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Galos explorados em rinhas são resgatados com lesões graves e cegueira

Foto: Polícia Militar de Meio Ambiente/Divulgação

A Polícia Militar de Meio Ambiente (PMMA) resgatou 98 galos explorados em rinhas na cidade de Santo Antônio do Monte, em Minas Gerais. A ação policial foi realizada no último sábado (18).

Denúncias levaram as autoridades até o local, onde 69 pessoas foram detidas por maus-tratos a animais – três delas também irão responder por tráfico de drogas. Segundo informações do G1, as rinhas eram realizadas em um ginásio na região dos Ferreiras, na zona rural da cidade.

Dentre os galos resgatados, foram encontrados muitos animais com lesões severas, mutilações e cegueira – consequências das rinhas das quais eram forçados a participar. Uma das aves estava morta.

Foto: Polícia Militar de Meio Ambiente/Divulgação

Os animais que sobreviveram foram levados até uma clínica veterinária e serão incluídos em um programa de reabilitação e ressocialização de galos.

Objetos usados nas rinhas também foram apreendidos – como biqueiras, esporas, arenas e gaiolas -, além de R$4.744 e U$1. O dinheiro era usado nas apostas feitas durante as rinhas.

Além de promoverem maus-tratos a animais e tráfico de drogas, as pessoas envolvidas no evento também desrespeitaram medidas impostas pelos governos municipal e estadual, que estabeleceram regras de distanciamento social por conta da pandemia de coronavírus.


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Cão que ficou cego ao ter olhos perfurados recebe alta e é levado para abrigo

Reprodução/Instagram/@abrigolardonando

O cachorro que teve os olhos perfurados e acabou ficando cego em Luzilândia, no Piauí, recebeu alta médica e foi levado para um abrigo de animais na última quarta-feira (1º).

Duck foi resgatado no último sábado (27) e, após ser levado ao Hospital Veterinário da Universidade Federal do Piauí (UFPI), foi operado. Durante dez dias ele ficará no abrigo, recuperando-se.

Depois que retornar ao hospital para retirar os pontos e reavaliar seu estado de saúde, o cachorro retornará para a casa dos tutores.

O animal tinha o costume de sair sozinho de casa, o que é bastante perigoso, como ficou comprovado desta vez em que ele acabou sendo brutalmente agredido. Um exame de corpo de delito comprovou que os olhos do cão foram feridos por objeto perfurante.

O delegado Renato Pinheiro informou ao G1 que um inquérito foi aberto para investigar o caso, mas que mais informações não podem ser detalhadas. Até a noite de quarta-feira (1º), ninguém foi preso pelo crime.

 

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Cadela cega abandonada presa dentro de sacola está em estado grave

Foto: Arquivo pessoal

A cadela cega que foi abandonada na terça-feira (14), presa dentro de uma sacola no Distrito Federal, está internada em estado grave. Além da cegueira, Vitória, como passou a ser chamada, está com anemia e problemas neurológicos.

Abandonada ao lado de uma lixeira, ela foi resgatada por voluntários de uma ONG. O caso foi denunciado à Polícia Civil, que iniciou uma investigação.

“Por conta da anemia, ela vai precisar de transfusão de sangue, mas a clínica não tem como arcar com esse custo”, explicou Rayanne Santana, integrante da ONG Toca Segura, que participou do resgate.

A cadela também será examinada por um oftalmologista, que irá analisar se a cegueira dela é reversível.

Responsável pelo tratamento da cadela, a veterinária Thalita Corina afirmou à TV Globo que “o quadro ainda é bem grave”. “Mas a gente não tá medindo esforços pra tentar salvar a vida dela”, afirmou.

Foto: TV Globo/Reprodução

Segundo a profissional, os problemas neurológicos diagnosticados na cadela foram causados pela cinomose, uma doença infecciosa causa por um vírus que afeta, principalmente, o sistema nervoso do animal e que pode ser prevenida por meio de vacina aplicada uma vez por ano.

Para continuar lutando pela vida da cadela, os voluntários da ONG pedem doações que serão usadas para pagar as duas bolsas de sangue das quais Vitória necessita.

Para ajudar o animal, o Centro de Hemoterapia doou duas bolsas de plasma (componente que trata hemorragias). Além disso, a clínica na qual a cadela está internada irá arcar com os demais custos do tratamento.

Após receber alta da clínica, Vitória será encaminhada para a casa de um dos membros da ONG, onde permanecerá em lar temporário.

Foto: Arquivo pessoal

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Amarrada dentro de sacola, cadela cega é abandonada no Distrito Federal

Uma cadela cega foi resgatada na terça-feira (14) após ser abandonada na rua no Distrito Federal. Como se não bastasse a crueldade do abandono, ela foi deixada próximo a uma lixeira, no Sol Nascente, presa dentro de uma sacola plástica.

Resgatada por voluntários de uma entidade, a cadela está cega dos dois olhos por causa de uma úlcera. Após o resgate, ela foi levada para uma clínica veterinária.

Foto: TV Globo/Reprodução

“A veterinária que está atendendo, acredita que ela foi abandonada por conta disso [cegueira], porque além de tudo é uma cadela de raça, é uma Husky siberiano”, explicou ao G1 Rayanne Santana, da ONG Toca Segura.

Na clínica, a cadela passou a ser medicada, também recebeu soro e vitaminas para ganhar peso. Ela ficará internada e será submetida a exames, feitos por um veterinário oftalmologista, para avaliar sua cegueira.

Todos os custos do atendimento veterinário serão custeados pela própria clínica. Após o tratamento, o animal será encaminhado para lar temporário, na casa de um dos voluntários da ONG.

Casos de maus-tratos promovidos contra animais no Distrito Federal podem ser denunciados através da Ouvidoria do GDF por meio do telefone 162 ou pela internet.

As denúncias podem ser feitas também à Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente (Dema), no número 197 ou pelo WhatsApp — (61) 98626-1197. O e-mail da Dema também está à disposição dos denunciantes: denuncia197@pcdf.df.gov.br.

Os casos podem ser relatados também ao Batalhão Ambiental da Polícia Militar, que funciona 24 horas através do telefone (61) 3190-5190 e do WhatsApp (61) 99351-5736.


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Elefanta cega dança ao ouvir música tocada por músico em floresta

A elefanta, que é cega quase a vida toda, vive em um santuário de elefantes na Tailândia


O vídeo de uma elefanta cega dançando ao ouvir um músico tocar piano em uma floresta comoveu internautas nas redes sociais. Apesar de terem sido publicadas no YouTube pelo músico Paul Barton em 2018, as imagens viralizaram nesta sexta-feira (24).

Reprodução/Universa/UOL

Ao ouvir a música, a elefanta começou a balançar seu corpo. De acordo com Barton, a elefanta Lam Duan, de 62 anos, vive na Tailândia, na sede da organização ElephantsWorld, e passou quase a vida toda sem a visão. As informações são do portal Universa, da UOL.

O músico teve a ideia de tocar piano para o animal ao passear pelo rio Kwai e conheceu esse santuário que abriga animais idosos, machucados e com deficiência.

Barton tocou para a elefanta músicas de Frédéric Chopin, Johann Sebastian Bach, Franz Schubert e Erik Satie. O som também chamou a atenção de outros elefantes do santuário.

Confira o vídeo:


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Cadela fica cega por conta de estresse causado por fogos de artifício

Sem a visão, a cadela teve que reaprender a viver, assim como sua tutora, que se esforçou para se adaptar à nova realidade de Suzy


O estresse causado pelo barulho de fogos de artifício causaram cegueira em Suzy, uma labradora que foi mais uma entre tantas vítimas desses explosivos. O caso aconteceu enquanto torcedores comemoravam o resultado de um jogo de futebol.

Reprodução/Jornal Metro

Tutora da cadela, Margaret Adams, de 85 anos, contou que Suzy ficou desesperada com o barulho dos fogos e começou a “escalar as paredes e se esconder em cantos escuros”.

“Ela ficou muito nervosa na hora, mas se acalmou quando os fogos pararam. Eu só percebi o que havia acontecido no dia seguinte”, disse Margaret ao site Metro.

Quando observou a cadela no dia seguinte, a tutora percebeu que os olhos de Suzy haviam mudado de cor e estavam inchados, como se tivessem explodido.

Reprodução/Jornal Metro

“Eu a levei ao veterinário e, de fato, é como se tivesse acontecido uma espécie de explosão em seus olhos”, explicou.

Sem a visão, Suzy teve que reaprender a viver. O caso aconteceu há alguns anos, mas tem sido usado atualmente pela tutora da cadela em uma campanha contra os fogos de artifício.


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Filhote de espécie rara de onça resgatado em MT recebe tratamento para cegueira

O filhote de onça-pintada melânica resgatado na quinta-feira (13) em Paranaíta, no Mato Grosso, está recebendo tratamento para tentar reverter um quadro de cegueira. O animal foi levado para o Hospital Veterinário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), campus Sinop, a 503 km de Cuiabá.

Foto: Sema-MT/Assessoria

A espécie, que também é conhecida como onça preta ou pantera-negra, é rara e está ameaçada de extinção. O filhote tem cerca de três meses de idade e foi encontrado por um morador da cidade em uma região de pastagem. Ele manteve o animal em casa por uma semana, mas decidiu pedir ajuda da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) quando notou que o filhote estava bastante debilitado.

De acordo com professora da UFMT, Elaine Conceição, a onça está com cegueira devido a um desequilíbrio nutricional. Exames constataram também que o animal apresenta desidratação. As informações são do G1.

“Em consequência desse estado, ela apresenta um quadro de cegueira, que agora estamos priorizando para ver se ocorre a reversão desse quadro, o que é um pouco difícil”, explicou.

O destino do animal já é estudado pelos profissionais da universidade. “Estamos vendo se ele deverá ser solto ou se será destinado para um cativeiro, pois é uma espécie de bastante valor biológico”, disse Elaine.

Foto: Sema-MT/Assessoria

A cor escura da onça se deve a uma alteração genética rara que esconde as pintas comuns da espécie. Trata-se de uma condição rara que acomete apenas de 5% a 10% das onças.

“Esse animal é precioso por conta da pelagem. Dentre as onças-pintadas, ele se torna uma raridade”, ressaltou Elaine.

Nota da Redação: caso o filhote se recupere, a ANDA se posiciona veementemente contra a manutenção dele em cativeiro. O “valor biológico” do animal, apontado pela professora, não pode ser considerado motivo para manter um animal silvestre aprisionado. Onças nasceram para viver no habitat e a natureza delas deve ser respeitada, assim como seu direito à liberdade.


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Você é o Repórter

Gatinho foi agredido severamente no RJ e precisa receber os devidos cuidados

Ana Lúcia Siqueira da Costa
analuciasc_2@yahoo.com.br

Chiquinho, um gatinho cego que foi brutalmente chutado no rosto com um mês de vida, precisa de um abrigo urgente. Devido à agressão, ele teve dentes e mandíbula quebrados, traumatismo craniano, o que causou a cegueira nas duas vistas.

Ele tem agora sete meses, está bem de saúde – apesar da cegueira. Está castrado, vacinado, vermifugado.

A pessoa que o resgatou não pode mais ficar com ele, pois está passando por problemas pessoais, além de estar cuidando de mais 16 gatos resgatados, tentando achar um abrigo para todos.

Ana Lúcia é do Rio de Janeiro, bairro de Pilares. Caso alguém tenha interesse em adotar esse pequeno guerreiro, é só entrar em contato com ela pelos telefones (21)99536-8584 e (21)3580-7607.

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Cãozinho ajuda irmão a lidar com a cegueira e dupla se torna inseparável

É sempre muito complicado saber qual a melhor decisão a tomar quando nossos cães estão com algum problema de saúde grave e sabemos que uma das opções, por mais que seja a mais indicada, vai afetar bastante a vida do peludo.

Foi por essa situação que Kim, de 49 anos, e seu marido Joe, de 51, tutores do fofo cãozinho Jake, precisaram passar.

Cadelinha enche seu irmão canino de carinho. (Reprodução | Caters News – Metro UK)

Quando tinha cerca de quatro meses, Jake, um alegre Golden Retriever, foi diagnosticado com epilepsia. Por conta deste problema de saúde, o cãozinho começou a ficar com os olhos muito ressecados.

O incômodo nos olhos fazia com que o cachorro coçasse bastante a região o que acabou danificando sua visão. Por conta disso, ele precisou fazer intervenções regulares em suas córneas.

Depois que o cachorro lutou contra infecções graves ainda bem pequeno, os tutores de Jake tomaram a difícil e triste decisão de retirar os olhos do animal, que ficou livre dos problemas que tanto o incomodavam, mas completamente cego.

“Estávamos com o coração partido e não tínhamos ideia de como Jake lidaria com ser cego”, contou a tutora. Porém, ela se sentiu um pouco mais aliviada depois que encontrou, através da internet, outras famílias com cães cegos e viu que geralmente eles lidavam muito bem com a nova condição.

(Reprodução | Caters News – Metro UK)

Pensando em ajudar Jake em sua adaptação à nova condição, os tutores decidiram aumentar a família e levaram um novo filhote para casa pouco antes da cirurgia de Jake.

A cadelinha Addie, também Golden Retriever, ajudou bastante o seu irmão mais velho e acabou se tornando uma espécie de cão-guia para o irmão. Ela o ajuda a subir as escadas e o guia nas caminhadas. Kim até colocou um sininho na coleira da cadelinha para que o Jake sempre consiga saber onde ela está.

Além disso, Addie sempre faz muito carinho em Jake e enche o irmão de lambeijos no focinho, principalmente na região dos olhos.

(Reprodução | Caters News – Metro UK)

De acordo com Kim, os cães são inseparáveis e Jake nunca foi tão feliz em sua vida. Para a tutora, Addie é responsável por boa parte dessa felicidade. “Eles são uma dupla adorável e nós temos muita sorte em ter os dois em nossas vidas”, afirma ela.

Fonte: Portal do Dog

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Conjuntivite pode causar cegueira em cães caso não seja tratada

A conjuntivite não é uma doença que atinge exclusivamente humanos e pode, também, afetar cachorros. E caso não seja tratada, ela pode acarretar problemas irreversíveis, como a cegueira.

Conjuntivite pode levar cães à cegueira (Foto: Gui Soares/Arquivo pessoal)

“A conjuntivite canina é uma inflamação na região dos olhos que prejudica a visão do animal. É preciso deixar claro que a conjuntivite humana não afeta os animais e vice-versa. A doença, em cães, é proveniente de um ressecamento ocular, que pode ser causado pela poluição, cheiros fortes ou ações climáticas. No entanto, é preciso que os tutores fiquem atentos sempre ao estado geral de saúde do animal, pois quando não tratada de forma correta pode provocar até mesmo a cegueira”, explica a médica veterinária Marisa Salim.

De acordo com a especialista, a conjuntivite é recorrente nos cachorros. “É necessário garantir que os animais não tenham o contato com substâncias, como produtos de limpeza ou mesmo perfume e cremes. Os animais ficam com as pálpebras superiores inflamadas e inchadas, os olhos vermelhos, lacrimejantes e com corrimentos oculares. Além disso, passam a piscar e coçar os olhos excessivamente e com dificuldades em abrir os olhos”, afirma. As informações são do portal G1.

O tratamento da doença, entretanto, varia de acordo com a causa. Por isso, é necessário acompanhamento veterinário. “Para o tratamento da conjuntivite poderão ser aplicados colírios ou pomadas para cães. No entanto, estes tratamentos devem ser sempre recomendados por um médico veterinário. Mas é importante limpar os olhos do animal infectado com algodões umedecidos, lembrando sempre de usar um algodão para cada olho”, diz.

Caso o animal infectado pela doença conviva com outros animais na casa onde mora, é necessário isolá-lo. “Com relação aos cães já contaminados, estes devem ser isolados dos outros animais, para não haver contaminação. O animal deve ser levado com frequência ao veterinário a fim de adiantar qualquer diagnóstico e para evitar não só a conjuntivite, mas outras doenças”, conclui.

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Cães sofrem de cegueira, surdez e problemas cardíacos em fábricas de filhotes

As imagens que mostram cães girando em círculos freneticamente e confinados em gaiolas imundas e estreitas foram capturadas quando as testemunhas oculares da PETA visitaram fábricas de filhotes em todo o país.

Foto: PETA

Eles encontraram animais vivendo em condições miseráveis em todos os locais, sendo que “os cães colocavam seus narizes nos arames da gaiola tentando escapar do mau odor dos próprios dejetos”.

Em uma fazenda na província de Guandong, um investigador conheceu Nutmeg, um cachorro com displasia grave que só conseguia se mover arrastando as patas traseiras. Em Xangai, um ativista ouviu latidos de cães em uma sala tão escura que não era possível enxergar nada ali dentro.

Um funcionário confirmou que era o local onde as mães e os metais eram mantidos.

A PETA declarou: “A criação de traços específicos, assim como a consanguinidade – ambas práticas comuns em fábricas de filhotes – prejudicam a saúde dos cães. Cães de raça pura como Nutmeg frequentemente sofrem de defeitos genéticos agonizantes e risco de morte, incluindo cegueira, surdez, problemas cardíacos, problemas de pele e epilepsia. Muitos buldogues, pekingese e outros cães de face plana mal conseguem respirar e muito menos andar ou ir atrás de uma bola, sem ofegar devido às suas vias respiratórias naturalmente curtas. Os cães criados para terem colunas vertebrais longas e não naturais podem sofrer de doença do disco invertebral e graves problemas nas costas”.

Foto: PETA

A organização pediu que os amantes de animais adotem cães resgatados ao invés de comprá-los desses locais e acrescentou: “As fábricas de filhotes são instalações infernais de criação em massa nas quais as cadelas são tratadas como máquinas produtoras de cãezinhos e nunca recebem amor, atenção ou mesmo a chance de rolar na grama. A última investigação da PETA descobriu que, como no resto do mundo, cães adultos e filhotes [que vivem] nas fábricas da China são presos em gaiolas imundas que são um pouco maiores do que seus próprios corpos, gerando um grande sofrimento aos animais”.

Segundo a organização, aproximadamente 700 mil cães nascem anualmente no Reino Unido e até um terço deles é proveniente desses estabelecimentos, revelou o Express.

“Neste Ano do Cão, a PETA pede que todos se recordem dos gritos dos cães aprisionados e prometam nunca comprar um animal de uma loja de animais ou de um criador”, observou a diretora do grupo, Elisa Allen.

O governo do Reino Unido anunciou que deve proibir as vendas de cães em lojas de animais como parte de suas reformas de bem-estar animal. O secretário do Meio Ambiente, Michael Gove, destacou: “Precisamos fazer tudo o que pudermos para assegurar que os animais domésticos muito amados da nação tenham o início certo na vida”.

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Por que a cegueira animal é tão comum?

Getty Images

Esbarrar em móveis, dificuldade de localizar os brinquedos e farejar até chegar ao tutor quando é chamado por ele: se seu cão está apresentando comportamentos como esses, talvez ele esteja com problemas de visão. A cegueira em animais, principalmente em cachorros, é algo comum e pode ocorrer com o passar da vida do animal.

No entanto, também é possível que o animal já nasça cego, devido a uma doença genética ou a má formação nos olhos. “Mas, conforme o animal envelhece, há mais riscos de doenças como catarata, glaucoma ou descolamento de retina, que podem levar a perda de visão”, alerta o veterinário do Hospital Pet Care, Eduardo Perlmann.

Úlcera de córnea, por exemplo, é outra condição grave, que pode levar à perfuração do olho e perda irreversível da visão. No caso dos gatos, essa é a causa mais comum de cegueira, além de inflamações oculares como a uveíte. Em cães e gatos de focinho achatado é comum a perda da lubrificação ocular, que leva a uma lesão gradual da córnea. “Algumas raças de cães apresentam mais casos de cegueira por conta do alto grau de parentesco”, explica Carla Storino Bernardes, médica veterinária da Cobasi. São exemplos disso os poodles, cockers e lhasa apso.

A cegueira pode ser reversível ou irreversível. “As causadas pela catarata, por exemplo, têm um tratamento cirúrgico com excelentes resultados”, revela Eduardo. Ao mesmo tempo, o glaucoma gera um aumento da pressão do olho que pode levar à perda permanente da visão. “Por isso, é fundamental tratar a doença o quanto antes para evitar que chegue nesse estágio”, completa ele. Nesse caso, o tratamento é feito com medicações e colírios, passando para a cirurgia apenas quando a medicação não apresentar resultados.

Para saber o tratamento ideal em cada caso, é fundamental o acompanhamento de um especialista. O veterinário realizará exames completos nos olhos, nos quais são avaliadas alterações na pressão e na retina e testes de visão. “A cegueira é irreversível, na maioria dos casos, especialmente por causa da demora no diagnóstico”, alerta Carla. Por isso, estar em dia com o veterinário, além de manter uma alimentação de boa qualidade, são as melhores formas de prevenir essa condição.

É importante fazer check-ups, especialmente, a partir dos onze anos, que é quando aparecem os principais problemas. Os sinais aos quais o tutor precisa ficar atento são secreção além do normal, vermelhidão, opacificação ou olho meio azulado. Também é importante observar se o animal lacrimejar, piscar ou coçar muito os olhos.

Adaptando o animal à cegueira

Com a perda da visão, é natural que a qualidade de vida do animal seja reduzida. “Ele pode ficar apático ou irritadiço e até desenvolver certa agressividade em alguns casos”, explica Carla. No começo, ele terá dificuldades em se localizar em ambientes estranhos e, por isso, uma boa ideia é evitar mudanças na disposição dos móveis. O animal passa a apresentar insegurança ao se locomover, esbarrando, tropeçando e até mesmo fazendo suas necessidades em locais onde não foi adestrado.

Felizmente, os cães têm um olfato muito potente e, por isso, conseguem se guiar através desse sentido. “Com o passar do tempo, eles se adaptam cada vez mais a essa condição”, lembra Eduardo. Enquanto isso, o especialista aconselha fazer o mesmo percurso durante os passeios. “Outras dicas são instalar lanternas de tomada para facilitar a visão noturna, colocar guizos nas coleiras dos outros animais da casa e evitar situações nas quais o animal pode se assustar”, complementa Carla.

As visitas ao veterinário devem ser frequentes para que a evolução do quadro seja acompanhada. Isso é importante para que o animal não sofra com algum desconforto ou dor proveniente da doença que gerou a cegueira.

Fonte: Pet Cidade

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