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Cão é resgatado de destroços deixados pela passagem do tornado em Ottawa

União de pessoas para resgatar cão Charlie dos escombros | Foto: Matt Day
União de pessoas para resgatar cão Charlie dos escombros | Foto: Matt Day / Twitter

O cãozinho Charlie, da raça beagle, estava preso sob o que restou de uma casa – nas proximidades de Dunrobin (Canadá) – destruída pelo tornado que passou pela região. Ele foi resgatado graças a rápida ação de um grupo de pessoas, entre vizinhos e jornalistas, que se uniu e o retirou dos escombros.

Matt Day, um jornalista free-lancer, estava em Dunrobin sexta-feira (21), entrevistando moradores e coletando informações e depoimentos para ter uma noção da destruição causada pelo tornado que atingiu a região de Ottawa-Gatineau horas antes.

Ele conta que enquanto falava com algumas famílias, notou uma comoção de pessoas do outro lado da rua, se dirigiu até o local e descobriu que havia um cachorro preso debaixo de uma pilha de escombros de 30 centímetros de altura.

Day e outros jornalistas então se movimentaram junto aos vizinhos para ajudar o animal, chegando no local, alguns deles utilizaram seus telefones para iluminar a área, que estava ficando escura rapidamente em função do por do sol.

Um vídeo postado em sua conta no Twitter mostra dois homens, que Day identificou como vizinhos da família proprietária do cão, levando o cachorro para um local seguro.

Após o beagle ter sido libertado, Day conta que ele estava ansioso e assustado, mas ileso. A família de Charlie tem mantido contato, desde então, com ele por meio das mídias sociais.

O jornalista afirma que a situação é um exemplo de como o esforço do grupo mostra a força de uma comunidade se unindo em tempos difíceis

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Você é o Repórter

Cachorro de três meses está para adoção em Campinas (SP)

Ana Cavalcanti

Charlie é um cachorro de apenas 3 meses de idade que está à procura de um lar em Campinas (SP). Ele é muito bonzinho e brincalhão.

Está vacinado e vermifugado e tem castração garantida.

Interessados em adotá-lo devem entrar em contato com Ana pelo telefone 19 99817.3741.

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Homem queima os testículos de seu próprio cão alegando não ter dinheiro para castrá-lo

Na foto, o cãozinho Charlie, que agora se recupera da tragédia (Reprodução/Koat TV)

A polícia de Rio Rancho, no estado americano do Novo México, deteve em janeiro um homem sob a acusação de crueldade contra seu próprio cão, Charlie. De acordo com a Koat TV, James Dickie, de 23 anos, queimou os testículos do animal justificando que “não tinha dinheiro para o esterilizar”. “Dickie alegadamente queimou o cão, queimou os seus testículos, porque não tinha dinheiro para levá-lo a um médico veterinário licenciado”, contou John Francis, da polícia de Rio Rancho.

Segundo o mesmo oficial, Charlie foi resgatado depois de um vizinho ter alertado a avó do jovem. Esta, por seu turno, pediu a um amigo que procurasse Charlie, tendo-o encontrado no quarto de Dickie, incapaz de se mexer por causa das queimaduras. A polícia referiu ainda que, dois dias antes deste incidente, Dickie foi visto a agredir violentamente Charlie no jardim, com pontapés, e atirando-o para cima de uma palmeira-lírio. Quando foi interrogado pelas autoridades, negou tudo.

Crueldade extrema contra animais é um crime em 4º grau, cuja pena pode ir até um ano e meio de prisão e uma multa de mais de 3600 euros. A polícia contou à Koat TV que um vizinho gastou mais de 500 euros com os tratamentos médicos de Charlie, que agora tem um novo tutor e tenta recuperar do pesadelo. O médico veterinário que o assistiu diz que o cão ficou cego e tem queimaduras nas orelhas, na cabeça e nos genitais.

Fonte: Jornal de Notícias

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Gato parecido com Lord Voldemort, vilão de Harry Porter, não consegue ser adotado

Um gato inglês abandonado não consegue encontrar uma família porque se assemelha ao arqui-inimigo de Harry Potter, Lord Voldemort, noticia o Mail Online. Os funcionários da associação The Blue Cross, em Southampton, Inglaterra, contaram ao jornal que os visitantes se assustam com o fato de Charlie, assim se chama o felino, se parecer em muito com a personagem desempenhada por Ralph Fiennes. Charlie, de 14 anos, passa os dias sozinho, olhando através da gaiola, à espera de ser libertado.

As orelhas e o nariz de Charlie tiveram que ser amputadas, devido ao cancro da pele de que sofria e que poderia pôr a sua vida em risco. Agora, os responsáveis da Blue Cross estão desesperadamente tentando arranjar-lhe uma nova família. Antes de a doença se ter agravado, Charlie tinha um lar, mas, depois da cirurgia, a convivência com os outros gatos e o cão da casa tornou-se impossível, e a tutora entregou-o à associação. Os funcionários da The Blue Cross dizem que ele “gosta de barulho, de muitas cócegas e de abraços”, mas é preferível ser acolhido por uma família que não tenha outros animais de estimação.

Marie Loveridge, colaboradora da associação, refere que, apesar de Charlie se parecer com Lord Voldemort, “ele é um gato adorável, que gosta de atenção”. “Estamos desesperadamente tentando com que ele seja adotado por uma pessoa que considere que a beleza é mais do que a aparência”, sublinhou. “Charlie tem tido uma vida de muito sofrimento desde que lhe foi detectado cancro cutâneo e seria muito bom que ele pudesse viver os seus últimos dias em conforto”.

Fonte: Os Bichos

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Família australiana tenta manter crocodilo como animal de estimação

John Casey acusa governo de tentar tirar crocodilo. Disputa começou depois da morte de Alf, pai de John

John acusa governo de tentar tirar crocodilo (Foto: Reprodução)

O australiano John Casey, de 49 anos, entrou em uma disputa com o governo do estado de Queensland, na Austrália, para tentar manter um crocodilo de estimação que pertencia a seu pai, segundo reportagem do jornal australiano Townsville Bulletin.

Casey, que mora em Proserpine, disse que o governo está tentando tomar o crocodilo que seu pai Alf deixou de “herança” para a família. Ele contou que tinha dois anos de idade, em 1963, quando seu pai passou a cuidar do crocodilo chamado “Charlie”.

Depois da morte de Alf, a família não teve a permissão renovada. Casey alega que o governo não renovou a permissão, porque quer tomar “Charlie” de sua família para poder colocá-lo em um jardim zoológico. As informações são do G1.

Fonte: Correio

Nota da Redação: Manter um animal selvagem em cativeiro, longe de seu habitat, sem liberdade nem condições de vida naturais já constitui violência o bastante. Tratar este animal como um objeto, sendo disputado como herança da família, é caracteristicamente o retrato de como humanos ainda estão atrasados no reconhecimento do valor da vida dos animais. A geração de filhos que recebeu a “herança” poderia ter dado um passo evolutivo e menos egoísta, procurando a melhor solução para o animal. No entanto vemos que mais uma vez não há saída digna para o crocodilo, que, se não continuar com a família, será transferido para outro cativeiro –  o zoo.

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Filhotes de pit bull são torturados por serem dóceis, na Califórnia

Por Karina Ramos (da Redação)

Imagine ter suas orelhas cortadas e sua pele queimada com ácido. Essa foi a tortura imposta recentemente a dois filhotes de pit bull.

Smokey e Charlie foram encontrados em East Bakersfield, nos Estados Unidos. Os funcionários que os resgataram disseram que suas orelhas foram cortadas com canivetes ou tesouras e que suas costas foram queimadas com ácido. Os filhotes foram abandonados à morte em East Bakersfield, nas áreas de Niles e Fairfax e Monica e Pioneer Drive.

Na segunda-feira (26), os homens responsáveis pelo resgate saíram de San Diego para publicar cartazes pedindo que assumam a liderança neste caso de abuso animal. Eles acreditam que os criminosos pretendiam usá-los em rinhas de cães. Paula Penn disse: “Há uma possibilidade de que esses animais tenham sido considerados muito dóceis para rinhas e que tenham sido torturados com a intenção de que se tornassem ferozes – mas podem ter sido considerados inúteis e então abandonados”.

Enquanto isso, os cães agora estão sendo cuidados por tutores adotivos e passando por múltiplas cirurgias para reparação de músculos, pele e danos aos nervos. O Centro de Controle Animal disponibilizou uma linha telefônica nos Estados Unidos (868-7100) para quem tiver pistas sobre os criminosos. Há também uma recompensa de 5 mil dólares. Charlie e Smokey também precisam de ajuda com as despesas médicas. Se você estiver nos Estados Unidos e puder ajudar com doações, ligue para centro médico animal El Cajon (619-444-4246).

 Fonte: KGet

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Cão quase morre afogado, mas é salvo por policial nos EUA

Por Vitor Marinho (da Redação)

Becky Johnson, diretora de animais do Departamento de Polícia de Jamestown (Dacota do Norte, EUA), mergulhou no rio James na terça-feira e salvou a vida de Charlie, um cão de 15 anos de idade e quase 3 quilos.

Charlie havia saído de casa por volta das 11h30 e provavelmente caiu no rio. Ele já havia escapulido antes, segundo Johnson, então ela já estava familiarizada com seus problemas de visão e audição. Se o tivesse chamado, Charlie não teria ouvido, acrescentou. Assim que Johnson avistou Charlie flutuando na água, sem se mover,  não teve dúvidas empular.

À medida que Johnson, uma veterana com 20 anos de trabalho policial, nadava rio adentro, foi perdendo chão. Ela então remou para a praia com uma mão e segurou o animal acima do nível da água com a outra. “A temperatura e a corrente não importaram”, disse a policial. “Eu só pensava em salvar o cão”.

Uma vez em terra, Johnson e outro oficial realizaram uma ressuscitação cardiopulmonar em Charlie. Johnson, encharcada à temperatura ambiente de 10°C, deu seu único cobertor a Charlie. “Eu usei o cobertor para o cão, o cobertor que guardo na camionete”, disse ela .

Eles levaram Charlie ao hospital veterinário, onde o Dr. Gary Pearson o aqueceu e administrou-lhe oxigênio e um antibiótico, para prevenir pneumonia. Caso Johnson não tivesse salvo Charlie tão prontamente, ou deixado de realizar a ressuscitação, ele provavelmente não resistiria, disse Pearson. Mesmo com os esforços de Johnson, Charlie recuperou-se numa incubadora animal. Em 25 anos, Pearson disse já ter visto cães se afogarem e cães com hipotermia, mas ele nunca viu alguém mergulhar atrás deles. “Não me surpreende que Becky faça isso; ela não hesitaria”, afirmou.

O tutor do animal, Chuck Hobert, disse que vê Charlie como um filho. Hobert visitou o animal no hospital ontem à tarde. Ele esperava poder levá-lo para casa, mas Pearson quis que o cão pernoitasse sob observação. “Eu odeio vê-lo assim, mas estou feliz que o salvaram”, disse Hobert.

O salvamento de Johnson preocupou o chefe de polícia Dave Donegan, mas ele está orgulhoso dela. “Isso me assusta”, disse Donegan. “Eu não quero que nada aconteça a ela ou a qualquer pessoa que trabalha aqui.”

Depois de uma ducha quente e roupas limpas, Johnson disse estar bem, salvo um dedo do pé ferido. Segundo ela, se acontecesse de novo amanhã, ela se jogaria na água. “Ah, sim, sem dúvida”, declarou.

Fonte: The Dickinson Press

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Charlie, o pato de uma asa só

Um pato provou que é “duro na queda” ao voltar a mergulhar no lago onde vive, em West Sussex, um condado no sudeste da Inglaterra, poucas semanas após ter tido uma asa amputada. Charlie, como é chamado, teve o membro quebrado depois de ter sido atingido por um tiro enquanto nadava.

Não foi divulgado o tipo de arma usada, mas os ferimentos foram tão sérios que os veterinários não tiveram opção a não ser retirar a asa do animal.

Segundo Billy Elliott, um dos especialistas que cuidaram do pato, a cirurgia foi incomum, mas Charlie não parece que vai encontrar dificuldades para sobreviver sem o membro. “Nós não teríamos feito o procedimento com um pato selvagem, porque ele não teria condições de sobreviver sozinho na natureza”, afirma Elliott. “Charlie parece feliz, conseguimos dar uma nova chance a ele. E agora, ele é quase uma celebridade!”, completa.

Fonte: Globo Rural
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