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Bezerro resgatado e cachorrinho formam lindo laço de amizade

Lincoln e seu amigo Calvin | Foto: Reprodução

Todos nós ficamos um pouco nervosos quando vamos para um novo lugar. Mesmo que esse lugar seja um espaço bom e acolhedor, é natural ficar um pouco desconfortável e até com receios. E foi exatamente assim que o bezerro Calvin se sentiu quando chegou a Black Goat Farm and Sanctuary.

Calvin nasceu em uma fazenda leiteira em que sua mãe vivia. Felizmente, enquanto a maioria dos bezerros machos nascidos na indústria de laticínios são enviados para fazendas de vitela, Calvin foi resgatado pelos proprietários do santuário, Megan e Mike.

Embora o santuário fosse o melhor lugar onde Calvin poderia ser levado, o bezerro ainda estava um pouco nervoso quando chegou. No entanto, Lincoln, um cachorro do santuário, demonstrou amizade e assumiu a posição de cão de guarda de Calvin e mostrou-lhe sua nova casa. Logo, Calvin estava brincando no santuário com seu novo melhor amigo e até pegou alguns “comportamentos caninos” com o passar do tempo.

Calvin e seu amigo cão | Foto: Reprodução

Os proprietários do santuário, Megan e Mike também resgataram outro bezerro chamado Zoey. Inicialmente, ele e Calvin eram um pouco cautelosos um com o outro, mas depois os dois se tornaram inseparáveis. Eles passam a maior parte do tempo brincando de correr uns com os outros e Lincoln também se mantem sempre por perto.

Amizades iniciadas como no Black Goat Farm salvam e ressignificam a vida inúmeros animais da indústria da carne, leite e ovos, e só demonstra a importância de adotar-se um estilo de vida livre de crueldades.

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Cão expulso de hospital por segurança com cassetete é acolhido em lar temporário

Reprodução/G1

Bob, assim passou a ser chamado o cachorro enxotado do estacionamento do Hospital Dom Orione, em Araguaína, no Tocantins. Acolhido em um lar temporário, o cão apresentou um comportamento bastante dócil, brincalhão e amoroso.

Recentemente, o filhote foi alvo de um ato de violência no hospital. Imagens feitas por testemunhas mostram o momento em que um segurança usa um cassetete para expulsar o cão. O animal chora desesperadamente.

“Ele não avançou em ninguém. Onde ele está tem criança. Ele só brinca, é muito filhote. É tão filhote que os dentes ele ainda são bem fininhos”, disse ao G1 a vendedora Anna Paula Sousa Silva, que resgatou Bob.

“Quando cheguei , fui pegar ele e perguntei para o segurança porque ele estava batendo nele. Aí ele falou que estava espantando porque as pessoas queriam pegar as motos. Quando comecei a brigar com ele, perguntou se eu era a tutora. Eu falei que não, mas aquilo que ele estava fazendo não era certo. Ele viu que o pessoal estava gravando e foi saindo”, acrescentou.

Segundo ela, o cachorro não se feriu, mas estava bastante assustado com a violência do segurança, que o abalou psicologicamente. “Ele não ficou machucado. No dia ele estava dolorido, mas eu dei uma dipirona. Ele estava muito assustado, mas machucado não ficou”, contou.

Em lar temporário na casa de um amigo de Anna Paula, Bob será disponibilizado para adoção em breve.

O caso revoltou a Associação Protetora dos Animais de Araguaína (APAA), que se comprometeu a registrar um boletim de ocorrência para que investigações sejam iniciadas.

Em nota, o Hospital Dom Orione afirmou que o cachorro não foi agredido e que ele era um animal raivoso. Disse ainda que está investigando o caso. O comunicado da unidade de saúde foi alvo de repúdio da associação, que reforçou que o cão permitiu que Anna Paula o pegasse no colo, o que demonstrou que ele não era bravo – argumento confirmado pelo comportamento dócil do filhote no lar temporário.


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Homem mata cão enforcado após animal morder criança e vizinhos pedem justiça

Reprodução/Twitter/@EugeniaZattoni

Iván Luque, de 29 anos, matou o cachorro da família enforcado em uma árvore após o animal morder seu filho de dois anos. O caso chocou moradores da província de Berazategui, ao sudeste da Grande Buenos Aires, na Argentina.

O tutor confessou ter matado o cachorro, que, segundo relatos da vizinhança, não recebia os cuidados necessários da família.

Iván não estava em casa quando o cão mordeu a criança e foi informado sobre o acidente por sua esposa. “Minha esposa me ligou no trabalho, gritando. Eu voltei e minha esposa e meu filho estavam cheios de sangue. Com tanto sangue no rosto, não conseguimos encontrar as feridas na cabeça”, disse o pai de Lisandro em entrevista à mídia local.

Antes de levar o menino ao hospital, Iván enforcou El Negro, como era chamado o cachorro, em uma árvore. “Lembro que peguei uma corda que tenho na oficina e levei para amarrar na parte inferior”, afirmou.

Vídeos e fotos do cachorro enforcado foram divulgadas nas redes sociais por testemunhas do crime. O caso foi denunciado às autoridades. Iván Luque pode ser punido com até um ano de prisão, segundo a Lei de Abuso de Animais.

O tutor do cachorro afirmou ainda que o acidente foi uma surpresa, já que El Negro sempre foi dócil. O animal havia sido adotado pela família há quatro anos.

“A realidade é que pendurei o cão, o matei. Entrei em estado de choque. Ele era um cão pacífico. O que aconteceu com ele!? El Negro e Lisando cresceram juntos. Ninguém me perguntou sobre meu filho. Os vizinhos não ofereceram apoio, não chamaram a ambulância, apenas fizeram denúncias”, disse.

De acordo com um vizinho, que deu entrevista à mídia local em condição de anonimato, o cachorro passava fome e era deixado na rua. “Eles deixavam o cachorro na rua e nem lhe davam comida”, criticou. “Fui eu que lhe dei comida e água”, acrescentou.

Lisandro, o filho do casal, recebeu atendimento médico e passa bem. Para El Negro, que perdeu sua vida de maneira brutal, a vizinhança e as redes sociais pedem justiça.


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Segurança usa cassetete para expulsar cão de hospital: ‘covardia imensurável’

Reprodução/Instagram/APAA

Um segurança do Hospital Dom Orione, em Araguaína, no Tocantins, foi flagrado usando um cassetete para expulsar um cachorro do estacionamento da unidade de saúde. Uma testemunha registrou o ato de violência em um vídeo (confira ao final da reportagem).

Nas imagens, não dá para confirmar se os golpes desferidos pelo segurança atingiram o animal. No entanto, é possível ouvir o choro desesperado do cachorro. Na sequência, uma mulher parece repreender o segurança, que volta para dentro do hospital.

O caso foi encaminhado à Associação Protetora dos Animais de Araguaína (APAA), que registrou um boletim de ocorrência. O cão foi resgatado.

Em nota, a associação afirmou que “a covardia existente em agredir um animal é imensurável, não importando o contexto, há diversas formas dignas de agir em situações sem usar da agressividade”.

O Hospital Dom Orione também se posicionou. Em um comunicado, a unidade afirmou que não houve agressão por parte do segurança e disse que o cachorro era “raivoso”. A associação, no entanto, desmentiu o hospital e repudiou seu posicionamento. De acordo com a APAA, o cachorro tachado como bravo permitiu que a mulher que o resgatou o pegasse no colo, como mostram as imagens registradas.

Reprodução/Instagram/APAA

“Informamos que repudiamos não só a agressão ao animal, mas também o posicionamento da instituição, agressão não se justifica. Nos causa estranheza uma instituição dessa natureza, que defende a vida e a saúde, se pôr a defender o agressor e justificar seus atos”, afirmou a entidade.

Confira abaixo a íntegra das notas divulgadas pelo hospital e pela associação de proteção animal:

Nota do Hospital Dom Orione

“O Hospital Dom Orione esclarece que não compactua com nenhum tipo de agressão, seja a pessoas ou a animais. A instituição é defensora da vida, sendo responsável pelo nascimento de mais de seis mil crianças a cada ano, além de centenas de vidas que são salvas diariamente por meio dos atendimentos realizados na unidade.

As imagens de vídeo postadas nas redes sociais, envolvendo um colaborador e um cachorro em frente a esta unidade, estão sendo analisadas. No entanto, desde já esclarece-se que testemunhas que estavam no local e presenciaram toda a cena, relataram que o animal estava raivoso, latindo e rosnando para as pessoas que passavam no local. Por isso o colaborador teve a atitude de afastá-lo, pois as pessoas estavam com medo do cachorro. Testemunhas relatam ainda que não houve agressão por parte do colaborador, apenas gestos para afastar o animal.

O Hospital Dom Orione informa que o caso está sendo devidamente apurado.”

Nota da Associação Protetora dos Animais de Araguaína

“A Associação Protetora dos Animais de Araguaína – APAA vem por meio desta nota expressar extremo descontentamento com o fato ocorrido em frente ao Hospital Maternidade Dom Orione, envolvendo um colaborador da instituição e um cachorro em situação de rua.

Somos contra violência de qualquer natureza, e como seres humanos, pensantes e donos de nossos atos, qualquer agressão é passível de repúdio, ainda mais quando o alvo é um animal irracional.

A covardia existente em agredir um animal é imensurável, não importando o contexto, há diversas formas dignas de agir em situações sem usar da agressividade, por exemplo, como mostra no final das imagens divulgadas, uma mulher pegando no colo o até então “cão raivoso”.

Informamos que repudiamos não só a agressão ao animal, mas também o posicionamento da instituição, agressão não se justifica. Nos causa estranheza uma instituição dessa natureza, que defende a vida e a saúde, se pôr a defender o agressor e justificar seus atos.

Esperamos que as autoridades competentes ajam de acordo com a legislação.

Nós da Família APAA não apoiamos nenhum tipo de exposição ou violência ao agressor, nos mostremos superiores.”

Confira o vídeo da agressão abaixo (as imagens são fortes):

 

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Amizade inesperada: cão e pato são amigos inseparáveis

Bruno e Tweeti se abraçando | Foto: Reprodução

Amizade entre animais não é novidade no mundo animal, mas quando são de outras espécies é no mínimo inusitada. Foi o que aconteceu com o cachorro beagle Bruno e o pato Tweeti.

Conforme mostrado no vídeo divulgado nas redes sociais, os “irmãos” vivem uma amizade verdadeira onde se abraçam e trocam carinhos um com o outro.

Além disso, seu tutor conta que Bruno e Tweeti são inseparáveis, onde um vai o outro também acompanha e constantemente são vistos brincando e trocando carinhos.

Amizades entre espécies são sempre comoventes. Eles ajudam as pessoas a ver que os animais têm sentimentos e mudam a perspectiva das pessoas sobre os animais.


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Cachorro visita idosa em hospital após 6 meses longe: ‘é como um filho’

Foto: Divulgação/Niterói D’Or

“Ele é como um filho”. Essas foram as palavras da Dona Dulce Cunha, de 89 anos, que recebeu a visita de seu cachorro no hospital em que está internada em Icaraí, no Rio de Janeiro, após longos seis meses de saudade.

Internada pela quarta vez no ano, Dona Dulce está há quase três meses no Niterói D’Or. A idosa venceu a pneumonia, o infarto, a insuficiência cardíaca descompensada e espera, sem desanimar, por uma cirurgia no coração.

Tantas dificuldades a afastaram de Bill, o cachorro da raça dachshund que é seu companheiro há 10 anos. Ao vê-lo no hospital, ela não conteve as lágrimas. Desde que foi internada pela primeira vez, no início do ano, Bill está na casa de uma sobrinha de Elisabete Fagundes, cuidadora de Dona Dulce que é tratada como uma filha do coração.

“Nunca tinha visto um cachorro em um hospital. Não imaginava que seria possível. Mas ele é muito mais que um cachorro, é como um filho, e eu estava com muita saudade. Ele me trouxe ânimo e vontade de ter logo alta para poder aproveitar a companhia dele”, disse Dona Dulce ao O Globo.

O reencontro dos dois emocionou os funcionários do hospital. De acordo com o médico Ronaldo Gismondi, coordenador do setor de cardiologia do Niterói D’Or, o objetivo da visita, idealizada por ele, foi promover bem-estar à idosa.

“Também tenho cachorro e sei o quanto eles nos fazem bem. Temos uma política, principalmente em casos de internação prolongada como a dela, de perguntar ou avaliar o que poderíamos fazer para tornar seus dias mais felizes. E percebi que rever o Bill lhe faria muito bem. Seguimos todo um protocolo de segurança e também ficamos muito realizados em poder proporcionar esse momento para eles”, explicou Gismondi.

Essa foi a primeira vez que um animal visitou um paciente no Niterói D’Or. O objetivo, porém, é que ações como essa sejam mais comuns na rotina do hospital.

“A intenção é fazer com que o paciente e a família se sinta bem e acolhidos. Perguntamos o que importa para eles e na maioria das vezes eles têm desejos muito factíveis, como um corte de cabelo, uma comida especial. Recentemente uma paciente pediu a presença de um pastor para realização de um culto. São pedidos simples, mas que fazem toda diferença para eles”, concluiu o médico Bruno Dias, responsável pela área de Experiência do Paciente, ala que promove ações humanizadas para os pacientes.


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Cachorrinho é salvo após ser abandonado em caixa de papelão

The Dodo Little But Fierce, Jackson’s Story

Um filhote de cachorro foi abandonado em San José, na terceira cidade populosa do estado americano da Califórnia (EUA). O animal foi encontrando dentro de uma caixa de papelão por Ashley, que passava pela rua.

Após ouvir gritos fracos vindo do cachorro, a moradora resolveu levá-lo para casa. Quando abriu caixa a mulher se deparou com um filhote muito pequeno e fraco. Imediatamente, ela ligou para um veterinário local que ensinou o que fazer com o filhote até que ele pudesse vê-los no dia seguinte.

O cachorro que recebeu o nome de Jackson, tinha apenas 3 semanas de vida, o ideal era estar com sua mãe. Por conta disso, o filhote não conseguia regular a temperatura do corpo nem comer sozinho, ele precisava ser cuidado e cuidado 24 horas por dia. No dia seguinte, o veterinário instruiu Ashley sobre o que fazer para cuidar adequadamente de Jackson.

A dupla foi para casa e Ashley apresentou Jackson a seu gato, Dan. O gatinho ensinou Jackson a brincar, mas Ashley percebeu que algo estava errado com Jackson e ligou para o veterinário para marcar uma consulta de emergência para o cachorrinho.

O veterinário descobre o possível motivo do abandono insensível de Jackson e parte o coração de Ashley. Ainda assim, ela se recusa a desistir do cachorrinho.


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Cão idoso desenganado por veterinário se recupera após adoção

The Dodo

Um cachorro doente e deprimido que vivia em um abrigo nos Estados Unidos superou as expectativas de um veterinário e ofereceu a si mesmo uma segunda chance. Earl, como é chamado, só conhecia a tristeza e já tinha perdido a vontade de viver quando foi adotado e recebeu um difícil diagnóstico. O que ninguém sabia era que ele superaria mais uma dificuldade e viveria bem ao lado de sua nova família.

Idoso, o cachorro era rejeitado pelos adotantes. Ver os outros cães do abrigo irem para novos lares enquanto ele amargava dentro de uma pequena baia, o deprimiu cada vez mais. Mas a vida dele mudou há cerca de sete meses.

Um dia, uma moradora do estado norte-americano do Oregon telefonou para a entidade e informou os voluntários sobre seu desejo de adotar Earl, que, até então, nem esse nome tinha, mas passou a tê-lo para iniciar sua nova vida.

O começo desta nova etapa, no entanto, foi difícil. Earl teimava em não se comer e por um tempo teve que se alimentar de maneira forçada, através de uma seringa. Sua respiração também começou a falhar e seu estômago inchou. Na clínica veterinária, veio o diagnóstico: insuficiência cardíaca. Earl teria que sobreviver àquela noite para que houvesse esperança para o seu tratamento. E o guerreiro sobreviveu.

The Dodo

No dia seguinte, Emma foi visitar seu novo amigo e o encontrou abanando o rabo, feliz por ver diante dele quem lhe dava motivos para querer viver como ele nunca havia tido antes. Em poucas horas, o cachorro conseguiu ficar de pé, deu seus primeiros passos pós internação e até quis brincar.

O milagre maior, no entanto, ainda estava por vir. Isso porque depois de dar alta médica ao cão, o veterinário fez um alerta: seu corpo frágil sobreviveria a, no máximo, mais um mês. Essa notícia foi dada à Emma há sete meses e Earl permanece com sua família. Não se sabe por mais quanto tempo o milagre se perpetuará, mas uma coisa é certa: amor não faltará.


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Resgatado à beira da morte, cão sobrevive e é adotado após ser jogado de viaduto

Reprodução/Facebook/Aril Eells

Hank é a personificação da palavra milagre. Após ser jogado de um viaduto com aproximadamente 5 metros de altura, o cachorro da raça pit bull sofreu múltiplas fraturas. Aparentemente fadado à morte, ele foi resgatado e não só sobreviveu, como encontrou um lar amoroso.

O pit bull foi jogado de cima do viaduto da Interestadual 5, em Portland, no estado norte-americano do Oregon. O crime brutal foi visto pela mãe de April Eells, que imediatamente pediu ajuda à filha para resgatar o animal.

Levado a uma clínica veterinária, Hank foi diagnosticado com diversas fraturas ósseas e rompimento de ligamentos. Por conta disso, ele foi submetido a várias cirurgias que só puderam ser realizadas graças a uma campanha que arrecadou fundos para pagar pelos procedimentos.

Para a família de April, desistir de salvar a vida de Hank era impensável. “Devido aos ferimentos, muitas clínicas veterinárias teriam sacrificado esse cachorro, mas meus pais queriam dar a ele uma chance de lutar. Ele é absolutamente doce e tem apenas 1 a 2 anos de idade, então esse cara merece uma segunda chance de uma vida boa!”, disse April.

Reprodução/Facebook/Aril Eells

Procurar um lar para o cão também estava fora de cogitação. Isso porque a mãe de April criou, logo que encontrou o pit bull ferido, uma intensa conexão entre ela e o animal. E há uma explicação para isso. No ano anterior, April se jogou de um viaduto em uma tentativa de suicídio mal sucedida. As semelhanças entre as histórias levou a mãe da jovem a estabelecer um laço de afeto com o cachorro, que se recupera da queda assim como April.

“Ele virou um símbolo para ela. Portanto, não podemos simplesmente desistir. Há um motivo para tudo isso”, disse a jovem.


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Cão reencontra tutora curada da Covid-19 após esperá-la por dias em hospital

Foto: Reprodução/Inter TV

Bob viveu dias de angústia com a internação de sua tutora, diagnosticada com Covid-19. Internada em uma unidade de saúde e, depois, transferida para um hospital em Rio Bonito, no Rio de Janeiro, Érica Pereira, de 38 anos, viveu incertezas durante o difícil tratamento para o coronavírus. Mas as dificuldades deram lugar à alegria na última semana, quando a paciente recebeu alta médica. Em frente ao hospital, estava aquele que jamais a abandonaria: seu cachorro.

No momento do reencontro, Bob pulou em sua tutora e abanou o rabo repetidas vezes, demonstrando a felicidade que sentia por estar novamente envolto pelos braços carinhosos de Érica, agora curada da covid-19.

A história de companheirismo desse dupla, no entanto, vai além da espera de Bob. Isso porque o cão não só esperou sua tutora, como deu um jeito de entrar dentro da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para procurá-la e também a acompanhou dentro da ambulância na qual Érica foi colocada quando precisou ser transferida para Hospital Regional Darcy Vargas por ter sofrido um agravamento em seu estado de saúde.

Internada no início de agosto na UPA e transferida no dia 6 do mesmo mês para o hospital, Érica contou o tempo todo com a lealdade de Bob. No hospital, ela ficou entubada por 17 dias, um longo período para o animal, que sentia falta da tutora.

Foto: Reprodução/Inter TV

“Foi uma paciente difícil de tirar da ventilação. Tentamos três vezes. Teve alta para a enfermaria, mas com um grau de força muscular muito baixo. Hoje [segunda] ela já consegue ficar em pé e se movimentar […] pronta para as atividades normais da vida diária”, afirmou o fisioterapeuta Jesus Vander Clevelares, em entrevista ao RJTV.

No dia em que a transferência foi realizada, a enfermeira Vanessa Aguiar publicou imagens nas redes sociais que mostram o cachorro dentro da ambulância e também na UPA. Com os olhos atentos à procura da tutora, Bob chorava por não estar ao lado dela.

“Lealdade! Chegou cedo com sua tutora, ficou chorando aguardando. No primeiro sinal de saída dela para a transferência, lá estava ele na primeira oportunidade pra ficar pertinho”, escreveu a enfermeira. “De fato, ninguém pode se queixar da falta de um amigo e amor, quando se tem um cão. Humanize, é possível!”, completou.


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Com poucos dias de vida, cãozinho idoso é adotado e supera expectativas

Earl e sua tutora | Foto: Reprodução

A situação de cachorros em abrigos é extremamente difícil, especialmente para aqueles que são idosos. Em geral, os possíveis adotantes tendem a preferir cachorros mais jovens, enquanto os idosos são esquecidos e passam o restante de suas vidas nestes locais.

O mesmo acontecia com um cãozinho idoso, que residia em um abrigo a muitos anos, com problemas de saúde viu inumas possibilidades de adoção passarem por ele, mas nenhuma se concretizou. Mas finalmente, tudo mudou uma mulher residente em Oregon, recebeu informações sobre o cachorro idoso no abrigo e demonstrou interesse em adotá-lo.

O cãozinho foi levado para Oregon para junto de sua tutora, que logo lhe deu um nome, Earl. Ao encontrar Emma, ela pode observar que o estado de saúde do cãozinho, não ia nada bem.

Earl se recuperando do susto | Foto: Reprodução

Logo no início, Earl não conseguia alimentar-se bem sozinho, até chegar num momento no qual não ingeria nada somente com auxílio de uma seringa. Segundo Emma, ele voltou a se sentir um pouco mais forte e seu apetite foi retornando.

Entretanto a melhora foi rápida e, logo em seguida, Earl apresentou respiração ofegante e inchaço no estomago. Pela saúde do companheiro, Emma o levou ao veterinário, onde o cãozinho foi diagnosticado com insuficiência cardíaca.

Com a notícia, o veterinário já preparou a tutora para dizer adeus a seu amigo canino, e que caso ele não passasse das próximas 24h, dificilmente sobreviveria. Mas Earl ‘lutou bravamente’, de acordo com Emma e sobreviveu.

Na manhã seguinte ao ocorrido, Emma conta que o cãozinho aparentava estar bem melhor, e foi logo ao seu encontro quando a viu. O veterinário informou que após o episódio, Earl só teria mais 1 mês de vida, porém se passaram 7 meses do susto causado e ele se encontra bem com sua tutora.


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Cachorro salva a vida de beija-flor ferido e faz amizade com a ave

Foto: Reprodução Youtube / Ed Gernon

Um beija-flor teve sua vida salva por um cachorro em Whittier, na Califórnia (EUA). Rex também foi salvo quando foi adotado por Ed Gernon e agora retribuiu o que recebeu dando uma chance a ave.

O cão passeava com o tutor quando encontrou o beija-flor ferido. Caído no chão, cercado por formigas, ele parecia invisível, mas não para Rex. A atitude do cachorro, que não saiu de perto da ave, chamou a atenção de Ed.

Comovido com o gesto de Rex, seu tutor decidiu ajudar o beija-flor. “Ele era uma criatura minúscula, muito frágil. Parecia que todos queriam acabar com ela, mas Rex só queria protegê-la. Entendi que precisava ajudar”, disse.

Foto: Reprodução Youtube / Ed Gernon

Hummer, como passou a ser chamado o beija-flor, foi resgatado e levado a uma clínica veterinária. Após semanas de cuidados, ele se recuperou.

O resgate levou a ave a criar um verdadeiro laço de amizade com o cão. Hoje, o beija-flor voa livremente pela casa, mas escolhe ficar perto de Rex, que também adora seu amigo.


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