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Filhotes são encontrados amarrados dentro de sacos plásticos

Dois cachorros abandonados foram encontrados por funcionários da Secretaria de Meio Ambiente, nesta quinta-feira (7), na cidade de Pederneiras, São Paulo. Porém, a situação em que foram achados é assustadora. Eles estavam amarrados dentro de sacos plásticos fechados, deixados para morrer.

Os animais foram encontrados amarrados dentro de sacos plásticos
Os animais tiveram a sorte de funcionários da Secretaria de Meio Ambiente passavam pelo local e viram que algo se mexia dentro dos sacos.

A equipe passava pelo local quando viu que algo se mexia dentro dos sacos de lixo. Ao abrir, encontraram os filhotes.

Um boletim de ocorrência foi registrado e a proprietária dos animais reconheceu os cachorros na Secretaria de Meio Ambiente. Segundo os funcionários, ela alegou que os dois cachorros tinham sido furtados da casa dela.

De acordo com Paulo Sérgio Lucas, secretário do Meio Ambiente, os dois filhotes foram devolvidos à dona.

Fonte: G1

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Nutrição livre de crueldade animal é tema de congresso

Nos dias 11 e 12 de novembro, o 1º Congresso Vegetariano do Centro-Oeste é realizado em Cuiabá. O evento irá reunir os maiores especialistas em nutrição vegetariana do Brasil, que irão apresentar uma nova visão consciencial, mostrando as consequências do consumo da carne para a saúde e meio ambiente e os benefícios de uma dieta baseada em produtos de origem vegetal.

O 1º Congresso Vegetariano do Centro-Oeste será realizado na UNIC – Campos Pantanal e contará com a participação de especialistas em nutrologia, nutrição, meio ambiente e do esporte.

Os palestrantes irão abordar as mais variadas informações para um número cada vez maior de pessoas interessadas em uma nova forma de enxergar a alimentação e sua relação com os diversos aspectos intrinsecamente envolvidos, sejam éticos, ambientais, de saúde, sociais, entre outros.

Entre os palestrantes, está o médico e nutrólogo, Eric Slywitch, considerado um dos maiores especialistas em dietas vegetarianas do mundo e autor de vários livros, como “Alimentação sem carne” e “Virei vegetariano. E agora?”; a nutricionista Astrid Pfeiffer, especialista em introdução alimentar infantil e autora do livro “A cozinha vegetariana de Astrid Pfeiffer. Também estarão presentes o presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira, Ricardo Laurino, e o vice-presidente da Mercy For Animals Brasil, Lucas Alvarenga, entre outros nomes expoentes do vegetarianismo no Brasil, como a medalhista no vôlei Fernanda Ferreira (Fernandinha) e o fisiculturista Paulo Victor Guimarães (Paru Vitu).

Além das palestras, o evento contará com oficinas gastronômicas que darão oportunidade aos participantes de conhecerem na prática a riqueza da culinária vegetariana e uma feira com exposição de produtos. As oficinas contarão com a presença dos Youtubers Flávio Giusti do VegetariRango, Ivan Di Simoni do Pecado Vegano e o Chef André Vieland.

Fonte: EscolhaVeg
Fonte: EscolhaVeg

A coordenadora do Congresso e coordenadora voluntária da Mercy for Animals em Mato Grosso, Mariana de Mello Vidotto, explica que o evento é uma excelente oportunidade para que médicos, nutrólogos e nutricionistas aperfeiçoem seus conhecimentos sobre o tema ou tenham um primeiro contato com o vegetarianismo. O Congresso será certificado pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), o que será um diferencial para os profissionais que pretendem ou atuam com pacientes e/ou clientes vegetarianos.

Mariana destaca que é cada vez maior adoção de uma filosofia de vida baseada no vegetarianismo, fazendo com que este segmento comercial esteja em franco crescimento no Brasil, a uma taxa de 65% ao ano. Cuiabá, por exemplo, já conta com dois restaurantes vegetarianos e com vários estabelecimentos que oferecem produtos e refeições vegetarianas.

 

Fonte: EscolhaVeg
Fonte: EscolhaVeg

O 1º Congresso Vegetariano do Centro-Oeste será realizado na Unic Pantanal. As inscrições ainda estão abertas. O valor da inscrição é R$ 220,00. Mais informações no site.

Vegetarianismo

As razões para ser vegetariano são várias, como uma postura ética em respeito à vida animal. Os animais são sencientes (capazes de sofrer e sentir prazer e felicidade), por isso a escolha vegetariana é uma escolha de não compactuar com a exploração, confinamento e abate destes animais. Para saber mais sobre vegetarianismo, visite o site da Sociedade Vegetariana Brasileira.

Programação do 1º Congresso Vegetariano do Centro-Oeste

Dia 11/09

Palestras das 18h30 às 21hs.

Dia 12/09

Palestras das 10h20 até as 18h40
Oficinas das 10h30 às 19h30

Para ver a programação completa e também para fazer a inscrição acesse o site do Congresso aqui.

Palestrantes

Eric Slywitch – Médico nutrólogo especializado em dietas vegetarianas

Fernanda de Luca – Médica pela UFF e especialista em nutrologia pelo CFM e pela ABRAN

Alessandra Luglio – Nutricionista clínica especializada em vegetarianismo

Astrid Pfeiffer – Nutricionista especialista em introdução alimentar infantil e autora do livro “A cozinha vegetariana de Astrid

Pfeiffer”
Paula Gandin – Nutricionista especializada em alimentação vegetariana e especialista em nutrição esportiva

Nathalia Guimarães – Nutricionista especializada em nutrição vegetariana, vegana e detox

Cynthia Schuck – Mestra em Ecologia pela USP e doutora pela Universidade de Oxford (Reino Unido)

Fernanda Ferreira (Fernandinha) – Um dos maiores nomes do vôlei do Brasil e medalhista de ouro pela seleção brasileira

Paulo Victor Guimarães (Paru Vitu) – Fisiculturista vegano, estudante de nutrição e criador da página Musculação Vegana no Facebook

Guilherme Carvalho – Biólogo pela UFPE e secretário executivo da Sociedade Vegetariana Brasileira

Ricardo Laurino – Presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira

Lucas Alvarenga – Vice-presidente da Mercy For Animals Brasil

Fonte: 24 Horas News

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Goiânia é a 1ª capital do Centro-oeste a proibir ‘espetáculos’ com animais

Por Renata Takahashi (da Redação)

Um Vídeo intitulado "Circo Zanchettini: Situação real dos animais", postado no perfil Ubasti Vegana mostra jaula de tigre explorado no picadeiro. (Foto: Reprodução/ Youtube)
Um vídeo intitulado “Circo Zanchettini: Situação real dos animais”, postado no perfil Ubasti Vegana mostra jaula com tigre explorado para entretenimento humano. (Foto: Reprodução/ Youtube)

Foi com grande alívio e imensa alegria que a Agência de Notícias de Direitos Animais (Anda) recebeu a notícia de que a cidade de Goiânia, capital de Goiás, proibiu ‘espetáculos’ com animais. A informação chegou através de mensagem do Diretor Geral da Associação pela Redução Populacional e Contra o Abandono de Animais (ARPA Brasil),  Alexander Noronha. Assim, Goiânia é a 1ª capital do Centro-oeste a adotar o veto às apresentações públicas que exploram animais. E a medida pode inspirar outros municípios a seguir o mesmo caminho. A tendência mundial que está brotando, contra o uso de animais para fins de entretenimento, parece estar chegando ao Brasil. Mas é bom lembrar que nada acontece por acaso.

De acordo com uma matéria publicada pelo jornal O Popular nesta quarta-feira, 12,  a Lei municipal 9278/13, que proíbe ‘espetáculos’ com animais, foi sacionada na última sexta, 07, pelo prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT).

“Uma das principais missões da ARPA Brasil é a implementação, formulação e fiscalização de políticas públicas para os animais. Portanto, não podíamos permitir que na cidade de origem da entidade ainda fossem permitidas apresentações de animais em circos. Ficamos muito felizes com essa vitória”, disse Noronha à Anda. A vitória é fruto de diversas ações e acontecimentos anteriores.

No ano passado, a ARPA Brasil entregou à Câmara de Goiânia um abaixo-assinado pedindo a proibição dos animais em circos. Antes disso, o Ministério Público de Goiás havia instaurado um inquérito para investigar o Circo Zanchettini, que mantinha uma leoa, um leão, um tigre, uma lhama, cavalos e cachorros. Na ocasião, o promotor Marcelo Fernandes Melo, reclamou da ausência de legislação estadual e municipal, que pudesse impedir a exploração desses animais. O caso incitou discussões e chegou ao âmbito político.

Imagem de um anúncio audiovisual do Circo Zanchettini, em que o narrador anuncia empolgado os números "com animais e feras amestradas, como leões africanos e cavalos que participam de esquetes cômicas ou dançam no picadeiro".  (Foto: Reprodução/ Tv Espaço Livre)
Imagem de um anúncio audiovisual do Circo Zanchettini, em que o narrador anuncia empolgado os números “com animais e feras amestradas, como leões africanos e cavalos que participam de esquetes cômicas ou dançam no picadeiro”. Agora, ao menos em Goiânia, eles não poderão mais se apresentar. (Foto: Reprodução/ Tv Espaço Livre)

Enquanto tramitava um projeto de Lei (PL 118/12) que proibia circos com animais em Goiânia, a ARPA Brasil e ativistas independentes se mobilizaram para que a Lei aprovada não deixasse margem de interpretação ao veto. Segundo a reportagem do O Popular, a Lei  recentemente sancionada proíbe não só a apresentação em espetáculos, mas a manutenção, uso ou exibição, sob qualquer forma, de animais silvestres, exóticos e domésticos. Quem descumprir a norma terá licença cancelada, local de shows interditado e terá que pagar multa no valor de cinco mil UVFG (Unidade de Valor Fiscal de Goiânia). A arrecadação será destinada ao Fundo Municipal do Meio Ambiente. A matéria não aborda o que será feito com os animais. A Lei deve ser publicada na íntegra no Diário Oficial nos próximos dias.

O passo dado pela cidade de Goiânia na proteção aos animais merece destaque e comemoração, porém é um pequeno avanço se lembrarmos que alguns países – como Áustria, Bolívia, Bulgária, Cingapura, Costa Rica, Croácia e Israel – possuem leis federais, que proíbem em todo território nacional que animais sejam condenados a viverem em pequenas jaulas, acorrentados, como escravos para servir aos humanos em apresentações de entretenimento. “Infelizmente o PL de proibição nacional de animais em circos se encontra parado no congresso”, lamenta Noronha. “Um dos nossos objetivos este ano é pressionar para que a Lei Federal seja aprovada”, complementa o diretor geral da ARPA. Conforme publicado pela Anda, atualmente diversos circos fazem grandes espetáculos apostando na criatividade e talento de artistas humanos, dispensando completamente o uso de animais.

Imagem: ARPA Brasil
Imagem: ARPA Brasil
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Frio e desnutrição podem ter matado mais de mil animais em SP e MS

Já são mais de mil animais de grande porte como vacas e touros, mortos em pelo menos sete municípios da região sul do Mato Grosso do Sul. A principal hipótese é de que o rebanho tenha morrido de hipotermia, quando a temperatura do corpo fica bem abaixo do normal.

Hoje, a Agência de Defesa Sanitária Animal confirmou a morte de animais em outros três municípios do sul do estado: Amambai, Paranhos e Laguna Carapã.

A desnutrição dos animais e a presença de uma bactéria chamada Pasteurella também são apontadas como possíveis causas da morte do rebanho. “Esses animais não têm reservas energéticas, estão magros.

Em função dessa inversão térmica brusca, os animais acabam entrando em um choque hipoglicêmico”, afirma Valdemir Alves de Oliveira, pesquisador da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS).

No litoral de São Paulo, ocorre um problema parecido. Biólogos e veterinários tentam descobrir o que provocou a morte de mais de 500 pinguins, além de tartarugas e golfinhos, que apareceram em várias praias no fim de semana. Uma das possibilidades é que eles tenham sido atingidos por uma corrente marítima muito fria.

O primeiro exame constatou que os animais estavam anêmicos. “Provavelmente esses animais nadaram muito, estavam cansados, já poderiam estar no início de doença, e não conseguiram comer direito. Isso acarretou a condição de acabarem morrendo e serem lançados para a praia”, explica a veterinária Cláudia Nascimento, coordenadora do Centro de Triagem de Animais Selvagens Refúgio Mata Atlântica.

Com informações do  Jornal Floripa

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Aves silvestres são comercializadas por até R$ 20 mil, no exterior

O Distrito Federal fica no centro de uma rota de tráfico internacional de animais silvestres que parte do Nordeste e do próprio Centro-Oeste e acaba na Europa. Depois de Brasília, os animais ainda fazem escalas no Sudeste para chegar ao exterior.

Pássaros comprados por R$ 15 ou R$ 20 nas pequenas cidades do sertão chegam à capital federal valendo até R$ 2 mil. No exterior, o preço chega a R$ 15 mil ou R$ 20 mil por unidade. Também há tráfico de ovos. Um ovo de arara custa até mil euros na Europa.

Na Operação Oxóssi, da Polícia Federal, realizada em março de 2009, foram apreendidos pássaros no Rio e em Brasília. Eles seriam enviados a Portugal, Holanda, Inglaterra e República Tcheca. Para viajar pelo interior do país ou mesmo para o exterior, os animais são dopados e acondicionados em pequenos cones — chamados em inglês de egg lunes.

O tráfico de ovos intensificou-se nos últimos anos. Brasília é visada porque há muitos pássaros no Cerrado. No ano passado, um tcheco foi preso no Aeroporto de Praga com 18 ovos de arara.

Ainda em 2009, a Operação Arapuca, da Polícia Federal, apreendeu animais em Brasília, Tocantins, São Paulo e Rio. Só em Brasília, foram 400. Doze pessoas foram presas no DF.

Fonte: Correio Brasiliense

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Obras na BR-070 podem ter causado vazamento de óleo que matou peixes no Centro-Oeste

Um vazamento de óleo num córrego que é afluente do Rio Corumbá matou peixes e ameaça prejudicar o abastecimento de água para cinco mil famílias, na divisa do Distrito Federal com Goiás.

Os bombeiros fizeram uma barreira de contenção provisória. O derramamento pode ter tido origem na obra de duplicação da BR-070. Com a chuva, o óleo foi levado para o Rio Corumbá, que abastece o Distrito Federal e o Entorno.

Fonte: O Globo

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