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Chef Erick Jacquin adota um gato e o batiza de “Tompero”

O nome do gato foi escolhido após a palavra “Tompero”, dita pelo chef francês para se referir a “tempero”, cair no gosto dos internautas


O apresentador e chef de cozinha Erick Jacquin resolveu adotar um gato. A boa ação repercutiu positivamente nas redes sociais e o nome do animal chamou atenção dos internautas.

Arquivo pessoal

De origem francesa, Jacquin tem um sotaque bastante característico. Por isso, suas frases são usadas em brincadeiras feitas por internautas. Uma das palavras bastante repetidas pelos fãs do chef é “tompero” – que seria, na verdade, tempero. E foi justamente esse o nome escolhido para o novo membro da família.

Tompero foi adotado por Jacquin e por sua esposa, Rosângela. Ele tem quatro meses de idade e foi resgatado pela ONG paulistana Adote um Gatinho. As informações são do portal Metrópoles.

A companheira do apresentador escolheu o nome Elvis para o gato. No entanto, Jacquin não aceitou e, após insistir em chamá-lo de Tompero, acabou convencendo a esposa.

Reprodução/Instagram

Além do animal recentemente adotado, a família já tutela outro gato, chamado Johnny, que nasceu no mesmo dia em que Jacquin e Rosângela se casaram: 23 de outubro de 2015.

Jacquin ficou famoso no Brasil após apresentar o programa “Master Chef”. Ele é apresentador também do “Pesadelo na Cozinha”.


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Chef premiado Raymond Blanc diz que o veganismo é uma mudança necessária

Foto: Raymond Blanc
Foto: Raymond Blanc

Raymond Blanc, chefe de cozinha do Le Manoir aux Quat ‘Saisons – um restaurante-hotel em Oxfordshire (Inglaterra) com duas estrelas Michelin (guia de gastronomia reconhecido mundialmente),  presidente da Sustainable Restaurant Association (Associação de Restaurantes Sustentáveis) diz que o veganismo é uma “mudança necessária” para tornar os alimentos mais sustentáveis.

Enquanto Blanc ainda serve produtos de origem animal, tomou medidas para reduzir a pegada de carbono das refeições que ele prepara, incluindo servir vegetais cultivados em seus próprios jardins e fazer algumas receitas veganas, substituindo os laticínios por alternativas veganas como a aquafaba.

“A noção de refinamento tem que mudar”

“Eu sempre estive envolvido nessas questões e estou muito feliz que a noção de refinamento agora precise mudar. Teremos que nos reinventar. É uma revolução que mudará completamente nossos hábitos”, afirmou.

“Em Londres existem alguns chefs brilhantes que adotam uma alimentação ética”.

“O veganismo também é uma parte importante. Faz parte de um novo estilo de vida que é necessário e desafiará um chef da maneira mais extraordinária. É bom isso porque os legumes por muito tempo foram ignorados”.

“Não é uma tendência”

Não é a primeira vez que Blanc fala positivamente sobre o crescimento da demanda de alimentos à base de vegetais. Neste verão, ele discutiu mudanças de atitudes em relação a alimentos veganos em uma entrevista ao The Telegraph.

“Hoje, existe uma verdadeira percepção de que devemos mudar a maneira como comemos”, disse ele.

“O vegetarianismo e o veganismo não são uma tendência, mas uma mudança importante baseada no conhecimento e na conscientização que nós, sejam chefs, cozinheiros domésticos e varejistas, devemos abraçar”.

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Escolas francesas vão servir um almoço sem carne por semana aos alunos

Foto: Friends of the Earth
Foto: Friends of the Earth

As escolas francesas vão passar a oferecer aos alunos pelo menos um almoço totalmente sem carne por semana, a partir de 1º de novembro.

O anúncio segue uma lei (“loi Egalim”) que foi aprovada em 2018 – e determina que todas as escolas devem oferecer aos estudantes pelo menos um almoço por semana que não contenha carne ou peixe.

Lei em vigor

Segundo o jornal Local France, o porta-voz do Greenpeace, Laure Ducos, disse: “Houve muito pouca informação divulgada pelo ministério responsável e não houve publicação de decreto.

“Existem, portanto, algumas cidades que acreditam que essa medida não é obrigatória, porque não houve um decreto, mas isso não é verdade: a lei foi aprovada e é, portanto, importante recordar e cumprir essas obrigações”.

Rodrigo Arenas, presidente da Federação do Conselho dos Pais de Elèves – que trabalhou em parceria com o Greenpeace – acrescentou: “Também é papel da escola ensinar os alunos a comer menos carne em prol de sua saúde”.

“Ideia brilhante”

No início deste ano, o chef Jamie Oliver disse que seria “brilhante” se as escolas se tornassem vegetarianas durante uma entrevista ao The Herald Scotland, na qual ele promoveu seu novo programa de culinária Meat-Free Meals.

“Geralmente, o que uma criança e uma família precisam para ter uma alimentação saudável são os mesmos alimentos cujo consumo vai ajudar o planeta – mais vegetais, mais nozes, mais sementes, mais legumes”, acrescentou a estrela.

“Se eu tivesse uma varinha mágica,  David Attenborough e dizer: “Podemos fazer um programa chamado My Health, My Planet (Minha Saúde, Meu Planeta)?”. “Porque acredito de verdade que essa é a conversa mais necessária agora” concluiu o chef.

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Apresentador Eddie Huang decide se tornar vegano por causa dos incêndios na Amazônia

Foto: Kevin Mazur/GETTY IMAGES
Foto: Kevin Mazur/GETTY IMAGES

A onda de incêndios que atingiram a Floresta Amazônica neste ano levaram Eddie Huang a repensar algumas escolhas em seu estilo de vida.

O chef e dono de restaurantes que vive em Nova York (EUA), anunciou nas mídias sociais que ele está se tornando vegano por razões ambientais, escrevendo que “estamos nos dando mal” devido ao consumo humano de carne bovina.

“Depois de assistir a vídeos da Amazônia em chamas esta semana, decidi que este bife que eu comi no Junior’s na semana passada será o último pedaço de carne que eu como”, escreveu ele no Instagram.

“Eu vou ser vegano porque leva 20 vezes menos terra para alimentar um vegano do que um comedor de carne e mais de 90% da terra desmatada na Floresta Amazônica desde 1970 é usada para pecuária, mas se todos nós parássemos de comer carne isso resolveria muitos problemas”.

De acordo com a agência espacial brasileira, mais de 39 mil incêndios eclodiram em toda a floresta amazônica em 2019, um aumento de 77% em relação ao ano anterior. O aumento acontece quando o líder da extrema-direita do país, Jair Bolsonaro, fez questão de reverter as proteções ambientais para a região desde que assumiu o poder em 1º de janeiro, diz o jornal Huffington Post.

Foto: Donald Traill/Invision/AP
Foto: Donald Traill/Invision/AP

Huang, que organizou um programa de culinária no Vice HBO intitulado “Huang’s World”, disse que aprecia profundamente a comida porque “é um terreno fértil para explorar a diferença”.

“Mas eu não amo o que comida na tv e mais importante: o que a comida em si, se tornou em nossa cultura: uma droga”, disse ele.

“Pare um pouco, pense sobre isso e reexamine seu relacionamento com os alimentos, porque isso tornará a Terra e nós mesmos muito doentes se continuarmos abusando dela”, disse ele.

A especialista em sustentabilidade, Sharon Palmer, corroborou os pensamentos de Huang sobre a relação entre alimentos e conservação ambiental.

Palmer disse à CNN que “pesquisas comprovam de forma consistente que reduzir drasticamente a ingestão de alimentos e principalmente comer alimentos vegetais é uma das coisas mais poderosas que você pode fazer para reduzir seu impacto no planeta ao longo de sua vida, em termos de energia necessária, terra usada, estufa emissões de gases, água utilizada e poluentes produzidos”.

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Maior restaurante vegano do mundo abre em Dubai

Foto: Livenkindly/Reprodução
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Se você quiser jantar no “maior restaurante vegano” do mundo, precisará ir para a cidade que adora bater recordes mundiais: Dubai.

A maior cidade dos Emirados Árabes Unidos, que já abriga o prédio mais alto do mundo (o Burj Khalifa) e o maior shopping center do mundo (The Dubai Mall, por área total), dará as boas-vindas ao novo restaurante vegano chamado Veganity, em 16 de agosto.

A empresa Veganity ganhou fama em Dubai em 2017. Foi quando seu fundador, o chef Sky Sommers, começou a suprir a crescente demanda por alimentos veganos no Oriente Médio com o lançamento de um serviço de entrega de refeições. A companhia diz que planeja manter o serviço de refeições e o restaurante expandirá suas ofertas.

“Dando um passo à frente, o proprietário e chefe de cozinha Sky Sommers queria criar algo que nunca foi feito antes, abrindo o restaurante Veganity no coração de Dubai, na rua principal de City Walk, oferecendo um refúgio para veganos e não veganos que poderão desfrutar de uma comida gourmet saudável, mas com alma, que seja tão original quanto agradável”, disse um porta-voz do restaurante ao National.

Segundo a empresa, a Veganity deverá expandir-se para Abu Dhabi a seguir, com outras cidades na rota de expansão.

O restaurante possui mais de 200 pratos internacionais. O menu inclui gnocchi, almôndegas e massas veganas, frango frito vegano e diversas sobremesas veganas.

Demanda vegana no Oriente Médio

A poucas horas de distância de Dubai, a Arábia Saudita também está sentindo um rápido aumento do interesse pela alimentação vegana.

“Preocupações com a saúde, os direitos animais e o meio ambiente estão sendo fatores-chave para motivar os sauditas a mudar suas alimentações e parar de usar produtos de origem animal”, relata Arab News.

“Com um número crescente de lojas e restaurantes no Reino oferecendo agora uma gama mais ampla de produtos vegetarianos e veganos, a mudança da carne está se tornando ainda mais palatável para muitos jovens sauditas.”

Foto: Livenkindly/Reprodução
Foto: Livenkindly/Reprodução

Israel tem sido considerada uma “capital vegana” do mundo, com uma população vegana forte e imensa, incluindo uma base crescente de militares do país aderindo ao estilo de vida vegano. O McDonald’s recentemente adicionou um hambúrguer vegano aos seus restaurantes israelenses. Uma organização sem fins lucrativos Vegan Friendly teve sucesso na transição das padarias israelenses para ovos e produtos lácteos veganos acompanhando a demanda crescente.

“No momento, estamos nos concentrando nas padarias. Quando chegamos a um ponto em que 60% a 70% dos doces em Israel sejam veganos, passamos para os outros produtos”, disse o fundador da Vegan Friendly, Omri Paz, em uma entrevista recente.

Quanto a Dubai, os produtos de origem animal ainda estão em alta demanda, mas a comida vegana continua a ser consumida por novos consumidores diariamente.

“As pessoas acham que comemos como coelhos, mas a alimentação vegana é realmente mais saudável”, disse ele. “Minha esperança é que o movimento vegano se torne um movimento de massa”.

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Confeitaria fundada há 150 anos se torna totalmente vegana

Foto: Ladurée
Foto: Ladurée

A cadeia de confeitarias francesa Ladurée está transformando sua loja em Beverly Hills (EUA) em um estabelecimento 100% vegano.

Fundada em Paris em 1871 por Louis Ernest Ladurée e sua esposa Jeanne Souchard, a Ladurée já foi um centro de encontro para mulheres na alta sociedade parisiense.

Atualmente, a cadeia tem lojas em todo o mundo, atendendo aos amantes de Macaron (doce francês), de Luxemburgo às Filipinas e à Califórnia.

A culinária francesa é tradicionalmente carregada de produtos de origem animal – manteiga, leite e ovos, em particular, representam grande peso nas receitas. De acordo com a Bloomberg, quando a co-presidente Elisabeth Holder – que herdou a cadeia junto com seu irmão David Holder – solicitou que uma salada de couve fosse adicionada ao cardápio em Paris, o chef foi cínico, informando que aquilo era “comida de coelho”.

Mas ela persistiu. A salada foi adicionada, tornando-se rapidamente um best-seller no estabelecimento. Agora, Elizabeth está levando as coisas um passo adiante.

A filial da confeitaria Ladurée, em Beverly Hills, deixará de lado os produtos de origem animal do menu. Em seu lugar disso, uma nova seleção vegana de alimentos será oferecida, feita com manteiga de amêndoas e óleo de coco

Foto: Ladurée
Foto: Ladurée

A cadeia de confeitarias teve uma pequena ajuda na criação do novo cardápio, de um dos chefs e donos de restaurante de maior sucesso da indústria de alimentos veganos, Matthew Kenney.

O famoso chef e autor de livros de receitas tem 35 restaurantes de comida baseados em vegetais – ou já abertos ou em andamento – em todo o mundo, e recentemente abriu um estabelecimento com conceito de salão de alimentos, totalmente baseado em vegetais em Providence, Rhode Island.

Macarons veganos para Todos

As opções veganas na Ladurée não serão exclusivas para os clientes de Los Angeles. A partir de setembro, juntamente com suas ofertas normais, os parisienses também poderão colocar em suas mãos macarons veganos e outros pratos à base de vegetais, o que é uma surpresa de muitos, diz Holder.

Ela explicou à Bloomberg: “quando eu lhes disse em Paris, que teríamos o macaron vegano e o croissant vegano, eles me olham como ‘O que ela está dizendo?’. É uma revolução”, diz Elizabeth.

Após o lançamento de Paris, as opções veganas estarão disponíveis em 80 filiais da confeitaria ao redor do mundo.

“Não pretendemos desviar-nos do espírito que tornou a Ladurée um sucesso global”, continuou Holder. “Em vez disso, nosso foco será a reinterpretação da essência de Ladurée enquanto emprega alimentos veganos em direção a esse objetivo”.

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Chef vegano afirma que redes sociais influenciam hábitos mais saudáveis

Gaz Oakley, chef conhecido por criar versões veganas de pratos de carne conhecidos, acha que sites como Instagram, Facebook e Pinterest estão liderando um aumento no consumo de alimentos saudável.

chef em sua cozinha
O chef britânico afirma usar suas redes sociais como forma de propagar formas mais saudáveis de alimentação.

“Acho que há muito conhecimento e informações hoje em dia sobre alimentação saudável, e as mídias sociais realmente ajudaram nisso. É uma ótima plataforma para usar apenas para obter inspiração “, disse Oakley, de 26 anos.

E ele tem propriedade para falar sobre a influência das redes sociais. O chef acumula mais de 228.000 seguidores em sua conta “AvantGardeVegan” no Instagram, além de mais de 250.000 inscritos em seu canal no YouTube. Nessas plataformas, ele costuma desmistificar o estigma que comidas veganas são chatas ou ruins.

“Coisas como o YouTube são incríveis”, disse ele ao lançar sua mais recente coleção de receitas à base de vegetais inspirada na nova marca de smoothies AdeZ. “Posso filmar uma receita e postar para pessoas de todo o mundo. O Instagram particularmente ajudou a levar esse estilo de vida às pessoas”.

Ele acrescentou: “As redes sociais também tornaram o mundo menor, o que é ótimo, especialmente para a comunidade vegana, porque sou capaz de alcançar pessoas em todas as partes do mundo e mostrar a elas como a comida vegana pode ser simples e ótima. Assim, mesmo que você não seja um fã de gastronomia, pode ir no Instagram, no Pinterest ou no YouTube, encontrar pessoas como eu e outros influenciadores veganos incríveis por aí, ou apenas apreciadores de culinária em geral que estão criando comidas interessantes e práticas.”

“Você pode se inspirar a partir de lá, seja para a sua refeição da noite ou para uma refeição no fim de semana – há muita inspiração nos dias de hoje”.

Perguntado se a comida vegana era entediante, ele respondeu: “A comida vegana é saborosa demais. Utilizamos uma variedade de lindas frutas, vegetais e outros ingredientes. Não há motivo para ser chato. “

Oakley iniciou sua carreira na cozinha aos 15 anos de idade, quando trabalhou em um hotel em Cardiff, País de Gales. Lá, colegas lhe deram o apelido de “Gordon” em homenagem a Gordon Ramsay, inspiração e para quem o chef disse que mais gostaria de cozinhar .

“Eu o vi recentemente comentando em seu Twitter que daria uma chance ao veganismo. Não sei quanto tempo isso pode ter durado, mas eu adoraria mostrar a ele como isso pode ser bom. Como ele não é vegano, eu provavelmente iria com um dos meus substitutos de carne caseiros”, comentou Oakley sobre Gordon Ramsay.

A esperança é que a internet e as redes sociais continuem desmistificando tabus acerca de dietas livres de animais – e crueldade -, e também possibilitem a divulgação de uma gama de receitas, cada vez mais práticas.

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Reconhecido e famoso chef de cozinha Anthony Bourdain (Foto: GettyImages)
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Chef Anthony Bourdain diz que alimentos vegetais podem acabar com a fome mundial

Anthony Bourdain, reconhecido chef de cozinha, explicou em recente entrevista à mídia Eater que acredita na importância dos alimentos à base de plantas para a alimentação da população mundial em crescimento, sendo arma potente contra a fome.

Reconhecido e famoso chef de cozinha Anthony Bourdain (Foto: GettyImages)
Reconhecido e famoso chef de cozinha Anthony Bourdain (Foto: GettyImages)

Bourdain é um crítico do estilo de vida vegan, criticou o famoso ‘Impossible Burguer’ (hambúrguer impossível, em tradução literal, é um alimento vegano) sem nem o ter experimentado, mas reconhece o significado e a relevância desses tipos de alimentos na indústria alimentícia global.

Os efeitos da mudança da substituição de alimentos de origem animal por proteínas de origem vegetal simbolizam a questão principal: que não é sobre preferência pessoal ou opinião sobre comida, é sobre o impacto causado pela alimentação no mundo.

Na entrevista, Anthony Bourdain compartilhou: “Olha, tem muita gente com fome no mundo. Eu acho que se [é] um meio de fornecer proteína necessária para pessoas que precisam de proteína para viver, eu acho que sou a favor de tudo isso ”, se referindo à alimentação à base de vegetais.

Famosos chefs se rendendo aos benefícios da alimentação à base de plantas

O chef celebridade Gordon Ramsay, que já zombou publicamente de veganos por mais de uma década, anunciou na semana passada, em sua conta do Twitter, que iria ‘dar uma chance ao veganismo’ , e estreou uma pizza vegana em seu novo restaurante londrino Gordon Ramsay Street Pizza.

Ainda, estudos recentes mostraram que o veganismo pode alimentar mais 350 milhões de pessoas no mundo, o que ajudaria drasticamente na luta contra a fome mundial. Parece que mesmo grandes especialistas de cozinha que não concordam com o veganismo têm se rendido aos benefícios e consequências positivas do veganismo.

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Após Gordon Ramsay já ter feito publicações polêmicas sobre veganismo, o famoso chef de cozinha anunciou em seu Twitter que tentará se adaptar ao estilo de vida vegano. (Foto: FOX)
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Chef Gordon Ramsay anuncia que “dará uma chance” ao veganismo

O renomado e famoso chef de cozinha britânico Gordon Ramsay anunciou na última segunda-feira que tentará se adaptar a uma dieta vegana. O chef conhecido por seu papel durão no programa Hell’s Kitchen (Cozinha do Inferno, em tradução literal) e por ser jurado do reality MasterChef, Gordon publicou em sua conta do Twitter que ‘vai dar uma chance’ ao veganismo.

Embora o chef ainda não tenha comentado a público quais as suas motivações para o novo estilo de vida, pareceu muito carismático aos adeptos do veganismo quando anunciou a notícia com uma foto de uma pizza vegana em seu mais recente empreendimento, Gordon Ramsay Street Pizza, restaurante que abriu terça-feira em Londres.

Após Gordon Ramsay já ter feito publicações polêmicas sobre veganismo, o famoso chef de cozinha anunciou em seu Twitter que tentará se adaptar ao estilo de vida vegano. (Foto: FOX)
Após Gordon Ramsay já ter feito publicações polêmicas sobre veganismo, o famoso chef de cozinha anunciou em seu Twitter que tentará se adaptar ao estilo de vida vegano. (Foto: FOX)

O aparente apreço recentemente anunciado de Gordon Ramsay pelo veganismo surpreendeu seus fãs e também os veganos, pois o chef tem um longo histórico de zombar de veganos e vegetarianos.

Em uma entrevista ao Daily Mirror, Ramsay disse que caso seus filhos se tornassem vegetarianos, seria o seu “maior pesadelo”.

“Eu os colocaria em cima do muro e os eletrocutaria”, comentou Gordon Ramsay na entrevista. O comentário chamou a atenção de Paul McCartney, ex-beatle e vegetariano. O músico rebateu ao chef, dizendo à Sainsbury’s Magazine: “Eu ficaria mais feliz se todos fossem vegetarianos. O planeta seria melhor”.

Outros comentários da estrela de Hell’s Kitchen gerou repercussão entre os ativistas dos direitos animais, que acusaram Ramsay de tentar diminuir a luta contra a exploração animal.

Mesmo há poucos meses, em fevereiro de 2018, Gordon Ramsay atacou diretamente a comunidade vegana e defensora animal. No Twitter, respondeu à foto de uma fã vegana realizando um trocadilho maldoso com a instituição PETA. Ele disse: “eu sou um membro da PETA! Pessoas experimentando todos os animais”, em tradução adaptada.

Em resposta, a PETA disse: “Querido Gordon, já ouvimos essa piada antes. Enquanto você perde tempo zombando do futuro #vegan, nós estamos apostando que um dia você vai virar vegano. A maioria dos chefs de cozinha já estão explorando alimentos amigos dos animais e baseados em plantas”. Por fim, a PETA estava certa, conforme o anúncio recente que Gordon vai tentar se adaptar ao estilo de vida vegano.

De qualquer forma, o renomado chef dar uma chance ao veganismo é um avanço significativo. O estilo de vida vegano já é forte e crescente no Reino Unido, e o apoio de especialistas de culinária influentes deve promover uma ascensão ao estilo de vida livre de crueldade animal.

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Chef Alex Atala faz declaração falaciosa sobre o veganismo

O chef Alex Atala concedeu uma entrevista à revista Época Negócios por meio da qual emitiu posicionamentos baseados em preconceito e ignorância acerca do veganismo.

No início da entrevista, Atala afirma que os jovens têm se tornado veganos por acreditarem que tal filosofia é “cool” – a palavra significa “legal”, em tradução livre, mas é usada para dizer que algo é “descolado”. O famoso chef, entretanto, provou ter total desconhecimento acerca do veganismo, já que o consumo de produtos de origem animal é ainda praticado pela maior parte da sociedade e, sendo assim, não há como afirmar que se tornar vegano é uma forma de ser visto como descolado e, portanto, integrar de melhor forma grupos sociais. O veganismo não atrapalha em nada as relações entre as pessoas, mas também não é fator determinante para que elas existam.

Alex Atala (Foto: Fabio Braga – 11.dez.2014/Folhapress)

O desconhecimento e o preconceito de Atala com o veganismo continua e, em seguida, ele questiona o posicionamento dos veganos em relação às questões ambientais. “Por que o discurso só apaixonado pelos animais? Vamos discutir: como aquela soja foi produzida? Como aquela comida vegana foi produzida? E se todo mundo virar vegetariano? O que vai acontecer com o planeta? Tem condição?”, diz ele.

Ao emitir um posicionamento, o chef tenta imputar ao veganismo a responsabilidade pela destruição ambiental causada pelas plantações de soja. As imensas extensões territoriais utilizadas para o plantio do grão, entretanto, se devem aos animais explorados para consumo humano, que são alimentados com soja e outros grãos, e não à alimentação dos veganos.

Além disso, Atala ignora também o fato de que a preocupação com a forma como é produzido o alimento é algo recorrente entre os veganos e não questiona o fato de tal reflexão não ser feita pelos onívoros, que em hipótese alguma podem se dizer preocupados com o meio ambiente já que, ao consumirem produtos de origem animal, devastam a natureza por meio do gasto excessivo de água, contaminação do solo e dos rios com dejetos dos animais, desmatamento de florestas – inclusive na Amazônia – não só para o plantio de grãos destinados aos animais como também para criação de fazendas para abrigar esses animais, emissão de gases de efeito estufa por parte dos bois – que é superior a emissão dos automóveis -, entre outros danos.

Quando o chef pergunta “o que vai acontecer com o planeta” caso todo mundo se torne vegetariano, ele sequer imagina que a adoção de uma dieta livre de ingredientes de origem animal é exatamente do que necessita o planeta. O Greenpeace, uma organização global de defesa do meio ambiente, produziu um recente relatório no qual defende que o consumo de produtos de origem animal são prejudiciais para o planeta, assim como a ONU, que divulgou um documento por meio do qual incentiva a adoção de uma dieta vegana para combater a destruição ambiental.

Durante a entrevista, o chef lamentavelmente ainda encoraja o consumo de insetos, promovendo incentivo a uma nova forma de crueldade contra os animais, e afirma que “até as alas mais conservadoras da alimentação, dos dois lados – as carnívoras e as veganistas – entendem que o melhor caminho vai ser o do meio, que é o maior consumo de vegetais, comer menos carne e comer todo o animal”. A declaração, entretanto, é absolutamente falsa, isso porque o veganismo e os adeptos a ele não incentivam, em hipótese alguma, o consumo de carne, já que trabalham exatamente com a premissa de que os animais não devem ser explorados, submetidos à crueldade e covardemente mortos.

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Curitiba (PR) abre primeiro curso de chef vegano do Brasil

Foto: Divulgação
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Após uma viagem de férias pela Índia, Lorelay Cardoso, diretora da Seduc Intec (especializada em de cursos de capacitação), passou a se interessar mais pela alimentação vegana e fez um curso de alimentação ayurvédica.

De volta ao Brasil, percebeu que apesar da grande procura, não havia nenhum curso similar disponível. Procurou o responsável da Seduc e expôs sua vontade de criar um curso na escola voltada à esse público, e teve sua ideia abraçada por todos.

Foto: Divulgação
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Com a proposta de estimular a sociedade a se alimentar de forma mais natural e saudável, o curso, que é o primeiro do país nessa especialidade, tem duração de 5 meses, já formou 3 turmas e tem mais 7 em andamento.

Nele, o aluno recebe dicas para fazer a transição para o veganismo, aprende técnicas de corte, preparo, bases da cozinha vegana, substituições, cozinha funcional, receitas sem glúten, queijos vegetais, cozinhas do mundo, crudivorismo, preparo de bolos e muito mais.

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E no final do curso, os alunos recebem uma caixa surpresa e têm que preparar uma refeição criativa baseada nas aulas que tiveram. Para saber mais, acesse o site da Seduc.

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Fonte: Hypeness

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Chefe ensina como fazer bolo vegano de cacau

Cláudia Freyre, chef especializada em sobremesas, preparou uma receita deliciosa de bolo de cacau vegano e sem glúten. A chef é conhecida pela maestria no preparo de sobremesas e também pelos bolos e brownies que dispensam o uso de farinha de trigo no preparo. Acompanhe o vídeo com o passo a passo do bolo de cacau que faz sucesso entre os clientes de Cláudia.

Fonte: Folha de Pernambuco

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