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Mulher vence medo de cachorros ao adotar um filhote durante a pandemia

Pixabay/Imagem Ilustrativa

O medo de cachorros faz parte da realidade de algumas pessoas. Motivadas por um pânico irracional, elas perdem a oportunidade de dividir a vida ao lado de um animal que não faria outra coisa senão lhes dar o mais genuíno amor.

Uma dessas pessoas é a bancária Renata Dunshee de Abranches, que carregou um trauma de cães desde a infância. No entanto, enfim chegou o momento de superar esse medo e desfrutar da agradável companhia de um animal. Durante a pandemia, Renata adotou um filhote e, ao dar a ele uma chance, recebeu outra em troca.

Em entrevista à jornalista Camila Tuchlinski, do jornal O Estado de S. Paulo, a tutora de primeira viagem contou como tem sido essa experiência e falou também sobre o início de seu trauma, ainda na infância.

“Quando eu tinha uns 10 anos, fiquei uma vez o dia inteiro dentro de um carro em um churrasco num sítio. Tinha um cachorro solto lá, pequenininho, mas eu ficava morrendo de medo e não conseguia sair do carro. Meu pai pensou que, se eu ficasse dentro do carro, uma hora eu ia sair e ia perder o medo do cachorro”, contou.

“Fui crescendo, amadurecendo, e esse pânico foi diminuindo. Passei a ter uma convivência ‘amigável’ com o cachorro. Tipo, se eu chego na casa de alguém e o cachorro vem cheirar, eu deixo, mas não fico ali brincando. Não gosto de cachorro pulando. Não suporto cachorro na minha cama, no meu quarto, não tenho essa coisa de querer cachorro dormindo comigo. Não é da minha própria vontade ter um cachorro de estimação. Isso só acabou acontecendo por uma influência externa, no caso, meu filho”, completou.

Depois da adoção, Renata passou a gostar da companhia do animal, que se tornou seu companheiro de caminhada. O filhote, no entanto, só foi adotado após inúmeros pedidos de Guilherme, hoje com 14 anos. Desde os 7, o menino pede à mãe para adotar um cachorro.

“Ele sempre pediu muito e eu sempre disse pra ele que não dava, porque ele estudava em período integral na escola, eu trabalhava e ficava 10h fora de casa e não dava conta de um cachorro. E, no fundo, eu não estava com a menor vontade de ter e falava que ele só poderia ter um quando fosse maior e pudesse arcar com os trabalhos de ter um cachorro. Quando fosse sozinho para passear com o cachorro, limpar as coisas, aí ele poderia ser tutor de um. Eu havia combinado com ele que isso seria quando tivesse uns 10 anos”, disse.

Ansioso pela companhia de um animal, Guilherme nunca esqueceu da promessa da mãe e, ao completar 10 anos, voltou a falar sobre a adoção. “O Guilherme perguntou: ‘Mãe, e aí?’. E eu falei: ‘Que tal um irmãozinho em vez de um cachorro?’ (risos) E aí tive meu segundo filho. Falei pra ele que cachorro agora só quando seu irmão crescer”, revelou.

E foi em março deste ano que o grande dia chegou e Guilherme pôde realizar seu sonho. E embora Renata ainda não saiba se venceu sua fobia por completo, aos poucos a relação entre ela e o cãozinho tem prosperado.

“Eu já estava praticamente cedendo e, no que veio a pandemia, achei que seria mais importante ainda ele ter um cachorro. Ele está em aula em casa, o dia inteiro sozinho, porque estou no banco trabalhando normalmente. Pensei que seria legal adotar um filhote e que também estaria precisando de alguém. Aí, na primeira semana da pandemia, adotamos”, disse ao Estadão.

“Ele tem sete meses, então, ainda é uma avaliação baseada por um filhote (risos). Ele dá muito trabalho em casa, tem uma energia altíssima, precisa passear muito, brincar muito, de muita atenção. Mas aí nisso tudo, na pandemia, acabei descobrindo que gosto muito de sair pra passear com ele. Em casa, ele me deixa mais estressada e acalma meu filho, mas na rua ele me deixa mais calma e, pra passear, meu filho não gosta muito. Eu adoro ir ao aterro do Flamengo com ele, passeios ao ar livre. Sempre gostei de caminhar na rua e tenho adorado ele poder ir comigo e fazer essas atividades. Cada um tem um ponto positivo com o cachorro”, acrescentou. “Não tenho mais medo de cachorro como antes. Isso realmente com o convívio mudou”, concluiu.

Guilherme, filho de Renata, e o filhote adotado pela família (Foto: Arquivo pessoal/Estadão)

Traumas de infância

A psicóloga Carolina Jardim, especialista em comportamento animal, explicou ao Estadão que o medo de cães pode ter relação com traumas ou com a falta de contato com esses animais na infância.

“Pode ser algum trauma, muitas vezes vivido na infância. O papel dos cães na nossa sociedade ao longo dos anos mudou muito. Na minha infância mesmo, os cães ainda viviam em quintais, alguns deles acorrentados durante o dia, pois a função era cuidar da casa à noite. E esses cães não eram bem socializados, não tinham suas necessidades básicas atendidas, e, por isso, muitas vezes, acabavam tendo comportamentos inadequados. O que, por consequência, aumentava a probabilidade de acidentes e possíveis traumas para os envolvidos”, disse.

“Além disso, muita gente não conviveu muito com cães e não se sente confortável perto deles. Outros tiveram experiências negativas com cães na infância e isso gerou algum tipo de trauma que, por não ser tratado, acaba se transformando em uma fobia”, completou.

De acordo com a especialista, o convívio com animais traz inúmeros benefícios para os tutores. “Os cães, em princípio, tendem a confiar nos humanos, sempre. A espera por receber algo bom da gente é algo instintivo dos cães, pois está totalmente ligada à domesticação. É por isso que eles têm essa capacidade incrível de ler os nossos micro sinais a ponto de saberem quando vamos sair de casa, quando vamos comer, etc. Essa aprendizagem é evolutiva e os cães evoluíram junto com os humanos. Eles foram a primeira espécie a ser domesticada e essa convivência de aproximadamente 16 mil anos traz muitos benefícios para ambas as espécies”, garantiu.

A professora Patrícia Tavares Gonçalves confirma o posicionamento da psicóloga. Durante a pandemia, ela pôde realizar o sonho de ter um animal em casa e, desde então, não se vê sem seu novo companheiro.

O tempo que faltava antes para Patrícia adaptar um cão ao seu lar, durante a pandemia passou a estar disponível, o que permitiu a adoção. “Dou aula em duas redes municipais e ainda tenho um estúdio de beleza, a minha vida é uma loucura! No início da pandemia, terminei um relacionamento e aí, ao mesmo tempo, vi amigos publicando filhotes que haviam encontrado e precisavam de um lar. Me cortou o coração e resolvi dar um lar temporário. Seria temporário, afinal, não havia tempo pra um animal nesse meio. Então resolvi pegar um filhote pra dar amor e cuidado enquanto teria esse tempo em casa”, lembrou.

Através do grupo Amigos da Mia, a professora trouxe uma cadela, ainda filhote, para casa. “Quando surgiu um novo adotante pra ela, não queria mais ter de dá-la. Eu trabalho o dia todo, tem dias que nem almoço, mas adotar foi a melhor coisa que fiz na vida. Sempre julguei quem tratava bicho como filho e hoje me vejo nessa situação”, disse.

Agora, a preocupação de Patrícia é fazer a cadela entender que ela precisará passar mais tempo sozinha. E a professora não está sozinha nessa missão. Outros tutores de animais também se preocupam com isso, já que voltarão ao trabalho devido à flexibilização da quarentena de combate ao coronavírus.

Segundo o adestrador comportamentalista Thiago Barbieri, os tutores precisam treinar os cães para que eles se acostumem à nova rotina. “Com a pandemia, a rotina de todos mudou drasticamente, inclusive a dos cães, que passaram a conviver praticamente 24h por dia com suas famílias. Quando o isolamento acabar, o impacto será muito sentido para os cachorros, que de repente terão de ficar sozinhos novamente por oito, dez, doze horas. Isso pode gerar alguns problemas, como ansiedade por separação, insegurança e estresse. O ideal é que as pessoas iniciem o quanto antes uma readaptação gradual, criando momentos de independência e isolamento para os cães ficarem tranquilos”, orientou.

O profissional explicou ao Estadão que é possível fazer o animal sentir menos os efeitos do distanciamento dos tutores. “É fundamental que se respeite os limites de cada indivíduo, fazendo um trabalho gradual para os cães se acostumarem com períodos sozinhos em um ambiente enriquecido, acolhedor, seguro e com estímulos que promovam atividades mentais e sensoriais”, disse.

“Aproveitem o período de quarentena para passar momentos com seus cães, tenham interações de qualidade e divertidas. Conheçam melhor seus animais. E ofereçam a possibilidade deles também serem independentes, seguros e que saibam ficar à vontade sozinhos em alguns momentos do dia. E procurem a ajuda de um profissional do comportamento animal para ajudá-los nessa adaptação”, finalizou.


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Cãozinho resgatado e adotado descobre câncer em tutora

O cãozinho resgatado Menius é considerado um herói por sua tutora, após detectar a presença de células cancerígenas em uma de suas mamas.

Foto: Joanne Lowen

A professora aposentada de 60 anos, Joanne Lowen, declarou em uma entrevista ao Daily Mail no último dia 04 que tem muito a agradecer a seu amado cãozinho Menius, pois foi devido as repetidas “farejadas” que o animalzinho dava em seus braços somadas a uma recente luta contra a doença que levaram a aposentada a procurar um médico. O caso ocorreu na Inglaterra.

Ela afirma que acredita que cães têm habilidades incríveis. “Já tinha ouvido falar de cães que farejavam doenças e sendo a ‘louca dos cães’ que sou, decidi fazer um check-out. Se não fosse por ele, eu teria esperado até a minha próxima mamografia que seria dentro de dois ou três anos, o que é muito tempo”, declarou Lowen.

Quando chegou ao consultório, Joanne relatou que podia sentir um caroço abaixo do braço, ao invés de contar que estava ali devido as “farejadas” de seu cachorro. Apesar do exame físico do médico não detectar nenhuma anomalia, devido ao histórico da mulher com a doença, ele solicitou que ela fizesse exames no Hospital Medway, em Gillingham.

E para a surpresa de Joanne, os resultados dos exames deram positivos, diagnosticando os estados iniciais de carcinoma lobular invasivo, um tipo de câncer que começa nas glândulas produtoras de leite (lóbulos) das mamas. “Cheguei em casa e a única coisa que pensei em fazer foi em abraçar bem forte Menius”, lembra a professora.

Joanne recebeu os devidos tratamentos para a doença e em junho de 2019 realizou a operação para se livrar do tumor no Hospital KIMS em Maidstone, após 10 dias a aposentada recebeu o laudo de que nenhuma célula cancerígena sobreviveu ao seio ou se transportou para outro órgão. Eventualmente, Joanne precisou passar por uma radioterapia para garantir que nenhum câncer fosse deixado para trás.

A aposentada relatou que Menius foi encontrado na Grécia quase morto, com ferimentos graves, costelas e patas traseiras quebradas e rótulas deslocadas. O cãozinho resgatado que estava exausto e faminto pesava apenas 8kg e provavelmente havia sido torturado e espancado por seus antigos tutores.

A princípio Joanne o havia resgatado com o intuito de conseguir uma família para ele, no entanto, após tudo que passaram, seria impossível se separar de seu cãozinho herói. “Tenho um vínculo instantâneo com Menius, não tem como ele ir a lugar nenhum”, afirmou a aposentada.

Foto: Joanne Lowen

Em uma entrevista ao Metro, Joanne explicou que um veterinário da Grécia havia dito que Menius precisava aumentar a massa muscular devido a sua fraqueza, principalmente nas patas traseiras que estavam quebradas.

“Os veterinários acreditam que ele deve ter sofrido dores horríveis. Suas pernas estavam tão fracas que ele não conseguia se manter de pé, não possuía músculos lá. Toda vez que ele se mexia dava pra ver seus joelhos saltando”, acrescentou Joanne.

Atualmente Menius mora com Joanne e outros dois irmãozinhos resgatados, Hector e Spiros e regularmente faz hidroterapia para cães com o intuito de ganhar massa muscular em suas patinhas traseiras. Ele vive feliz agora sob os cuidados amorosos de sua nova mamãe.

Foto: Joanne Lowen

Como os cães detectam câncer e outras doenças com seu olfato?

Por terem o olfato mais sensível e apurado cães conseguem captar com certa facilidade “compostos orgânicos voláteis”, que são liberados desde os estados iniciais de câncer como os de ovário, pulmão e colorretal.

Alguns estudos científicos mostraram que os cachorros conseguem separar amostras de sangue e tecido coletadas de pacientes com câncer de ovário e de pessoas saudáveis, detectar câncer de próstata através do cheiro da urina do tutor ou mesmo a presença da doença em mamas ou pulmões através do hálito do paciente.

Se um cachorro identificar qualquer sinal da doença em seu tutor ele poderá alertá-lo de diversas formas através de cheiros ou mesmo lambidas suaves nas mãos ou pés. Vale a pena ficar atento as diferenças no comportamento do animal e observar se outros sintomas da doença estão presentes como a fadiga, dores e perda de peso.

Especialistas relatam ainda que cães treinados conseguem ajudar particularmente mulheres com câncer de ovário já que esse tipo da doença não possuí um programa de triagem e quando descoberto já se encontra em fases avançadas.


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Cachorro é adotado após ser espancado por antigo tutor em Acari (RN)

O agressor foi levado para uma delegacia e assinou um termo circunstanciado de ocorrência


Um cachorro foi espancado por um homem no domingo (5) em Acarí, no Rio Grande do Norte. O caso foi descoberto após um vizinho filmar a agressão e divulgar as imagens em rede social.

Foto: Pixabay

O homem, que era tutor do animal, foi levado para a Delegacia de Plantão em Caicó. Após prestar depoimento e assinar um termo circunstanciado de ocorrência, ele foi liberado. As informações são do portal G1.

A Polícia Civil informou que o homem apresentava sinais de embriaguez e não quis se pronunciar sobre a agressão.

O homem se comprometeu, então, a doar o cachorro, que acabou sendo adotado por uma família que soube do caso através de uma ativista.

O caso será investigado pela delegacia de Acarí. De acordo com o delegado, diligências complementares serão feitas e o Juizado Especial Criminal será notificado. Além disso, audiências serão feitas.


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Cachorro acompanha criança até em consulta médica e comove moradores de Platina (SP)

Há cerca de um ano e meio, Solange Aparecida da Silva Bento e seu esposo adotaram o cachorro Thor, que se tornou um grande companheiro do filho do casal, Leonardo Henrique da Silva Ramos. O menino tem apenas três anos de idade e a relação dele com o animal comove os demais moradores de Platina (SP), cidade onde a família vive.

Foto: Divulgação

Solange conta que seu marido estava passando pela rua, quando uma pessoa perguntou se ele não queria o cachorro, que ainda era filhote.

“Como nós gostamos muito de animais, meu marido não pensou duas vezes e trouxe o Thor para casa. Desde que chegou, ele se tornou amigo inseparável do Léo. Quando levo o Léo para a escola, ele vai junto acompanhando o carrinho. Na volta, ele vem sentado dentro carrinho, pois adora passear. Quando eles eram menores, os dois iam juntos sentados no carrinho”, conta.

Ela relata que o filho gosta demais do cachorro e, em tudo o que vai fazer, chama o animal para acompanhá-lo.

“O Leonardo sempre lembra do Thor, chama ele para brincar e quando vamos ao mercado ele sempre quer comprar comidinhas para o Thor. Os dois estão sempre juntos, onde um vai, o outro está também. O Thor é o irmão de quatro patas do Leonardo”, lembra.

Solange conta que o cachorro é tão amoroso que já levou até filhotes de gato para casa, dos quais cuidava como se fossem filhos dele.

Foto: Divulgação

“O Thor é muito esperto. Ele vai comigo e com o Leonardo em todo lugar. Quando levo o Léo no médico, por exemplo, falo pra ele que ele não pode entrar. Parece que ele entende, pois fica do lado de fora esperando, sentado no carrinho”, salienta.

Solange acredita que o contato do filho com Thor é muito importante para a sua formação, pois o ensinará a amar os animais e tratá-los com respeito.

Fonte: Assis City


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Adotado por padre, cão participa de missas em Rondonópolis (MT)

Reprodução/TVCA
Reprodução/TVCA

Há cinco anos, uma igreja católica em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, ganhou um ‘fiel’ diferente, o Raleluia. O cão é tutelado pelo padre da Paróquia São Domingos Sávio e acompanha o religioso em todas as celebrações. Ganhou fama no bairro ao virar “mascote” do local.

Aladim Loureiro ganhou o animal de presente de um amigo da família dele, logo após ser ordenado padre. O cachorro, que lembra a raça basset, mora na casa paroquial com o padre. Na residência, Raleluia sempre fica na porta, como um recepcionista. A igreja e a casa ficam uma do lado da outra, no Bairro Jardim Atlântico.

“Quando fui ordenado padre, o meu grande desejo era ter um cachorro. Um amigo nosso estava com a cadela prenha e falei que queria ter um filhote. Eu o trouxe para casa e pensei: que nome vou dar para o meu cachorro? Como vou chamá-lo? Aleluia seria estranho, vou chama-lo de Raleluia. Ele ficou conhecido na vizinhança como cachorro do padre e todos têm um grande carinho por ele”, disse.

Fonte: G1

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Cão que teve cabeça entalada em parede é adotado

O cachorro que teve a cabeça presa em um tubo de PVC na última quarta-feira (8), em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, foi adotado. A informação é da Associação de Proteção Animal da cidade, que disse que o animal agora está sob os cuidados de uma moradora do Bairro Sebastião Amorim.

O cachorro ficou com a cabeça presa em um cano da parece de uma residência na última semana e foi resgatado pelos bombeiros. A ação foi filmada por um morador. Na gravação é possível ver o animal entalado em um cano de uma parede, do lado de fora de uma casa. O trabalho dos bombeiros começou com marretadas na parte de concreto que separa dois canos.

Em seguida, foi utilizada uma furadeira para finalizar o trabalho. Com a formação de um buraco em torno de onde estava os dois canos, os bombeiros conseguiram, após 30 minutos, retirar o material da parede e libertar o animal. Após o ocorrido, o cão, que vivia nas ruas, foi encaminhado a uma clínica veterinária depois levado para a Associação de Proteção Animal.

(Clique aqui para ver o vídeo no site original)
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Fonte: G1

 

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