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Sem alimento por causa do inverno, centenas de cangurus ocupam ruas na capital da Austrália

Camberra, capital da Austrália, está sob uma verdadeira invasão de cangurus. Os animais, que vivem em mais de 30 reservas naturais espalhadas pela cidade e a área urbana, estão sendo vistos com uma frequência cada vez maior no meio da cidade.

Reprodução | R7

Isso acontece porque o inverno tem sido intenso no país e a estiagem está matando a vegetação da qual os cangurus se alimentam. Então eles invadem a área urbana para se alimentar em parques, jardins de casas, campos de futebol. canteiros das ruas e outros locais.

O grande risco é que os marsupiais costumam se alimentar no início da manhã e no fim da tarde, horários que coincidem com o maior tráfego de veículos nas ruas da cidade. Por causa disso, muitos deles têm sido atropelados.

“Qualquer lugar com grama verde acaba virando um ímã para os cangurus nesta época. As pessoas precisam ter cuidado. Tanto com os grupos de cangurus que acabam atravessando as ruas em horários movimentados quanto para evitar se aproximar deles em locais abertos, porque pode acontecer um ataque”, afirmou Iglesias.

No vídeo abaixo, um morador de Camberra vê um canguru atravessando a rua e decide segui-lo por uma rua da cidade, até que o animal acha um jardim para se alimentar.

Segundo um relatório publicado pelo ministério do Meio Ambiente da Austrália em 2016, existiam cerca de 44 milhões de cangurus em todo o país. O censo realizado no mesmo ano apontou uma população de 24 milhões de pessoas.

Fonte: R7

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PMA se capacita para lidar com animais silvestres em centros urbanos

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Policiais Militares Ambientais, Corpo de Bombeiros, Ibama, Defesa Civil, Guarda Municipal, Fundação de Meio Ambiente do Pantanal e Centro de Controle Zoonoses de Corumbá (MS) participam de curso de capacitação para captura e contenção de animais silvestres nos centros urbanos.

O evento realizado pela Fundação de Meio Ambiente do Pantanal e o Conselho de Meio Ambiente de Corumbá, apoiado pelo Ministério Público Estadual, Instituto Homem Pantaneiro, Centro Nacional de Pesquisas e Conservação de Maneiros Carnívoros, Embrapa Pantanal e outros órgãos realizado no Centro de Convenções Ramon Gómez, em Corumbá, distante 444 Km de Campo Grande-MS. O curso que começou no dia 4 pela manhã e será encerramento na sexta-feira (6) é desenvolvido no período matutino e vespertino.

O objetivo é aprimorar as organizações em relação à tomada de decisão e atuação em casos de ocorrência de animais de médio e grande porte em áreas urbanas. No caso do pantanal, os animais entram nas cidades de Corumbá e Ladário, em razão, principalmente de grandes cheias. Eles atravessam o rio Paraguai, também para fugir de incêndios e, ao procurarem novos abrigos/territórios acabam adentrando os perímetros urbanos.

As cidades de Corumbá e Ladário convivem com esta situação rotineiramente. Casos de felinos, tais como, onças-pintadas, onças-pardas e jaguatiricas são registrados, bem como várias outras espécies de mamíferos, além de aves.

Para a Polícia Militar Ambiental a questão envolve todos os municípios e este trabalho é realizado desde sua criação em 1987. Só na Capital os policiais militares ambientais recolhem em média cinco animais diariamente.

Fonte: EstadoMS News

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Centros urbanos estão modificando cérebros de animais, sugere estudo

Foto: Evan McGlinn / NYTNS
Foto: Evan McGlinn / NYTNS

Os biólogos evolutivos reconheceram que os seres humanos exercem uma enorme influência no processo evolutivo. Nos hospitais, nós geramos o desenvolvimento de bactérias resistentes ao fornecer antibióticos aos pacientes.

Em um novo estudo, a bióloga Emilie C. Snell-Rood, da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, apresenta evidências que sugerem que estejamos impulsionando a evolução de uma forma mais surpreendente. Ao modificarmos os locais em que os animais vivem, talvez estejamos estimulando o desenvolvimento de cérebros maiores.

A conclusão de Snell-Rood está fundamentada em uma coleção de crânios mantida pelo Museu Bell de História Natural da Universidade de Minnesota. Ela selecionou dez espécies para o estudo, incluindo ratos, musaranhos, morcegos e esquilos. A pesquisadora selecionou dezenas de crânios distintos que foram coletados há menos de um século. A estudante de graduação Naomi Wick mediu as dimensões dos crânios, o que permitiu estimar o tamanho dos cérebros.

A pesquisa apresentou dois resultados importantes. Os cérebros de duas espécies de roedores que habitam cidades e subúrbios – o Peromyscus leucopus e o arganaz-dos-prados (Microtus pennsylvanicus) – eram 6% maiores que os desses mesmos animais coletados em fazendas e outras zonas rurais. Snell-Rood concluiu que os cérebros dessas espécies ficaram significativamente maiores após seu deslocamento para cidades e povoados.

Além disso, Snell-Rood e Wick descobriram que duas espécies de musaranho e duas espécies de morcego, capturadas em zonas rurais, também apresentaram aumento dos cérebros.

Snell-Rood sugere que os cérebros dessas seis espécies ficaram maiores porque os seres humanos mudaram Minnesota de forma radical. Nos locais em que antes havia florestas e pradarias virgens, hoje existem cidades e fazendas. Nesse meio-ambiente alterado, os animais mais aptos ao aprendizado estão mais propensos a sobreviverem e deixarem descendentes.

Estudos realizados por outros cientistas associaram a facilidade de aprendizado com o aumento do cérebro. Pesquisadores da Universidade de Uppsala, na Suécia, descreveram um experimento em que criaram peixes da espécie lebiste com cérebros maiores. Os peixes de cérebro maior se saíram melhor em testes de aprendizado que seus parentes de cérebro menor.

Os animais que constituem colônias em cidades e povoados têm que aprender a procurar por alimentos em edifícios e outros locais nos quais seus ancestrais não procuravam. Segundo Snell-Rood, também estamos modificando as populações rurais. À medida que as árvores das florestas são cortadas para a utilização da madeira e as lavouras surgem em seu lugar, os morcegos podem ter que viajar para regiões mais distantes em busca de alimento e talvez consigam retornar às tocas para dormir. O cérebro grande talvez também tenha beneficiado os morcegos.

Cientistas que não estiveram envolvidos na pesquisa reconheceram que o estudo é o primeiro relato de mudanças significativas no tamanho do cérebro de animais que não ocorreram em laboratório.

– Eu acredito que os resultados são empolgantes e merecem estudos adicionais de acompanhamento – afirmou Jason Munshi-South, biólogo evolutivo da Universidade Fordham.

Munshi-South e outros pesquisadores consideram que é necessário verificar as hipóteses de Snell-Rood de outros modos, e assim descartar explicações alternativas. Por exemplo, caso as hipóteses da pesquisadora estejam corretas, a mesma tendência observada em Minnesota deve ser observada em crânios de coleções de museus de outras regiões bastante desenvolvidas do mundo.

Fonte: Zero Hora

Nota da Redação: A destruição da natureza pelos humanos mais prejudicou que ajudou aos animais. Muitas espécies já foram extintas e tantas outras estão ameaçadas devido a perda de habitat.

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Animais invadem centros urbanos em busca de comida e abrigo

A capivara foi encontrada no bairro Santa Rita. (Foto: Anderson Cerejo)

Na foto ao lado é possível ver uma capivara circulando no bairro Santa Rita, em Tatuí, interior de São Paulo. O flagrante, feito por um morador, mostra o que preocupa ambientalistas: os animais silvestres estão perdendo parte do habitat natural. Com isso, chegam aos meios urbanizados ou habitados por pessoas.

No mesmo dia em que a capivara foi fotografada, um tamanduá-bandeira tinha sido capturado pelo Corpo de Bombeiros do município. O tamanduá caminhou pelas ruas do bairro Caixa D’Água. Está é uma preocupação dos ambientalistas.

Segundo dados da Polícia Ambiental, que atende 11 municípios na região de Itapetininga, em 2011 foram capturados 14 animais silvestres, além de 575 aves em meios urbanos.

O aparecimento desses animais chama a atenção de especialistas. Para o ambientalista, Fernando Rosa Junior, a aproximação pode significar desequilíbrio no meio natural. “Eles podem migrar para o meio urbano por vários motivos. A região é agrícola e com pouca mata. Os animais estão chegando em busca de alimentos e tentando se adaptar as mudanças em seu habitat natural”, explica.

Fernando afirma ainda que o problema se agrava com o desmatamento e poluição de nascentes e rios. “Os animais precisam ter aporte de comida, habitat, e água para sobreviver. Se não encontram esses elementos, é instinto deles procurar para sobreviver”, afirma.

Ainda de acordo com o ambientalista Fernando, outro fator deve ser considerado: o tráfico de animais. “As pessoas trazem os animais silvestres para regiões urbanas, mas após o crescimento, soltam os bichos em qualquer mato”, comenta.

Fonte: G1

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Estudiosa faz alerta contra a matança de morcegos nos centros urbanos

Segundo a estudiosa Susi Pacheco, do Instituto Sauver, matar os morcegos que aparecem nos centros urbanos não é uma atitude concebível, além de não contribuir para afastá-los.

“Matar o animal não torna o ambiente menos propício para uma colônia de morcegos. As características que atraíram uma colônia, em pouco tempo, acabarão percebidas por outro grupo de animais”, diz.

Embora os morcegos sejam comumente associados a doenças e considerados problemas de saúde pública, poucos dados são consistentes a esse respeito.

Uma das poucas exceções é a raiva que, comprovadamente, pode ser transmitida pelo animal.

Mesmo assim, nas grandes capitais brasileiras, os registros de positividade da doença entre os bichos oscilam entre 0,5% e 0,8%, dentro do índice de normalidade da OMS (Organização Mundial da Saúde).

“O ideal é entrar em contato com as secretarias responsáveis ou pesquisadores do assunto. Eles podem orientar sobre o que fazer”, afirma a pesquisadora.

O que fazer

Nunca se deve tocar no animal com a pele desprotegida. O ideal é usar uma luva ou pano grosso.

Quem não quiser se aventurar, deve entrar em contato com o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) ou a vigilância ambiental, que poderão tirar o morcego de perto de forma correta.

No caso de uma colônia inteira, o procedimento é mais complicado. Não basta retirar os morcegos, é preciso vedar as entradas para garantir que eles não retornem ao local.

Susi alerta que não se devem utilizar produtos químicos para repelir os morcegos. “Os produtos fazem mal a eles também podem fazer mal aos humanos”, conclui.

Com informações da Folha de São Paulo

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Antibióticos aplicados em animais estão afetando humanos

Uma prática aplicada nos Estados Unidos está prejudicando dezenas de cidadãos e colocando suas vidas em risco. O uso de antibióticos em animais, como a penicilina, por exemplo, gera uma linhagem de bactérias resistentes a outros antibióticos.

Não só pessoas que vivem no campo, em fazendas, e têm contato direto com animais, mas cidadãos que habitam grandes centros urbanos também correm o risco de se infectarem pela bactéria.

Os fazendeiros dos EUA normalmente aplicam cerca de 8% a mais de antibióticos a cada ano em criações de porcos, gado e galinhas para tratar infecções no pulmão, no sangue e na pele. Porém, foi constatado que 13% dos antibióticos utilizados em propriedades rurais norte-americanas, no ano de 2008, foram aplicados em animais sadios, para que se desenvolvessem mais rapidamente.

“Esse assunto é extremamente sério e deveria ser analisado globalmente, pois é um problema que, se não for resolvido, poderá prejudicar humanos e animais de todas as partes do mundo”, explica a médica veterinária e tutora do Portal Educação, Danielle Pereira.

Fonte: Universo Alimentos

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Você é o Repórter

Participe do ciclo de palestras “convivendo com os animais nos centros urbanos”

Por Márcio Bueno
marcio@musicatri.com.br

Jornada “Convivendo com os animais nos centros urbanos” 

Dia 19 de novembro
Hora: das 9h30 às 18h
Local: Palácio do Ministério Público (Praça Mal. Deodoro, 110, Centro – Porto Alegre)
 
PALESTRAS:

Direitos dos Animais – Uma Abordagem Ética – Dr. Daniel Lourenço – advogado e professor – RJ/RJ

Direitos dos Animais – Uma Aboragem Jurídica – Dr. Jaime Chatkin – promotor público – Pelotas/RS

Comércio de Animais – Quanto Vale uma Vida – Dra. Vanilda Moraes Pintos – médica veterinária – Rio Grande/RS

Comércio de Animais – Aspectos Legais e Ilegais – Dra. Sandra Herreras Royo – advogada – Caxias do Sul/RS

Controle Populacional ou Extermínio – Mariza Antoniazzi – Almirante Brown/Argentina

Zoonoses – Verdades e Mitos – Dr. Fabio dos Santos Nogueira – médico veterinário – Andradina – SP

Promoção: 
Prefeitura Municipal de Porto Alegre
COMPPAD – Coordenadoria Multidisciplinar de Políticas Púbcas Para os Animais Domésticos

MGDA – Movimento Gaúcho de Defesa Animal
 
Apoio:
ESDM – Escola Superior de Direito Municipal
 
FUNPROAMB – Fundo Pró-Defesa do Ambiente de Porto Alegre

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Por que quase nunca vemos filhotes de pomba?

As pombas estão espalhadas pelos centros, ruas e praças das grandes cidades do mundo. É complicado chegar nestes locais sem que se encontre um grupo de pombas bisbilhotando os cantos atrás de comida ou sujando as cabeças dos mais desavisados. Mas poucas pessoas param para se perguntar por que é difícil encontrar um filhote de pomba. Será que elas já “nascem adultas”?

Foto: Getty Image
Foto: Getty Image

O biólogo Oriel Nogali, do Setor de Aves da Fundação Parque Zoológico de São Paulo, explicou que os filhotes de pomba só saem do ninho quando possuem uma plumagem semelhante à dos adultos. Devido ao metabolismo rápido, ao ingerir alimento em proporção quase equivalente ao peso corporal, os filhotes crescem em pouco tempo. “Os pais levam alimento aos filhotes até que os mesmos possam começar a voar e procurar alimento. Mas quando abandonam o ninho, eles já possuem o mesmo tamanho dos adultos”, disse.

Nogali afirmou que as pombas se reproduzem com muita facilidade e as ninhadas podem ficar aproximadamente dois meses junto dos pais – cada casal bota até cinco ovos. “A quantidade de filhotes aumenta conforme aumenta a disponibilidade de comida no ambiente onde estão”, avaliou.

Segundo Nogali, a pomba “comum”, conhecida cientificamente como columba livia, é estrangeira e costuma a construir o ninho em estruturas montadas pelo homem, como telhados de casas, edifícios, obras e galpões, diferente da espécie brasileira que procura galhos de árvores.

A espécie conseguiu tamanha adaptação ao convívio com o ser humano que as pessoas passaram a acreditar que as pombas sobrevivem e outros pássaros desaparecem nas metrópoles. “Encontramos pombas sempre em grande concentração, o que facilita a visualização. Além disso, a rotina de vida da população não permite que as pessoas observem todas as aves que estão perto de nós”, analisou.

Com informações do livro “Oh! Dúvida Cruel”, de Priscila Arida Velloso

Fonte: Terra

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