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Tutor constrói carrinho com rodas para cachorrinha com artrite poder passear

Foto: Sara Morris
Foto: Sara Morris

Esta linda e doce cachorrinha chamada Kaylee ama estar perto de sua família mais do que qualquer outra coisa, seguindo fielmente todos os passos dos seus entes queridos com uma cauda feliz e sempre abanando.

Mas, aos 13 anos, ela acha cada vez mais difícil acompanhar as pessoas que tanto ama.

“Ela tem dificuldade para andar devido a sua artrite nas pernas traseiras e, recentemente, ficou um pouco pior”, disse Sara Morris, tutora de Kaylee, ao The Dodo. “Ela ainda pode andar, mas não por longos períodos de tempo”.

Foto: Sara Morris
Foto: Sara Morris

Assistir Kaylee tentar lidar com sua mobilidade foi devastador para sua família; ela ainda insiste em estar ao lado daqueles que ama enquanto eles se movem pela casa, mas é claramente uma luta dolorosa para ela às vezes.

Felizmente, o guardião da querida cachorrinha recentemente inventou uma maneira de garantir que Kaylee nunca se sinta deixada para trás.

O pai de Morris, que simplesmente idolatra Kaylee, decidiu ser criativo:

“Em seu dia de folga, ele passou na garagem fazendo algo que tornaria mais fácil para ela estar conosco. Ela adora estar perto de nós e sempre mais perto do meu pai”, disse Morris.

Foto: Sara Morris
Foto: Sara Morris

“Então, ele fez um carrinho com rodas, para que pudéssemos puxá-la com a gente onde fossemos.”

Era exatamente o que Kaylee precisava.

Agora, enquanto a família caminha de cômodo em cômodo, ou ao ar livre para um passeio, Kaylee é capaz de manter o ritmo sem que seu corpo se canse ou doa.

Foto: Sara Morris
Foto: Sara Morris

Aqui está um vídeo que Morris compartilhou de seu pai e a cachorrinha ansiosamente testando o novo dispositivo:

“Minha mãe me mandou o vídeo dele puxando ela pela casa pela primeira vez”, disse Morris.

“Quando vi, fiquei muito feliz porque sei o quanto isso significa para ela.”

Amor somado a um pouco de engenhosidade estão ajudando Kaylee a lutar contra os limites que seu corpo artrítico estava começando a impor.

O carrinho especial, claro, não é uma solução perfeita. O pai de Morris ainda garante que Kaylee faça bastante exercício de baixo impacto ao ar livre para evitar que suas articulações fiquem muito rígidas, e tentou facilitar para ela andar sozinha pela casa quando precisa.

Foto: Sara Morris
Foto: Sara Morris

“Ele adaptou muito as coisas ao redor da casa para torná-la mais acessível para ela se locomover”, disse Morris.

Kaylee é uma cachorra amada – e sua família garantiu que ela soubesse disso. Eles não teriam de outra maneira de proceder.

“Ela é um membro de nossa família e nós nos mudaremos as coisas, nos adaptaremos e nos inclinaremos de bom grado até ela, quantas vezes for necessário”, disse Morris. “E meu pai especialmente!”

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Tutor constrói carrinho para que cachorra com artrite consiga se locomover

Por Rafaela Damasceno

A cachorrinha Kaylee, de 13 anos, ama estar em volta da sua família e segue os passos de todos na casa sempre com sua cauda abanando. Mas com o passar dos anos se tornou cada vez mais difícil acompanhar todos.

O tutor ao lado de sua cachorrinha, em cima do carrinho
Foto: Sara Morris

“Ela tem dificuldade para andar por causa da artrite nas patas traseiras, e recentemente ficou pior”, contou sua tutora, Sara Morris, ao The Dodo. Kaylee ainda consegue andar, mas não por longos períodos de tempo – ela se cansa com facilidade e sente muita dor.

Ver a pequena cachorrinha, que é parte da família, se desgastando ao tentar acompanhar todos pela casa cortava o coração deles. Felizmente, o pai de Sara, que ama Kaylee, pensou em uma maneira de fazer a cachorrinha nunca sentir que estava sendo deixada para trás.

“Em seu dia de folga ele ficou na garagem criando um carrinho com rodas, para que pudéssemos puxá-la com a gente”, explicou Sara. Agora, sempre que a família anda dentro de casa ou ao ar livre, Kaylee pode acompanhá-la sem sentir dor.

Mas ela não anda apenas no carrinho: o pai de Sara garante que ela faça exercícios todos os dias, para evitar que suas articulações doam por ficarem paradas. Ele também reorganizou todos os móveis da casa para que seja mais fácil para Kaylee se locomover.

Agora o amor – e um pouco de engenharia – está ajudando a cachorrinha a lutar contra os limites que a doença lhe impôs.


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Dezenove gatos são abandonados presos em carrinho de supermercado

Uma câmera de segurança de uma pet shop flagrou o abandono de 19 gatos no bairro Rebouças, em Curitiba, no Paraná. O caso aconteceu no último domingo (2) e os animais foram deixados dentro de um carrinho de supermercado, presos por uma tela de arame. O carrinho foi colocado embaixo de uma cobertura da Casa do Produtor. Os proprietários da pet shop vão registrar o crime em uma delegacia da Polícia Civil.

Foto: Adriane de Melo/Reprodução

Usando um guarda-chuva para impedir que o rosto fosse filmado pela câmera, uma pessoa passa em frente ao estabelecimento comercial empurrando o carrinho. Após caminhar até metade da quadra, ela volta e abandona os gatos.

“A pessoa foi até a metade da quadra para ver se não tinha ninguém na loja ou no estacionamento ao lado”, conta o dono da pet shop, Adriani de Melo, em entrevista ao jornal Gazeta do Povo. “Quem deixou os gatinhos aqui sabia que tínhamos câmeras de segurança. Por isso usou um guarda-chuva para esconder o rosto”, completa.

Outros casos de abandono já ocorreram no local, porém, segundo Melo, nunca tantos animais foram abandonados de uma só vez. “A população sabe que nós oferecemos os cuidados necessários e deixam aqui na frente para cuidarmos e doarmos”, afirma.

Até a manhã de terça-feira (4), 14 gatos já tinham sido adotados. Os outros 5 aguardam adoção. De acordo com Melo, os animais não estão doentes, o que agilizou a adoção. “A única coisa que constatamos é que eles estão um pouco desnutridos. Mas todos os exames de doenças deram negativos”, explica. Ele lembra que os gatos precisam de vacinação e de boa alimentação para que se recuperem da desnutrição.

Interessados em adotar os gatos que ainda procuram um lar devem comparecer a Casa do Produtor, na Rua Engenheiro Rebouças, 1826, no bairro Rebouças.

Abandonar animais é crime previsto na Lei de Crimes Ambientais e tem como punição detenção de três meses a um ano, além de multa.


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Égua grávida desmaia de calor e exaustão ao ser obrigada a puxar carrinho no sol escaldante

Foto: Shirley P. Wilson
Foto: Shirley P. Wilson

Imagens comoventes mostram uma égua grávida “desabando no chão” depois de puxar um carrinho por horas do lado de fora do Estádio do Principado, em Cardiff (Inglaterra), sob o sol escaldante.

O animal, com idade entre três e quatro anos, ficou caído no chão por até três horas, enquanto lutava para superar a lesão potencialmente fatal e conseguir se erguer, na Westgate Street, às 19h de sábado.

Depois de ser examinada por um veterinário e receber vários baldes de água jogados sobre ela para que se refrescasse, a égua, que é um tipo de pônei endêmico da região, se recuperou o suficiente para ficar de pé e foi levada para o Santuário dos Salgueiros Sussurrantes, no sul do País de Gales.

A equipe do santuário disse que a égua esta se recuperando bem, mas permanece sendo monitorada.

Ao ser examinada por um veterinário, o profissional afirmou que ela estaria carregando um potro.

Dois homens, com idades entre 21 e 25 anos, foram presos pela polícia no local por acusações de suspeita de causar sofrimento desnecessário a um animal protegido. Ambos estão sob custódia policial.

Um porta-voz do santuário Whispering Willows, de Swansea, disse que espera que a égua se recupere completamente e que ela esta sendo monitorada tanto por funcionários do santuário quanto por veterinários independentes.

“Nós a levamos de volta na noite passada. Quando chegamos ela estava sofrendo de insolação”.

“Quando chegamos, a égua estava deitada no chão, ela ficou lá por cerca de três horas sem conseguir se levantar”.

“Normalmente, nessa situação, esfregamos um pouco de glicose nas gengivas, isso costuma dar um pouco de impulso aos animais”.

“Fizemos o que podíamos e conseguimos que ela se levantasse”.

“Nós a viramos de barriga pra cima e um veterinário a examinou e disse que suspeitava que ela estava carregando um potro”.

“Estamos esperançosos que ela se recupera totalmente, agora ela está em observação e tudo o que podemos fazer é esperar”.

A enfermeira veterinária aposentada, Jeanette Cook, foi uma das pessoas que ajudaram o animal no local do incidente, antes da chegada do pessoal do santuário.

Ela disse: “Eu estava dirigindo em Cardiff indo para um show com meu parceiro, quando nos deparamos com a cena triste”.

“O cavalo estava em péssimo estado. Alguém jogou um balde de água sobre ele, mas eu disse a eles que não fizessem isso porque estava tão quente que poderia fazer o animal entrar em choque”.

“As pessoas presentes tentaram ajudar e fazê-la ficar em pé, mas ela não tinha mais forças, não conseguia mover as pernas”.

“Foi simplesmente horrível.”

Um porta-voz da polícia disse: “A polícia do Sul do País de Gales respondeu a numerosos telefonemas relatando preocupação com o bem-estar de um cavalo em Westgate Street, Cardiff, pouco antes das 7 da noite de ontem.

“Ao chegar, os policiais descobriram que o animal desmaiou no meio da rua”.

“Junto ao público que permanecia no local tentando ajudar a égua, os oficiais cuidavam do cavalo enquanto faziam contato com o Santuário dos Salgueiros Sussurrantes, que subsequentemente chegou e assumiu a custódia do animal esgotado”.

É a segunda vez que o santuário é chamado para ajudar um cavalo durante o fim de semana da Páscoa.

Na sexta-feira, o grupo foi ajudar um animal em um estacionamento Lidl em Queensferry. Eles estavam voltando desse atendimento quando foram contatados sobre o incidente de Cardiff.

Desde que a égua foi encontrada na noite de sábado, centenas de mensagens de apoio inundaram as redes sociais em apoio ao animal e às pessoas que cuidaram dele.

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Família compra carrinho para cadela idosa que tem dificuldade para andar

Uma cadela de quase 11 anos de idade que tem dificuldade para andar ganhou um carrinho para que possa passear. Os tutores de Maggie decidiram comprar o carrinho para que a cadela não deixasse de sair de casa com a família, já que ela adora os passeios.

(Foto: Reprodução / Twitter / @TheGoldenRatio4)

Maggie é um dos cinco goldens retrievers tutelados pela família dela. Três deles são idosos e foram resgatados de situações de maus-tratos e abandono. Adotados, eles recebem amor e todos os cuidados necessários, deixando para trás todo o sofrimento ao qual já foram submetidos. As informações são do portal Incroyable.

Um vídeo da cadela sendo levada para passear dentro do carrinho emocionou internautas nas redes sociais. As imagens já alcançaram 44,7 mil curtidas e 705 mil visualizações. Confira abaixo:

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Condomínio exige que carrinho seja usado por tutora para transportar cão

Um condomínio residencial no município de Americana, no interior de São Paulo, exigiu que uma moradora transportasse o cachorro tutelado por ela no espaço entre o elevador e a rua dentro de um carrinho.

(Foto: Arquivo Pessoal)

A publicitária Cristiane Negrão, de 45 anos, teve que investir dinheiro na compra do carrinho para que pudesse sair do apartamento com Elvis, um cão sem raça definida, de porte grande, que pesa 25 kg. “Comprei o carrinho por R$ 400,00 e preciso pegar o Elvis no colo porque não sobe sozinho. Ele é muito comprido, fica com medo, senta e levanta, pula do carrinho. Também fica pesado para eu empurrar, subir e descer rampa de acesso. E isso tudo duas vezes por dia”, desabafa.

A moradora tentou negociar a situação com a síndica, mas não teve sucesso. “Estranhei quando me falaram que cachorro só no colo ou no carrinho. Quando senti o tamanho do problema, mandei um e-mail. Ela disse que iria falar com o conselho sobre entrar com o animal andando no chão, mas a resposta foi negativa. Falaram ‘se aparecer um xixi no elevador, vão culpar o cachorro’”, conta.

O advogado especialista em condomínios Rodrigo Karpat explica que a permanência de animais em prédios residenciais é legal, independentemente de raça ou porte. As informações são do portal R7.

“Obrigar o morador a circular exclusivamente com o cão no colo pode ser entendida, em casos extremos, como constrangimento ilegal. A punição é prevista no Artigo 146 do Código Penal”, explica Karpat, que lembra que a convenção, o regimento interno ou as assembleias podem regular o trânsito de animais nos condomínios desde que não contrariem a legislação.

A Constituição Federal, que deve ser priorizada, não proíbe a permanência de animais em apartamentos. “A convenção do condomínio é uma regra interna, sendo que uma pode ser diferente da outra. Mas, se o artigo conflita com a legislação, perde a validade”, afirma a advogada e consultora condominial, Priscilla Bitar D’Onofrio.

A síndica não quis conceder entrevista sobre o assunto. A tutora de Elvis, no entanto, pretende acionar a Justiça. “Eu tenho três anos de contrato, preciso resolver. Dar o cachorro? Jamais. Acho até que esse tipo de regra incentiva o abandono. Vou consultar um advogado e entrar na justiça”, conclui.

Faz parte das normas aceitáveis, o condomínio exigir que animais transitem pelo elevador de serviço, proibir a circulação de animais em áreas comuns, exigir que os moradores aguardem elevadores vazios quando estiverem acompanhados de animais, exigir a carteira de vacinação para atestar a saúde dos animais, colocar o uso de guia e coleira como algo obrigatório, assim como a focinheira para raças previstas em lei.

No entanto, não é aceitável que o condomínio proíba a presença de animais nos apartamentos devido ao porte, trate os animais de forma diferente de acordo com a raça, exija a circulação de animais apenas no colo dos tutores e restrinja de forma indiscriminada o número de animais na unidade.

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Supermercado faz ajuste em carrinhos para acomodar animais

Um supermercado na Itália foi além do que costumam fazer os estabelecimentos do ramo, que apenas fornecem produtos destinados aos animais, e promoveu ajustes nos carrinhos utilizados pelos clientes para que os animais pudessem ser acomodados durante as compras.

(Foto: Divulgação)

O Unes, como é o nome do local, dividiu os carrinhos pela metade, dando espaço para que animais de pequeno porte sejam colocados na parte da frente e as compras na parte de trás. As informações são do portal Mundo do Marketing.

A ideia do proprietário do estabelecimento surgiu após observar que os tutores de animais iam fazer compras e, devido à impossibilidade de entrar no supermercado com os cachorros, os deixavam amarrados na porta da loja.

Para dar mais comodidade aos tutores, que podem fazer as compras sem pressa e preocupação, e aos animais, foi criado, então, o ajuste que permitiu acomodar os cachorros no carrinho.

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Bode resgatado perde o movimento das patas traseiras devido a maus-tratos

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/FarmSanctuary
Reprodução/FarmSanctuary

Benedict foi um dos mais de 100 animais resgatados de um local que parecia mais um pesadelo: uma fazenda de um açougueiro no Hudson Valley em Nova York, que abrigava animais doentes, famintos e mergulhados na própria urina e fezes.

É um milagre que Benedict tenha sobrevivido, porém a época de maus-tratos ainda deve permanecer em sua memória, diz o The Dodo.

O bode “desenvolveu problemas neurológicos permanentes que dificultam sua locomoção,” escreveu no Facebook o Farm Sanctuary, a organização de resgate que acolheu Benedict em Nova York.

Quando Benedict foi resgatado, ele estava tão magro e fraco que entrou em colapso e as equipes de resgate descobriram que ele não era capaz de se manter sob suas pernas traseiras.

O bode foi capaz de ganhar alguma força, mas ele ainda precisava de ajuda. Assim, como os socorristas estavam determinados a lhe proporcionar uma vida feliz, lhe providenciaram um carrinho com rodas.

Reprodução/FarmSanctuary
Reprodução/FarmSanctuary

“Pensamos que seria mais fácil se ele tivesse a ajuda de um carrinho com rodas e esta semana ele chegou a experimentá-lo pela primeira vez”, escreveu o santuário.

Enquanto o bode ainda está se acostumando ao carrinho, ele já fez um progresso incrível, de acordo com o santuário. Porém, não se sabe por que as pernas de Benedict não funcionam muito bem.

“Há muitas explicações possíveis para os problemas de mobilidade, incluindo a paralisia causada pela artrite encefalite caprina (CAE), verme meníngea, trauma espinhal ou outro problema desconhecido”, de acordo com o santuário.

“Ele também tem uma tala e faz horas de fisioterapia para garantir que continue a construir o músculo conforme suas pernas melhoram”, adicionou.

Hoje, as pessoas que se importam com ele continuam a ajudá-lo se recuperar e, segundo o santuário, a condição de Benedict não o impediu de “brincar e de amar a vida”.

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Supermercado cria carrinhos de compras com compartimentos para animais‏

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: La Repubblica/Lucia Landoni
Foto: La Repubblica/Lucia Landoni

Animais são parte de nossas famílias – e estão ganhando cada vez mais espaços nos ambientes que antes eram frequentados apenas por humanos no dia a dia.

Um supermercado na Itália implementou uma ideia engenhosa que está mudando a maneira como as pessoas compram nessas lojas, ao criarem carrinhos de compras com espaço para cães.

Foto: La Repubblica/Lucia Landoni
Foto: La Repubblica/Lucia Landoni

Gianfranco Galantini, dono da loja Unes na cidade de Liano, disse que teve a ideia após ver tantos cães forçados a esperar do lado de fora enquanto seus tutores faziam compras. Suspeitando que as pessoas com animais iriam ter menos pressa e se sentiriam mais tranquilos se seus companheiros estivessem ao seu lado, ele decidiu tornar a vida deles mais fácil.

Foto: La Repubblica/Lucia Landoni
Foto: La Repubblica/Lucia Landoni

Há algumas semanas, o Unes começou a oferecer os carrinhos especiais. Cada um tem um compartimento que permite que cães de pequeno porte andem pela loja, e uma superfície plana na superfície para que eles possam ficar confortavelmente de pé ou sentados.

“Os tutores de pequenos cães agora podem evitar terem de deixá-los do lado de fora, de modo que tenham tranquilidade de pensamentos para aproveitar melhor todo o tempo de que dispõem para fazerem as compras”, disse Galantini ao La Repubblica. “A iniciativa acabou de ser lançada, mas nós já notamos o quanto os nossos clientes a apreciaram”.

Foto: La Repubblica/Lucia Landoni
Foto: La Repubblica/Lucia Landoni

Nos Estados Unidos, já é permitido a cães de pequeno porte entrarem em estabelecimentos como o Unes, sob a condição de que eles permaneçam sob controle do tutor. Mas esses carrinhos especiais não só estão facilitando isso, como também estão encorajando tutores a aproveitarem de seu direito de entrar na loja com os animais.

Os carrinhos são limpos após serem usados, para não causar estranhamento ou desconforto aos animais que irão usá-los em seguida, acrescenta Galantini. Embora ele admita que um cão latiu um pouco no começo, ele conta que o mesmo “se acalmou imediatamente” assim que começou a andar no carrinho.

De acordo com a reportagem, a ideia está fazendo sucesso, e pode vir a ser copiada em breve por outras lojas. A diretoria do Unes relata estar estudando a possibilidade de introduzir os carrinhos em outras lojas do país.

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Cão encontra bebê abandonado dentro de carrinho em Vila Velha (ES)

 Carrinho estava no meio da rua com bebê dentro, segundo moradores (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)

Carrinho estava no meio da rua com bebê dentro, segundo moradores (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)

Um cachorro encontrou um bebê de aproximadamente três meses abandonado no bairro Ulisses Guimarães, em Vila Velha (ES), na noite desta quinta-feira (13). Segundo a polícia, os moradores localizaram a mãe, que foi agredida. A menina estava dentro de um carrinho sujo e só não foi percebida porque as pessoas pensaram que o dono havia jogado o objeto no lixo. O fato só chamou atenção após o cão ficar cheirando o mesmo local por um tempo.

O Conselho Tutelar da cidade e a polícia foram acionados e o bebê foi levado para o abrigo do município. Segundo a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), a mãe foi levada para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha. “A mulher que acionou o Ciodes (Centro Integrado Operacional de Defesa Social) disse que o carrinho estava na rua, mas só desconfiou que havia algo estranho quando um cachorro começou a cheirar o local. Até então, haviam pensado que alguém havia apenas jogado um carrinho de bebê no lixo”, explicou o soldado Simões, da Polícia Militar.

Os moradores contaram aos policiais que a mãe e a avó da criança são usuárias de drogas. “Os moradores conseguiram descobrir quem é a mãe e ela foi agredida, conforme informações passadas por eles mesmos. Infelizmente, essa situação de abandono é uma total falta de valores humanos”, falou o soldado.

De acordo com a conselheira tutelar Maria Claudete Barbosa, a menina aparenta ter apenas três meses. “Nós vamos levá-la a um abrigo e depois comunicar toda história à juíza. Sabemos que a polícia já localizou a mãe, mas se não localizarmos nenhum outro parente que possa ficar com a criança, ela vai permanecer no abrigo. Aparentemente, o bebê está bem de saúde”, falou.

Fonte: G1

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Segundo estudo, chimpanzés têm brincadeiras diferentes entre machos e fêmeas

Um estudo realizado por estudiosos norte-americanos indica que, em condições naturais, os filhotes de chimpanzés tendem a escolher brincadeiras diferentes de acordo com seu sexo, como ocorre em geral com as crianças humanas. Embora tanto os jovens chimpanzés machos como fêmeas brinquem com galhos, as fêmeas o fazem com mais frequência e, eventualmente, tratam os gravetos como se fossem mães chimpanzés cuidando de seus bebês. O estudo foi publicado na edição de dezembro da revista Current Biology, uma publicação da Cell Press.

As descobertas sugerem, de acordo com os autores, que a tendência das meninas a brincar mais com bonecas que os meninos – um fenômeno observado de forma consistente em todas as culturas – não é apenas resultado de uma socialização estereotipada em relação ao sexo, mas é parcialmente proveniente de uma “preferência biológica”.“Essa é a primeira evidência em uma espécie de animal em condições selvagens de que machos e fêmeas brincam com objetos de forma diferente”, disse um dos autores, Richard Wrangham, da Universidade de Harvard.

Estudos anteriores com macacos também sugeriam uma influência biológica na escolha dos brinquedos. Brinquedos humanos estereotipados em relação ao sexo foram oferecidos aos macacos filhotes e as fêmeas preferiam as bonecas, enquanto os machos se mostraram mais aptos a lidar com os “brinquedos de garotos”, como caminhõezinhos.

As novas observações foram feitas durante 14 anos, com a comunidade de chimpanzés Kanyawara, no Parque Nacional de Kibale, em Uganda, por Wrangham e pela coautora do estudo, Sonya Kahlenberg, do Bates College, no estado do Maine.

Os cientistas descobriram que os chimpanzés utilizam galhos de quatro maneiras diferentes: como sondas para investigar buracos que possam conter água ou mel, como apoio ou arma em confrontos agressivos, em brincadeiras solitárias ou sociais e em comportamentos descritos pelos pesquisadores como “carregamento de galhos”.

Wrangham afirmou que, ao longo dos anos de observação, a equipe de cientistas percebeu que o carregamento de galhos era visto de tempos em tempos. Eles suspeitaram que as fêmeas reproduziam esse comportamento com mais frequência que os machos. O estudo comportamental mais detalhado agora confirmou essa suspeita.

“Pensamos que, se os galhos estivessem fazendo o papel de bonecas, as fêmeas fariam o carregamento de galhos com mais frequência que os machos e que elas iriam parar de fazer isso quando tivessem seus próprios bebês. Agora descobrimos que ambas as hipóteses estavam corretas”, disse Wrangham.

De acordo com os cientistas, durante as observações os filhotes fêmeas às vezes levavam seus galhos para ninhos diurnos onde ficavam descansando e, eventualmente, brincavam com eles de uma maneira que evocava as brincadeiras maternas.

Não está claro ainda se essa forma de brincadeira é comum entre os chimpanzés. Até agora, ninguém havia descrito o carregamento de galhos como uma forma de brincadeira, apesar do interesse considerável, entre os pesquisadores que trabalham com chimpanzés, pela descrição de uso de objetos.

“Isso nos faz suspeitar que o carregamento de galhos é uma tradição social que se disseminou na nossa comunidade e não em outras”, disse Wrangham.

Como o carregamento de galhos é raro mesmo entre os chimpanzés de Kanyawara, estudados por Wrangham e Kahlenberg, eles não têm certeza se pesquisadores que estudam outras comunidades poderiam relatar a ausência do comportamento.

Eles comentaram que as brincadeiras de chimpanzés são geralmente descritas de maneira precária, pois as comunidades desses animais são normalmente pequenas e com poucos filhotes ao mesmo tempo.

Se for descoberto que o carregamento de galhos é algo único dos chimpanzés de Kanyawara, será “o primeiro caso de uma tradição mantida apenas entre os filhotes, como as cantigas infantis entre os humanos”, de acordo com Wrangham. “Isso indicaria que as tradições comportamentais dos chimpanzés são mais parecidas do que imaginávamos com as humanas”, afirmou.

Fonte: Planeta Universitário

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