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Aprenda como fazer repelentes veganos naturais e caseiros

Aprenda a fazer receitas de repelentes veganos eficazes, ecológicos e não-químicos para afastar mosquitos e outros insetos:

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Divulgação

Spray repelente de cravo
– Frasco pulverizador
– 500 ml de álcool de cereais
– 10 g de cravo-da-índia
– 100 ml de óleo de amêndoas ou outro óleo vegetal
Coloque o álcool e o cravo num frasco escuro com tampa ao abrigo da luz por 4 dias. Mexa 2 vezes por dia. Coe e junte o óleo, agitando. Coloque o repelente num recipiente spray e aplique na pele exposta.

Spray repelente II (ótimo para crianças e animais)
– Frasco pulverizador
– Folhas de hamamélis
– água
– óleo essencial de menta, de cravo, de lavanda ou lemongrass para crianças pequenas, e limão, eucalipto, e tea tree para crianças mais velhas e animais.
Faça uma mistura 50/50 de hamamélis e água, e adicione 15 gotas do óleo essencial de sua escolha. Pulverize em braços, pernas, costas e pescoço. Para cães e gatos ao ar livre, borrife um pouco disto em suas pernas, cauda, e em torno da coleira.

Óleo repelente de coco (crianças e adultos)
– 1/3 de xícara de óleo de coco
– 15 gotas de óleo essencial de hortelã-pimenta, de lavanda ou de cravo
Misture os dois ingredientes e espalhe nas partes expostas do corpo.

Óleo repelente II
– Óleo essencial de copaíba, de citronela, de andiroba, de alecrim ou de cravo
– Óleo vegetal
Dilua até 20 gotas de óleo essencial em 3 colheres de sopa de óleo vegetal (aproximadamente 30 ml) e aplique sobre a pele exposta.

*Mulheres grávidas e lactantes devem consultar um médico antes de usar óleos essenciais.

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Veterinário dá dicas para banhos caseiros em cães

Muitos cães odeiam ir ao pet shop e ficam tão estressados que a rotina do banho se torna uma grande tortura para ele e o tutor. Segundo Marcelo Quinzani, médico veterinário e diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, o banho deve ser um ato prazeroso e não motivo de chateação.  “O banho não deve fazer mal para o animal e deixá-lo estressado e agressivo. O ato é importante, mas em casos como esses é preciso repensar a frequência”, diz.

Uma boa alternativa para quem tem tempo, disposição e muito amor pelo amigão de quatro patas é dar banho em casa. Confira as dicas de Marcelo Quinzani e saiba como deixar o banho caseiro do seu pet mais agradável e seguro.

Foto: Divulgação/ Bicharada

1. Escolha um local seguro e confortável. Pode ser um tanque, um box de banheiro, uma banheira ou mesmo um esguicho. O ideal é que seja um local fechado e com água morna ou em temperatura ambiente, de preferência agradável.

2. O ideal é usar xampu que não arda nos olhos. É possível utilizar uma pomada lubrificante prescrita pelo veterinário para proteger a região.

3. No caso dos ouvidos é necessário usar um chumaço de algodão seco para protegê-los. Separe um pedaço não muito pequeno e coloque com cuidado para que não entre no canal auditivo. O importante é que o algodão proteja a região e não deixe que a água entre.

4. Comece molhando as pernas do animal e depois o dorso para que ele se acostume com a temperatura da água. Com ele tranquilo e quieto, molhe a cabeça, levando a água com as mãos e esfregando gentilmente. Depois disso, é preciso esfregar o corpo e membros com o xampu recomendado pelo veterinário – neutro ou medicinal, de acordo com a pele e pelo do animal. Em seguida, enxágue e repita a operação pelo menos mais uma vez. Aproveite esse momento para verificar possíveis nódulos, feridas, presença de pulgas ou carrapatos. Se observar algo diferente, comunique o médico veterinário.

5. Depois de enxaguado e limpo, mude o cão de lugar para secá-lo. No caso de animais de pelo longo ou denso, será necessário usar secador de cabelo. Já nos cachorros de pelo curto, podem ser usadas apenas toalhas. Também não se esqueça de retirar o algodão dos ouvidos.

6. Depois de seco, o veterinário aconselha dar um agrado aos animais, como afagos, um petisco e até mesmo um passeio para condicioná-lo a associar o banho a algo agradável e prazeroso. O uso de acessórios e perfumes – próprios para animais – fica a seu critério. Só é preciso observar se ele não tem alergia ou se não vai ficar incomodado depois.

Fonte: Bicharada

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Você é o Repórter

Labradora que vive em colégio será despejada e precisa de um novo lar em Mogi das Cruzes (SP)

Amandio Fernandes
hadassa1975@hotmail.com

A Fiona é uma labradora preta, de mais ou menos 5 anos, que vive no Noviciado Sion de Mogi das Cruzes (SP). Portanto, seus tutores são padres e seminaristas, teoricamente servos de Deus.

Acontece que eles não querem mais a cadela por lá e já até chamaram a Zoonose, que não a levou por ela ser saudável e não ser de rua. Absurdo! Quem esta cuidando dela é o caseiro que sobrevive com um salário mínimo e já assumiu o outro cão, filho dela, que eles também não quiseram mais, pois ele tinha a doença do carrapato e quem pagou o tratamento foi o caseiro. Ele tem muita pena dela, mas não pode ficar com os 2 cães, porque não tem condições e também porque os padres não querem mais a Fiona por lá!

Ele me pediu ajuda e eu peço a de vocês para encontrar um lar que a mereça, pois é dócil, alegre, brincalhona e quase não late.   Ah, ela sorri quando encontra as pessoas, uma gracinha!

Para quem se habilitar, como ela já tem uns 5 anos, ofereço consulta e acompanhamento gratuitos até o dia que for preciso. Repassem aos seus contatos porque ela merece ter um lar digno!  Um tutor de verdade! Me comprometo a entrega-la na sua nova casa, que há de aparecer. Obs: Ela não é castrada, mas isso não é problema. Será!

Contato: Jussara (11)  4652-6207  ou  9983-8368

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Você é o Repórter

Caseiro ameaça sacrificar cão saudável caso ele não seja adotado, em Tatuí (SP)

Edna L. Castro Moura
emoura@amil.com.br

Enquanto nos esforçamos além do limite de recursos para salvar vidas, a deste cão é desconsiderada. Parece que não se pensa em dar a ele uma chance de vida, buscando tratamento, adestramento, etc.

Seis anos de convivência e nenhum amor pra evitar o sacrifício daquele que talvez tenha sido o cão da família.

Será morto pelo caseiro, cuja filha foi agredida. Imagine a raiva desse homem, que não terá piedade, nem o entendimento de que o cão possa ter agido em defesa própria, por ter sido provocado, por estar estressado, etc.

Se nem mesmo os tutores o consideram, não são os outros que vão considerar.

Alguém tem uma luz de ajuda para o animal ?

Resgatei um cão de mesmo porte, extremamente agressivo. Paguei consulta com terapeuta de animais, tratamento com florais, castração, etc. Ele foi bem doado, felizmente. Ainda hoje estou me equilibrando financeiramente com as despesas que ele gerou, mas minha consciência está em paz.

Vejam a mensagem que a filha do dono do sítio enviou, alertando sobre o possível sacrifício do animal:

Meu nome é Gabriela, meu pai tem um sítio em tatui, interior de SP, temos um cachorro lá, Duque 6 anos, porte: grande (muito), esse final de semana ele mordeu a filha do caseiro. Nunca me mordeu, brinco bastante com ele, nem minha familia, porém devido a esse fato, preciso arranjar um canil ou alguém que aceite um cão grande, ele está em observação por 8 dias lá mesmo. Se eu não conseguir alguém para adotá-lo ele será sacrificado.

Se alguém tiver interesse é só entrar em contato: gacarrijo@yahoo.com.br.

Quem puder fazer um apelo, entrar em contato com ela para que esse cão não seja sacrificado, por favor, vamos nos mobilizar.

Temos um prazo até sexta-feira (8/10) para encontrar um novo lar para ele.

Orkut da Gabriela: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=7912741048698757339

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Lobo-guará é resgatado e solto em Hidrolândia, Goiás

Um lobo-guará (Chrysocyon brachiurus), que frequentemente visitava o galinheiro de uma fazenda em Hidrolândia, a 36 quilômetros de Goiânia (GO), foi capturado ontem pelo caseiro da propriedade.

O Ibama foi acionado e uma equipe da Coordenação de Fauna da Superintendência do órgão federal no Estado resgatou e retornou o animal à natureza. Era um indivíduo adulto, de mais de 36 quilos, medindo acima de um metro de altura.

Quando os técnicos do Ibama chegaram ao local, o lobo-guará latia alto e estava preso numa armadilha do tipo gaiola, feita pelo caseiro da fazenda. O animal foi sedado utilizando-se uma zarabatana com dardo contendo tranquilizantes. Os veterinários verificaram que ele não apresentava carrapatos ou pulgas, e possuía uma pelagem exuberante.

Diante deste quadro, a equipe optou por realizar o imediato retorno dele à natureza. O lobo-guará foi solto na mesma área onde vive, em um capão preservado de cerrado, distante nove quilômetros do local onde havia sido capturado.

Foto: Reprodução/EPTV
Foto: Reprodução/EPTV

Vale dizer: esta espécie possui uma área de vida vasta, que varia entre 22 e 115 quilômetros quadrados. Mas é bastante provável que ele retorne às proximidades da fazenda onde foi capturado.

“O proprietário da fazenda foi orientado a reforçar o galinheiro para impedir que o lobo-guará volte a atacar. Solicitamos também que ele nos auxilie a preservar essa espécie ameaçada de extinção, em seu habitat natural”, disse analista ambiental do Ibama/GO, Luiz Alfredo Baptista.

O lobo-guará, maior canídeo da América do Sul, possui hábitos solitários, crepusculares e noturnos. Está na lista de espécies ameaçadas de extinção e não é facilmente observado na natureza, principalmente devido à fragmentação de seu habitat.

Como precisa de grandes áreas para sobreviver, o avanço das monoculturas e das áreas de pastagens no bioma Cerrado, desde a década de 1970, praticamente tem inviabilizado a sua existência na natureza.

Fonte: EPTV

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MPF denuncia juiz do trabalho por maus tratos de animais em Minas Gerais

O MPF (Ministério Público Federal) ofereceu denúncia contra o juiz do trabalho Milton Vasques Thibau de Almeida e seu caseiro por maus tratos de animais. De acordo com a procuradoria, o juiz mantinha, em sua propriedade rural, 32 bovinos em espaço inadequado e sem alimentação suficiente.

Durante a fiscalização feita por médicos veterinários, um técnico agropecuário e funcionários da prefeitura de Betim (MG), foi constatado que os animais não recebiam suplementação alimentar nem assistência veterinária, inexistindo qualquer tipo de combate a ectoparasitos, carrapatos, bernes e doenças.

Os animais foram encontrados em péssimas condições de saúde e um deles estava morto. Segundo o caseiro de Milton Almeida, o bovino teria se ferido no arame farpado da cerca. Mas, de acordo com o atestado de necropsia, a morte teria ocorrido por causa dos maus tratos a que os animais eram submetidos.

A denúncia aguarda a análise do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

Fonte: Ultimainstância

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