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Bezerro resgatado e cachorrinho formam lindo laço de amizade

Lincoln e seu amigo Calvin | Foto: Reprodução

Todos nós ficamos um pouco nervosos quando vamos para um novo lugar. Mesmo que esse lugar seja um espaço bom e acolhedor, é natural ficar um pouco desconfortável e até com receios. E foi exatamente assim que o bezerro Calvin se sentiu quando chegou a Black Goat Farm and Sanctuary.

Calvin nasceu em uma fazenda leiteira em que sua mãe vivia. Felizmente, enquanto a maioria dos bezerros machos nascidos na indústria de laticínios são enviados para fazendas de vitela, Calvin foi resgatado pelos proprietários do santuário, Megan e Mike.

Embora o santuário fosse o melhor lugar onde Calvin poderia ser levado, o bezerro ainda estava um pouco nervoso quando chegou. No entanto, Lincoln, um cachorro do santuário, demonstrou amizade e assumiu a posição de cão de guarda de Calvin e mostrou-lhe sua nova casa. Logo, Calvin estava brincando no santuário com seu novo melhor amigo e até pegou alguns “comportamentos caninos” com o passar do tempo.

Calvin e seu amigo cão | Foto: Reprodução

Os proprietários do santuário, Megan e Mike também resgataram outro bezerro chamado Zoey. Inicialmente, ele e Calvin eram um pouco cautelosos um com o outro, mas depois os dois se tornaram inseparáveis. Eles passam a maior parte do tempo brincando de correr uns com os outros e Lincoln também se mantem sempre por perto.

Amizades iniciadas como no Black Goat Farm salvam e ressignificam a vida inúmeros animais da indústria da carne, leite e ovos, e só demonstra a importância de adotar-se um estilo de vida livre de crueldades.

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Você é o Repórter

Pastor Alemão lindo e dócil aguarda um novo lar em SP

Cristiane Otsuka Terencio Cunha
crisotcunha@hotmail.com

Este Pastor Alemão precisa de uma família com urgência.

Ele vivia amarrado em um quartinho em um estacionamento na Zona Norte de SP, que foi lacrado pele justiça. Ele não tem para onde ir, está provisoriamente em um hotelzinho.

Estamos desesperadas, ele realmente não tem para onde ir e ele é tão bonzinho! Deixa pegar no colo, apertar, adora brincar, é um crianção. Não é de latir muito e é um ótimo cão de guarda para uma casa.

Ele é super dócil com gente, mas não se acostuma com outros animais. Tem aproximadamente 4 anos, é muito inteligente e obediente.

Por favor, quem quiser, ou conhecer alguém que queria adotá-lo, entre em contato no telefone (11) 2976-8535 ou (11) 6928-7976 falar com Érika.

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Você é o Repórter

Pastor alemão no ‘corredor da morte’ do CCZ de Guarujá (SP) aguarda adoção urgente

Carla
carla.pettezzoni@gmail.com

Este pastor alemão macho, de cerca de 2 anos, deu entrada no CCZ do Guarujá (SP) por agressividade. Motivo? Mordeu uma pessoa  em uma estabelecimento comercial.

Ele era explorado como cão de guarda e reagiu de acordo com o que fora ensinado. Agora vai pagar com a própria vida. Injustiça!

Ele só precisa de uma chance. Alguém que o entenda.

Ele abana o rabo, dá a patinha… Lindo! Um amor!

Ele está com seus dias contados. Vai para o sacrifício.

Contato:
Rose
(13) 9714-2610
(13) 3025-4737
E-mail:
uipaguaruja@gmail.com

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Notícias

Morte de cadela gera indenização de R$ 5 mil, em Ribeirão Preto (SP)

O tutor de um cão da raça pit bull, explorado como cão de guarda, foi condenado a pagar indenização aos responsáveis por uma cadela que foi morta pelo animal treinado para a violência. O caso aconteceu na cidade de Ribeirão Preto (interior de São Paulo) e a decisão foi tomada em sessão desta quinta-feira (11/3) da 4ª Câmara de direito Privado do Tribunal de Justiça.

A turma julgadora referendou sentença de primeira instância que condenava o tutor do pit bull a pagar R$ 5.250,00, como forma de recompensar o dano moral sofrido. Para o relator, desembargador Natan Zelinschi, a maneira como se deu a morte da cadela de estimação, estraçalhada pelo cão de guarda, trouxe angústia e desgosto aos seus responsáveis.

Na falta de acordo, decidiram litigar na Justiça para que esta determinasse se houve culpa ou não capaz de caracterizar responsabilidade civil. Nas duas instâncias a decisão foi a mesma: houve culpa do tutor do cão de guarda, que não tomou os cuidados necessários para evitar a morte violenta da cadela.

Para a turma julgadora, o incidente não foi um caso isolado, porque o responsável pelo cão de guarda já havia sido alertado por outros moradores sobre o comportamento do animal. No entanto, ao entendimento dos julgadores, no lugar de tomar providências, o acusado optou apenas pela omissão.

Com informações da Conjur

Nota da Redação: O temperamento de um animal é construído segundo a educação que lhe é oferecida, bem como o ambiente em que ele cresce e a forma como é tratado. Qualquer raça, quando estimulada, pode apresentar traços agressivos; da mesma forma que um cão submetido a maus-tratos desenvolverá traumas e comportamentos pouco saudáveis – mas isso depende inteiramente de como o tutor se relaciona com o animal.

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