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Vaca é resgatada sem ferimentos após cair em fossa de mais de dois metros

Uma vaca foi resgatada na terça-feira (14) à noite após cair em uma fossa de mais de dois metros de profundidade em Ituiutaba, no interior de Minas Gerais. O acidente aconteceu em uma chácara.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e esteve no local para salvar o animal. A pessoa que solicitou a presença dos militares, afirmou que a vaca teve acesso à fossa após passar por uma porteira que, em um momento de distração, ficou aberta.

Foto: Corpo de Bombeiros/ Divulgação

Antes do acidente, a fossa estava tampada com tábuas. A madeira, no entanto, não suportou o peso do animal, que tem cerca de 600 kg, e cedeu, derrubando a vaca no buraco.

Para salvar a vida do animal, os bombeiros usaram técnicas de salvamento terrestre. Apesar do acidente, a vaca foi resgatada sem ferimentos e, em seguida, retornou aos cuidados dos tutores.

O resgate teve início por volta das 22h e foi finalizado após 1h da madrugada de quarta-feira (15).


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Mais de 50 animais encontrados sem comida são resgatados no Paraná

Coelhos, pombas e ganizes, além de outras espécies, eram mantidos sem alimento em uma chácara


Mais de 50 animais foram resgatados pela Vigilância Sanitária e por uma entidade de proteção animal na quarta-feira (26) em Marechal Cândido Rondon, no Paraná.

Reprodução/Correio do Lago

O caso foi descoberto enquanto funcionários da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente realizavam um serviço de poda de árvores na região.

Os animais estavam em uma chácara nas proximidades da Unioeste. Dentre as espécies encontradas no local, tinham coelhos, pombas e ganizes.

Também foram encontrados corpos de animais mortos. Os que sobreviveram estavam sem comida e com água suja.

O tutor dos animais foi detido e encaminhado a uma delegacia de Polícia Civil. Os animais resgatados foram levados para o abrigo da ONG.


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Ex-modelo dona de chácara onde pit bulls foram resgatados presta depoimento à polícia

A empresária nega envolvimento em rinhas e afirma que não submetia os cães a maus-tratos


A ex-modelo e empresária Paula Roberta Sacchi, proprietária da chácara em Itu (SP) onde pit bulls foram resgatados, prestou depoimento à polícia na quinta-feira (9).

A polícia suspeita que os cachorros eram explorados em rinhas. As informações são do portal de notícias G1.

Foto: Ariane Flores/TV TEM – Reprodução/Facebook

“Sofro ameaças, as pessoas falam absurdo e é um absurdo o que está acontecendo”, disse Paula Roberta Sacchi.

A empresária disse à TV TEM que alugava a chácara onde os cães eram mantidos e negou os crimes de maus-tratos.

“Não tinha nenhuma rinha. De jeito nenhum que eu aceitaria um negócio desse. Os cachorros estavam em correntes de quatro metros cada um, tinham sim a casinha deles e em cima da casinha ainda tinha uma parte coberta, sempre com água e comida. Inclusive, no dia da invasão tinham sacos de ração e também dos outros animais, tinham acompanhamento dos veterinários”, explicou a empresária.

O caso está em segredo de Justiça. Segundo o delegado, outras pessoas que estavam na chácara no dia em que os cães foram resgatados irão prestar depoimento e o local será periciado.

O advogado de Paula defende também o peruano Brayan Luis Canavang Escobar, preso em uma rinha de pit bulls em Mairiporã (SP) e solto após audiência de custódia.

“Ele foi para lá [rinha] para ver uma competição. Esses cachorros pulam em altura. Você joga uma bolinha no alto e eles pulam para pegar e trazem”, contou o advogado de defesa. Bryan se apresentou à polícia, para dar mais informações sobre o que fazia na rinha, há quatro dias em São Paulo.

Após a prisão do peruano, a polícia foi informada sobre a chácara em Itu onde, segundo a denúncia, o homem criava cães para rinha. No local, 33 pit bulls foram resgatados.


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Dona de chácara onde pit bulls foram resgatados nega maus-tratos

Paula Roberta Sacchi, proprietária da chácara, afirmou que abomina a prática de rinhas e que não fazia parte do esquema que explorava cães para forçá-los a brigar


A ex-modelo e empresária Paula Roberta Sacchi, proprietária da chácara onde 33 pit bulls foram resgatados, em Itu (SP), nega que os cachorros sofriam maus-tratos e afirma que os visitava constantemente. Ela tinha depoimento marcado nesta quinta-feira (19), mas passou mal e não compareceu à delegacia.

Foto: Ariane Flores/TV TEM – Reprodução/Facebook

Paula afirmou à TV TEM que alugou a chácara para um peruano que é seu amigo há anos. “Eu trouxe meus cachorros de São Paulo e ele trouxe os dele. Então, ele morava na chácara e ficava com os cachorros. Dos 33, 14 eram meus”, conta.

“Nós fazíamos um rodízio. Eu sempre ia para chácara e trazia um ou dois dos cachorros para ficar comigo aqui em casa. Isso porque nós ainda estávamos construindo os espaços para eles ficarem lá, os pequenos canis”, explica.

Ela disse que é contra rinhas e que ficou chocada ao saber da prisão do amigo. “Parecia uma bomba. Parecia que tinha caído uma bomba atômica. Eu não podia acreditar naquilo. Eu abomino esse tipo de prática”, ressalta.

Ela afirma que desconhece o paradeiro do peruano, que foi liberado pela Justiça após audiência de custódia. “Se antes nós tínhamos uma longa amizade, hoje o que nós temos é nada. Se ele participou da rinha ou não, eu não quero mais saber. Eu não aceito esse tipo de coisa”, afirma.

Foto: Reprodução/TV TEM

Na chácara foram encontrados anabolizantes, medicamentos e uma piscina e uma esteira para treinar os cães. A esteira, segundo Paula, foi recomendada por um veterinário para tratar um cão com sobrepeso.

“A esteira nós compramos e usamos uma vez. Depois disso, não mais. Já os anabolizantes eu desconheço. Nunca apliquei anabolizantes nos meus animais e, como eu não morava na casa da chácara, não sabia o que ele mantinha lá dentro”, explica.

Os cães eram mantidos acorrentados em espaços separados. Eles foram encontrados magros, doentes e com fome. Além disso, algumas casinhas estavam vazias, o que levantou a suspeita de que os animais estavam sendo retirados do local.

Foto: Fernando Belon/TV TEM

“Eu não gosto de acorrentar animais. Mas, era preciso porque os canis que estávamos construindo não tinham ficado prontos. Aquilo que acharam que era um ringue, era na verdade um canil em construção”, afirma Paula.

Os policiais que participaram da operação afirmam que não há dúvidas de que os cães sofriam maus-tratos e eram explorados em rinhas, segundo o investigador Bruno Ceccolini.

“Observamos que havia animais trancafiados no fundo, muito doentes, animais com cicatrizes recentes, que são sinais de que eles haviam brigado. Observamos uma estrutura de alvenaria, que é uma rinha”, explica.


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Chácara onde pit bulls maltratados foram encontrados pertence a ex-modelo

Paula Sacchi alegou, através de seu advogado, que alugou a chácara e não sabia que os cães estavam sofrendo maus-tratos


A chácara em Itu (SP) onde 33 pit bulls com sinais de maus-tratos foram encontrados é de propriedade da ex-modelo e empresária da cidade Paula Sacchi. Os cães também são tutelados por ela, conforme foi confirmado à TV TEM pelo advogado dela, Wilson Muscari.

Foto: Ariane Flores/TV TEM – Reprodução/Facebook

Muscari afirma que a empresária alugou o local para um peruano preso por envolvimento em rinha de cães em Mairiporã (SP). Ela, no entanto, alega que não sabia que os cães sofriam maus-tratos. Segundo ele, a intenção de Paula é recuperar os cachorros e transformar a chácara em um abrigo.

A Polícia Civil informou que a empresária prestará depoimento nos próximos dias. As informações são do portal G1.

Uma força-tarefa levou 17 horas para retirar os 33 cachorros do local. Foram resgatados também bodes, cabritos, cavalos e galinhas.

Os cachorros serão vermifugados, vacinados e castrados. Os que estão debilitados serão submetidos a exames. Quando estiverem recuperados, eles serão observados para que seja discutida a possibilidade de disponibilizá-los para adoção.

Os pit bulls foram resgatados pela ONG Associação Vida Animal e encaminhados para lares temporários nas cidades de São Roque, Campinas, Mairinque, Mairiporã, Peruíbe, Itu e São Paulo.

Na chácara, foram encontrados medicamentos, anabolizantes, uma esteira e uma piscina usada para treinar os cães, que eram mantidos acorrentados em ambientes separados. Eles foram encontrados magros, doentes e com fome.

Há indícios, segundo a polícia, de que os cães eram alimentados com restos de outros animais criados no local, como bodes e gambás.

Ao chegar na propriedade, a polícia encontrou casinhas vazias, o que levantou a suspeita de que os animais estavam sendo retirados da chácara.

“Observamos que havia animais trancafiados no fundo, muito doentes, animais com cicatrizes recentes, que são sinais de que eles haviam brigado. Observamos uma estrutura de alvenaria, que é uma rinha”, explicou o investigador Bruno Ceccolini.

O peruano que teria alugado a chácara foi um dos 41 presos na operação policial que desmantelou a rinha em Mairiporã. A Justiça, no entanto, liberou 40 deles sob fiança e manteve preso apenas o organizador das rinhas.


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Polícia encontra 33 pit bulls em chácara de peruano envolvido em rinha de cães

O caso foi descoberto após uma denúncia indicar que os cães estavam sendo retirados do local depois da rinha ter sido desarticulada pela polícia


A Polícia Civil encontrou nesta segunda-feira (16) 33 pit bulls em uma chácara em Itu (SP) de propriedade de um dos peruanos envolvidos em uma rinha de cães realizada em Mairiporã (SP).

Foto: Fernando Belon/TV TEM

Os cachorros foram localizados após uma denúncia anônima indicar que eles estavam sendo retirados do local após a rinha ter sido desarticulada. As informações são do G1.

Ao chegar no local, a polícia encontrou cães acorrentados em espaços separados. Alguns abrigos estavam vazios, o que levantou a suspeita de que parte dos animais tenha sido realmente retirada da chácara.

Os animais devem ficar sob a responsabilidade de uma ONG. Segundo a prefeitura, o canil não tem registro de funcionamento.

Foto: Arquivo pessoal

Entenda o caso

A Polícia Civil desarticulou uma rinha de cachorros em Mairiporã (SP) neste sábado (14). Quarenta e uma pessoas foram presas e 19 cães foram resgatados, todos da raça pit bull. Um cão foi encontrado morto e outro assado para consumo.

Dois apostadores peruanos, dois mexicanos e um norte-americano foram presos. Um policial militar também foi detido. Todos foram encaminhados à Delegacia de Crimes Contra o Meio Ambiente.

A Justiça, no entanto, determinou a soltura de 40 dos 41 presos, mantendo a prisão apenas do suspeito de organizar a rinha. Eles irão responder pelos crimes de maus-tratos a animais com agravante de morte, prática de jogos de azar e associação criminosa.

Os cachorros resgatados foram encaminhados para três entidades de proteção animal.


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Partes de corpos de animais são encontradas em chácara em Sumaré (SP)

Partes de corpos de animais foram encontradas por guardas municipais em uma chácara em Sumaré (SP) nesta segunda-feira (7). Cabeças de animais decapitados recentemente, crânios e artigos religiosos estavam no local.

Foto: Guarda Municipal de Sumaré

O caso foi descoberto após uma denúncia. Um dos guardas que esteve na chácara informou ao G1 que antes de entrar no local foram encontradas duas cabeças de cachorros sobre pilares.

Em uma casa localizada no terreno tinham armários com cabeças e crânios de animais. Objetos com temática religiosa também foram encontrados.

Dois cachorros abandonados, com vida, também foram localizados e resgatados. Ninguém estava na propriedade no momento da fiscalização e, por isso, não foram registradas prisões.


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Polícia resgata papagaios, tartarugas e maritacas mantidos em cativeiro

Os animais ficaram sob a responsabilidade do Instituto Ambiental do Paraná (IAP)


Oito papagaios, duas tartarugas e duas maritacas foram resgatadas pela Polícia Civil do Paraná em Balsa Nova (PR). Os animais eram mantidos em cativeiro em uma chácara.

Foto: Divulgação/PCPR

A polícia informou ao G1 que a responsável por aprisionar os animais silvestres em cativeiro foi autuada.

Os animais foram resgatados na quarta-feira (18), mas o caso só foi divulgado pela polícia na segunda-feira (23).

O crime ambiental foi descoberto após uma denúncia anônima ser feita. Segundo o delegado da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, Matheus Loiola, os papagaios são animais ameaçados de extinção. Eles pertencem à espécie peito-roxo.

Todos os animais silvestres foram resgatados e ficaram sob a responsabilidade do Instituto Ambiental do Paraná (IAP).

Foto: Divulgação/PCPR

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ONG pede ajuda para construir abrigo após receber ordem de despejo

Após receber uma ordem de despejo, a vendedora Mônica Aquino, fundadora da ONG Lar dos Animais, iniciou uma campanha para arrecadar, em menos de um mês, R$ 55 mil para construir um novo abrigo para 230 animais, entre cães e gatos. Mônica tem até o dia 28 para desocupar o imóvel, que será vendido pelo proprietário, em Goiânia (GO).

Quarenta e um cães da entidade já foram levados para uma chácara, que foi alugado por Mônica. O local, no entanto, não tem estrutura para abrigar todos os animais. Se não conseguir concluir a construção das baias, ela terá que manter os animais amarrados a árvores, sem proteção contra o sol e a chuva.

Foto: Paula Resende/ G1

“Preciso de R$ 55 mil, mas não consigo. Não sei o que fazer, nem dormir eu durmo e de dia corro atrás de ajuda. Eu não sei o que vai acontecer, não vou deixá-los na rua”, lamentou Mônica ao G1.

A protetora de animais recebeu a ordem de despejo no início do ano e, desde então, tem realizado uma campanha em uma rede social para a conseguir fundos para a construção da nova sede da entidade. Até o momento, porém, ela não conseguiu recursos nem para pagar o material para terminar a obra na chácara localizada no município de Aparecida de Goiânia.

Mônica conta que precisa construir um espaço coberto para que os animais fiquem protegidos das mudanças climáticas. “Precisamos de areia lavada, brita, telha de amianto, metalon, canos para fazer tubulação e cimento para a parte de alvenaria. Também precisamos de alambrado para poder fechar a chácara”, disse.

Além de construir o novo abrigo, a protetora terá que reformar a casa na qual os animais vivem atualmente, de onde os animais precisam sair até 24 de junho para que haja tempo hábil para a realização das obras.

Por não ter previsão de quando as obras da chácara serão concluídas, Mônica passou a pedir a doação de coleiras, correntes e cabos de aço para prender os animais, já que essa seria a única alternativa que impediria que eles ficassem soltos na rua e corressem riscos.

Foto: Paula Resende/ G1

Além do espaço coberto, o projeto do novo abrigo contempla uma área para atendimentos de emergência e berçários para os filhotes. Para conseguir executar os planos, a protetora precisa de doação de materiais, mão de obra e dinheiro.

Além dos gastos que surgiram devido à necessidade de transferência dos animais da sede atual da ONG, Mônica gasta ainda aproximadamente R$ 20 mil mensais para cuidar dos cães e gatos resgatados. Ela iniciou os resgates em 2016. No começo, cuidava dos animais na rua, já que morava em apartamento e não dispunha de espaço para abrigá-los. A ONG foi fundada quando Mônica decidiu alugar uma casa para abrigar os animais.

A protetora conta que é comum que pessoas resgatem animais, levem-os até o abrigo da ONG com a promessa de arcar com os custos de alimentação e tratamento, e depois sumam, deixando a responsabilidade do animal inteiramente sobre ela. Sem receber ajuda, a entidade sofre com o acúmulo de dívidas, o que já fez, inclusive, com que Mônica vendesse seu carro em 2017 para arcar com as despesas dos animais.

Interessados em ajudar com doações devem entrar em contato com Mônica através das redes sociais da ONG.


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Bicho-preguiça é encontrado em chácara em Jacareí (SP)

Um bicho-preguiça fez uma visita a uma chácara no Jardim do Vale, em Jacareí (SP), na manhã desta sexta-feira (14). O animal foi recolhido por uma equipe da prefeitura e encaminhado para a Univap, que trata e recupera animais resgatados na região.

Foto: Célia Rizzo/ Arquivo pessoal

A Célia Rizzo foi quem tirou a foto da preguiça. Ela estava na varanda, quando percebeu o animal no muro do imóvel. “Era por volta das 11h, quando olhei para o muro e percebi algo marrom. Ao chegar mais perto, vi que era ela. Ao me ver, a preguiça se mexeu na direção de uma planta que fica no meu jardim”, contou.

Ela comentou ainda que mora na região há quase quarenta anos e essa foi a primeira vez que recebeu a visita em casa de um bicho-preguiça. “Tirei umas fotos, mas preferi não oferecer nenhum alimento”, afirmou.

O animal, que estava aparentemente saudável, foi recolhido por uma equipe do Viveiro Municipal e encaminhado para o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres da Univap, em São José dos Campos. No local ele receberá os cuidados e será devolvido à natureza.

Fonte: G1

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Mico é encontrado morto em chácara na zona rural de Uberaba (MG)

Um mico foi encontrado morto no último sábado (1º) na MG-190, zona rural de Uberaba (MG). Segundo o Departamento de Controle de Endemias e Zoonoses, o animal estava em uma chácara e foi achado por moradores da região.

(Foto: Bruno de Almeida/Arquivo Pessoal)

A chefe do departamento, Lara Batista Rocha, disse à produção do G1 que, aparentemente, o mico não tem sinais de que tenha sido agredido ou atropelado.

O animal foi recolhido e será encaminhado para a Fundação Ezequiel Dias (Funed), em Belo Horizonte, onde a causa da morte de primatas é analisada.

Alerta

O surto de febre amarela no país no começo de 2018 levou moradores de algumas regiões atingidas a matarem macacos por medo da doença. Porém, o Ministério da Saúde alerta que os macacos não transmitem a doença diretamente para humanos.

Ao matar um macaco, a pessoa pode responder por maus-tratos e ser enquadrada no artigo 29 da Lei 9605/98 – Lei de crimes ambientais, com pena de detenção de seis meses a um ano, além de multa.

Fonte: G1

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Cachorro vítima de espancamento em chácara (Foto: Reprodução/Youtube)
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Cachorro é espancado por caseiro em chácara no DF

Cachorro vítima de espancamento em chácara (Foto: Reprodução/Youtube)
Cachorro vítima de espancamento em chácara (Foto: Reprodução/Youtube)

A Polícia Militar resgatou um cachorro vítima de espancamento em uma chácara do Lago Norte, zona do Distrito Federal. Uma testemunha acionou a corporação e contou que o suspeito seria o caseiro do local.

O autor do crime não estava no imóvel. Foi registrada ocorrência na Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente e à Ordem Urbanística (Dema). O resgate do cão aconteceu na última semana.

O animal foi levado a uma pet shop, no Paranoá, onde passará por exames. Após os procedimentos, ficará aos cuidados de uma ONG protetora de animais, para ser adotado.

Veja vídeo do espancamento (cenas fortes):

Fonte: Metrópoles

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