Jornalismo cultural, Notícias

Duas baleias são encontradas mortas em área de proteção ambiental em SC

Por David Arioch

Um dos animais era uma fêmea de baleia jubarte medindo aproximadamente 7,8 metros (Foto: Udesc/Divulgação)

De acordo com informações do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), duas baleias foram encontradas mortas na Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca em Santa Catarina no final de semana.

Um dos animais era uma fêmea de baleia jubarte medindo aproximadamente 7,8 metros, que encalhou na Praia da Cigana, em Laguna, na noite de sexta-feira. A outra baleia era da espécie minke, e já estava em avançado estado de decomposição. Apenas a coluna vertebral foi localizada em meio às pedras no costão da Praia do Luz, em Imbituba.

A Secretaria de Obras da prefeitura de Laguna recolheu a carcaça da jubarte e a enterrou após exames e coletas de amostras por pesquisadores da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Já a ossada da baleia-de-minke foi recolhida e destinada pela equipe da Udesc e do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS).

Como ajudar em caso de encalhe de algum mamífero marinho?

– Entre em contato com autoridades responsáveis

– Não tente remover a rede, caso o animal esteja enroscado em uma;

– Registre o local da ocorrência;

– Fotografe o animal para possibilitar a identificação da espécie e documentação do caso;

– Em caso de animais vivos, jamais tente devolver o animal para a água por conta própria. Pode ser perigoso devido ao tamanho e peso;

– Ajude a isolar a área mantendo pessoas e animais domésticos afastados;

– Evite respirar ar expirado pelos animais, pois há risco de contágio de doenças;

– Não se aproxime da cauda. Animais grandes em situação de debilidade física podem se tornar ariscos e usar a cauda como meio de defesa.

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Maior colônia de pinguins-rei do mundo registra uma queda de 90% na população

Um novo estudo revelou que a população de pinguins-rei na maior colônia da espécie, localizada na ilha francesa de Île aux Cochons, sofreu uma queda de 90% em três décadas. De dois milhões de espécimes, restam apenas duzentos mil na ilha localizada entre o sul do continente africano e a Antártica.

Especialistas responsáveis pela alarmante descoberta utilizaram imagens de satélite de alta resolução para medir as mudanças no tamanho da colônia desde que a ilha foi visitada pela última vez por uma equipe de cientistas, em 1982.

Descoberta em 1960, esta é considerada a maior colônia do mundo desta espécie de pinguins.  “É completamente inesperado, e particularmente significativo porque esta colônia representa quase um terço dos pinguins-rei em todo o mundo”, afirmou Henri Weimerskirch, o principal autor do estudo publicado na Antarctic Science.

Um novo estudo revelou que a população de pinguins-rei na maior colônia da espécie, sofreu uma queda de 90% em três décadas.
(Foto: AFP/Getty Images)

Weimerskirch é um ecologista do Centro de Estudos Biológicos de Chize, na França, que acompanha a colônia desde 1982. Ele comentou que as alterações climáticas podem estar afetando a população de pinguins-rei.

Porém, a causa exata desta brusca redução ainda é desconhecida. Cientistas, assim como Weimerskirch, especularam que vários fatores ambientais e mudanças climáticas podem ter contribuído para o colapso, mas também consideram doenças, como a gripe aviária.

Dados revelaram que o declínio começou no final dos anos 90, coincidindo com um grande evento climático no Oceano Austral relacionado ao El Niño. A ocorrência resultou em um aquecimento da parte sul do Oceano Índico, afastando peixes e moluscos, principal fonte de alimento dos pinguins. “Isto resultou numa diminuição da população e em pouco sucesso na reprodução em todas as colônias da região”, afirmou Weimerskirch.

Outra causa que está sendo considerada é o excesso de população da colônia.“Quanto maior a população, maior a competição entre os indivíduos”, destacou o comunicado do Centro Nacional de Investigação Científica de França, que financiou o estudo.

Ainda assim, nenhuma dessas possibilidades parece oferecer uma explicação exata para um declínio da magnitude observada em Île aux Cochons. Em qualquer dos cenários, os investigadores só conseguirão identificar com certeza as causas para este fenômeno quando voltarem a visitar a ilha, em uma expedição que está prevista para 2019.

(Foto: Divulgação)

O pinguim-rei é a segunda maior espécie de pinguins em número, superada apenas pelo pinguim-imperador. De acordo com a Lista Vermelha das Espécies Ameaçadas da União Internacional da Conservação da Natureza (IUCN), a espécie encontra-se num estado de conservação “pouco preocupante”. Contudo, os novos dados podem justificar uma reavaliação.

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Baleia jubarte é encontrada morta em praia de São João da Barra (RJ)

Uma baleia jubarte morta foi encontrada morta na última sexta-feira (6) na praia do Açu, na cidade de São João da Barra, no Rio de Janeiro.

Foto: Divulgação/Prefeitura de São João da Barra

Segundo a Prefeitura de São João da Barra, o mamífero macho de aproximadamente oito metros estava em estado avançado de decomposição.

Ainda de acordo com o município, a baleia foi removida por uma equipe do Centro de Triagem de Animais Marinhos (CTA), que executa o Programa de Monitoramento de Praia das Bacias de Campos e Espírito Santo, com o auxílio da Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos, da Defesa Civil e da Guarda Civil Municipal.

Segundo a secretária de Meio Ambiente, Joice Pedra, uma retroescavadeira foi utilizada para enterrar a baleia.

“Desde que recebemos a informação de que a baleia estava na orla, entramos em contato com a empresa responsável pelo monitoramento de cetáceos no litoral e enviamos uma equipe ao local para contribuir com toda ajuda necessária”, destacou.

O CTA informou que em função do avançado estado de decomposição do animal, não foi possível identificar a causa da morte.

Fonte: G1

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Pombos são achados mortos em empresa de alimentos de Uberlândia (MG)

Foto: Polícia Militar de Meio Ambiente/Divulgação
Foto: Polícia Militar de Meio Ambiente/Divulgação

A Polícia Militar de Meio Ambiente de Uberlândia aguarda o resultado dos exames que vão indicar a causa da morte de pombos encontrados nas dependências de uma empresa de alimentos. Na última quinta-feira (2), a polícia recebeu uma denúncia sobre os animais que estavam no pátio da companhia, localizada na saída da BR-365, sentido Ituiutaba. Foram encontrados cerca de 50 animais no chão e cinco sacos cheios em uma caçamba. Por meio de nota, a BRF informou que está acompanhando a investigação.

Conforme a PM, há a suspeita de que os animais tenham sido contaminados ou envenenados, mas o resultado será confirmado após o laudo dos exames. Mas de acordo com o médico veterinário do Hospital Veterinário da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), André Luis Quagliatto, quantidade de animais disponibilizada para os exames foi insuficiente e os resultados devem sair após necropsias e exames toxicológicos de novos animais.

“A degradação dos tecidos mascara a causa da morte. A gente quer fazer a necropsia dos próximos animais que virão para o hospital e, baseado no laudo, vou solicitar exames complementares, como o toxicológico”, explicou o médico veterinário.

A ração encontrada no local também está em análise e os resultados estão sendo aguardados. A PM complementou que empresa foi autuada e o seguimento do processo depende dos laudos que serão disponibilizados.

Por nota, a BRF esclareceu que as causas e origem do episódio ainda são desconhecidas. Acrescentou que a companhia está acompanhando a investigação e reiterou que está à disposição para colaborar no que for preciso. Informou ainda que a empresa também está se empenhando ao máximo na apuração dos fatos.

Fonte: G1

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Baleia de 7 metros é encontrada morta na praia de Ilha Comprida (SP)

Baleia da espécie minke anã foi encontrada morta por moradores de Ilha Comprida. Foto: Maurício de Souza/AE

Uma baleia da espécie minke anã foi encontrada morta por moradores de Ilha Comprida, no litoral sul de São Paulo, nesta terça-feira (28). Pesquisadores do Ipec (Instituto de Pesquisas de Cananéia) estiveram no local e constataram que o animal era um macho com 6,91m de comprimento. A espécie, que vive no Hemisfério Sul, não é vista na região há dez anos, ainda segundo pesquisadores do Ipec.

Mortes no litoral

De janeiro a 23 de setembro deste ano, foram encontradas 66 baleias jubarte mortas na costa brasileira. O número representa 120% do total registrado em todo o ano de 2009, quando 30 animais da espécie morreram nas águas do país, de acordo com o Centro de Mamíferos Aquáticos do Icmbio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade). Os especialistas, que ainda não sabem determinar as causas do fenômeno, preveem que o número chegue a 90 até o final de 2010.

Fonte: R7

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Brasil tem recorde de baleias jubartes encalhadas em 2010


Foto: Ana Barzan/vc repórter


A onda de encalhes de baleias no litoral brasileiro motiva uma investigação dos órgãos que se dedicam a acompanhar as espécies na costa. Institutos como o Baleia Jubarte, na Bahia, e a Área de Proteção Ambiental (Apa) da Baleia Franca, em Santa Catarina, investigam as possíveis causas. Desde o início do ano, foram ao menos 50 casos envolvendo apenas a espécie Jubarte. O recorde anterior foi registrado em 2007, com 41 encalhes.

O coordenador de pesquisa do Baleia Jubarte, Milton Marcondes, afirma que o aumento na população dos animais pode ser uma explicação para a onda de encalhes. Estima-se que a população atual de Jubartes no litoral seja de 9.300 e que o crescimento anual gire em torno de 7% (o APA estima o crescimento anual de baleias Franca em 8% a 10%).

A densidade dos mamíferos os torna mais propensos a morrer de causas naturais, choque contra embarcações ou ainda feridos por redes de pesca. Outra hipótese é que haja um grande número de jovens perdidos das mães na costa – filhotes são mais suscetíveis a erros como entrar na arrebentação e não conseguir sair. De acordo com um estudo do instituto feito a partir de 2002, o percentual de filhotes entre o total de animais encalhados fica em torno de 60%.

Outra hipótese em estudo é que o principal alimento da baleia, o Krill (uma espécie de camarão minúsculo) é bastante sujeito a mudanças climáticas e pode ter ficado mais raro nos últimos anos. Finalmente, pode ainda haver um crescimento nas doenças e até o surgimento de um vírus ou bactéria novos que estejam vitimando os animais. “Quando conseguimos terminar de investigar uma ocorrência surge outra. Precisei contratar um veterinário temporário para ajudar”, disse Marcondes.

Marcondes diz que uma onda semelhante de encalhes foi observada na Austrália, em 2009, e uma das intenções do instituto é determinar se existe ligação entre o fenômeno australiano e o brasileiro. O trabalho de análise do corpo das baleias inclui a coleta de material para a medição da camada de gordura. A partir disso, é possível determinar se o animal estava desnutrido ou teria outro problema de saúde.

A análise clínica inclui ainda a coleta de amostras dos tecidos, sangue, ossos e fezes, que são levados para laboratório. Caso as condições do local sejam adequadas, em praia mais isolada e livre de curiosos, pode ser realizada inclusive uma necropsia completa do animal, com análise profundada dos órgãos internos. “É como montar um quebra-cabeças, com a diferença de que não temos a imagem da capa para nos orientar e não sabemos ao certo que imagem sairá após a montagem”, compara.

A titular do APA, Maria Elizabeth Carvalho da Rocha, lembra ainda que existe a possibilidade de que os animais, mesmo os que tenham sido encontrados ainda vivos, tenham chegado ao litoral justamente para morrer. “O animal pode mesmo ter sentido que o momento do fim estava chegando e chegou à costa para se recolher, como tantos outros bichos. Precisamos lidar com a morte como uma coisa natural e não extraordinária”, diz.

A avaliação é feita com base nos últimos dois casos de encalhe de baleias vivas no litoral do Sul do País. No caso de Capão Novo, houve uma comoção de pessoas sensibilizadas com a situação da baleia encalhada. No entanto, não foi possível salvá-la após um segundo encalhe e ela acabou morrendo. “Desencalhar uma baleia é muito difícil, há que se fazer uma avaliação pragmática sobre a possibilidade de salvá-la porque na maioria das vezes isto não é possível”, diz.

Fonte: Terra

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Bombeiros encontram boto boiando no Rio Araguaia

Bombeiros militares que atuam na Operação Férias Turista Seguro 2010 encontraram um boto morto, boiando nas águas do Rio Araguaia, em Goiás.

Ele tinha aproximadamente três metros e ainda não se sabe a causa da morte. O animal foi encontrado quando os bombeiros realizavam o resgate de uma embarcação na praia do Cavalo, próximo ao Rio Vermelho.

Fonte: Goiás Agora


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Dezoito animais aparecem mortos em sítio no Rio de Janeiro

Dezoito animais, entre galinhas, patos e perus, apareceram mortos na manhã da última terça-feira (20) em um sítio no bairro de Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro. O dono do local não sabe o que aconteceu. Segundo ele, não foi encontrada uma só gota de sangue.

De acordo com ele, todos os bichos foram atacados no pescoço e tiveram o sangue retirado.

O dono do sítio contou que não foi a primeira vez que isso aconteceu. Segundo ele, em outra ocasião, 28 patos e uma cabra apareceram sem vida.

Com informações do R7


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Cerca de 100 cachalotes morrem em praias de Cabo Verde

Cerca de 100 cachalotes apareceram mortos, este fim de semana, em duas praias de Cabo Verde, e no concelho de Santa Cruz alguns foram esquartejados por populares para consumo.

Outros 54 cachalotes morreram na localidade de Coqueiro, concelho de Santa Cruz, na ilha de Santiago e na ilha do Sal já foram contabilizados 42 na praia de Monte Leão.

Alguns deles chegaram vivos à praia de Coqueiro, tendo morrido depois, num cenário desolador de desespero dos animais, morrendo aos poucos perante a impotência dos que tentavam devolvê-los ao mar.

Algumas pessoas, segundo fontes locais, tentaram apoderar-se da carne das primeiras baleias que chegaram à praia, o que acabou por ser inviabilizado pela polícia e os militares que continuam na praia para impedir as pessoas de esquartejar os animais.

Segundo o tenente António Varela, que coordena a operação, os militares vão continuar até que os animais sejam retirados da praia.

“Estamos aqui para impedir que as pessoas se apoderem da carne e também à espera de que cheguem as autoridades competentes para fazer as análises necessárias. Mas alguns já foram esquartejados porque a população deu-se conta do caso antes da polícia, por isso quando chegamos já havia alguns animais esquartejados”, disse.

Por outro lado, o delegado do Ministério do ambiente no concelho de Santa Cruz, Daniel Xavier, afirmou que ainda hoje biólogos devem deslocar-se ao local para recolher as primeiras amostras para análises.

“Estamos à espera da chegada dos biólogos para recolher amostras e saber o que realmente aconteceu. Quanto (ao destino a dar) aos animais que estão na praia há dois cenários que seriam a queima ou o aterro, mas só saberemos depois das análises dos biólogos”, explicou.

Em Monte Leão, na ilha do Sal, foi relatado à Rádio de Cabo Verde, cenário semelhante ao de Coqueiro, tendo afirmado que os cetáceos começaram a chegar à costa vivos, sábado à tarde.

Um morador de Coqueiro, José Maria Freire, contou à Lusa que os mais antigos deram conta que em 1947 um fenômeno semelhante ocorreu naquela praia.

Com informaçoes de Expresso

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Cientistas alertam sobre número de baleias encontradas mortas na Patagônia argentina

Por Raquel Soldera (da Redação)

A comunidade científica deu um alerta esta semana sobre a elevada taxa de mortalidade de baleias na costa da Patagônia, na Argentina.

Nos últimos três anos foram encontrados cerca de 300 animais mortos em praias da península Valdés, no Oceano Atlântico, um número que excede os parâmetros considerados normais.


Baleia Franca Austral. Foto: Alberto Patrian


Até 2007, a média anual de baleias mortas encontradas na Península Valdés, declarada Patrimônio da Humanidade, não passava de 30 animais, disse o presidente do Instituto de Conservação de Baleias da Argentina, Diego Taboada.

“Isso significa que o número de baleias mortas no ano passou de uma média de 30 para cerca de 100”, disse ele. “Esse aumento é totalmente desconhecido e não tem qualquer tipo de semelhança em qualquer lugar do mundo. Isso chamou muito a atenção de toda a comunidade científica”, disse Diego.

Após o alerta de especialistas argentinos, a questão foi discutida nesta semana por especialistas de vários países na cidade de Puerto Madryn, a 1.100 km ao sul de Buenos Aires, em um seminário organizado pela Comissão Baleeira Internacional.

“Um dos maiores problemas que temos é que, até o animal morto ser encontrado e chegarmos ao local, já se passaram alguns dias. E as baleias literalmente ficam cozidas pela gordura de seu corpo, os órgãos se decompõem e nos impede de conseguir amostras de sangue ou de outros órgãos que nos permitem fazer uma análise para determinar a causa da morte”, diz Diego.

Na Península Valdés, na província de Chubut, se concentram todos os anos cerca de 600 baleias, um quinto da população mundial, atraindo mais de cem mil turistas para a região.

Com informações de PrensAnimalista

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Tartaruga-de-couro de 300 kg morre em praia de Portugal

Ferida, desorientada ou doente. São estas as explicações do biólogo Mário Diniz para o aparecimento de uma tartaruga-de-couro na praia da Mina, em Alcobaça. O animal foi encontrado morto na quinta-feira passada (28), mas as autoridades acreditam que ela chegou à praia 48 horas antes, mas não foi socorrida a tempo. Ela pesava mais de 300 quilos e media quase dois metros de comprimento.

“Estes aparecimentos no litoral acontecem sempre porque algo correu mal. Ou porque os animais ficam doentes, se ferem ou se desorientam. São animais de alto-mar, que passam por aqui e depois desviam-se das suas rotas habituais”, explicou Mário Diniz.

À semelhança de golfinhos e baleias, as tartarugas também são, por vezes, apanhadas nas redes de pesca, acabando por morrer. Esta tartaruga-de-couro apresentava traumatismos, mas não tinha vestígios de redes nem de arpões, pelo que se torna mais difícil descobrir a origem da sua morte.

Apesar de este episódio ser raro, nos últimos anos (entre 2004 e 2009) foram registrados mais de 70 animais de oito espécies distintas na zona costeira de Alcobaça.

As tartarugas-de-couro têm tendência para se tornar mais raras. Frequentam uma área geográfica vasta, que se estende da Islândia à Nova Zelândia.

Os especialistas acreditam que esta espécie de tartarugas já esteja sofrendo com as alterações climáticas, porque, ao contrário do que seria natural, estão surgindo mais na zona do Atlântico Norte.

Fonte: DN

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Polícia Ambiental resgata baleia morta na Praia da Galheta em Florianópolis (SC)

Equipes da Polícia Militar Ambiental iniciaram, na manhã desta quinta-feira, o resgate de uma baleia morta no costão da Praia da Galheta, no Leste da Ilha, em Florianópolis (SC).

O animal, um macho adulto da espécie minke anã, está no fundo da água, a cerca de cinco metros de profundidade, no costão esquerdo da praia. As causas da morte ainda são desconhecidas.

De acordo com a bióloga Audrey Amorim, do Projeto Baleia Franca, o animal mede 6,5 metros de comprimento e já está em estado avançado de decomposição.

Ainda há dúvida sobre o local em que o animal será enterrado, se na Praia da Galheta ou na Praia Mole (ao lado da Galheta), segundo o policial ambiental Cleber Machado, do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) em Florianópolis.

Dificuldade de acesso

A dificuldade de acesso à Galheta, onde é impossível chegar com uma retroescavadeira — normalmente utilizada para enterrar as baleias que morrem no litoral catarinense — prejudica a ação.

São cogitadas duas possibilidades: puxar a baleia para a faixa de areia e enterrá-la no local ou rebocar animal, com o uso de uma embarcação, para a Praia Mole, vizinha à Galheta, onde é possível chegar com a máquina.

O trabalho de remoção também é acompanhado por biólogos do Instituto Chico Mendes, que farão a coleta de tecidos do animal para tentar determinar a causa da morte.

Uma equipe de limpeza pública da Companhia Melhoramentos da Capital (Comcap) auxilia nos trabalhos.

Fonte: Diário Catarinense

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