Notícias

Investigação revela esquema de “lavagem de animais” em órgão do Ibama, diz delegado

Naja resgatada após picar traficante para se defender (Foto: Divulgação/G1)

A investigação sobre tráfico de animais silvestres no Distrito Federal revelou um esquema de fraude dentro do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), ligado ao Ibama.

Responsável por apurar o caso, o delegado Willian Ricardo informou a descoberta de uma espécie de “lavagem de animais” no Cetas. Vítimas do tráfico internacional, os animais que chegavam ao Brasil tinham sua situação regularizada através de documentos emitidos pela servidora Adriana Mascarenhas. Afastada do cargo, ela é investigada pela Polícia Federal. 

“O animal entrava ali [no Cetas] ilegal e saía com documento de forma que enganava qualquer policial, inclusive do Batalhão Ambiental. Tem lá o timbre do Ibama”, explicou o delegado ao G1.

“Então na minha visão isso chama lavagem de animais, semelhante lá com a lavagem de dinheiro”, completou.

A Operação Snake teve início após uma naja picar o estudante de medicina veterinária Pedro Henrique Krambeck. De acordo com um relatório da polícia, Pedro é traficante de animais e integra o grupo das 11 pessoas indiciadas pela polícia. Ele foi preso, mas conseguiu um habeas corpus.

De acordo com o delegado, apenas agentes do Ibama com mais experiência conseguiriam notar que os animais estavam em situação irregular após a “lavagem” feita pela servidora.

Procurados pelo G1, o Ibama e a defesa de Adriana Mascarenhas não se pronunciaram.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Ciclone mata animais e destrói recintos em centro de vida selvagem em SC

Foto: Instituto Espaço Silvestre/Acervo

O Centro de Triagem de Animais Silvestres de Santa Catarina teve recintos destruídos pelo ciclone que atingiu o sul do país na última semana. O maior prejuízo para o local é contabilizado em vidas: animais morreram na tragédia.

Os ventos fortes, as chuvas torrenciais e os cortes de energia provocados pelo ciclone geraram ainda perda de medicamentos e de alimentos refrigerados. Administrado pelo Instituto do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (IMA) em cogestão com o Instituto Espaço Silvestre, o CETAS-SC é o único local capacitado a resgatar, tratar e reabilitar animais silvestres vítimas do tráfico e de atropelamentos no estado.

“As aves foram nossas perdas mais substanciais. Algumas delas estavam em gaiolas que quebraram e voaram. Outras estavam em recintos onde árvores caíram em cima”, explicou ao G1 a bióloga Vanessa Kanaan, diretora técnica do Instituto Espaço Silvestre.

Foto: Instituto Espaço Silvestre/Acervo

Animais ameaçados de extinção ou que ressurgiram na natureza após serem declarados extintos também foram colocados em risco pelo ciclone. Dentre eles, o papagaio-de-peito-roxo, que reapareceu no Parque Nacional das Araucárias (SC) graças ao trabalho de preservação do Instituto Espaço Silvestre, e os bugios, espécie extinta em Santa Catarina há mais de 150 anos e que passou a se reproduzir no local durante a pandemia.

Apesar da tragédia, o número de mortes foi pequeno e metade dos animais que fugiram foi trazida de volta ao abrigo. “Conseguimos resgatar até uma das aves que estava se afogando em poças formadas pela chuva”, disse.

Foto: Gabriel Brutti / Acervo Pessoal

Embora tenha gerado estragos, o ciclone não fez com que os animais ficassem sem alimento. Doações, no entanto, são bem-vindas. “Estamos precisando de doações tanto monetariamente quanto, para quem estiver próximo, de caixas de transporte, caixas plásticas, materiais de limpeza”, afirmou a diretora da ONG.

“A primeira forma de ajudar é manter o apoio e a energia positiva. Por mais que a gente se mantenha forte e unido, é muito difícil vivenciar esse dia a dia. Receber mensagens de carinho, saber que acompanham nosso trabalho e ver pessoas preocupadas nos fortalece”, completou.

Foto: Instituto Espaço Silvestre/Acervo

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Mais de 1,4 mil animais silvestres são salvos do tráfico em Santa Catarina

Reprodução/Portal Diarinho

Nos últimos 12 meses, foram resgatados 1.417 animais silvestres em Santa Catarina. Vítimas do tráfico, esses animais sofrem graças à ganância e ao egoísmo, que levam as pessoas a se sentirem no direito de retirá-los da natureza em prol de seus desejos.

Dos mais de 1,4 mil animais resgatados, 1.008 foram levados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) para serem reabilitados para posterior soltura na natureza. As informações são do portal Diarinho.

Os resgates ocorreram com mais frequência nas seguintes regiões: Caçador, Itapema, Balneário Camboriú, Lages, Canoinhas, Tubarão, Joinville, Grande Florianópolis e Criciúma. Apesar do número de animais resgatados ser menor do que o registrado em outras partes do Brasil, o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina afirma trabalhar para reduzir o tráfico ainda mais.

João e Maria, dois tucanos, estão entre os animais resgatados no estado. Eles chegaram à Florianópolis em outubro e dezembro de 2019, respectivamente. Bastante debilitado, João foi resgatado com a asa cortada, crueldade cometida pelo traficante que tentava obter lucro ao objetificar e vender o animal.

O sofrimento, no entanto, é passado na vida de João e Maria. Após reabilitação, eles foram soltos juntos, em 22 de março deste ano. Apesar de terem reconquistado a liberdade, tão necessária para os animais silvestres, a dupla de tucanos continua sendo monitorada para que a readaptação à natureza seja observada.

Em Santa Catarina, as espécies de aves mais traficadas são: trinca-ferro, canário, coleirinho, papagaio-verdadeiro e papagaio-de-peito-roxo. Nem mesmo a ameaça de extinção que coloca em risco a sobrevivência do papagaio-de-peito-roxo comove os traficantes, que seguem retirando o animal da natureza de maneira sórdida. Pelo contrário, quanto mais raro é a espécie, mais interesse ela gera por parte dos compradores e, por consequência, dos traficantes.

O crime, porém, não é apenas a retirada do habitat. Esses animais também costumam ser maltratados durante o transporte, que é precário, e no cativeiro. Mutilados para que não consigam voar, eles também são dopados para que não pareçam ariscos diante dos humanos, que são seres estranhos para eles, o que pode levá-los a não ter um comportamento manso como forma de defesa.

A interferência humana sobre as espécies, em alguns casos, é irreversível. Por isso, há animais que não conseguem retornar à natureza nem mesmo após reabilitação. O Instituto Espaço Silvestre, que assumiu a cogestão do Cetas em 1º junho de 2019, recebeu, desde a data, 3.239 animais, tendo libertado 658. Atualmente, 393 animais estão em reabilitação no Cetas. Os que não podem voltar para o habitat – por deficiência física, por pertencerem à espécie exótica (isso é, nativa de outro país) ou por terem um comportamento dócil que os colocaria em risco maior diante de caçadores -, são encaminhados a instituições parcerias, que os abrigam.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Macaco que vivia aprisionado em cativeiro é resgatado após denúncia

Foto: Asscom/Corpo de Bombeiros do Acre

Um macaco que vivia aprisionado em cativeiro em uma casa em Sena Madureira, no interior do Acre, foi resgatado na última quinta-feira (21) por equipes do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar (PM-AC) e do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac).

Da espécie “zogue-zogue”, o animal foi encaminhado ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Rio Branco. “As características que apresentava era de que o animal fosse domesticado”, explicou ao G1 o major Cláudio Falcão, da assessoria do Corpo de Bombeiros.

Domesticar animais silvestres é uma prática cruel que fere a dignidade do animal, forçando-o a se comportar de maneira oposta à natural.

Apesar de não terem sido constatados maus-tratos, o animal foi resgatado para que possa ser reabilitado. “Na denúncia, tínhamos informações de maus-tratos, que não foram constatados. Estava solto na hora do resgate, mas em um ambiente que não conseguia sair”, afirmou o major.

A ausência de maus-tratos, no entanto, não torna menos cruel a prática de aprisionar um animal silvestre em um imóvel, privando-o da liberdade e do contato com a natureza, tão necessário à fauna silvestre.

Por conta disso, o macaco será submetido a um processo de reabilitação no Cetas para que possa ser devolvido à floresta.

“Ele não estava machucado e nem com problemas de saúde, mas o animal quando é domesticado não tem as condições necessárias para sobreviver na selva, pode ser tornar presa”, complementou o major ao explicar a necessidade da reabilitação.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Filhotes de gato-do-mato-pequeno serão reabilitados após resgate em SC

Os filhotes não apresentam ferimentos pelo corpo. No entanto, por serem muito jovens, eles precisam ser reabilitados antes de retornarem ao habitat


Dois filhotes de gato-do-mato-pequeno que foram resgatados em Itapiranga e em São José do Cedro, em Santa Catarina, ficarão, a partir desta semana, sob a responsabilidade do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Parque do Rio Vermelho, em Florianópolis, onde serão reabilitados.

Foto: Polícia Militar Ambiental / Divulgação

O resgate foi feito pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Ambiental de São Miguel do Oeste e de Florianópolis, e o Instituto do Meio Ambiente (IMA). Um dos filhotes foi resgatado no dia 15 de novembro em São José do Cedro e recebeu cuidados da PMA e de funcionários da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc). O outro foi salvo na última quarta-feira (12) em Itapiranga.

Antes da reabilitação, os animais serão examinados por profissionais. O IMA informou ao G1 que a posterior soltura na natureza será feita em Itapiranga, mas que ainda não há data para que ela seja realizada.

Os filhotes não apresentam ferimentos pelo corpo. No entanto, por serem muito jovens, eles precisam ser reabilitados antes de retornarem ao meio ambiente.

Foto: Polícia Militar Ambiental / Divulgação

No processo de reabilitação, eles começarão a ser introduzidos ao habitat e a equipe do Cetas irá acostumá-los com alimentos próprios para a espécie, já que uma alimentação errada pode prejudicá-los.

O gato-do-mato-pequeno está ameaçado de extinção por conta da caça e da destruição do habitat desses animais, que são mortos para que sua pele seja comercializada.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


​Read More
Notícias

Centros de recebimento de animais fechados devido a corte orçamentário voltam a funcionar

Os dois Centros de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama, localizados em Juiz de Fora e Montes Claros, no estado de Minas Gerais, que foram fechados recentemente devido a um corte orçamentário promovido pelo governo, voltaram a funcionar, conforme garantiu o Ministério do Meio Ambiente (MMA).

(Foto: Pixabay / Ilustrativa)

O Ministério garantiu que vai repassar recursos para a manutenção dos cargos dos tratadores das unidades que sofreriam o corte. As informações foram repassadas pela assessoria de comunicação do Ibama de Minas Gerais.

Diante da promessa do MMA, a Superintendente Substituta do Ibama em Minas Gerais, Polyana Faria Pereira, determinou a retomada imediata das atividades de recebimento de animais.

A retomada do serviço beneficia os animais e o meio ambiente, que seriam prejudicados com o fechamento das unidades.

​Read More
Notícias

Animais serão transferidos de centro de tratamento após fim de convênio em TO

Mais de 80 animais que estão em tratamento no Centro de Especialidades e Tratamento de Animais Silvestres (Cetas) em Araguaína, no Tocantins, devem ser transferidos para Palmas. É que o local criado em 2006 não vai mais atender os animais de forma permanente. A medida foi tomada após o fim de de um convênio entre o Naturatins e a Polícia Militar Ambiental, que administra a unidade.

(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

No centro há veados, araras, macacos, periquitos, jabutis, gavião e onça que estão em tratamento. Alguns estão no local desde quando o centro foi criado e não podem voltar mais à natureza. A transferência para o Centro de Fauna de Palmas deve começar nesse mês.

Segundo o Estado, a mudança é necessária porque o centro em Palmas tem uma melhor estrutura para atender os animais silvestres que são resgatados.

Para a veterinária Geneildes de Jesus, a mudança não é positiva. “Nós recebemos diversos animais de regiões circunvizinhas e aqui os animais são bem tratados. Outra coisa, se o Cetas for desativado em Araguaína, esses animais devem ser transportados de forma correta, principalmente nas horas mais frias do dia para que eles tenham um conforto”.

O Cetas de Araguaína tem 15 recintos construídos através de doações. O centro é referência no tratamento dos animais. Uma pequena parte dos serviços vai continuar sendo feita. “Aqui só será um centro de emergência para a Polícia Ambiental continuar recebendo os animais, mas logo que eles forem estabilizados ou necessitarem de algum atendimento, eles vão ser encaminhados para Palmas”, explicou a coordenadora do Cetas, sargento Caroline Duks.

(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

O Naturatins informou que o Cetas de Araguaína não será desativado e que, após avaliação, o órgão e a PM decidiram que alguns animais que precisam de tratamento mais específico serão deslocados para Palmas. Os animais que estejam em condições de reintegração à natureza serão encaminhados para o processo de readaptação e posterior soltura.

O presidente do Naturatins, Marcelo Falcão Soares, destacou que o funcionamento do centro será mantido e continuará a receber os animais provenientes do resgate em operações de fiscalização, acidentados ou de entregas voluntárias, até que possa ser construída uma nova estrutura.

Fonte: G1

​Read More
Notícias

Ibama reinaugura centro de animais silvestres em Fortaleza (CE)

Espaço destinado a receber animais silvestres vítimas de tráfico e de cativeiro ilegal, o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), foi reinaugurado em Fortaleza (CE).

Fortaleza, CE, Brasil, 06-04-2018: Reinauguração da sede do IBAMA . (Gustavo Simão/ Especial para O POVO)

Com investimento em torno de R$ 1,1 milhão, a reforma durou quatro meses e envolveu todas as instalações, incluindo setores administrativos, laboratórios, salas para pequenas cirurgias, recintos dos animais e uma nova área de voo, sendo reforçada ainda a segurança.

Quando o Cetas foi criado, em 2009, a expectativa era receber 3.000 animais por ano, segundo o superintendente do Ibama no Ceará, Herbert Lobo. No entanto, em 2017 foram atendidos quase 9.000 animais, correspondendo ao triplo da capacidade do centro. Por mês, o Cetas recebe cerca de 700 animais. No momento, são em torno de 1.000 no local. Deste total, 80% são aves, 15%, répteis, e 5%, mamíferos.

“É óbvio que qualquer equipamento em sobrecarga vai se deteriorar mais rápido, por isso a necessidade dessa reforma. Vamos ter melhores condições de tratar, de cuidar desses animais e o processo de recuperação deles, muito provavelmente, será acelerado e poderemos reintroduzi-los também mais rápido no ambiente natural”, afirma o superintendente.

Os animais chegam ao Cetas por meio de entregas voluntárias; de trabalho de inteligência realizado pelo órgão; e de operações de fiscalização do Ibama, da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) ou do Batalhão da Polícia Militar Ambiental.

De acordo com o analista ambiental e fiscal do Ibama Walber Feijó, não há tempo definido para os animais ficarem no Cetas, dependendo da condição e da espécie. Eles recebem cuidados veterinários e alimentação adequada para serem reintroduzidos na natureza após a recuperação. Os que não estiverem aptos para esse retorno são encaminhados para criadouros registrados e zoológicos. Ter animais silvestres em cativeiro é crime, sendo aplicada sanção administrativa de R$ 500 por animal. O valor pode chegar até a R$ 5.000 se a espécie for ameaçada de extinção. Além disso, a pessoa pode responder judicialmente pelo ato.

COMO ENTREGAR ANIMAL

O Ibama recomenda que seja feito contato prévio com o Cetas para emissão da autorização de transporte. Na entrega voluntária, a pessoa fica isenta de receber penalidade ou multa.

SERVIÇO

Cetas – Ibama

Onde: Rua Wilson Ferreira, 351 – Guajerú (Fortaleza) Telefone: (85) 3474 0001 Funcionamento: Segunda a sexta, das 7h30min às 17 horas Denúncias: 0800 618080

Nota da Redação: a ANDA reforça que animais que não estejam aptos ao retorno à natureza não devem ser encaminhados a criadouros e zoológicos, sendo esses locais inadequados e, no caso dos zoos, voltados a explorar animais para entretenimento humano com foco no lucro. O correto é encaminhar esses animais para santuários, que além de não terem fins lucrativos, oferecem estrutura e espaço adequado aos animais e têm como único intuito protegê-los.

Fonte: O Povo

​Read More
Notícias

Araras vítimas de tráfico são resgatadas e levadas para reabilitação no AP

Oito araras foram resgatadas e levadas ao Centro de Triagem de Animais Silvestres do Amapá (Cetas) em Macapá, Amapá. Elas receberão tratamento para, futuramente, poderem ser devolvidas à natureza.

Araras foram resgatadas durante operação da PM
Araras foram levadas para receberem tratamento no Cetas (Foto: Jéssica Alves / G1)

O Cetas informou que as aves são nativas da região Norte do país e o local para realizar a soltura ainda não foi escolhido. Foram exatamente 6 araras azuis canindés e duas araras vermelhas recebidas pelo Centro. Além delas, mais duas araras piranga e dois tucanos de peito branco chegarão ao Cetas até o final deste mês.

Os animais estão recebendo tratamento que inclui a ingestão de medicamentos e alimentação balanceada. As aves passarão por um período de observação e readaptação ao habitat, antes de serem devolvidas à natureza.

Uma das arras ainda não consegue voar
Araras foram vítimas do tráfico de animais (Foto: Jéssica Alves / G1)

De acordo com a equipe veterinária que atua no tratamento dos animais, as aves chegaram muito estressadas por conta da viagem e uma delas ainda não consegue voar. A maioria já está bem adaptada e se alimentando normalmente.

Segundo o Cetas, essas espécies de araras são oriundas do Amazonas e em certas regiões do Cerrado, no Norte do Brasil. Elas foram salvas durante operações que contaram com o apoio e auxílio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama).

​Read More
Notícias

Fechamento do Cetas impossibilita triagem de animais silvestres no PR

O Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Tijucas do Sul, em Curitiba, Paraná, pôs fim às suas atividades no fim de junho deste ano. Com isso, o estado não possui mais um local específico que atue na triagem de animais silvestres resgatados.

Cetas fazia a triagem de animais silvestres resgatados por órgãos ambientais
A PUC-PR afirma que o gasto anual para a manutenção do Cetas era de R$ 700 mil por ano (Foto: Divulgação/PUC-PR)

Edilaine Vieira, diretora de Avaliação de Impacto Ambiental e Licenciamentos Especiais, do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), informou que o Cetas era a entidade responsável por receber os animais oriundos, principalmente, de resgates realizados por órgãos de fiscalização ambiental.

Segundo a diretora, o local avaliava a saúde do animal e a possibilidade ou não dele ser devolvido à natureza, para analisar a necessidade de tratamento. Além disso, o espaço também era responsável por abrigar diversos animais. “Nós auxiliamos a destinação do plantel que eles tinham lá. Vários animais moravam no local porque a PUC-PR não conseguia fazer a destinação”, diz Vieira.

Um grupo de tartarugas exóticas eram mantidas no Cetas. Contudo, com a decisão do fechamento, os animais, que não podiam ser devolvidos à natureza, foram condenados à morte. “É proibida a criação, a soltura, o comércio, porque é uma espécie invasora”, explica Vieira. De acordo com a diretora, essas tartarugas poderiam causar a morte de espécies nativas da região, pois não possuem um predador natural.

Em nota, a PUC-PR informou que o Cetas custava aproximadamente R$ 700 mil por ano para manutenção. “A vinculação da PUC-PR com o Centro de Triagem não foi estendido por não se tratar de uma atividade relacionada diretamente ao foco da Instituição”, diz o texto.

Como houve o encerramento das atividades do Cetas, o estado do Paraná não possui mais um local específico para fazer a triagem de animais silvestres. De acordo com Vieira, os animais que são resgatados são avaliados. Ela afirma que a maioria são devolvidos à natureza logo após o resgate. Quando não é possível, eles são reencaminhados para criadores autorizados até que estejam recuperados para poderem voltar ao seu habitat natural ou viverem em cativeiro habilitado. “A gente não tem uma estrutura de recintos, como tem no Cetas. A gente não está operando com a guarda de animais”, explica a diretora.

Nota da Redação: Animais jamais devem ser condenados à morte por conta de decisões egoístas dos seres humanos. As tartarugas exóticas, de espécie oriunda do exterior, só entraram no país por conta da ganância humana. A natureza é equilibrada e harmônica a sua maneira e, por isso, qualquer desequilíbrio é provocado pelas ações do homem. Os animais poderiam ter sido realocados para santuários ou enviados para seu país de origem. De qualquer forma, a morte jamais deve ser a opção.

​Read More
Notícias

Veado ferido é resgatado pela PM em rodovia do Distrito Federal

Um veado foi salvo nesta quinta-feira (22) pelo Batalhão Ambiental da Polícia Militar do Distrito Federal. O animal foi achado nas proximidades da rodovia DF-180, na saída de Samambaia.

O veado estava com diversos ferimentos causados, provavelmente, pelo ataque de um cão
O veado foi resgatado pela PMDF (Foto: Divulgação / Polícia Militar)

Segundo informações da PM, o veado apresentava feridas no pescoço e nas costas, provavelmente causas por mordidas de um cão.

O animal foi levado para receber atendimento no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) param posteriormente, ser solto na natureza.

​Read More
Notícias

Oito animais são encaminhados ao Centro de Triagem de Araguaína

Divulgação
Divulgação

Nesta quinta-feira (17) um papagaio-do-mangue, cinco periquitos-de-encontro-amarelo e dois jabutis, foram levados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Araguaína. Estes animais foram resgatados pelo Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) em Palmas e outros municípios.

Segundo o Naturatins, vários animais estão sendo resgatados nos últimos dias. Em Miracema do Tocantins, um periquito maracanã, com um olho ferido e uma maracanã-pequena com asas aparadas foram resgatados. Eles provavelmente viviam em cativeiro.

Divulgação
Divulgação

Em Brejinho de Nazaré, o Naturatins foi acionado por um morador para buscar um filhote de arara canindé que havia caído do ninho.

Estes animais foram levados para o Cetas na última sexta-feira (11).

De acordo com o Naturatins, no Cetas os animais recebem tratamento necessário e passam por reabilitação. E assim que apresentarem condições de voltar à natureza, serão devolvidos.

O Naturatins orienta a população para não resgatar ou socorrer animais silvestres. A indicação é que as pessoas liguem para a linha verde no 0800 63 11 55 ou para uma unidade da Guarda Metropolitana, ao BPMA ou as equipes dos Escritórios Regionais do Naturatins.

Fonte: G1

​Read More