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Vereador de Itajaí (SC) sugere matar capivaras para controle populacional

A sugestão cruel foi dada durante a aprovação de requerimento de outro vereador (Paulinho Amândio), que acusa as capivaras de transmitirem graves doenças aos humanos


O vereador Vanderley Dalmolin (MDB), de Itajaí (SC), sugeriu na terça, dia 29 de outubro, que as capivaras sejam mortas como forma de controlar o aumento populacional da espécie.

 

A sugestão se baseia nas justificativas  do requerimento nº 240/2019, do vereador Paulinho Amândio (PDT):  “Os riscos que a espécie traz à saúde dos munícipes por ser hospedeiro do carrapato-estrela, transmissor da febre maculosa, situação em que é relatado que mais da metade dos casos de infecção levam as pessoas a óbito”.

O vereador Vanderley disse: “A gente não consegue plantar mais, tem que ser tudo com cerca elétrica. Como no Rio Grande do Sul tem problema de invasão do javali, aqui podia trazer um projeto também para redução da capivara, sou a favor sim da matança. Desculpa o que estou falando para vocês aí, mas também está exagerado. Quer ver capivara tomando banho de piscina, vai lá na casa do meu pai, à noite elas vão tomar banho de piscina. Acho que tem que dar um fim nisso daí sim, um basta. Não matar tudo, porque tem que ter um pouco, mas redução, sim. Acredito que vai melhorar porque invasão de carrapato é grande”.

Vanderley disse ainda que pretende elaborar uma proposta de extermínio das capivaras semelhante a que determina a matança de javalis.

O vereador disse ainda que “não quer exterminar” a espécie e que defende os animais. Essa defesa, no entanto, é bastante contraditória, já que não assume qualquer compromisso com a garantia do bem-estar desses animais.

“Vou correr atrás do Ima (Instituto do Meio Ambiente de SC), do instituto ambiental de Itajaí para ver o que é possível, propor essa lei de castração ou tirar do habitat”, disse o vereador ao G1.

A Câmara deve solicitar informações sobre o controle populacional da capivara ao Instituto Cidade Sustentável (ICS), ao prefeito Volnei Morastoni (MDB), ao Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) e ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

Nota da Redação: a castração é a única via correta que deve ser considerada frente à necessidade de realizar o controle populacional de uma espécie. Matar capivaras, javalis ou qualquer outro animal é uma prática cruel e antiética que fere os direitos animais.


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Autorização para extermínio de capivaras gera críticas em Itatiba (SP)

A Secretaria Estadual de Meio Ambiente autorizou o extermínio de capivaras que vivem em um condomínio de Itatiba, no interior de São Paulo, após um morador morrer por febre maculosa – doença transmitida pelo carrapato-estrela, que tem a capivara como hospedeira. A medida cruel, no entanto, gerou críticas de moradores e levou órgãos de proteção animal a recorrerem ao Ministério Público.

“Em função deste óbito que ocorreu, em janeiro do ano passado, os órgãos estaduais determinaram que a gente, por ser agora uma área de transmissão de febre maculosa, fizéssemos o sacrifício de todas as capivaras do condomínio”, explicou à TV TEM o síndico José Augusto da Silva. Das cerca de 40 capivaras que viviam no local, 13 já foram mortas.

Foto: Reprodução/TV TEM

Uma das pessoas que é crítica da decisão da secretaria é a aposentada Sueli Fassio, que mora no condomínio há 22 anos. “Quando não tiver mais nenhuma capivara, os carrapatos vão continuar. Aí não vão poder jogar veneno nessa grama, porque vão matar os peixes e os gansos que temos aqui”, disse.

A castração e a esterilização são as práticas mais adequadas para solucionar o problema, segundo o médico veterinário Paulo Anselmo Felippe, que estuda manejos de capivaras. O especialista explicou que a bactéria permanece por apenas 15 dias no organismo do animal e, depois, não aparece nunca mais no sangue.

“Porque o sistema imunológico dela se organiza e ela não vai ter mais essa riquetsemia, essa bactéria circulando. Então, ela não infecta novos carrapatos. Sempre que a riquétsia circulou naquela população, você retira os animais e vêm novos, vai acontecer riquetsemia nesses novos, porque eles não tiveram contato anterior com a bactéria”, afirmou.

A diretora da Secretaria do Meio Ambiente,Vila Geraldi, discorda do veterinário e afirma que após a capivara ficar imune, os carrapatos infectados vão continuar transmitindo a doença pela picada.

Capivaras já foram mortas em condomínios fechados de outras sete cidades, segundo a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. O órgão argumenta que não é viável levar as capivaras para outros locais porque isso só mudaria a área de transmissão da doença.

“O critério é o do risco da saúde pública e esse critério é previsto na constituição federal e estadual. Embora ele seja um animal silvestre, que tem toda a proteção, se ele tem essa condição de risco à saúde pública, nós temos que analisar a situação e ver o que temos que fazer para que esse risco deixe de existir. Não podemos ignorar esse risco”, concluiu a diretora da Secretaria do Meio Ambiente.

Nota da Redação: com o crescimento urbano, seres humanos têm habitado, cada vez mais, regiões que eram originalmente ocupadas apenas por animais, como frequentemente acontece com condomínios fechados construídos em áreas verdes. Não é justo, portanto, que o animal, que já teve que se adaptar a um habitat desfragmentado graças à presença humana, tenha sua vida tirada. Além disso, o argumento de que transportar as capivaras para outros locais é inviável devido à mudança da área de transmissão da doença não se sustenta, já que basta levar esses animais para locais de mata, afastados de regiões urbanas. Matar esses animais é uma prática cruel, antiética e injustificável. 


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Animais domésticos podem contrair febre maculosa, diz veterinário

A febre maculosa, conhecida por contaminar seres humanos, também pode ser contraída pelos animais domésticos. A doença é transmitida através da picada do carrapato estrela contaminado pela bactéria Rickettsia rickettsii.

(Foto: Divulgação / Imagem Ilustrativa)

Ao picar e se alimentar do sangue, o inseto transmite a bactéria pela saliva. Por isso, segundo o médico veterinário Mario Sergio Augusto Junior, é importante proteger os animais. De acordo com o especialista, a doença permanece incubada no organismo até que os sintomas começam a surgir.

“Cães podem pegar o carrapato infectado na rua e em parques e por isso é importante que o cachorro esteja protegido. Existem coleiras, remédios e protetores que fazem essa função. Hoje, o mercado já dispõe também de exames que detectam rapidamente se o animal está infectado. São testes rápido de sangue, que levam de 10 a 12 minutos”, explica Mario Sergio.

Estimativas divulgadas pelo portal Meon dão conta de que uma única pulga é capaz de picar um animal mais de 100 vezes em apenas 24 horas. A cada 72 parasitas do tipo, 1 ml de sangue de cães pode ser consumido por dia.  

Os sintomas da febre maculosa em animais são: febre alta, rigidez, dificuldade para respirar, vômito, diarreia, edemas nas patas e no focinho, sangramento nasal, na urina e nas fezes.  

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Delegacia investiga em que condições as capivaras foram mortas em Campinas (SP)

A delegada titular do setor de defesa dos animais de Campinas, a 94 km de São Paulo, Rosana Mortari, instaurou, nesta quinta-feira (24), um termo circunstanciado para apurar em que condições foram sacrificadas as capivaras que estavam no parque do Lago do Café. O objetivo das investigações é saber se o sacrifício foi feito conforme as recomendações do Instituto Brasileiro do meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), uma vez que a delegada não foi avisada e, assim, não pôde acompanhar o processo.

A partir desse termo circunstanciado, a delegada deve chamar algumas pessoas para depor nos próximos dias e aguarda também o resultado dos laudos, que foram feitos no Lago do Café para concluir a investigação paralela sobre maus-tratos.

As capivaras que estavam confinadas no Lago do Café, em Campinas, foram sacrificadas no último dia 12, em uma operação que envolveu técnicos da Vigilância Sanitária e de setores da prefeitura municipal. O processo de eutanásia, realizado entre as 16h e 21h, foi realizado por pelo menos 25 pessoas. De acordo com a prefeitura, não foi divulgado com antecedência por se tratar de “assunto técnico, em que não é necessário avisar a população”.

Entre 2006 e 2008, três funcionários da prefeitura que trabalhavam no Lago do Café morreram com febre maculosa. O parque, uma das principais áreas de lazer de Campinas, foi interditado por causa da infecção do carrapato-estrela. Nos últimos dois anos, foram registradas sete mortes por febre maculosa na cidade.

No dia seguinte ao sacrifício, representantes do Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais de Campinas, do Peta, da Associação de Amigos dos Animais de Campinas (AAAC) e dos Ativistas Veganos Independentes usaram cruzes, cartazes e acenderam velas, para informar a população sobre a morte das capivaras.

No dia do sacrifício, pelo menos 30 pessoas, representantes do conselho e de outras entidades de proteção dos animais, foram até o Lago do Café, depois de serem avisados por moradores vizinhos sobre o caso. O grupo, no entanto, foi impedido de entrar pela Guarda Municipal, que chegou a jogar gás de pimenta, de acordo com o presidente do Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais.

Fonte: Globo

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Capivaras assassinadas em Campinas: pesquisador diz que exterminar carrapato-estrela é impossível

Especialista diz que o carrapato-estrela tem diversas “estratégias” de sobrevivência e seu extermínio é impossível

O extermínio do carrapato-estrela — transmissor da febre maculosa — do Lago do Café, como a Prefeitura de Campinas (SP) pretende, é praticamente impossível, segundo o pesquisador titular do Instituto Oswaldo Cruz e especialista em acaralogia, Nicolau Serra Freire. Autoridade internacional no tema, ele cita como exemplo o caso de uma região do Rio de Janeiro que recebeu parte do Jogos Pan-Americanos e onde um grupo de especialistas conseguiu apenas controlar o problema por um período de três anos. Autor de um artigo intitulado “Carrapato duro de vencer”, que trata sobre a espécie, ele afirmou que esse tipo de ácaro possui diversas “estratégias” de sobrevivência. Além disso, afirma que a ação desse bicho é “inespecífica”, pois ele se alimenta de qualquer animal, seja de sangue quente ou frio.

“Se você elimina as capivaras (hospedeiras do carrapato), eles vão picar outros animais, mesmo cobras e sapos. Eles também possuem um exoesqueleto muito avançado, o que lhes garante uma incrível resistência”, disse. O carrapato-estrela pode sobreviver dez dias totalmente submerso na água, por exemplo. “Ele diminui o metabolismo e possui uma estrutura que o permite guardar oxigênio. O fogo também não elimina as larvas, pois a pressão atmosférica formada com a temperatura do ar faz com que elas voem para fora das áreas de incêndio”, explicou.

A Prefeitura anunciou no início desta semana — após o sacrifício de 14 capivaras confinadas por causa do risco de febre maculosa — que vai abrir uma licitação dentro de duas semanas para contratar uma empresa para descontaminar e revitalizar o Lago da Café. Segundo o coordenador de Comunicação da Prefeitura de Campinas, Francisco de Lagos, o edital está em fase de elaboração. “Não será uma ação isolada, apenas de manutenção do espaço, mas uma ação conjunta. Será buscada uma empresa que tenha capacidade de realizar todas as ações de descontaminação. Agora entramos em outra etapa”, afirmou.

Serra Freire diz desconhecer qualquer empresa especializada na erradicação de carrapatos. “O que pode ser feito é montar um grupo de estudo para conhecer o ambiente em que esses carrapatos vivem e se reproduzem. Só então ele pode ser combatido, mas não eliminado. Uma medida para controlar é evitar circulação de animais de grande porte. Os estudos podem levar até um ano para ficarem prontos. Depois é que se começam as ações, que podem demorar até um ano para ter efeito.” Mesmo assim, ele considera que podem ocorrer casos de febre maculosa.

Fonte: RAC

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Delegada denuncia que capivaras sacrificadas deixaram filhote

Animal está desaparecido; Prefeitura nega e garante que machos e fêmeas foram separados no confinamento

A delegada do setor de Proteção aos animais, Rosana Mortari, informou nesta sexta-feira(18) que há suspeitas de que as capivaras confinadas no Parque do Lago do Café, em Campinas (SP) não tenham sido devidamente separadas, em grupos de machos e fêmeas, para prevenir a procriação antes do sacrifício. O motivo da suspeita é foi a localização de um filhote de capivara no parque.

A Justiça concedeu uma liminar impedindo que o filhote seja abatido, mas depois da decisão o animal não foi mais localizado.Há uma semana um grupo de animais foi submetido à eutanásia como medida recomendada por especialistas para conter a proliferação do parasita transmissor da febre maculosa, o carrapato-estrela.

A delegada Rosana Mortari abriu inquérito para investigar se os animais sacrificados com licença do Ibama sofreram maus-tratos. Segundo ela, foram encontrados alimentos velhos misturados a sacos plásticos no local onde as capivaras estavam confinadas.

Ainda de acordo com a delegada, a polícia deveria ter acompanhado a eutanásia para verificar se os animais foram sacrificados de acordo com as normas estabelecidas pelo Ibama, mas não teria sido avisada da data e horário do procedimento.

A prefeitura de Campinas informou que não reconhece as denúncias de maus-tratos e nem a presença de um filhote de capivara no local. Segundo a assessoria de imprensa do município, tudo foi feito de acordo com a determinação dos órgãos ambientais. Três funcionários do parque morreram por causa da doença e o local está fechado ao público há dois anos.

Fonte: EPTV

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Visita aponta maus-tratos a capivaras em Campinas (SP)

Animais se alimentariam de maneira inadequada e estariam machucados, diz médico veterinário

As capivaras confinadas no Lago do Café, em Campinas (SP), são vítimas de maus-tratos. A informação é do médico veterinário Roberto Luis Stevenson Prado, especialista em animais silvestres e exóticos, que fez ontem uma visita técnica ao local.

Os animais, que possivelmente são hospedeiros do carrapato-estrela, transmissor da febre maculosa, serão sacrificados em breve, conforme anunciou a Secretaria de Saúde semana passada. A intenção é que com a morte dos animais, o parque seja reaberto à visitação.

Capivaras confinadas no Lago do Café: indícios de maus tratos é apurado. Foto: Pedro Amatuzze/ TodoDia.

No local, três funcionários morreram de febre maculosa desde 2008, época em que os roedores passaram a ficar confinados.
De acordo com Prado, entre o alimento consumido pelos animais podiam ser encontrados pedaços de plástico, garrafas pet e pão embolorado. A água no local onde os animais vivem e que é consumida por eles está suja e muitas das capivaras estão feridas.

“Isso revela que existem falhas evidentes na forma de manejo desses animais”, disse.

Machos e fêmeas

Durante a vistoria, Prado disse ter visto 13 capivaras, mas um funcionário do parque informou que uma 14ª estaria escondida.

Prado afirmou ainda que existem capivaras machos e fêmeas vivendo na mesma área de confinamento, o que poderia aumentar o risco de contágio da febre maculosa, pois na vistoria de ontem foram constatados indícios de que animais nasceram recentemente no local. “A informação inicial que eu havia recebido era de que os animais estavam separados por sexo”, disse.

O veterinário esteve no local com uma ordem da Delegacia de Proteção aos Animais e acompanhado de Marisa Galvão, secretária do Conselho Municipal de Defesa dos Animais. Segundo Prado, hoje ele deverá estar de volta ao Lago do Café para realizar a captura das capivaras e verificar se elas estão realmente servindo como hospedeiras para carrapatos-estrela.

“No tempo em que permaneci lá ontem não vi nenhum carrapato”, afirmou. O veterinário irá elaborar um relatório a ser encaminhados à Polícia Civil sobre as condições dos animais.

Marisa destacou que fotografias tiradas durante a vistoria técnica de ontem serão encaminhadas ao Conselho Municipal de Defesa dos Animais e a ONGs (organizações não-governamentais).

Por meio de sua assessoria de imprensa, o DPJ (Departamento de Parques e Jardins) da Prefeitura de Campinas, órgão responsável pela administração do Lago do Café, informou que as capivaras são mantidas em condições adequadas.

Fonte: Todo Dia

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Prefeitura de Campinas decide pelo assassinato das capivaras

(da Redação)

Há duas semanas, após os técnicos da Secretaria de Saúde anunciarem que as capivaras seriam mortas, o prefeito de Campinas (SP) Hélio de Oliveira Santos informou, pelo twitter, a suspensão do assassinato dos animais, por considerar essa ação ineficaz no combate à febre maculosa.

Mas o prefeito em exercício, Demétrio Vilagra (PT), disse agora há pouco que a autoridade sanitária do município decidiu pelo abate das 20 capivaras confinadas no Lago do Café, na região do Parque Taquaral – fechado desde 2008  à visitação pública em razão do risco de contaminação por febre maculosa – doença transmitida pelo carrapato-estrela, que utiliza as capivaras como um dos hospedeiros.

“Não se trata de matar as capivaras, mas de devolver o parque para a população”, justificou Demétrio.

Entidades ligadas à defesa dos animais condenaram a decisão e lançaram uma petição para impedir essa prática cruel contra as capivaras. O Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Natuais) autorizou o assassinato.

Nota da Redação: A justificativa do prefeito em exercício, Demétrio Vilagra (PT), é de uma falta de consciência extrema. A decisão demonstra que o município não combate a doença,  mas mata o doente.  Imagine se adotassem a mesma política de saúde para as pessoas com doenças contagiosas… O raciocínio é o mesmo. Onde está o prefeito Hélio de Oliveira?

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