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Projeto arrecada tampinhas plásticas para custear a castração de cães e gatos

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O projeto “Tampatinhas” foi criado por voluntários que estão recolhendo há cerca de dois meses tampinhas plásticas para vender com o intuito de financiar castrações em animais em situação de rua, em sua maioria vítimas de maus-tratos.

A ação conta o auxílio de 50 unidades coletoras espalhadas por pontos em Cuiabá e Várzea Grande. Alguns desses locais são: Setasc; Sede do Detran; CETEPS; Shopping Pantanal; Shopping Estação; Papelaria Universitária; Café Havana; Pet Shop Mundo Animal; Pet shop Agropev Cuiabá e VG; Clínica Bellus; Hotel Novo Lar; Escola Estadual Pascoal Moreira Cabral (Jardim Imperial); Procuradoria-Geral do Estado (PGE); Os condomínios: Rio Manso, Rio Claro, Rio Cachoeirinha e Belvedere; dentre outros.

Podem ser doadas tanto tampinhas de garrafas pet quanto de produtos de limpeza. Tampas de xampu e condicionadores, creme dental e hidratantes, óleo de cozinha, requeijão, margarina, sucos, maionese, e molhos prontos, também são aceitos pela campanha.
Para o descarte nos pontos de coleta é importante que as tampinhas sejam higienizadas para evitar a proliferação de odores e bactérias.

Segundo a idealizadora do Projeto, Kelly Rondon, o “Tampatinhas” preocupa-se com a causa animal e ambiental. Ela afirmou que para castrar um gato são necessários 200 quilos de tampinhas, número que custeia o valor da castração. Já para um cachorro, a soma é de 400 quilos.

“O projeto visa também a retirada de quilos e mais quilos de materiais recicláveis do meio ambiente, que se acumulam com facilidade em leitos, margens de rios, córregos e nascentes, ajudando, ainda, na geração de renda”, explicou.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

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Homem alimenta e encontra lares para dezenas de cachorros abandonados

The Man That Rescues Dogs

Michael Baines, um sueco que vive na Tailândia há nove anos, não consegue fechar os olhos para o sofrimento dos animais abandonados. Decidido a ajudá-los, ele alimenta diariamente cerca de 80 cachorros e já encontrou novos lares para dezenas de outros.

Mensalmente, Baines investe cerca de mil dólares para alimentar os animais. E embora receba doações, também tira dinheiro do próprio bolso para amenizar o sofrimento dos cães.

“Todos os dias a caminho do trabalho e na volta para casa eu cruzava com inúmeros cachorrinhos abandonados. Eu não podia apenas assistir e não fazer nada!”, disse.

Na opinião dele, o problema maior é a omissão das pessoas que, além de não ajudarem os animais abandonados, os objetificam ao comprá-los e ainda os abandonam.

“Eu acho que os mercados e lojas que vendem os filhotes devem ser completamente fechadas. As pessoas que querem um cachorro devem se direcionar para a rua, ou para abrigos. Eu tenho um monte deles que precisam de um lar e estes cães são maravilhosos”, afirmou.

The Man That Rescues Dogs

Desde que iniciou o trabalho voluntário em prol dos animais abandonados, há cinco anos, Baines já providenciou a castração de cerca de 100 cachorros e encontrou novos tutores para aproximadamente 50 deles.

Dentro de seu carro, ele carrega comida para cães para alimentar os animais famintos que encontra pela rua. “É um ‘trabalho’ bom, mas às vezes muito emocional e frustrante, uma vez que muitos deles estão em muito mau estado. Eu faço isso de coração e de pagamento recebo apenas o reconhecimento destes cachorrinhos adoráveis ​​e sinto o seu amor. Isso não tem preço nem valor”, comentou.

“Mesmo que eu não possa salvar todos, penso: o cachorro que eu ajudei, eu fiz a diferença”, concluiu.

The Man That Rescues Dogs

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Dia Internacional do Gato: um apelo pelo fim do preconceito que condena gatos à morte

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Celebrado em 8 de agosto, o Dia Internacional do Gato foi criado em 2002 pelo Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal. O intuito é combater o preconceito contra a espécie através da conscientização sobre suas características e necessidades.

Os casos recorrentes de gatos mortos por agressão e envenenamento comprovam a importância de se combater o ódio generalizado contra esses animais. Assim como os cachorros, eles também são os melhores amigos dos seres humanos e merecem ser tratados como tal.

Tutelados com livre acesso à rua ou vivendo em situação de abandono, muitos gatos sofrem as consequências da maldade e do descaso perpetuados por parte da sociedade. Atropelados, envenenados, agredidos, doentes, eles são ignorados por muitos e vistos por outros apenas como alvos da ignorância humana.

É urgente, portanto, enxergá-los como o que são: seres vivos que detêm, entre tantos direitos básicos, o de viver em paz. Se eles reviram lixo, se entram dentro das casas e sobem nas mesas à procura de comida, se defecam nos quintais alheios, se miam e se reproduzem nos telhados, a culpa não é deles, mas de todos os que os abandonam e os ignoram.

Assim como os humanos, gatos têm necessidades a serem supridas. Rondam as casas porque querem se distrair, se alimentar, descansar, viver com a tranquilidade que lhes é roubada por aqueles que não entendem que o mundo não pertence apenas às pessoas e que elas precisam dividi-los de maneira harmoniosa com os animais.

Se deparar com um desses animais dentro de sua casa ou nas proximidades dela é uma oportunidade de evoluir enquanto ser humano, provando a si mesmo e aos outros que é capaz de oferecer o melhor a um ser vulnerável. Ao invés de envenená-los, condenando-os a uma morte lenta e dolorosa, ou agredi-los, causando-lhes dor, é possível e louvável saciar a fome e a sede que eles sentem, castrá-los, adotá-los ou buscar ajuda para eles.

No Dia Internacional do Gato, a Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA), se coloca como a voz desses animais, que não podem falar, e pede mais respeito, compaixão e empatia para que seja possível construir um mundo no qual animal nenhum seja maltratado.


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Clínicas são inauguradas para atender animais gratuitamente no Rio de Janeiro

(Foto: Thinkstock)

Após inaugurar, no início de junho, um castramóvel para esterilizar animais das comunidades do Rio de Janeiro, a Subsecretaria de Bem-Estar Animal inaugurou, no sábado (27) e na segunda-feira (29), mais duas unidades de Saúde Médica Veterinária em Paciência e Flamengo, respectivamente. O serviço prestado pelas clínicas será gratuito e realizado mediante agendamento prévio, através do aplicativo Bicho Rio Subem.

O Subsecretário de Bem-Estar Animal, Roberto de Paula, explicou que a unidade do Flamengo foi conquistada por meio de uma parceria entre a Prefeitura e o Instituto Ser Educacional, do Centro Universitário Universus Veritas.

“Nós iremos fornecer o corpo médico, medicamentos e insumos para os procedimentos, e o Instituto fornecerá a estrutura da unidade. Estamos muito felizes com essa parceria, a zona sul estava precisando desta unidade. Quando oferecemos a castração gratuitamente nós estamos combatendo também o abandono”, afirmou Roberto ao Diário do Rio.

A clínica do Flamengo deveria ter sido inaugurada em março, mas a inauguração teve que ser adiada por conta da pandemia de coronavírus. No entanto, também por conta da pandemia, a demanda por atendimento veterinário aumentou bastante e, então, as duas unidades da clínica foram inauguradas após decisão tomada durante reunião entre o presidente da Comissão dos Direitos dos Animais da Câmara, vereador Luiz Carlos Ramos Filho, e técnicos da Subem.

“Com a crise econômica gerada pela pandemia, muitos tutores perderam renda e não têm condições financeiras de levar seus animais na clínica particular. O número de animais abandonados vem aumentando muito. Estes postos de atendimento veterinários gratuito chegam em boa hora”, disse Luiz Carlos Ramos Filho.

A diretora da UNIVERITAS (Centro Universitário Universus Veritas), Adriana Garcia, comemorou a inauguração das unidades. “Estamos muito contentes em poder trabalhar com a extensão universitária disponibilizando serviços à população. Entendemos que todo centro universitário deve beneficiar uma cidade, assim como seu entorno, visando contribuir para o bem-estar social e fazendo o aluno perceber seu papel junto à população”, afirmou.

Nas clínicas, são realizadas cirurgias emergenciais como Cesariana, Piometra, Mucometra, Hidrometra, retirada de fetos mortos, retirada de nódulos, mastectomia, amputação de membros, caldectomia por trauma, enterotomia devido à fecaloma, cistostomia (desobstrução em felinos), penectomia, prolapso retal e vaginal, enucleação, otohematoma, hérnia ingnal e umbilical, testículo ectópico, suturas de feridas e algumas cirurgias de retiradas de corpos estranhos.

Nas novas unidades, 30 animais serão atendidos por dia. Serão distribuídas 15 senhas às 8h e outras 15 às 13h. Os atendimentos serão feitos de segunda a sexta-feira.

As castrações das novas unidades serão agendadas a partir de 01/07, às 10h, pelo aplicativo. Nas demais unidades, o agendamento é feito através do aplicativo sempre no dia 25 de cada mês.

Confira abaixo as unidades de atendimento veterinário gratuito no Rio de Janeiro:

U.S.M.V Flamengo – Rua Marquês de Abrantes, Nº 55
U.S.M.V Paciência – Rua Cabo Bastos Cortes Nº XXX , esquina com Rua Guarujá
U.S.M.V Bangu – Rua Sidney, altura do número 97A, Praça Guilherme da Silveira
U.S.M.V Bonsucesso – Passarela 09 da Avenida Brasil (Próximo ao Hotel Stop Time)
U.S.M.V Campo Grande – Estrada do Tingui, altura do número 169, Praça Oiticica (Próximo ao Colégio Peri)
U.S.M.V Engenho de Dentro: Rua Dois de Fevereiro, 711 (Próximo ao Colégio Ulisses Pernambucano)
U.S.M.V Guaratiba: Estrada do Mato Alto, 5620, na Fazenda Modelo (Próximo à Estação de BRT Mato Alto)
Dúvidas ou informações: (21) 2976-2893, 2088-0097 ou 3402-0380, de segunda a sexta, das 10h às 16h.


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Prefeitura do RJ inaugura castramóvel para esterilizar animais de comunidades

Foto: Hudson Pontes/ Prefeitura do Rio

A Prefeitura do Rio de Janeiro inaugurou o “ônibus castramóvel”, que será responsável por levar profissionais da medicina veterinária até as comunidades da cidade, castrando os animais.

As cirurgias serão feitas por uma equipe da Subsecretaria de Bem-Estar Animal dentro da unidade-móvel de saúde, que conta com centro cirúrgico adaptado.

O ônibus foi inaugurado na última segunda-feira (8) graças à lei 6351/2018, de autoria do vereador Luiz Carlos Ramos Filho, que institui o serviço como forma de facilitar o acesso à castração por parte dos moradores das comunidades.

“O castramóvel terá corpo médico, medicamentos e insumos para os procedimentos. Oferecendo castração gratuitamente, nós estamos combatendo também o abandono”, disse ao G1 Roberto de Paula, subsecretário de Bem-Estar Animal.

Os veterinários irão atender mais de 40 animais por dia. Para ter acesso ao atendimento, o tutor deve baixar o aplicativo “Bicho Rio – Subem” e agendar a cirurgia, preenchendo dados como CPF, endereço, telefone e características do animal. No aplicativo, serão disponibilizadas datas e endereços de circulação do castramóvel. O objetivo do agendamento prévio, em tempos de pandemia, é evitar aglomerações de pessoas.

“A castração é um serviço essencial para o controle de natalidade dos animais e o castramóvel facilitará a oferta desse serviço nas áreas mais carentes. O castramóvel vai chegar nas comunidades, onde é grande o número de animais pelas ruas”, afirmou o vereador Luiz Carlos Ramos Filho.

A expectativa é de que cerca de 300 animais sejam castrados em cada região atendida pelo serviço. Os veterinários atenderão animais do Morro do Tuiuti, em São Cristóvão, no próximo dia 22 de junho. Para isso, o ônibus será levado à Cadeg.

As próximas comunidades atendidas pelo castramóvel são: Morro do Borel, Mangueira, Rocinha, Rio das Pedras, Cidade de Deus e Vila Kennedy.

Estimativas da administração municipal indicam que mais de 3 mil animais devem ser castrados por meio da unidade móvel. Em 2019, a prefeitura castrou 21.067 cães e gatos.

Os moradores do Rio de Janeiro também podem contar com cinco unidades de atendimento veterinário gratuito. Confira os endereços abaixo.

– U.S.M.V. Bonsucesso: Av. Brasil, esquina com a Rua Teixeira Ribeiro (passarela 9).
– U.S.M.V. Engenho de Dentro: Rua Dois de Fevereiro, 711 (Ao lado da Escola Especial Municipal Dr. Ulisses Pernambuco).
– U.S.M.V. Guaratiba: Fazenda Modelo – Estrada do Mato Alto, 5.620 (Ao lado do Posto de saúde Maia Bittencourt.
– U.S.M.V. Manchinha – Campo Grande: Estrada do Tingui – s/n – Praça da Oiticica.
– U.S.M.V. Thor – Bangu: Rua Sidney, altura do Nº97A – Praça Guilherme da SIlveira.


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Você é o Repórter

Mulher pede ajuda para pagar exames de gato abandonado em São Paulo

Um gato que apareceu no telhado de uma casa em São Paulo precisa de ajuda. Raquel Rignani pede ajuda para o animal.

Encontrou-se um local para abrigar o gato, mas ainda é necessário arrecadar fundos para arcar com as despesas do animal para que ele possa receber os cuidados necessários. Os valores arrecadados serão destinados a exames, vacinas e castração.

“Quem puder ajudar com alguns destes itens vai ajudar este gato a ser resgatado e, depois de tratado, doado!”, explicou Raquel.

Interessados em colaborar de alguma forma devem entrar em contato com Raquel pelo e-mail raquelpxr@yahoo.com.br.


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Gatos abandonados em represa ganham abrigos em São José do Rio Preto (SP)

Pixabay/MabelAmber

Os gatos que vivem em situação de abandono na Represa Municipal de São José do Rio Preto (SP) ganharam 11 abrigos de concreto. Outros 10 ainda devem ser instalados. Eles substituem 97 casinhas de madeiras que foram retiradas do local.

A ação foi realizada pela Diretoria do Bem-Estar Animal (Dibea) em Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Gerais e foi acompanhada por um protetor de animais. Bebedouros e comedouros foram mantidos na represa.

O objetivo é limpar o local onde animais vivem e tratá-los, o que inclui submetê-los à castração. Até o momento aproximadamente 180 dos cerca de 250 gatos que vivem na represa foram castrados. O projeto de castração é realizado pela Dibea em parceria com o Instituto Vira-Latas.

“Entramos em contato com duas protetoras atuantes na Represa, que são consideradas tutoras desses gatos comunitários, e a cada dois dias nós capturamos os animais para castrá-los”, explicou ao G1 a diretora do Bem-Estar Animal, Karol Prado.

A substituição das casinhas foi feita porque o concreto é mais adequado para abrigar os animais, por ser mais resistente, permitir lavagem e não reter umidade.

“Com as casinhas de madeira, os gatos estavam expostos a síndromes respiratórias e a alguns fungos”, afirmou Karol.

O projeto municipal conta também com o apoio da Guarda Civil Municipal (GCM), que tem feito rondas pela região para coibir o abandono de animais, prática que configura crime passível de detenção de até um ano, além de multa. Câmeras também foram instaladas para registrar ações criminosas promovidas contra os animais.

O objetivo final do projeto é disponibilizar os gatos para adoção. “A intenção é promover a saúde pública no local e garantir a destinação adequada para os animais domésticos, encontrando famílias que possam cuidar deles como necessitam”, concluiu Karol.


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Castrações de animais feitas por unidades municipais são suspensas no RJ

As castrações de animais foram suspensas nas unidades de saúde veterinária do Rio de Janeiro por conta do COVID-19, o coronavírus. A medida visa evitar aglomerações para reduzir a transmissão do vírus. As atividades foram suspensas até 13 de abril. Além das esterilizações, todas as cirurgias eletivas foram paralisadas.

A medida foi anunciada pela Subsecretaria de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses na última sexta-feira (20).

Foto: Pixabay

A pasta informou ao G1 que aproximadamente 2,5 mil castrações são feitas mensalmente pelas unidades veterinárias e mais de 500 pessoas são atendidas por dia no Instituto Municipal de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman, em São Cristóvão, na Zona Norte, e no Centro de Controle de Zoonoses Paulo Dacorso Filho, em Santa Cruz, na Zona Oeste.

Apesar das suspensões de determinadas atividades, há serviços que continuarão sendo realizados. O tratamento da zoonose esporotricose é um deles. Além disso, um sistema de triagem foi adotado na clínica médica para priorizar cirurgias de risco de morte.

A entrada de menores de 12 anos nas unidades veterinárias foi proibida pela Vigilância Sanitária, que também estabeleceu uma redução na oferta de serviços para um animal por pessoa.

Como precaução, os portões das unidades permanecem fechados e só são abertos com liberação de acesso. Vinte senhas são distribuídas diariamente.

Dentre os serviços mantidos pela prefeitura, está ainda o resgate de animais de grande e médio porte, além da retirada de corpos de morcegos, micos e macacos encontrados mortos. O atendimento à população, feito pela central 1746, também permanece em pleno funcionamento.

No entanto, entre as mudanças, há ainda uma redução de 90 para 20 na quantidade de senhas distribuídas diariamente para castrações e remarcações. Novas datas podem ser agendadas a partir de 20 de maio.

Na clínica médica, serão feitos apenas atendimentos de emergência e por triagem. Já na clínica de esporotricose, o tratamento segue normal, com itraconazol em estoque para os próximos 90 dias. A remarcação de cirurgias pode ser feita também a partir de 20 de maio.

Já os atendimentos solicitados pela central 1746 para animais que estejam bravos ou com suspeita de leishmaniose serão avaliados


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Prefeitura de Uberaba (MG) faz licitação para construção de ambulatório animal

Os serviços oferecidos pelo ambulatório serão destinados a animais tutelados por famílias de baixa renda


A Prefeitura de Uberaba (MG) fez uma licitação para contratação de empresa de engenharia para a construção de um ambulatório animal na cidade, com investimento estimado de R$ 626.485,24.

O edital foi publicado no Órgão Oficial do Município no dia 4 de março. A inauguração do ambulatório deve ser feita em setembro.

Foto: Alexandre Milton

Empresas interessadas devem entregar o documentos de habilitação e proposta de preço até 20 de março na sede da Secretaria de Serviços Urbanos e Obras (Sesurb), localizada na Prefeitura, na Avenida Dom Luiz Maria Santana, 141, bairro Santa Maria.

O ambulatório, segundo a prefeitura, contará com procedimentos ambulatoriais e de castração, salas de pré e pós-operatório, leitos de observação, com baias para animais com suspeita de doença contagiosa, e revitalização das baias existentes.

Os serviços serão destinados a animais tutelados por famílias de baixa renda. De acordo com o secretário municipal Iraci Neto, o ambulatório atenderá principalmente animais de pequeno porte, como cães e gatos.

“A previsão é que, com a publicação da licitação para a contratação da empresa responsável pela construção do equipamento, a ordem de serviço seja dada até abril e, com isso, até meados de setembro poderemos inaugurar o primeiro centro ambulatorial voltado aos cuidados básicos dos animais de Uberaba e região”, explicou ao G1 o secretário.


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Bastidores da causa animal: protetora revela rotina do resgate de animais

Casos de abandono e maus-tratos a animais comovem a população rotineiramente. Mas o que existe por trás desta causa nobre? Quem são as pessoas que batalham todos os dias para garantir uma vida digna a animais com um histórico de dor e sofrimento? Para responder a essas perguntas, a Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA) conversou com exclusividade com a protetora de animais Ana Cavalcanti. Confira abaixo a entrevista na íntegra.

Ana Cavalcanti atua na proteção animal desde 2016, mas sempre teve animais resgatados da rua (Foto: Reprodução/Facebook/Ana Cavalcanti)

ANDA: Há quanto tempo você está na proteção animal e quantos animais, em média, você já ajudou – através de resgates e outras ações?

Ana Cavalcanti: Oficialmente, estou na proteção animal desde 2016, mas sempre tive animal resgatado da rua. Quando eu era adolescente , eu tinha 16 gatos. Claro que não tinha a consciência que eu tenho hoje em relação a castrar ou vacinar, criar dentro de casa, sem acesso à rua. Mas desde criança eu tenho animal.

Sobre os animais que já ajudei, somando resgates, adoções, castrações e ações que realizei dentro de ocupações, ajudei em torno de 300 animais. Dentre eles, prestei auxílio não só a animais abandonados, mas também a alguns que têm tutor, mas vivem com famílias carentes, que precisam de ajuda para cuidar deles.

ANDA: O que te fez decidir entrar para a proteção animal?

Ana Cavalcanti: Não foi uma escolha racional. Eu não decidi um dia “vou resgatar animais”. Sempre levei ração na bolsa e no carro para alimentar os animais que vivem na rua. Em 2016, comecei a saber de animais atropelados, envenenados, e pensei que aqueles animais não poderiam continuar na rua, já que corriam riscos. E aí, sob influência de uma amiga minha, que inclusive foi a primeira pessoa vegetariana que conheci, há uns 10 anos, comecei a resgatar.

Negão foi adotado pela protetora Ana Cavalcanti (Foto: Reprodução/Facebook/Ana Cavalcanti)

ANDA: Qual animal que passou pela sua vida que te marcou mais?

Ana Cavalcanti: Um dos animais que mais me marcou foi o Negão. Hoje ele dorme na cama comigo. Eu cuidava dele na rua, ele era um cão comunitário. Foi diagnosticado com um TVT (tumor venéreo canino transmissível) raro, teve que ser operado, mas já se recuperou. Antes de trazê-lo para minha casa, tentei doá-lo quatro vezes. Ele chorava, pulava o muro das casas e fugia para a rua. Na época, ele sumiu. Ficou 16 dias desaparecido. Quando o encontramos, parecia que um filho meu tinha nascido de tanta felicidade. Desde então, ele mora comigo, dentro de casa.

Outro animal que me marcou foi a Menina, uma cadela que resgatei em Valinhos (SP). Já tem uns 7 anos que ela morreu. Foi muito marcante para mim porque ela foi resgatada com um tumor no baço, já com metástase, e pela primeira vez tive que decidir sacrificar um animal. A veterinária iniciou a cirurgia dela, me ligou e disse que ela não sobreviveria nem mais dois meses e sofreria muito. Foi muito difícil decidir e, para piorar, isso aconteceu no dia do meu aniversário. Chorei muito e tive que lidar com a morte dela, que foi induzida para poupá-la de mais dor.

O Gatão também me marcou muito. Tive que levá-lo em uma veterinária especialista em gatos, após passar por profissionais que não conseguiam descobrir o que ele tinha. Essa veterinária que atendeu é especialista em comportamento. Ela me explicou que existem gatos que ficam ariscos, fogem e se defendem unhando e mordendo, e outros que travam completamente – por conta de traumas e da vida na rua. Os mais comuns são os do primeiro tipo. O Gatão, no entanto, estava entre o segundo. Ele congelava, ficava parado, em pânico, com a aproximação das pessoas. Hoje, após ter sido resgatado e adotado por uma boa família, é um gato super carinhoso, muito fofo. Vendo-o na rua, nunca imaginei que ele se transformaria tanto.

Rock, como passou a ser chamado o Gatão após a adoção, marcou a vida de Ana (Foto: Reprodução/Facebook/Ana Cavalcanti)

ANDA: Você falou que teve que lidar com a difícil decisão de autorizar o sacrifício de um animal para aliviar o sofrimento dele. Quais sentimentos você já vivenciou por conta da proteção animal?

Ana Cavalcanti: Impotência é o principal sentimento – faço até terapia para aprender a lidar com isso. É a impotência de saber que tudo depende de dinheiro – e eu acho justo que veterinário cobre mesmo, ele precisa sobreviver, mas é difícil – e de não poder ajudar mais animais do que já ajudo. Mas têm sentimentos bons também. Nem sei mensurar o tamanho da minha felicidade ao ver animais que tirei da rua vivendo em bons lares. Recebo fotos, áudios dos tutores frequentemente e fico tão feliz. Não tem preço. Mas também sinto raiva. Raiva ao ver as pessoas insistindo em comprar animais, colaborando com um mercado que os explora e maltrata ao invés de adotar os que precisam de lares. E tem também meu sentimento ao ver a reação das pessoas a minha militância. Eu tinha amigo no Facebook que me excluiu por causa das coisas que eu posto, mas não vou deixar de militar para ter a aceitação das pessoas. E nessa militância entra não só a proteção animal, como o veganismo. De dois anos para cá, não consigo pensar na proteção animal sem estar de mãos dadas com o ativismo pelo veganismo. E é por isso que eu tenho muito orgulho do Cantar Faz Bem Pra Cachorro, um evento que organizo com a ajuda de outras pessoas.

ANDA: Você falou do Cantar Faz Bem Pra Cachorro. Como surgiu a ideia de realizar esse evento e como ele é realizado? Fale mais do evento.

Ana Cavalcanti: Tudo começou quando resgatei a Amora. Toda noite eu vou às ruas para alimentar animais. Numa determinada noite, vi a Amora em meio a vários cães machos, tentando cruzar com ela. Coloquei ração para eles e fiquei observando qual era fêmea, para resgatá-la. Foi então que ela se assustou, correu em direção a uma avenida e foi atropelada. Ouvi o barulho e pensei que ela tivesse morrido. Comecei a chorar. Cheguei perto. O carro não passou em cima dela, mas acertou a cabeça dela, deixando-a por cerca de três meses com sequelas neurológicas, que foram tratadas. Quando falei do resgate para a Fátima, dona do bar Vila Bambu, ela sugeriu que fizéssemos um evento para arrecadar fundos para o tratamento da Amora. Assim nasceu o Cantar Faz Bem Pra Cachorro, que teve o nome escolhido pela Fátima.

Cachorros são bem-vindos no evento realizado pela protetora (Foto: Reprodução/Facebook/Ana Cavalcanti)

No próximo dia 29 de março, iremos realizar a 13ª edição. Sempre no bar da Fátima, sempre com músicos e cantores fazendo música ao vivo, sempre com comida vegana e com toda a renda revertida para os animais abandonados. Me ajuda muito a pagar as contas das clínicas veterinárias. Costumamos fazer o evento a cada dois meses, aos domingos. E além de me ajudar muito financeiramente, o Cantar Faz Bem Pra Cachorro me deixa muito feliz por conta do sucesso que a comida vegana faz. Já fizemos yakisoba, feijoada e chilli. A maior parte do público não é vegana, mas a comida sempre acaba, porque todo mundo come, repete, adora, e volta nas outras edições. Para mim, isso é também uma forma de militar em prol do veganismo. Tenho muito orgulho do evento.

ANDA: Além da aparência física e da questão de saúde, qual mudança você vê no comportamento dos animais após o resgate que demonstra que eles tiveram a vida transformada?

Ana Cavalcanti: A Amora sentia tanto medo das pessoas que foi atropelada justamente porque correu para a avenida assustada. A Pitty também era quieta e medrosa. O Pepe não deixava ninguém chegar perto e mordia quem insistisse. Hoje, ele vira a barriga para cima, brinca, acorda me lambendo. Os animais sentem uma confiança, sentem o amor que a gente dá para eles. A maioria, no entanto, leva muito tempo para mudar o comportamento, meses, até anos, principalmente os adultos que sofreram maus-tratos.

Não sei nem descrever para você a mudança que o animal passa após o resgate. Tem animal que evolui tanto emocionalmente que isso afeta o físico, o pelo fica mais bonito, engorda, a recuperação de algum problema de saúde acontece de maneira mais rápida. Parece que o organismo dele se abre àquela nova energia, a imunidade fica mais forte.

O alfajor foi uma das delícias veganas comercializadas em uma edição do evento (Foto: Reprodução/Facebook/Ana Cavalcanti)

ANDA: O que você acha que falta em nossa sociedade em relação ao respeito e cuidado com os animais?

Ana Cavalcanti: Acho que as pessoas têm que parar de comprar animais, mas não só. Nossa sociedade é especista. A educação precisa vir da base. Além da questão de políticas públicas. O castramóvel, por exemplo. Em Campinas, na minha cidade, tem castramóvel, mas é preciso ser melhor divulgado, muita gente nem sabe que existe. As ações de castração realizadas em cada bairro precisam de mais divulgação, para ter mais adesão. Creio também que a questão da proteção animal deveria ser ensinada nas escolas. Falar com os alunos sobre o respeito aos animais, incentivá-los a não abandonar, explicar que abandono é crime, abordar a necessidade de adotar ao invés de comprar, questões assim.

É preciso ensinar que os animais não estão no planeta para servir às pessoas. A cadela não existe para ser forçada a procriar para alguém ganhar dinheiro vendendo os filhotes. O cavalo não existe para ser obrigado a carregar peso puxando uma carroça ou charrete.

As pessoas também precisam ter mais iniciativa, parar de querer repassar casos de animais abandonados e maltratados para ONGs e protetores e começar cada um a fazer sua parte. Faz vaquinha, arrecada recursos, paga o veterinário, dá lar temporário, doa. Não fica esperando sentado.

ANDA: Sobre conscientização, você acha que as pessoas estão mais conscientes, mais abertas em relação a ideia de, por exemplo, adotar um animal?

Ana Cavalcanti: Acho que as pessoas estão se tornando mais conscientes. Viajo às vezes para São Paulo a trabalho, vou em bairros nobres e vejo pessoas tutelando cães sem raça definida, adotados. Tem gente deixando de comer produtos de origem animal. Outros, embora ainda comam, já se conscientizaram sobre os testes e optam por produtos não testados em animais. Ainda tem muito o que evoluir, mas melhorou sim.

Amora é um dos tantos animais resgatados pela protetora (Foto: Reprodução/Facebook/Ana Cavalcanti)

ANDA: Qual a maior dificuldade que você enfrenta na proteção animal?

Ana Cavalcanti: Dinheiro. A maior dificuldade é o dinheiro. Tudo custa muito caro. Por exemplo, um hemograma humano custa, em média, R$ 15. O do animal é R$ 40. Precisei me submeter a um exame de ultrassom, paguei R$ 40. O dos animais que resgato não sai por menos de R$ 150. Medicação também é caro. E ninguém quer deixar de gastar um pouco consigo mesmo para ajudar os animais. Então fica díficil, com poucas doações, pouca ajuda.

ANDA: Se você pudesse deixar um recado para os animais que já passaram pela sua vida, o que você diria a eles?

Ana Cavalcanti: Eu diria para eles que faço tudo com muito amor e que se pudesse, faria por muitos outros. E se fosse possível voltar no tempo, faria melhor do que fiz. Quero que eles sejam muito felizes, que aproveitem o resto de suas vidas com suas famílias. Eu falaria para eles que sou muito grata pela oportunidade de fazer o que faço por eles e que a proteção animal me mostrou que sou mais forte do que eu pensava ser. E para cada animal que eu ajudei, eu fui muito mais ajudada. Evolui muito como ser humano, melhorei, aprendi sobre empatia, paciência, compaixão, inclusive com as pessoas, com outras causas. Hoje sou uma pessoa melhor por causa deles. E não quero parar. Dei uma freada nos resgates por conta do meu psicológico. Preciso me cuidar para seguir cuidando deles. Mas não consigo ver minha vida longe deles, longe da militância. Penso, em primeiro lugar, sempre no sofrimento deles.

Ao lado de cachorro, Ana participa do evento em prol de animais abandonados (Foto: Reprodução/Facebook/Ana Cavalcanti)

E tudo me aconteceu meio que ao mesmo tempo: veio a proteção animal, logo veio também o veganismo. Sou vegana pelos animais, por defender a preservação do meio ambiente e entender o quanto o consumo de produtos de origem animal prejudica a natureza e, como consequência, ainda garanto uma saúde melhor para mim e a consciência leve.

Interessados em conhecer mais o trabalho voluntário da Ana Cavalcanti na proteção animal e auxiliar por meio de doações, lar temporário ou adoção, podem entrar em contato com a ativista através do Facebook ou pelo WhatsApp, no número: (19) 99817-3741.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


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Audiência discute abandono de animais em universidade da Paraíba

Mais de 400 animais, entre cachorros e gatos, já foram abandonados no campus da Universidade Federal da Paraíba


Uma audiência pública foi realizada na quinta-feira (6) no Centro de Ciências e Saúde (CCS) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) para discutir o abandono de animais dentro da instituição.

Foto: Krystine Carneiro/G1

De acordo com a Comissão de Direito e Bem-Estar da UFPB, 430 gatos e 30 cães já foram abandonados no local. As informações são do portal G1.

Francisco Garcia, presidente da Comissão, explicou que a audiência tem o objetivo de conseguir o compromisso da instituição para implementar políticas públicas e educativas de saúde humana e animal na universidade e convencer a vice-reitoria a se responsabilizar pela promoção dessas medidas e pela divulgação de campanhas nos canais midiáticos da UFPB. A audiência pretende também conquistar a aquisição de câmeras para identificar os abandonos.

O presidente da Comissão lembrou que abandonar animais é crime, passível de detenção de até um ano, além de multa.

A audiência discutiu ainda a necessidade da universidade oferecer um espaço para onde os animais possam ser levados durante o pós-operatório da castração, feita no Centro de Vigilância Ambiental e Zoonoses.


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Bragança Paulista (SP) conta com serviços voltados ao bem-estar animal

Ações de controle populacional, por meio de castrações e de socorro emergencial a animais feridos ou doentes, que vivam em situação de rua, são executadas pela prefeitura


A cidade de Bragança Paulista, no interior de São Paulo, conta com o Castramóvel e o SAMUVET, dois serviços que visam promover o bem-estar dos animais domésticos.

Foto: Prefeitura de Bragança Paulista

O Castramóvel é um ônibus equipado com centro cirúrgico que faz a castração de animais da cidade. O número de esterilizações, segundo a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, está em processo de expansão em 600%. O serviço ofereceu 2.550 cirurgias em um ano. Os animais também foram identificados através de microchips.

De acordo com informações da prefeitura, o programa tem como público alvo, prioritariamente, animais abandonados e tutelados por famílias de baixa renda. Interessados em castrar animais devem fazer um cadastro na Secretaria do Meio Ambiente.

A castração combate crias indesejadas, reduzindo o abandono, elimina problemas de comportamento e doenças, como câncer e infecções, prologando a vida do animal.

A população da cidade pode contar ainda com o Atendimento Móvel de Urgência Veterinária – SAMUVET. O serviço, que funciona 24h, atende animais abandonados doentes ou feridos, e pode ser acionado, apenas em casos de emergência, pelo telefone (11) 94304-1312, por meio de ligação ou WhatsApp.

Após serem resgatados pelo SAMUVET, os animais são levados para o Abrigo Municipal de Cães e Gatos, onde recebem tratamento, são vermifugados, castrados e vacinados. Quando estão recuperados, eles são disponibilizados para adoção.

Mais informações sobre os serviços oferecidos pela administração municipal podem ser obtidas na Secretaria do Meio Ambiente, localizada no Parque Luiz Gonzaga da Silva Leme (Jardim Público), na Rua Madre Paulina, Centro, nº 301, pelo e-mail smma@braganca.sp.gov.br, ou ainda através do telefone (11) 4034-6780.


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