebemos recados de pessoas que moram no México, na Argentina e outros lugares”, diz Jamil.

Até ontem (01), o vídeo tinha 1,1 milhão de visualizações, 22 mil compartilhamentos e mais de mil comentários. “Não imaginava essa repercussão toda, recebemos muitos elogios”, finaliza Jamil.

Cão famoso
O vídeo em que Fio ganha um salgado na JM Café viralizou nas redes sociais e agora mais de 1 milhão de pessoas conhecem o cachorro. Sempre que anda na rua ou vai à lanchonete, ele ganha carinho dos admiradores e clientes.

Fonte: Araraquara Tribuna

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Você é o Repórter

Cão precisa ser doado para tutores responsáveis, em São Bernardo do Campo (SP)

Paula Araujo
paulinha.amoanimais@gmail.com

Sussu precisa de novo lar (Foto: Por Divulgação)

Sussu é castrado e vermifugado, só não dei a vacinação da última campanha do governo com medo dos problemas que esta vacina andou dando em outros animais.

Temos uma micro-loja e confecção na frente da nossa casa. O banheiro fica nos fundos e antes quando o Sussu era mais novo, os clientes e o nosso funcionário passavam sem problemas. Agora tenho que deixá-lo sempre preso, e mesmo assim segurá-lo para que as pessoas que necessitem possam ter acesso ao toalete. Caso contrário ele late muito assustando. Isso nos constrange. Eu só o deixo livre no nosso quintal à noite.

Ele terminou ficando sem relacionamento, inclusive conosco. Sinto que se tornou um animal bem carente. Eu gostaria muito de ficar com ele, mas tenho que escolher. Neste momento da nossa vida que não tem sido fácil, não podemos ficar com ele, mas gostaria de arranjar um local onde eu tenha a certeza de que ele seria bem tratado.

Contato com: Armando SBC (Bairro Assunção)
Tel: (11) 2355-3796 ou 4330-6685
email: :armando.lcm@gmail.com

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Veterinário americano é condenado por maus-tratos a filhote de cachorro

Por Karina Ramos (da Redação)

A história de um filhote de cachorro de 9 semanas de idade que teve parte de seu rabo removido sem anestesia foi contada novamente nesta quarta-feira (17), desta vez em um tribunal.

Thomas Stevenson, o veterinário de Honey Brook que realizou o procedimento, apresentou sua versão do incidente na semana passada perante a Comissão de Medicina Veterinária.

Na última quarta-feira, Thomas repetiu a história na frente de uma multidão de aproximadamente 50 pessoas em uma sala de audiência do tribunal de Quarryville. Parte da multidão parecia estar lá para apoiá-lo.

Thomas disse que quando foi ao canil comercial de cães de Samuel King, no dia 10 de março, para realizar uma inspeção de rotina, Samuel teria dito a ele que havia cortado parte do rabo do cachorrinho em um acidente estético.

Usando sabão e tesoura, o veterinário disse que cortou o pedaço que havia sobrado, para que a pele do animal não ficasse presa no cercado de arame do canil e para que outros cachorros não tentassem mastigar o que sobrou.

Porém, após horas de julgamento, o juiz Stuart Mylin considerou Thomas culpado da acusação de crueldade contra animais e aplicou uma multa de $750.

O veterinário disse que não aplicou anestesia pois o animal, um mestiço de poodle, estava calmo e não parecia estar com dor enquanto ele fazia a remoção. “Ele não deu um gemido sequer, ficou calmo o tempo todo”, disse ele. Thomas, que tem 28 anos de profissão, disse que teria feito diferente se estivesse em sua clínica.

Tara Loller, porém, que testemunhou o fato enquanto trabalhava disfarçada para a Sociedade para a Prevenção de Crueldade contra Animais da Pensilvânia, descreveu a situação como “uma das piores coisas que ela já viu na vida”. Ela disse que o animal tremia e uivava enquanto o veterinário o segurava embaixo da água quente e repetidamente cortava sua pele com a tesoura. Após o fim do procedimento, Tara comprou o animal por $200 e foi aconselhada pelo veterinário a manter o ferimento limpo, aplicar um antisséptico três vezes ao dia e levar o cão ao seu veterinário de confiança.

Quando a audiência chegou ao fim, Thomas abraçou seus familiares e alguns apoiadores antes de deixar o tribunal e não fez comentários.

Seu advogado, Joshua Autry, disse apenas que iria recorrer e pedir uma nova audiência.

Inicialmente, Thomas foi acusado por crueldade contra animais em nível de contravenção. Mas a acusação foi reduzida para uma ofensa sumária.

O juiz declarou que acredita nas habilidades e cuidados de Thomas, mas que o veterinário ficou em uma situação difícil, em que precisou fazer o que fez para satisfazer seu cliente, que era “ajudar o criador a vender seu cachorro”.

A Comissão de Medicina Veterinária estadual, que suspendeu a licença de trabalho de Thomas em maio, ainda está decidindo se revogará permanentemente a licença do veterinário.

Fonte: Animal Concerns

Nota da Redação: Nada justifica a crueldade e incompetência do veterinário, que pensou apenas no lucro e não no sofrimento do animal quando aceitou realizar o procedimento, a pedido de seu cliente, sem anestesia e no próprio local. Essa também é mais uma face cruel do comércio de animais.

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