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Bar vegano faz campanha de doação de lanches em São Paulo

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Segundo pesquisa divulgada em 20 de junho pela Associação de Bares e Restaurantes (Abrasel), a crise causada pela pandemia deve fechar pelo menos 40% dos bares e restaurantes de São Paulo, além de ter causado uma queda de 80% no faturamento desses pequenos negócios com atendimento por delivery.

Na tentativa de manter o negócio de pé, o Animália Vegan e Bar já se reinventou diversas vezes, tendo lançando no dia 20 de julho uma campanha de doação de lanches, por meio da qual a mão de obra da cozinha é revertida na produção de lanches distribuídos para pessoas em situação de rua através da contribuição dos clientes.

“É uma forma de levar alimentação para quem precisa através de nosso trabalho, ajudando também a cobrir parte de nossos custos fixos. Contribuindo com essa ação, as pessoas ajudam duas vezes, mantendo o trabalho de um pequeno negócio e levando alimentação vegana para quem tem fome”, diz Talita Coimbra, responsável pela cozinha e administração do Animália.

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As contribuições são feitas através da plataforma de vaquinha virtual do Abacashi. A cada contribuição de R$16,00, um lanche e uma água são distribuídos, tendo também a opção de contribuir com 10 lanches ou comprar as contribuições na quantidade de vezes desejada.

Para contribuir, basta acessar o link do Abacashi, que também fica disponível na página do Instagram do bar. As contribuições podem ser realizadas até 09 de setembro de 2020, quando a campanha será finalizada. A distribuição dos lanches é feita semanalmente pela equipe do Animália e divulgada nas redes sociais do bar.

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Serviço

Link para doação: https://abacashi.com/p/apoieoanimalia
Instagram: https://www.instagram.com/animaliaveganebar/
Facebook: https://www.facebook.com/animaliaveganebar/

Animália Vegan e Bar – Rua Augusta, 520 – Consolação – São Paulo – SP.
Horários de atendimento durante a pandemia no delivery: quarta a sexta-feira: 18:00 às 22:00hs. Sábados: 12:00hs as 22:30hs.

Telefones para contato: (11) 2337 5929 / (11) 95817 1196 (Bruna Demari).
E-mail: animaliaveganebar@gmail.com


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Tartarugas, arraias e peixes mortos são encontrados presos à rede de pesca

Os animais foram encontrados em uma área de proteção ambiental. Cinco tartarugas sobreviveram e três, que apresentavam sinais de afogamento, precisaram ser resgatadas


Tartarugas, arraias e peixes foram encontrados mortos presos a uma rede de pesca na Praia de Camburi, em Vitória (ES). Os animais foram localizados por ambientalistas na quinta-feira (12).

Foto: Divulgação/Projeto Pegada

O caso aconteceu em uma região denominada Baía das Tartarugas, que começa na Praia de Camburi e vai até a Terceira Ponte. O local é uma área de proteção ambiental marinha, a primeira de Vitória.

“Foi uma sensação de tristeza. O pessoal da canoagem havaiana passou pra gente também sobre a tristeza que eles ficavam, de ter aquele animal morto nas mãos, um animal que quase entrou em extinção, um ser vivo que é pré-histórico. Realmente é muito triste”, afirmou ao G1 o ambientalista João Guilherme Damm.

A região onde os animais foram encontrados mortos foi batizada de Baía das Tartarugas por conta da presença constante desses animais no local.

“Infelizmente isso acontece todos os dias”, lamentou João Guilherme.

Foto: Divulgação/Projeto Pegada

Foram encontradas cerca de 15 tartarugas presas à rede. Cinco estavam vivas e duas puderam ser devolvidas à natureza imediatamente. As outras três sobreviventes precisaram ser resgatadas para receberem cuidados. Elas foram levadas para o Centro de Reabilitação de Animais Marinhos.

As tartarugas resgatadas serão mantidas em observação porque apresentaram sinais de afogamento. Elas estão sendo medicadas.

Os corpos dos animais que morreram serão submetidos a exames para que se tente descobrir a causa das mortes.


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Destaques, Notícias

Matança de cães para consumo chega ao fim em Seul

Foto: World Dog Alliance
Foto: World Dog Alliance

Esta semana, as três últimas lojas de vendas de carne de cachorro em Seul, na Coreia do Sul, assumiram o compromisso de não mais matar cães na cidade. Embora essas lojas tenham desativado seus matadouros locais, elas ainda podem vender carne de cachorros mortos em outras partes do país. Mesmo assim, é uma grande vitória o fechamento dos matadouros de Seul.

A medida ocorre após uma campanha de um ano do prefeito de Seul, Park Won-soon, e do governo metropolitano de Seul para encerrar a prática e foi muito bem recebida pelo grupo de direitos animais Humane Society International (HSI) Coreia. A ONG trabalha na Coreia do Sul desde 2015 para acabar com o comércio de carne de cachorro.

“Estou muito feliz por ver as últimas lojas de carne de cachorro restantes de Seul terminarem com a matança de cães. Embora essas lojas ainda possam vender carne de cachorro [mortos em outras regiões], é maravilhoso ver a Coreia do Sul dar um passo adiante nesta indústria agonizante com a qual a maioria dos coreanos não quer nada”, disse Nara Kim, gerente de campanha de carne de cachorro da HSI Korea.

“Isso me dá esperança de que o futuro da Coreia do Sul seja totalmente livre de carne de cachorro. A HSI Coreia continuará trabalhando com o governo e apoiando os fazendeiros que não querem mais trabalhar no comércio de carne de cachorro, para que um dia possamos celebrar o fechamento do matadouro final de cães da Coreia do Sul”.

Com a ajuda da HSI Coreia, o mercado de carne de cachorro Gupo – um dos maiores mercados desse gênero da Coreia do Sul que fica em Busan – fechou suas 19 barracas em julho e está atualmente sendo transformado em um parque público.


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Dublin é declarada a capital da culinária vegana em 2019

Foto: Positiffy - stock.adobe.com
Foto: Positiffy – stock.adobe.com

Uma pesquisa recente feita pela empresa de marketing de mercado, Hayes e Jarvis, com base nos dados do site TripAdvisor das 50 cidades mais visitadas do mundo, mostra que Dublin teve a maior presença de restaurantes veganos em 2019, com 21,2% de seus restaurantes classificados como veganos ou oferecendo produtos à base de vegetais como opções no cardápio.

O veganismo registrou um aumento constante na Irlanda, com mais e mais consumidores optando por opções baseadas em vegetais. A venda de leites de origem vegetal aumentou acentuadamente após o Veganuary (campanha inglesa que estimula as pessoas a praticarem uma alimentação vegana por 31 dias, no mês de janeiro) no início deste ano, com um aumento de 40% nas vendas de alternativas de leite à base de vegetais em janeiro em comparação a 2018. Além disso, a venda de embutidos e hambúrgueres à base de vegetais aumentou em 35%.

Shane Ryan, fundador e CEO da startup irlandesa FIID (uma startup vegana irlandesa de sucesso, nos disse ao Vegconomist que não está surpreso com os novos dados: “Dublin é uma cidade jovem – para uma cidade de apenas 1,3 milhão de pessoas, possui mais de 120 mil estudantes universitários e conta com milhares de jovens de todo o mundo atraídos por empregos bem remunerados em gigantes globais de tecnologia como Google, Facebook, Linkedin, Airbnb etc. Os dados mostram que a tendência por alimentos à base de vegetais é amplamente impulsionada pelos millennials e pela Geração Z, portanto, quando você mescla uma maior conscientização global questões climáticas e abertura a novas ideias em uma cidade movida por jovens, você recebe um ambiente perfeito para mudanças culturais.

Foto: Infografico Statista
Foto: Infografico Statista

“Os clientes são extremamente firmes quando os restaurantes e cafés não atendem às suas necessidades, eles simplesmente vão para outro lugar, o que significa que toda a indústria respondeu a isso com menus mais variados, oferecendo opções para clientes veganos e vegetarianos e respeitando também o crescente número de flexitaristas. Curiosamente, notei um aumento de cafés e restaurantes realmente querendo mudar para uma maneira mais sustentável de fazer as coisas – isso inclui mais opções veganas, mas se estende também a embalagens mais sustentáveis, incentivando reutilizáveis e separando resíduos, por exemplo”, disse o empresário.

“Isso também levou a um grande aumento no número de restaurantes veganos em primeiro lugar, e apenas veganos na cidade, principalmente nos últimos 12 a 18 meses. Somente no distrito 7 de Dublin, temos o Kale + Coco, o Beo Wine Bar and Kitchen, a Woke Cup, o The Planted Bean, o Peel e o V-Face, todos oferecendo cardápios veganos exclusivos para os clientes.

“Como proprietário de uma empresa em Dublin, é incrível fazer parte dessa revolução e sei que devo grande parte do nosso sucesso inicial às empresas veganas que vieram antes de nós. Empresas como The Happy Pear (agora um fenômeno global) realmente quebraram o molde do que significa comer de forma vegana e educaram os consumidores sobre os benefícios desse tipo de alimentação, além de dissipar seus medos. Lançamos nossa linha de tigelas à base de vegetais no varejo na Irlanda em janeiro deste ano e tivemos um crescimento explosivo nesse curto período de tempo, servindo mais de 150 mil refeições. Estamos empolgados com o que virá a seguir e esperamos fazer parte da história vegana aqui e além”, conlcuiu.

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Jornalismo cultural, Notícias

Arraial Vegano da Zona Leste de SP oferece comida de boteco no dia 21

Por David Arioch

No dia 21 (domingo), das 12h às 19h, o Sindicato dos Metroviários de São Paulo, no Tatuapé, vai ser cenário do Arraial Vegano da Zona Leste, realizado pelo Vegan Club Solidariedade Animal.

Evento vai ser no Sindicato dos Metroviários de São Paulo, no Tatuapé (Fotos: Divulgação)

No arraial os visitantes vão encontrar inúmeras opções de comida de boteco, produtos de higiene pessoal e beleza, moda, acessórios, feirinha de adoção, atrações musicais, espaço para crianças e correio elegante.

“Teremos feijoada, espetinhos, sanduíches, salgados, doces, cervejas, quentão e vinho quente”, informa o Vegan Club, acrescentando que tudo será livre tanto de ingredientes de origem animal quanto de testes com animais.

A organização do evento pede, se possível, que os visitantes levem ração e roupas de inverno para doação. “Vamos distribuir para animais e pessoas em situação de vulnerabilidade. É importante também trazer copo”, informa. A entrada é gratuita.

Endereço

Sindicato dos Metroviários – Serra de Japi, 31, esquina com a Radial Leste – entre as estações de metrô Carrão e Tatuapé.


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Atriz Kim Basinger protesta contra consumo de carne de cachorro na Coreia do Sul

Um ativista pelos direitos animais segura um filhote morto em frente ao Parlamento da Coreia do Sul, na capital Seul, na sexta-feira (12), pedindo o fim da indústria de carne de cachorro.

Foto: Reprodução / CNN

A poucos metros de distância, um grupo de criadores de cães come carne de cães explorados para consumo, alegando que é sua tradição e sustento.

Dezenas de policiais separam essas duas faces nitidamente contrastantes da Coreia do Sul – imagens evocativas de uma prática de décadas de exploração de cães para consumo humano.

No protesto, a atriz norte-americana Kim Basinger se juntou a ativistas do grupo de direitos animais Last Laise for Animals (LCA) para lutar contra o comércio de carne de cachorro no chamado “dia da carne de cachorro” ou “Boknal”, data em que a carne era tradicionalmente consumida no país.

Durante décadas, a Coréia do Sul enfrentou críticas sobre o tratamento dado aos animais e sobre o costume do país de consumir carne de cachorro. Ativistas dos direitos animais sul-coreanos têm estado na vanguarda da tentativa de encerrar o comércio.

Agora, está sendo proposto um projeto de lei que quer proibir a matança de cães para consumo.

Foto: Reprodução / CNN

Segurando um corpo de cachorro morto para as câmeras, Basinger disse: “às vezes as imagens falam mais de 1.000 palavras do que as nossas vozes”. Basinger há muito faz campanha pelos direitos animais, mas esta é sua primeira vez na Coreia do Sul. Ela foi ao país para somar forças para pressionar os legisladores a angariar apoio ao projeto.

“Eu acho que o governo vai ter que não fechar os olhos e realmente chegar a soluções como esta”, disse ela. “A Coréia do Sul vai ser a líder disso, será conhecida por isso”, completou.

O deputado sul-coreano Pyo Chang-won está fazendo pressão para aprovar o projeto de lei que tornaria ilegal o assassinato de cães e gatos, mas ele reconhece que só tem apoio da minoria na Assembléia Nacional.

Foto: Reprodução / CNN

Pyo disse que tem o apoio do Presidente Moon Jae-in – que é conhecido por ser um amante de cães e adotou um cão de abrigo quando chegou ao poder -, mas afirmou que essa não é uma política oficial do partido de Moon e, por isso, os legisladores podem tomar decisões individuais.

“Muitos dos congressistas estão em áreas rurais onde existem fazendas de cães e eles estão sob pressão para não falar sobre o projeto, para não apoiar a lei e não permitir que a lei chegue à mesa”, disse ele à CNN.

Basinger se reuniu com legisladores e governadores locais na esperança de levar o projeto adiante. Chris DeRose, fundador da LCA, dirigiu-se a ele na sexta-feira (12) declarando que “a Coreia do Sul não está mais sozinha, isso é um movimento global”. As declarações foram abafadas pelo campo adversário e o parlamento recebeu críticas de agricultores favoráveis à matança de cães.

Foto: Reprodução / CNN

A Humane Society International (HIS) disse que em 2016 cerca de 2 milhões de cães estavam sendo mantidos em cerca de 17 mil instalações na Coréia do Sul, mas houve mudanças desde então. No ano passado, o maior matadouro de cães do país foi fechado por autoridades locais em Taepyeong, em uma cidade satélite de Seul. De acordo com a HIS, milhares de cães foram mortos por eletrocussão a cada ano nesta instalação e seus restos mortais foram vendidos para consumo.

No início deste mês, o mercado de carne de cachorro Gupo, na cidade de Busan, uma das maiores do sul do país, foi fechado com a ajuda de seu prefeito, Oh Seo-don. Ele disse publicamente aos moradores de Busan: “Acho que vocês são pessoas que têm uma filosofia de respeitar a vida. Sem essa filosofia, isso nunca poderia ser feito”.

Para aqueles que apoiam a indústria de carne de cachorro, esses fechamentos geram grande preocupação.

Fonte: CNN


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Cidade indonésia mata mais de 13 mil cães por mês para consumo

Foto: DMFI
Foto: DMFI

Imagens de vídeo fortes e chocantes capturadas em matadouros na capital da Indonésia, Surakarta, localizada no centro da ilha de Java, conhecida também como Solo, mostram os animais sendo espancados e feridos para sangrar até a morte enquanto ainda estão conscientes.

As imagens foram capturadas pela coalizão Dog Meat-Free Indonesia (DMFI) durante uma investigação secreta, que revelou que cerca de 13.700 cães são pegos das ruas ou roubados em Java todos os meses.

Lola Webber, da Fundação Change For Animals, disse: “Os cães são capturados nas ruas e roubados das casas das pessoas para serem levados em longas viagens, muitas vezes que duram dias, embalados em caminhonetes ou em sacos de juta, suas bocas amordaçadas ou amarradas assim eles mal podem respirar.

“Eles são então levados para matadouros imundos, onde observam os outros serem mortos enquanto esperam sua vez, tremendo de medo. O olhar deles está assombrando, as paredes salpicadas de sangue são inesquecíveis.

As últimas investigações da DMFI sugerem que Solo é um epicentro de grande parte do comércio que opera na ilha mais populosa da Indonésia.

Isso tudo ocorre apesar de uma diretriz do governo central do país em vigor desde setembro, que pediu aos governos locais para combater os negócios de carne de cães e gatos.

A DMFI lançou uma campanha em 2017, liderada pelo comediante britânico Ricky Gervais e apoiada por outras celebridades, para acabar com o consumo de carne de cachorro.

A campanha pediu ao governo indonésio que proibisse a venda e o consumo da carne devido a crueldade contra os animais e a razões de saúde pública.

Acredita-se que apenas 7% da população indonésia consuma carne de cachorro, e muitos acreditam ingnorantemente que ela oferece benefícios especiais à saúde, como aumentar o desempenho sexual dos homens.

Mas os ativistas alertam que comer carne e cachorro representa um risco de contaminação por raiva ou outras doenças.

As investigações recentes de DMFI agora levaram Solo a elaborar uma legislação para proibir a venda de carne de cachorro, segundo a ABC. Espera-se que as restrições entrem em vigor no próximo ano.

A região de Karanganyar, em Java, também se comprometeu a acabar com o comércio de carne de cachorro na região, segundo a DMFI.

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Goiânia (GO) torna-se a segunda capital do Brasil a proibir o foie gras

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A cidade de Goiânia, capital do estado de Goiás, tornou-se a 2ª capital brasileira a proibir a produção e a venda de produtos feitos através da alimentação forçada de animais. Este é o método utilizado para se produzir o foie gras, no qual patos e gansos são submetidos à alimentação forçada para aumentar o tamanho dos seus fígados.

A produção de foie gras envolve normalmente forçar-se um tubo de metal pela garganta dos patos e gansos para alimentá-los com quantidades anormais de grãos. O processo causa uma patologia chamada esteatose hepática, também conhecida como fígado gorduroso ou fígado gordo, uma condição caracterizada pela presença anormal de grandes quantidades de gordura dentro das células. O tamanho dos fígados das aves torna-se 6 a 10 vezes maior do que o seu tamanho normal. A alimentação forçada pode também causa dificuldades de respiração e locomoção, contusões dolorosas, lacerações, feridas ou ruturas nos órgãos. As aves sofrem também com medo e stress durante esta prática. Algumas quintas industriais de foie gras confinam as aves a gaiolas pequenas nas quais não se conseguem virar ou esticar as asas.

A Dra. Sandra Lopes, gerente de políticas alimentares da Humane Society International (HSI) no Brasil, disse: “Poucas pessoas gostariam de comer uma parte de um animal doente, mas no caso do foie gras, os consumidores comem o próprio órgão doente. As fazendas industriais produzem isto através da alimentação forçada de patos de uma maneira tão intensa que os seus fígados tornam-se doentes e aumentados. Isto provoca uma enorme quantidade de sofrimento. Damos os parabéns aos vereadores e ao prefeito de Goiânia por proibir este abuso.”

Vários países proibiram já a produção de foie gras, como por exemplo, a Alemanha, Israel e a Polónia. No ano passado, a cidade de São Paulo foi a primeira cidade no País a aprovar a proibição da venda e produção do foie gras. Outras cidades – como Sorocaba, Blumenau, Santa Bárbara D’Oeste e Aparecida – seguiram o seu exemplo.

Fonte: The Uni Planet

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São Paulo já é considerada a capital vegetariana do país

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O número de pessoas que optou pela ética alimentar do veganismo ou vegetarianismo cresceu bastante nos últimos anos em São Paulo. Para suprir as necessidades desses novos veganos, o mercado vai se adaptando à situação criando novas opções.

Foto: Reprodução/Globo Vídeos
Foto: Reprodução/Globo Vídeos

Com tanta procura e tanta gente nova na cidade, São Paulo já é considerada a capital vegetariana do país.

Veja a reportagem completa aqui.

Fonte: Antena Paulista

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Home [Destaque N2], Notícias

Goiânia é a 1ª capital do Centro-oeste a proibir ‘espetáculos’ com animais

Por Renata Takahashi (da Redação)

Um Vídeo intitulado "Circo Zanchettini: Situação real dos animais", postado no perfil Ubasti Vegana mostra jaula de tigre explorado no picadeiro. (Foto: Reprodução/ Youtube)
Um vídeo intitulado “Circo Zanchettini: Situação real dos animais”, postado no perfil Ubasti Vegana mostra jaula com tigre explorado para entretenimento humano. (Foto: Reprodução/ Youtube)

Foi com grande alívio e imensa alegria que a Agência de Notícias de Direitos Animais (Anda) recebeu a notícia de que a cidade de Goiânia, capital de Goiás, proibiu ‘espetáculos’ com animais. A informação chegou através de mensagem do Diretor Geral da Associação pela Redução Populacional e Contra o Abandono de Animais (ARPA Brasil),  Alexander Noronha. Assim, Goiânia é a 1ª capital do Centro-oeste a adotar o veto às apresentações públicas que exploram animais. E a medida pode inspirar outros municípios a seguir o mesmo caminho. A tendência mundial que está brotando, contra o uso de animais para fins de entretenimento, parece estar chegando ao Brasil. Mas é bom lembrar que nada acontece por acaso.

De acordo com uma matéria publicada pelo jornal O Popular nesta quarta-feira, 12,  a Lei municipal 9278/13, que proíbe ‘espetáculos’ com animais, foi sacionada na última sexta, 07, pelo prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT).

“Uma das principais missões da ARPA Brasil é a implementação, formulação e fiscalização de políticas públicas para os animais. Portanto, não podíamos permitir que na cidade de origem da entidade ainda fossem permitidas apresentações de animais em circos. Ficamos muito felizes com essa vitória”, disse Noronha à Anda. A vitória é fruto de diversas ações e acontecimentos anteriores.

No ano passado, a ARPA Brasil entregou à Câmara de Goiânia um abaixo-assinado pedindo a proibição dos animais em circos. Antes disso, o Ministério Público de Goiás havia instaurado um inquérito para investigar o Circo Zanchettini, que mantinha uma leoa, um leão, um tigre, uma lhama, cavalos e cachorros. Na ocasião, o promotor Marcelo Fernandes Melo, reclamou da ausência de legislação estadual e municipal, que pudesse impedir a exploração desses animais. O caso incitou discussões e chegou ao âmbito político.

Imagem de um anúncio audiovisual do Circo Zanchettini, em que o narrador anuncia empolgado os números "com animais e feras amestradas, como leões africanos e cavalos que participam de esquetes cômicas ou dançam no picadeiro".  (Foto: Reprodução/ Tv Espaço Livre)
Imagem de um anúncio audiovisual do Circo Zanchettini, em que o narrador anuncia empolgado os números “com animais e feras amestradas, como leões africanos e cavalos que participam de esquetes cômicas ou dançam no picadeiro”. Agora, ao menos em Goiânia, eles não poderão mais se apresentar. (Foto: Reprodução/ Tv Espaço Livre)

Enquanto tramitava um projeto de Lei (PL 118/12) que proibia circos com animais em Goiânia, a ARPA Brasil e ativistas independentes se mobilizaram para que a Lei aprovada não deixasse margem de interpretação ao veto. Segundo a reportagem do O Popular, a Lei  recentemente sancionada proíbe não só a apresentação em espetáculos, mas a manutenção, uso ou exibição, sob qualquer forma, de animais silvestres, exóticos e domésticos. Quem descumprir a norma terá licença cancelada, local de shows interditado e terá que pagar multa no valor de cinco mil UVFG (Unidade de Valor Fiscal de Goiânia). A arrecadação será destinada ao Fundo Municipal do Meio Ambiente. A matéria não aborda o que será feito com os animais. A Lei deve ser publicada na íntegra no Diário Oficial nos próximos dias.

O passo dado pela cidade de Goiânia na proteção aos animais merece destaque e comemoração, porém é um pequeno avanço se lembrarmos que alguns países – como Áustria, Bolívia, Bulgária, Cingapura, Costa Rica, Croácia e Israel – possuem leis federais, que proíbem em todo território nacional que animais sejam condenados a viverem em pequenas jaulas, acorrentados, como escravos para servir aos humanos em apresentações de entretenimento. “Infelizmente o PL de proibição nacional de animais em circos se encontra parado no congresso”, lamenta Noronha. “Um dos nossos objetivos este ano é pressionar para que a Lei Federal seja aprovada”, complementa o diretor geral da ARPA. Conforme publicado pela Anda, atualmente diversos circos fazem grandes espetáculos apostando na criatividade e talento de artistas humanos, dispensando completamente o uso de animais.

Imagem: ARPA Brasil
Imagem: ARPA Brasil
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PMA suspeita que canários saíram da fronteira de MS com a Bolívia

A PMA (Polícia Militar Ambiental) suspeita a apreensão de 1020 canários da terra ocorrida na madrugada desta quinta-feira esteja relacionada com um esquema de tráfico de aves silvestres da fronteira de MS com a Bolívia para outros estados e a pessoa que encomendou o transporte possa ser a mesma outra grande apreensão ocorrida no ano passado.

O motorista flagrado com as aves Roberto Júnior da Silva Pereira, 26 anos, disse aos policiais rodoviários federais, responsáveis pelo flagrante, que pegou os pássaros de um desconhecido em Campo Grande e os entregaria a mesma pessoa em Três Lagoas. O caminhoneiro contou ainda, que o traficante ainda tentou convencê-lo a transportar os canários até Bauru (SP).

Entretanto, o veículo Volvo NL10340, carregado de cerveja, acabou revistado no posto da PRF (Polícia Rodoviária Federal) em Água Clara, distante 198 quilômetros da capital. As gaiolas estavam acondicionadas na cama do motorista, dentro da cabine do caminhão.

O caminhoneiro disse que receberia R$ 6 mil pelo transporte. Ele foi preso e encaminhado à delegacia de Polícia Civil local e teve o veículo e carga apreendidos.

Após a contagem foram constatadas 20 gaiolas grandes com 50 canários cada e uma pequena com 5. A multa gerada foi de R$ 502.500, o que corresponde a R$ 500 por pássaro. O contato entre traficante e caminhoneiro se deu por telefone, semelhante à última ocorrência do tipo em setembro do ano passado.

A PRF flagrou mil canários transportados em uma Ford F 250 vermelha conduzida por Jair Aparecido Jorrente. Ele disse aos policiais que receberia R$ 5 mil pelo trabalho e também pegou os pássaros em Campo Grande.

Por causa da cor amarelada e tamanho a Polícia suspeita que os pássaros das duas ocorrências sejam de espécies peruanas. Todos foram levados ao Cras (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres).

A Polícia Ambiental irá encaminhar os dados dessas ocorrências para a PF (Polícia Federal) que deve investigar os demais responsáveis pelo tráfico de aves.

Os dois motoristas vão responder por crime ambiental e podem pegar de 3 meses a 1 ano de prisão caso sejam condenados.

Fonte: Cassilândia

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Você é o Repórter

Seis cães são abandonados pela família na capital

Seis cães foram adotados por uma família, que infelizmente não quer mais cuidar deles.

Eles estão passando frio e fome.

As protetoras não têm condições de bancá-los, cada uma delas tem muitos outros. Eles precisam ser doados por alguém que possa respeitá-los, amá-los e cuidar deles.

Eles estão sendo alimentados porque uma das protetoras joga comida pelo portão. Estão famintos e tristes, porque já sabem que estão sendo rejeitados. A família quer mandá-los para o CCZ – não podemos deixar que isto aconteça.

Para contato e mais informações: Alexandra (11) 8884-7727.

Fonte: Sidney Rezende

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