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Cadela abandonada após viver 10 anos com tutores tem a vida transformada

Esther foi abandonada na rua após se dedicar e amar sua família por longos 10 anos. Descartada como lixo, a cadela foi deixada na rua. Desamparada, ela sofreu, passou fome, teve sarna, carrapatos e perdeu os dentes.

Foto: Sidewalk Specials

O destino da cadela, no entanto, transformou-se quando foi encontrada por integrantes da Sidewalk Specials, da Cidade do Cabo, na África do Sul.

Resgatada, Esther comeu sua primeira refeição em muito tempo e passou a receber todos os cuidados necessários. A equipe do abrigo, no entanto, acreditou que seria difícil encontrar um novo lar para a cadela, devido à idade avançada dela. As informações são do portal I Love My Dog.

Foto: Sidewalk Specials

O pensamento dos integrantes da entidade, porém, não se confirmou e logo uma família interessada em Esther apareceu. Desde então, a cadela divide a vida com sua irmã canina Lulah e recebe todo o amor que sempre mereceu.

Esther hoje vive cercada de mimos, adora brincar com Lulah, passear e ficar na companhia de seus tutores.

A cadela se transformou completamente: o pelo falhado deu lugar a uma pelagem bonita e saudável e o semblante triste, de quem estava desolada após ter sido abandonada, ficou no passado.

Foto: Sidewalk Specials


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África do Sul terá seu primeiro festival de comida vegana

A Cidade do Cabo, capital da África do Sul, sediará o primeiro festival de comida vegana no país. O festival acontecerá no dia 2 de março, no 14 Hope Street Gardens, mostrando a crescente demanda da população por culinária baseada em vegetais.

cidade do cabo
Cidade do Cabo. Foto: Adobe

O evento acontecerá das 10:00 às 17:00 e apresentará uma variedade de queijos, leites, iogurtes e sorvetes inteiramente livres de ingredientes de origem animal. O festival também oferecerá vinhos, cerveja e outras bebidas veganas.

Aqueles que comparecerem ao festival também receberão uma sacola gratuita com uma revista, cupons de desconto e uma seleção de produtos veganos.

Garth Tavares, conhecido como “Cape Town Vegan” no Instagram, disse: “É uma oportunidade fantástica para os empresários se familiarizarem com o que é oferecido localmente.”

“Qualquer estabelecimento na província do Cabo Ocidental que não esteja pensando seriamente em oferecer opções veganas está potencialmente se recusando a acompanhar uma tendência que sobreviverá a qualquer modelo de negócios atual.”

“Idealmente, isso também encoraja os consumidores não-veganos a encontrar alternativas baseadas em vegetais com bastante facilidade em um evento ‘one-stop-shop'”.

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Especialistas estão intrigados com mistério dos pinguins sem pena

Tanto na Argentina quanto na África do Sul filhotes apareceram sem penas. Motivos ainda são desconhecidos
Transtorno de perda de pena foi observado em pinguins africanos que habitam as ilhas da costa e no mar do Sul da África. Foto: Nola Parsons

Pesquisadores estão intrigados com o aumento significativo, e até agora misterioso, no número de filhotes de pinguim que aparecem sem penas – alguns totalmente desprovidos da cobertura. A perda das penas aumenta a vulnerabilidade ao frio e enfraquece os animais. O chamado transtorno da perda de penas já foi observado em colônias dos dois lados do Atlântico Sul, tanto na Argentina quanto na África do Sul.

Os pinguins “pelados” se veem desprovidos de um poderoso isolante térmico. Com isso, os animais têm de gastar mais energia durante o crescimento, o que os deixa atrofiados justamente no momento em que deixam o ninho e vão para o mar. É neste período de transição que os animais que tiveram a doença voltam a apresentar penas.

Na imagem, um pinguim de Magalhães completamente sem penas em San Lorenzo, Argentina. Foto: Nola Parsons

Há também mudanças de comportamento relacionadas à doença. Os pesquisadores notaram que, enquanto os filhotes dotados de penas procuravam a sombra ao meio-dia, os pinguins implumes permaneciam sob o sol. Vários dos filhotes com o transtorno morreram ao longo do período em que foram estudados.

O transtorno de perda de penas foi notado pela primeira vez na Cidade do Cabo, na África do Sul, em 2006, quando os pesquisadores da Fundação Sul-Africana para a Conservação de Aves Costeiras (SANCCOB) observaram a doença em pinguins africanos (Spheniscus demersus) do centro de reabilitação. Durante esse ano, 59% dos filhotes de pinguins da instalação perderam suas penas. No ano seguinte foram 97% e, em 2008, 20%.

A doença também foi notada na natureza. Em Punta Tombo, na Argentina, não há registros de pinguins sem penas antes de 2007. De acordo com Dee Boersma, pesquisadora da Universidade de Washington que trabalha na região há 29 anos, em 2010, apareceram oito pinguins de Magalhães (Spheniscus magellanicus) com o transtorno. “Em 2009, não houve nenhuma incidência do transtorno, mas muitos filhotes morreram por causa das fortes tempestades, antes mesmo que pudessem apresentar a doença”, disse.

Pesquisador segura um pinguim de Magalhães sem penas. Foto: Jeffrey Smith

Os pesquisadores afirmam que é preciso mais estudos para descobrir tanto as causas quanto as consequências da doença, justamente pelo fato de o problema ser muito recente. “Nós ainda não temos dados amostrais grandes o suficiente para determinar se a mortalidade está crescendo na natureza”, disse Olivia Kane, da Universidade de Washington e autora do estudo sobre o transtorno publicado recentemente no periódico científico Waterbirds.

Ainda é cedo, também, para afirmar se os pinguins terão problemas maiores no futuro, como infertilidade, por exemplo. As espécies começam a procriar após quatro ou até oito anos de idade, e os pesquisadores observaram o transtorno da perda de pena há apenas três temporadas de procriação. “Além disso, a taxa de sobrevivência é muito baixa entre os pinguins de Magalhães saudáveis, o que faz com que a probabilidade delas voltarem a ser vistas pelos cientistas futuro seja ainda mais baixa”, disse Olivia.

As duas pesquisadoras acreditam que a causa da perda de penas seja um vírus. A hipótese é levantada porque existem doenças semelhantes em outras aves que têm acusa viral. “No entanto, doenças que resultam na perda de penas em aves normalmente são permanentes, enquanto que no caso dos pinguins elas voltam a aparecer normalmente”, afirmou Olivia, que também não descarta as hipóteses de distúrbios da tireoide, desequilíbrios nutricionais ou genética.

Fonte: Ultimo Segundo

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Começa corrida para resgatar pinguins ameaçados por petróleo em ilha britânica

Uma corrida para resgatar mais de 20.000 pinguins ameaçados por um derramamento de petróleo na ilha britânica de Tristão da Cunha, isolada do Atlântico, teve início nesta quinta-feira depois que um cargueiro ficou encalhado.

Pinguins Rockhopper cobertos de óleo começaram a ser recolhidos e retirados, sendo colocados em um galpão para receberem tratamento, limpeza e posteriormente voltarem ao hábitat natutal.

Pinguins Rockhopper. Foto: Arquivo/AFP

“Quinhentos Rockhoppers foram levados à costa em Tristão nesta manhã”, afirmou o administrador da ilha, Sean Burns, em um comunicado publicado na internet.

Mas o fluido especial para a limpeza dos animais está acabando, o que obrigará a um segundo navio sair da Cidade do Cabo para fazer uma viagem de diversos dias por 2.800 quilômetros até o local.

“Um próximo passo crucial confirmará um segundo navio que partirá da Cidade do Cabo nos próximos dias com todo o equipamento necessário para limpar as aves, mantê-las saudáveis e possivelmente devolvê-las ao oceano”, disse Burns.

“Será uma corrida contra o tempo”, acrescentou.

O MS Oliva ficou encalhado na ilha de Nightingale em 16 de março comandado por um capitão grego e com uma equipe de 21 filipinos a bordo, que foram resgatados com segurança. Desde então, a embarcação rompeu-se, dividindo-se em duas partes.

“Infelizmente, as aves não podem ser alimentadas até que o navio da África do Sul chegue com o abastecimento de peixe congelado, junto com uma equipe de limpeza especializada e outros suprimentos”, afirmou John Cooper do conselho de conservação de aves da Austrália.

“As informações sobre esse segundo navio e a data de sua chegada ainda são aguardadas”, disse em comunicado.

O arquipélago é hábitat da maior parte dos pinguins Rockhopper existentes no mundo.

Tristão e Cunha é uma ilha vulcânica com 263 residentes britânicos descritos como a comunidade mais isolada do mundo, mas conta com hotéis, aeroporto, clubes noturnos e restaurantes.

Fonte: AFP

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