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Jovem morre ao tentar ajudar animais atingidos por fio energizado

Uma adolescente de 13 anos, identificada com Paulina Lima, morreu, na cidade de Capela (SE), após receber uma descarga elétrica ao tentar salvar dois animais que tinham sido atingidos por um fio energizado.

Testemunhas contaram que a garota tinha saído da Escola Municipal de Educação Básica João de Deus e seguia para casa, no mesmo bairro, quando viu um fio caindo e atingindo um carneiro e um cachorro. Após presenciar a cena, ela tentou ajudar os animais e acabou sendo eletrocutada.

Após o caso, a menina foi levada ao Hospital de Capela, mas não resistiu aos ferimentos e entrou em óbito.

Nas redes sociais, amigos e professores lamentam a morte da adolescente. “Emeb Joao de Deus em luto. A pouco se encontrava entre nós, agora Jesus te acolhe em seu braço. Vá com Deus Paulina. Perdemos uma aluna (sic)”, disse uma funcionária da escola.

Fonte: Alagoas 24 Horas

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Documentário conta a história de Dog Mountain, uma capela para cães

(da Redação)

Foto: Dog Mountain
Foto: Dog Mountain

O novo áudio documentário “Dog Mountain: A Love Story”, conta a história de dois artistas de Vermont, Stephen e Gwen Huneck, e seu sonho de construir uma capela para cães. As informações são do Ecorazzi.

Os Hunecks foram casados por 35 anos. Eles não tiveram filhos, porém tiveram muitos cães. Quando Stephen estava com cerca de 30 anos de idade, ele aprendeu a fazer esculturas em madeira e, naturalmente, os cães eram a sua fonte de inspiração. Com o tempo, ele sonhou em construir uma pequena igreja para cães em St. Johnsbury, Vermont (EUA).

O sonho tornou-se realidade, mas não sem muitas lutas financeiras. Durante três anos, eles construiram a Dog Mountain, no topo de uma montanha. O casal esperava que a Dog Mountain se tornasse um local onde os tutores fossem com seus animais para passar um tempo agradável com eles, bem como um lugar onde aqueles cujos animais haviam falecido pudessem encontrar algum conforto. A capela seria um tipo de testamento aos cães, assim como a arte de Stephen.

Foto: Dog Mountain
Foto: Dog Mountain

Stephen dizia que a capela era o seu trabalho artístico “maior, e mais pessoal”. “E realmente é uma obra-prima”, afirmou John Ide, irmão de Gwen.

Milhares de bilhetes, cartões e fotos em homenagem a animais falecidos também enchem as paredes da capela.

Infelizmente, o casal passou por sérios problemas financeiros em 2008, que resultou em Stephen tragicamente colocando um fim à própria vida. Gwen lutou para manter a capela, mas ela morreu em 2013. Agora, o seu irmão Ide cuida da capela e considera “quase uma questão de honra fazer o possível para ajudar a Dog Mountain a sobreviver”. Ele acredita que o local continua a ser “uma enorme fonte de cura e alegria”.

Você pode ouvir o documentário, aqui, ou se preferir uma versão mais longa, clique aqui.

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Colunistas, Desobediência Vegana

Comunidade no RS tem capela com santo acompanhado de porquinho

Ellen Augusta Valer de Freitas

Numa comunidade do interior de Encantado – RS, há uma pequena capelinha e dentro dela um santo. A curiosidade é que este santo vem acompanhado de um pequeno porquinho. Ao perguntar à minha tia Serenita, qual o nome do santo ela me disse: Santo Antônio do porquinho.Depois fui descobrir que este santinho na verdade é São Antão. Mas o popularesco mistura os nomes, as fantasias e lendas a respeito desses personagens históricos religiosos. O santo em questão, andava segundo consta, acompanhado dos porcos que serviriam depois, de meios de angariar fundos para sua igreja.

Os porcos de santo antonio são tratados como máquinas de engorda. Depois serão mortos e virarão carne e banha.

Já vimos até uma tourada a favor dos animais. A mente humana está de tal forma dividida, segmentada, que não vê mal algum em torturar um touro covardemente, e revertir a verba do “espetáculo” para ajudar outros animais. Uma das inúmeras lendas do porquinho de Santo Antônio é contada em Portugal.

“Na aldeia de Sapiãos, concelho de Boticas, para angariar fundos para as obras da Igreja, a Comissão Fabriqueira comprava um leitão (porco pequenino) e a alimentação deste, até ser grande e estar muito gordo, ficava ao cuidado da população que gostava muito de colaborar com a engorda do porco de Santo António.”

“E as igrejas continuam bem conservadas e bonitas. Aqui fica o nosso agradecimento aos numerosos porcos de Santo António que se foram sucedendo ao longo de séculos, na aldia.”
(citação do site: http://belezaserrana.blogs.sapo.pt)

“Na nossa língua portuguesa aconteceu um fato singular: na época em que apareceu Santo Antônio de Pádua (séc. 12/13), que nasceu em Lisboa-Portugal, e por isso é conhecido em Portugal por Santo Antônio de Lisboa, Santo Antão era também muito popular; para distinguir os dois, houve uma contração, ou seja, uma diminuição de sílabas na palavra “Antônio”, e então Santo Antônio Abade (o nosso) ficou sendo carinhosamente conhecido por Santo Antão, enquanto o outro manteve o nome de Santo Antônio de Pádua ou Lisboa. Em todas as outras línguas, menos a portuguesa, o nosso Santo Antão ainda hoje é conhecido por Santo Antônio Abade.”

(citação do site: http://www.portalentretextos.com.br)

Nada mais natural para a atual forma de ver o mundo. Como ainda hoje se observa nos vilarejos: galeto assado em honra a São Francisco de Assis, o padroeiro dos animais. Mas nem todos os animais … Aliás, São Francisco de Assis embora simpatizante dos animais, não era vegetariano. E pouco fez por eles.Aí está bem claro a cisão mental e ética de se segmentar os animais por tipos, utilidades, tratando alguns com carinho, outros com crueldade e no fim das contas, usando todos como objetos. Pois mesmo sendo bem tratado, na cabeça das pessoas ele é um objeto, uma propriedade.

“Estou profundamente convicto de que uma civilização e uma sociedade que é contra a pena de morte para os homens, mas que segue matando todas as outras espécies para se alimentar, para vender seus chifres, seus dentes, sua pele, sua banha, seus hormônios etc, é uma civilização e uma sociedade, narcisista, chauvinista e hipócrita que, cedo ou tarde (mais cedo do que tarde), destroçará e comerá a si própria”. Ezio Flávio Bazzo em Toaletes e Guilhotinas

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Polícia fecha rinha de galo e apreende 55 aves em Alagoas

Rinha funcionava em residência no Centro da cidade de Capela; cerca de 20 pessoas se encontravam no local, mas somente três deverão ser responsabilizadas

Militares do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) descobriram, na tarde deste domingo (6), um local que funcionava como palco para rinha de galo, por meio da qual os animais são estimulados a confronto muitas vezes sangrento e, por vezes, fatal, com apostas feitas pelos responsáveis pelas respectivas aves que participam da disputa ilegal.

De acordo com o oficial de operações do BPA, tenente PM Silvio, o serviço de inteligência do Batalhão chegou ao local – no município de Capela, distante 65 quilômetros de Maceió (AL) – após investigação. Foram encontrados 55 galos, alguns feridos. Todos foram encaminhados à sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), no bairro do Farol, em Maceió.

“A rinha ainda teria início quando chegamos. Também apreendemos vários equipamentos utilizados pelos responsáveis pelas aves para evidenciar tais maus-tratos, como esporas e biqueiras. Formalizamos o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e três pessoas deverão ser responsabilizadas”, comentou o tenente, sobre a pena que varia de seis meses a um ano de reclusão.

“Como a lei ainda é branda, a autoridade judiciária geralmente converte a punição em pena alternativa, com o acusado respondendo em liberdade. O grande problema é que as pessoas ainda não encaram a situação como crime ambiental” comentou o oficial, lembrando ainda que algumas aves chegam a receber anabolizantes para serem despejadas no ringue, onde deverão se degladiar.

“A maior pena para crimes ambientais é de cinco anos de prisão, quando se está diante de algo extremo, como pescar com explosivo ou algum produto tóxico”, destacou o tenente Silvio, acrescentando que as ações do Batalhão ‘sempre visam mais à educação do que a punição propriamente dita’.

Ainda de acordo com o oficial, também neste domingo, a polícia apreendeu 30 caranguejos de espécie que se encontra no período de defeso (reprodução) – em trecho da AL-101 Sul – e 42 pássaros na tradicional ‘Feira do Passarinho’, no bairro da Levada, em Maceió.

Fonte: Gazetaweb

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