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Estudante de veterinária salva cão da morte induzida no último minuto

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/DoveLewisEmergencyAnimalHospital
Reprodução/DoveLewisEmergencyAnimalHospital

Um cão paralisado que seria induzido à morte foi salvo no último minuto por um estudante de veterinária. A jovem o visitou e descobriu um carrapato que causou sua condição extremamente rara.

Ollie o Sheltie, de Portland, Oregon, estava cada vez mais letárgico e fraco depois de voltar de um acampamento de férias e seu estado confundiu seu veterinário regular, informa o Daily Mail.

Os exames de sangue e raios-X não ajudaram a explicar a condição do animal e, após ele ficar totalmente paralisado e incapaz de comer, seus tutores, Al e Joelle Meteney, concordaram em provocar a morte induzida no cão de 10 anos, de acordo com ABC News.

Os Meteneys levaram Ollie para a emergência do Hospital de Animais DoveLewis e foi lá que Neena de Ouro fez uma descoberta surpreendente que salvou a vida do cão.

Como Ollie estava a apenas um minuto da morte, Golden decidiu confortá-lo e fez cócegas atrás de suas orelhas. Assim, ela encontrou o carrapato que estava causando os problemas de Ollie.

Embora Ollie tivesse usado uma coleira contra carrapatos durante a viagem, um dos parasitas resistiu, causando a “paralisia do carrapato”, uma doença potencialmente fatal.

Adam Stone, que estava supervisionando o procedimento, disse que a doença é muito rara.

“O médico entrou e lembrou que de ter ouvido sobre a doença na escola, “disse Al Meteney.

Agora, Ollie não está mais paralisado e está de volta com todas as suas quatro patas. “Ele está com os olhos brilhantes, ativo e perseguindo os esquilos ao redor”, completou o tutor.

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Cadela é queimada com óleo diesel no Parque São Sebastião

Uma cadela foi queimada nesse fim de semana, no Parque São Sebastião, zona leste de Ribeirão Preto.

De acordo com boletim de ocorrência, o proprietário do animal passou óleo diesel para tentar exterminar os carrapatos que infestavam a pele do animal e, com uma pinça, retirava os parasitas e os colocava num papel, onde ateava fogo.

Em determinado momento, a cadela se assustou e acabou por passar ao lado da chama, o que fez com que seu pelo se incendiasse. Com o animal em chamas, o tutor conseguiu levá-lo até uma torneira e apagou o fogo.

A cadela foi encaminhada a um hospital veterinário, onde foi medicada e liberada. O tutor compareceu à Central de Policia Judiciária espontaneamente para esclarecer os fatos. O caso foi registrado como abuso de animais.

Fonte: Jornal A Cidade

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Um em cada dez cães possui a Doença do Carrapato e o tutor não sabe

Campanha realizada pelo Hospital Veterinário Pet Care, que examinou gratuitamente 234 cães, constatou que um em cada dez animais possui a Doença do Carrapato e, em todos os casos, os tutores não desconfiavam que o animal estivesse infectado. “Como se trata de uma doença silenciosa, cujos primeiros sintomas aparecem quando ela está num estágio mais avançado, o resultado da campanha foi importante para que alertemos ainda mais os tutores da importância de realizar exames periódicos nos cães”, explica a Dra. Carla Berl, diretora da rede de hospitais.

Dos animais examinados, 9,4% foram positivos para Ehrlichiose ou Anaplasma, sendo que a maioria (81,8%) representada somente pela Ehrlichiose. Ou seja, das doenças que são transmitidas pelo parasita, a Erlichiose foi a mais diagnosticada pelos veterinários do Pet Care durante a campanha.

A doença

A Erlichiose pode ser uma doença silenciosa e destruir aos poucos, por exemplo, a medula óssea e rins de animais, podendo causar até mesmo uma meningite e ocasionar convulsões. Ela é, normalmente, transmitida por carrapatos que tiveram contato com animais doentes e que depois se instalaram em outros animais, sendo este um dos principais fatores de transmissão da doença do carrapato.

Os principais sintomas que cães infectados pela Erlichiose apresentam são febre, prostração, perda de apetite e hemorragias. Esses sintomas podem estar acompanhados de deficiência de plaquetas no sangue do animal, baixa de glóbulos brancos do sangue e também de hemácias. Podem ainda ocorrer urina com sangue, pneumonia, vomito e diarréia. E como os sintomas da Doença do Carrapato variam de animal para animal, ela também pode ser confundida com os da cinomose.

Após suspeitar da Doença do Carrapato, o médico veterinário deve esperar de 21 a 30 dias para fazer a coleta dos exames, a partir daí o diagnóstico será mais preciso. Esse período de tempo precisa ser respeitado, pois, na grande maioria dos casos, a doença não se manifesta imediatamente. Já a internação deverá acontecer apenas caso o animal seja diagnosticado com convulsão focal.

Prevenção

Os cuidados com os animais devem ser redobrados, principalmente, no inverno, pois é nesse período que os carrapatos se multiplicam com mais facilidade. Além disso, a doença pode ser transmitida não apenas em grandes áreas de matas e terrenos, mas, também, em parques, pet shops, hoteizinhos ou, até mesmo, no próprio lugar onde o animal mora.

“Podemos afirmar que a melhor maneira de prevenir a Erlichiose é levando o cachorro ou gato ao veterinário anualmente para realizar os devidos exames. Desta forma, poderá ser obtido o diagnóstico antes mesmo da doença se manifestar e o tratamento sendo mais eficiente, ou seja, o diagnóstico precoce é o melhor tratamento”, finaliza a diretora do Pet Care.

Sobre o Hospital Veterinário Pet Care

Fundado em 1990, o Hospital Veterinário Pet Care oferece a mais completa estrutura de atendimento clínico, cirúrgico e diagnóstico para pequenos animais. Seu corpo clínico é constituído por mais de 80 veterinários e especialistas altamente qualificados, com formação nas melhores escolas de Medicina Veterinária.

Com atendimento 24 horas para casos emergenciais, o hospital atende a diversas especialidades (entre elas cardiologia, neurologia, ortopedia, endocrinologia e dermatologia) e conta com equipamentos de diagnósticos de última geração, plano de saúde próprio (com direito a tratamento periodontal), salas de internação e Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A rede Pet Care possui quatro unidades na capital paulista: Morumbi, Ibirapuera, Pacaembu e Tatuapé.

Serviço:

Hospital Veterinário Pet Care

www.petcare.com.br

Unidade Ibirapuera: Av. República do Líbano, 270 – São Paulo

Unidade Pacaembu: Av. Pacaembu, 1839 – São Paulo

Unidade Morumbi: Av. Giovanni Gronchi, 3001 – São Paulo

Unidade Tatuapé: Rua Serra do Japi, 965 – São Paulo

Fonte: Segs

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A doença do carrapato é prejudicial aos cachorros

É sempre importante consultar um veterinário assim que o cachorro se mostrar apático, triste e diferente do normal
É sempre importante consultar um veterinário assim que o cachorro se mostrar apático, triste e diferente do normal

A doença do carrapato é uma das mais temidas pelos tutores de cachorros, pois, apesar de possuir tratamento e cura, os seus sintomas causam preocupação e a enfermidade também pode ser fatal para o animal. É também conhecida como hemoparasitose, se apresentando de dois modos, a erlichiose (ou erliquiose) e a babesiose. A babesiose age sobre os glóbulos vermelhos, enquanto a erlichiose ataca os glóbulos brancos do sangue, destruindo-os e afetando o organismo do cão infectado. O sintoma mais claro da doença do carrapato é, provavelmente, a depressão.

A enfermidade gera fraqueza, anemia, febre, perda de apetite, levando ao cansaço e ao desânimo.

A doença do carrapato é mais comumente transmitida através do rhipicephalus sanguineus, o conhecido carrapato marrom, que se aloja no corpo do cachorro e se alimenta de seu sangue. As duas formas da doença são causadas por agentes diferentes, e também podem acometer o cachorro juntas, agravando ainda mais o estado clínico do animal.

Raramente atinge gatos ou seres humanos, embora não seja impossível. É uma doença comum durante o verão, já que os carrapatos precisam de calor e umidade para se reproduzir. É comum confundir os sintomas da doença do carrapato com os sintomas da Cinomose, por isso é sempre importante consultar um veterinário assim que seu cachorro se mostrar apático, triste, prostrado e diferente do normal.

Transmissão

A doença é transmitida de um cão contaminado para um cão sadio através do carrapato. O principal vetor é o carrapato marrom (Rhipicephalus sanguineus). O parasita irá infectar os glóbulos brancos do sangue, ou seja, as células de defesa do organismo do cão.

Diagnóstico

O diagnóstico é difícil no início da infecção pois os sintomas são semelhantes a várias outras doenças, como a Cinomose, por exemplo. A presença do carrapato é relevante para a confirmação da suspeita durante a avaliação clínica. O diagnóstico pode ser feito através da visualização da bactéria em um esfregaço de sangue (exame que pode ser realizado na clínica veterinária) ou através de testes sorológicos mais sofisticados, realizados em laboratórios especializados. Quanto mais cedo for diagnosticada a doença, maiores são as chances de recuperação e cura.

Tratamento

O tratamento é feito à base de medicamentos, sobretudo os antibióticos (em especial a doxiciclina). Por vezes é necessária a complementação do tratamento com soro ou transfusão de sangue, dependendo do estado do animal. O tratamento pode durar de 21 dias (se iniciado na fase aguda) a 8 semanas (se iniciado na fase crônica). Vai depender da precocidade do diagnóstico, do quadro dos sintomas e a fase em que o animal se encontra no início do tratamento.

Fonte: Portal da Paulínia 

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Biólogo descobre nova espécie de carrapato após expedição pela África

O biólogo Tony Goldberg encontrou uma nova espécie de carrapato bem debaixo de seu nariz – literalmente.

Ao voltar de uma expedição profissional pela África, o norte-americano, que é professor de Medicina Veterinária na Universidade de Wisconsin, em Madison, notou que havia um corpo estranho em seu nariz.

(Foto:Reprodução/Treehugger)
(Foto:Reprodução/Treehugger)

Com a ajuda de uma pequena pinça e de um espelho, ele conseguiu retirar o bicho preso ao seu corpo e aproveitou para analisar o animal encontrado.

Em entrevista ao jornal Science Daily, Goldberg contou que, após análises, ele descobriu que o DNA do carrapato trazido da África em seu nariz nunca havia sido sequenciado.

Ele aguarda os resultados de sua pesquisa para confirmar detalhes sobre o novo integrante da espécie.

Fonte: Globo Rural

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CCZ suspeita que pit bull encontrada amarrada em árvore pode estar grávida

Foto: Reprodução/EP Ribeirão

A cadela da raça pitbull encontrada amarrada em uma árvore no bairro Ipiranga, em Ribeirão Preto, SP, foi encaminhada, neste sábado (12), para realizar exames de sangue que vão identificar o real estado de saúde do animal. Na segunda-feira (14), os veterinários também vão fazer uma ultrassonografia, para confirmar se a cadela espera filhotes.

Confira as fotos do animal

Depois de recolhida, a pit bull foi alimentada e banhada por funcionários do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). “Ela precisou ser medicada com carrapaticida, porque está muito debilitada. Os exames poderão confirmar se ela está com erliquiose – doença transmitida pelo carrapato”, diz a chefe do CCZ, Eliana Collucci.

O caso

A cadela foi abandonada na manhã de sexta-feira (11) e, segundo vizinhos, ficou amarrada à árvore por mais de 7 horas. Os moradores dizem não ter visto quem abandonou o animal, mas solicitaram o recolhimento pelo CCZ. Os pedidos teriam sido negados. O caso foi resolvido no início da tarde, quando a Associação Vida Animal (AVA) interferiu no caso e propôs uma parceria com o CCZ na responsabilidade pelo cão.

O abandono de animais é crime previsto pela lei n.º 9605/98. A pena para maus-tratos varia de três meses a um ano de detenção e multa. Para denunciar, ligue 181 ou (16) 3610-6067, na Delegacia de Proteção aos Animais.

Fonte: EP Ribeirão

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Você é o Repórter

Desabafo das capivaras

Flávio Lamas
cmpda.flavio@hotmail.com

Até uns dois anos atrás, vivíamos tranquilas, andando para todos os lados e muita gente que passava até nos achava simpáticas, pelo jeito meio desengonçado, meio bonachão. Na verdade, somos tranquilas, não incomodamos ninguém, vivemos nossa vidinha pacata há milhares de anos. E nem precisamos de muita coisa: basta ter água e capim para formarmos um pequeno bando, procriar e viver em paz.

Tudo ia muito bem até que chegaram uns homens agitados. Olharam, ficaram nos observando, com cara muita séria. Alguns deles fizeram um cercado grande, com folhas de zinco e estacas de madeira. Outros confeccionaram uma gaiola de tela, com uma passagem no meio. Muito esquisito e por isso ficamos longe olhando, desconfiadas. Mas até que esses homens pareciam bonzinhos, porque colocaram comida lá dentro pra nós. Era restos de verduras e legumes, uma delícia.

O estranho é que eles colocavam a comida e iam embora. Devagar fomos perdendo o medo e entramos. No primeiro dia comemos e não aconteceu nada. Depois de um tempo veio a surpresa: estávamos lá dentro e, sem esperar, uma porta fechou. Fomos trancadas. Foi um desespero. Eles nos enganaram! Confiamos neles e acabamos presas dentro daquele cercadão, limitando nosso espaço e restringindo nossa vida.

Mas assim mesmo as coisas iam bem. Éramos umas 30 no começo. Algumas brigavam e se matavam. Outras morreram naturalmente. Agora somos pouco mais de 10. O que mudou foi nas últimas semanas. Parece que está um zum zum zum enorme na cidade. Dizem que estamos com uma bactéria perigosa para os seres humanos, por causa de carrapatos. Oras, nós sempre tivemos carrapato, como qualquer animal da natureza. Esses bichinhos são complicados mesmo! Incomodam, mas basta ficarmos deitadas ao sol para os passarinhos virem bicá-los e comê-los. É um jeito natural de resolver esse problema.

Acontece que o buchicho na cidade está demais. Já vieram muitas pessoas aqui tirar fotografias. E também cinegrafistas de televisão. Não temos TV por aqui, mas parece que somos muito comentadas e aparecemos em vários canais. Andam dizendo que provocamos a morte de três pessoas. Se é verdade, não sabemos e ninguém pode ter certeza. Até hoje não fomos examinadas por nenhum veterinário. Quando temos uma doença, não é bom tirar um pouco de sangue e fazer exame? Ué, ninguém fez!

Disseram que a Prefeitura quer nos ver mortas. Os funcionários municipais que nos prenderam não deviam ter cuidado de nós nesses dois anos? Pois não cuidaram. Ficamos aqui ao abandono, com o mato crescendo, uma sujeira enorme. Se tivessem jogado carrapaticidade, talvez tudo isso não tivesse acontecido.

Mas também tem gente boa lutando por nós. Não deve ser fácil pra eles enfrentarem as autoridades. Devem sofrer muita pressão. Sabe como é… muitos por falta de consciência e outros por ganância estão acabando com o meio ambiente, derrubando as florestas, exterminando o habitat dos animais. Eles não pensam no futuro. Todas essas ações inconsequentes serão cobradas um dia.

Os nossos defensores estão lutando, mas as armas estão acabando. Já fizeram protestos, deram queixa na polícia, entraram com processo na justiça. Mas parece que na Prefeitura os técnicos e os políticos não se sensibilizam. Fazem-se de surdos e já avisaram que estão decididos a nos matar. O nosso destino está por um fio e só pedimos aos humanos que se lembrem que nós – como eles — também somos passageiros neste planeta!

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Ativistas aproveitam Carnaval para fazer campanha em defesa das capivaras

Foto: reprodução EP Campinas

Um grupo de  ativistas tem chamado atenção durante a programação de Carnaval em Campinas, carregando faixas que condenam uma decisão da prefeitura de abater 20 capivaras confinadas no Lago do Café há mais de dois anos.

Segundo um dos integrantes, o professor João Manuel Aguilera, o grupo é de ativistas “independentes”. As cinco pessoas já passaram por alguns pontos da cidade, como prefeitura e o próprio Lago do Café, sempre com as mensagens.

Aproveitando a concentração de pessoas no Carnaval, são facilmente achados nos eventos. Estavam presentes na abertura dos desfiles oficiais nesta sexta-feira (4) e acompanharam o bloco Tomá na Banda neste sábado (5).

Foto: reprodução EP Campinas

As faixas dizem frases como “As capivaras morrem, o carrapato fica” ou “O prefeito voltou atrás, nós não!!! Queremos as capivaras vivas”. A última em menção a decisão do prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT) de levar o assunto para uma segunda discussão.

Com a autorização do Ibama, a Prefeitura de Campinas deve fazer o abate das capivaras confinadas no Lago do Café há mais de dois anos até o fim de março. O motivo é porque elas são hospedeiras do carrapato-estrela, que transmite a febre maculosa.

Foto: reprodução EP Campinas

Com informações de EPTV Campinas

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Capivaras escapam e contagem é adiada em parque de Campinas (SP)

Trabalho de contagem dos animais deve ser retomado nesta quarta-feira. Foto: Estevam Scuoteguazza/AAN

A Prefeitura de Campinas enviou nesta terça-feira (01/03) um médico veterinário para o Lago do Café com o objetivo de levantar o número exato de capivaras existentes no local e, assim, responder sobre o  sumiço de seis roedores que estavam confinados.

O balanço do total de capivaras seria divulgado no final da tarde desta terça-feira (01/03), mas segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura a contagem não pode ser finalizada devido ao fato de alguns animais estarem fora da área de confinamento.

De acordo com a assessoria, o número exato será divulgado ainda nesta quarta-feira (02/03) após a averiguação do montante desses animais que estão fora do cercado de dois mil metros quadrados.

Em 2008, 20 animais foram confinados. Hoje, no local, apenas 13 animais estão fechados -uma das capivaras morreu de causas naturais na última sexta-feira (25/02).

O levantamento da quantidade real de animais foi solicitado por uma representação do Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais (CMPDA) junto a Delegacia de Proteção Animal da Polícia Civil que pede explicações do poder público sobre supostos maus-tratos contra as capivaras e o sumiço de alguns animais.

Na segunda-feira (28/02), a delegada Rosana Viscovi Mortari, da Delegacia de Proteção Animal, afirmou que como parte do inquérito já haviam sido ouvidos alguns funcionários do Lago do Café e outros ainda seriam interrogados.

Fonte: RAC

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Ativistas cobram posição da Câmara contra a matança das capivaras

Imagem: Reprodução EP Campinas

Entidades ambientalistas de Campinas, SP, ativistas vegetarianos independentes, e representantes do Conselho Municipal de Proteção de Defesa dos Animais fizeram um protesto ontem (28) à noite no Legislativo contra a matança de capivaras no Lago do Café. Eles também realizaram uma enquete para saber a posição dos 33 vereadores sobre o assunto. A maioria é contra o sacrifício, inclusive o líder de governo na Câmara, Francisco Sellin (PDT).

Dos 33 parlamentares ouvidos, 16 disseram ser contra a morte dos roedores e 14 afirmaram ser a favor de uma solução que impeça o massacre cruel e injustificável. Apenas três políticos não quiseram se posicionar sobre a polêmica: Jaírson Canário (PT), Sérgio Benassi (PC do B) e o presidente da Câmara, Pedro Serafim Jr (PDT).

Segurando cartazes amarelos, os vegetarianos usaram ainda faixas pretas na boca para protestar contra o uso da carne de animais na alimentação. Os cartazes traziam dizeres como: “matar é a solução de incompententes”, “O prefeito voltou atrás, nós não! Queremos as capivaras vivas”, e “O carrapato é o culpado e a capivara paga o pato? No final, os quase 30 manifestantes gritaram “Salvem as capivaras” com a sessão em andamento.

O grupo agora vai divulgar publicamente o resultado da enquete como os vereadores. “Fizemos isto porque os parlamentares precisam tomar uma posição”, afirmou Flavio Lamas, presidente do Conselho.

As informações são do jornal Correio Popular.

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Campinas (SP) decide nesta segunda-feira destino de capivaras

A Prefeitura de Campinas deve definir nesta segunda-feira o destino das 20 capivaras confinadas no Lago do Café, que viraram motivo de polêmica depois que administração pública manifestou intenção de sacrificar os animais. Diante das reações contrárias de entidades de proteção dos animais, o prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT) voltou atrás e pediu uma nova consulta ao Ibama, que é a favor da matança, para verificar se existe outra alternativa, com eficácia comprovada, para resolver o problema.

A delegada titular do setor de Defesa dos Animais, Rosana Mortari, abriu investigação na quinta-feira para apurar a denúncia feita pelo Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais sobre maus-tratos e a verificação da quantidade de capivaras no Lago, a fim de tentar evitar o sacrifício. Segundo a delegada, o objetivo é tentar inibir o abate.

Para a delegada, é possível que tenha alternativa ambiental correta.

“Não pode eliminar o animal por conta de ser hospedeiro do carrapato. Precisamos buscar uma solução visando a saúde pública, como, por exemplo, colocar os animais em um local adequado”, diz Rosana.

A polícia vai verificar se as capivaras estão recebendo os cuidados necessários para o confinamento, como abrigo, água, alimentação e castração, além de analisar a suspeita do sumiço de alguns animais.

De acordo com a delegada, serão feitos laudos do local e, se necessário, serão ouvidos os funcionários. O prazo da investigação é de 30 dias, mas pode ser estendido. A pena máxima, em caso de constatadas irregularidades, é de dois anos de prisão ou multa.

Ratificação

Técnicos da Secretaria de Saúde de Campinas se reuniram com representantes do meio ambiente e jurídico, na semana passada, com laudos e documentos de pesquisa feitos desde 2008, quando as capivaras foram confinadas, para discutir com o prefeito em exercício, Demétrio Vilagra, a recomendação do abate.

De acordo com a Secretaria de Sáude, o sacrifício dos animais é consenso entre os profissionais e o modo mais seguro de combater o carrapato-estrela, transmissor da febre maculosa, que se hospeda nas capivaras.

O sacrifício foi autorizado pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em janeiro. A Superintendência de Controle de Endemias do Estado de São Paulo (Sucen) ajuda a prefeitura no monitoramento e acompanhamento da infestação do carrapato no local e também no manejo ambiental.

Entre 2006 e 2008, três funcionários da prefeitura que trabalhavam no Lago do Café morreram com febre maculosa. O local, uma das principais áreas de lazer de Campinas, foi interditado por causa da infestação do carrapato-estrela. Na cidade, desde 1999, já foram registrados 75 casos, com 22 mortes.

Fonte: EPTV

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Prefeito de Campinas suspende o assassinato das capivaras do Lago do Café

Apelos de defensores de animais convenceram o prefeito a suspender o assassinato das capivaras. Foto: Gustavo Magnusson/AAN

O prefeito de Campinas, Helio de Oliveira Santos, através do twitter, suspendeu a realização do assassinato das cerca de 20 capivaras que estão confinadas no Lago do Café. ‘Falei com Secretário da Saúde e determinei a suspensão de ato radical até que o assunto esteja esgotado. Há anos confinadas! Documentar oficialmente a ação’, escreveu na rede social.

O prefeito postou no twitter o seguinte: ‘Decretar morte de Capivara é forma simplista de enfrentar problema da febre maculosa. Desafio para academia é como exterminar carrapato contaminado’. A decisão, que ainda não foi documentada oficialmente, responde ao clamor de entidades protetoras de animais que protestam contra as mortes.

O secretário de Saúde de Campinas, José Francisco Kerr Saraiva confirmou que nos próximos dois dias pretende se reunir com o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Superintendência de Controles de Endemia (Sucen), técnicos e pesquisadores para mais uma vez estudar alternativas. ‘Vamos buscar técnicas com eficácia comprovada, que não provoque danos ao meio ambiente nem coloque em risco a saúde dos seres humanos. Encontrando essa técnica ou alternativa, vamos discutir com o Ibama a suspensão do abate’, afirmou. Segundo o secretário, nesse momento ainda prevalece a decisão do Ibama, que autoriza o abate. A eutanásia tinha sido confirmada nesta sexta-feira (11/02) por ele e estava prevista para acontecer ainda este mâs.

O presidente do Conselho de Defesa dos Animais Flávio Lamas disse que se o posicionamento do prefeito estiver confirmado, irá cancelar o envio de uma liminar à Justiça Federal para tentar impedir o assassinato das capivaras. Segundo ele, o ato de protesto contra a eutanásia marcado para às 9h deste domigo (13/02) em frente ao Lago do Café, está mantido. Agora o ato será de conscientização sobre a importância de preservar a vida dos animais.

Com informações de RAC

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