Notícias

Guaxinim é resgatado após ficar preso no cimento

Foto: Southwest Wildlife Conservation
Foto: Southwest Wildlife Conservation

O guaxinim foi salvo pela equipe do Centro de Resgate Southwest Wildlife Conservation Center, em Scottsdale, Arixona (USA) após ter caído dentro de um compartimento cheio de cimento em um canteiro de obras da região.

“Nossa equipe de resgate saiu, recolheu-a, trouxe-a para cá e então tivemos que sedá-la e trabalhar para tirar todo aquele cimento dela”, disse Khymberly Lewis, do Centro de Conservação da Vida Selvagem do Sudoeste.

Foto: Southwest Wildlife Conservation
Foto: Southwest Wildlife Conservation

Os resgatantes disseram que não saber como ou por que o guaxinim – que na verdade era um guaxinim do sexo feminino e já idosa – poderia estar passando pelo canteiro de obras, mas sabiam que tinham que agir rápido para salvar sua vida.

Os funcionários do centro de resgate administraram soro e fluidos ao guaxinim resgatado e a aqueceram com um cobertor, mas não sabiam como tirar todo o cimento dela.

Foto: Southwest Wildlife Conservation
Foto: Southwest Wildlife Conservation

A equipe então depilou o animal e a mergulharam água morna de vinagre e sua pele e pelos saíram limpos como novos. Veterinários disseram que ela já foi mãe e já tem certa idade, com mais alguns cuidados médicos, ela vai se recuperar totalmente.

Foto: Southwest Wildlife Conservation
Foto: Southwest Wildlife Conservation

“Como ela não teve muita interação humana, então ela ainda se mostra muito medrosa e nervosa, estamos tentando limitar seu estresse ao máximo. Logo ela está fora do nosso centro de reabilitação e de volta a natureza”, disse Lewis.

“Vai levar alguns meses para ela conseguir o pelo todo de volta, e nós também queremos que ela ganhe um pouco de peso e a libertaremos quando estiver mais frio”.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

​Read More
Notícias

Prédio espalha naftalina em canteiro para afastar cães

O uso da naftalina em espaços abertos não é responsável pela OMS

A verticalização é uma realidade na cidade de São Paulo e causa efeitos diversos. Um deles é mudança de rotina de quem possui animais domésticos. Pessoas que vivem em prédios e principalmente as que tutelam cachorros sabem da necessidade de sair para passear com os animais na rua. Seja para um momento de diversão, quanto para que eles façam suas necessidades.

Do outro lado estão os edifícios corporativos ou os que não possuem animais em casa, que caminhando pelas calçadas acabam pisando ou tendo que desviar de restos das necessidades não recolhidas pelos tutores de cães.

Localizado na região da Avenida Paulista, o prédio The Office Frei Caneca tomou uma atitude maldosa para evitar a presença de cachorros e espalhou bolas de naftalina no chão e nas floreiras. De acordo com funcionários da segurança ouvidos pelo BuzzFeed, a ideia é dedetizar a área para impedir a circulação dos animais.

O problema é que naftalina é um produto tóxico e seu uso em ambientes externos é vetado por profissionais de saúde. Ou seja, ao colocar estas bolotas em locais frequentados por cachorros, o The Office Frei Caneca acaba colocando a vida destes animais em risco e a de crianças também.

“Já denunciamos para a Vigilância Sanitária, temos mais de 50 assinaturas. Não é por ser uma praça privada que eles podem envenenar os animais. Imagina se um cachorro come a naftalina?”, reclamou o administrador Carlos Sousa, morador das redondezas.

Os representantes do prédio argumentam que o mau cheiro deixado pelos animais é muito pior do que o exalado pela naftalina. O edifício corporativo garante estar calçado com assessoria jurídica e que vai sinalizar o local para alertar os transeuntes. Além de condenar a prática, a Vigilância Sanitária de São Paulo disse que desde 1990 a Organização Mundial de Saúde recomenda o uso de naftalina apenas em locais fechados. Já a subprefeitura da Sé, responsável pela administração do local, declarou que fará uma vistoria na semana que vem para averiguar a situação.

Fonte: Hypeness

​Read More
Notícias

Animais mantidos em canteiro são retirados do local em Vitória (ES)

O jardim aberto, que funcionava na esquina da Rua Dionísio Rosendo desde 2011, no entorno da Praça Costa Pereira, em Vitória (ES), foi extinto. Desde que foi inaugurado, de acordo com o principal responsável pela manutenção do local, o espaço manteve ao menos 40 tipos de plantas e inúmeros animais, entre coelhos, galinhas, preás, peixes, codornas e outros. Contudo, devido a uma notificação da Prefeitura de Vitória para que os animais fossem retirados, Eugênio Martini, 62 anos, resolveu encerrar totalmente as atividades e retirar também as espécies de plantas do jardim que ele cuidava.

O comerciante diz que um grupo, do qual desconhece o vínculo, retirou os animais do local no último final de semana.

(Foto: Reprodução / TV Gazeta)

“A única informação que temos é que algumas pessoas vieram e recolheram os animais. Não sei quem são e nem para qual lugar eles foram levados. Não nos deram satisfação alguma. Eu não estava na hora em que vieram recolher, mas, o que me disseram, foi que essas pessoas falaram que estavam ali autorizadas pela prefeitura”, disse.

A Prefeitura de Vitória, no entanto, nega que tenha enviado alguém para retirar os animais, uma vez que não é papel da instituição fazer o deslocamento de animais. A administração municipal reforçou que só fez a notificação após ter recebido denúncias de maus-tratos aos animais no local e seguiu o que determina a lei federal de Crimes Ambientais 9605/98, regulamentada pelo decreto 6514/2008.

A advogada e defensora de animais Carolina Dias afirmou que se incomodava em ver “os animais em uma situação tão ruim, tão deprimente”. De acordo com ela, eles eram mantidos “engaiolados e sempre amontoados”, além de não terem alimentação adequada disponível. “Essa não é a melhor maneira de promover uma educação ambiental se tratando de animais silvestres”, denunciou a advogada, que passa com frequência pelo local no caminho para o Fórum. “Coelhos e porquinhos-da-índia não são animais de estimação, são animais exóticos e devem ter um acompanhamento adequado de um veterinário especializado em animais exóticos”, completou.

O comerciante resolveu também retirar as plantas que cultivava no espaço e as levou para um galpão de propriedade dele.

“Minha intenção era continuar com as plantas, porém, minha esposa implorou para eu retirá-las para evitar algum outro tipo de problema. Encerrei todas as atividades no canteiro para não receber novas notificações. Trouxe todas as plantas para minha casa e vou cuidar delas aqui, onde tenho um galpão que cabem todas elas. Algumas pessoas até me pediram algumas, mas tenho ciúmes delas”, afirmou.

Procurada pela reportagem do Gazeta Online, a Prefeitura de Vitória informou que “as plantas que estavam no local haviam sido compradas/adquiridas pelo morador em questão, então, por ele não ter retirado do local nenhum material de posse pública, não se configura crime.” Continuou dizendo que, “quanto à retirada dos animais, não é de responsabilidade da prefeitura realizar a ação.”

Nem Martini nem a prefeitura souberam informar para qual local os animais foram levados nem quem é o grupo que os retirou do jardim.

Fonte: Gazeta Online

​Read More
Notícias

Moradores denunciam maus-tratos a animais mantidos em canteiro no ES

Animais como coelhos, preás e galinhas estão sendo mantidos em um canteiro, aberto ao público, na área central do município de Vitória, no Espírito Santo. Mais de 20 denúncias de maus-tratos aos animais já foram feitas à Prefeitura.

Ironicamente, o espaço que aprisiona e maltrata animais foi criado no Dia do Meio Ambiente, em 2011. O objetivo era acabar com um ponto de descarte de lixo que havia no local. O comerciante Eugênio Martini, que tem um estabelecimento em frente ao canteiro, foi o responsável.

(Foto: Reprodução / TV Gazeta)

“O que incomoda realmente é ver os animais em uma situação tão ruim, tão deprimente. Vivem engaiolados e sempre amontoados, vários deles. Não há alimentação adequada disponível e essa não é a melhor maneira de promover uma educação ambiental se tratando de animais silvestres”, denunciou a advogada e defensora de animais Carolina Dias, que passa com frequência pelo local no caminho para o Fórum. “Coelhos e porquinhos-da-índia não são animais de estimação, são animais exóticos e devem ter um acompanhamento adequado de um veterinário especializado em animais exóticos”, completou.

Após receber as denúncias de maus-tratos feitas por moradores da cidade, a Prefeitura determinou que os animais fossem retirados do espaço em que vivem. De acordo com a administração municipal, uma veterinária esteve no local e constatou várias irregularidades. As informações são do portal G1.

“Os animais estão no meio de uma via pública, dentro de gaiolas na maior parte do dia, debaixo de sol, de chuva, sem acompanhamento adequado, com acesso de todas as pessoas que passam na rua, que podem pegar, manusear, até machucar esses animais. Então a ideia é justamente que, como não é um local apropriado e eles não estão em condições apropriadas, que se faça a remoção dos animais e os coloquem em local realmente apropriado”, explicou o representante da prefeitura, Ademir Barbosa Filho.

O local não é cercado. Por isso, conforme imagens feitas pela TV Gazeta comprovaram, alguns dos animais tem acesso à rua. Na reportagem produzida pela emissora, é possível ver um galo caminhando pelo asfalto, correndo o risco de ser atropelado por veículos.

O comerciante, entretanto, negou-se a assinar a notificação que determina a retirada dos animais do espaço. Ele está sujeito a uma multa que varia de R$ 500 a R$ 3 mil por animal, mas afirma que só irá retirar os animais do canteiro “se a maioria da população fizer um abaixo-assinado” pedindo pela remoção.

​Read More
Você é o Repórter

Gato abandonado em canteiro onde havia ossada de gatos aguarda no novo no RJ

Ninhada Carioca
ninhadacarioca@gmail.com

Preciso arrumar um lar para o Frajolinha. Ele já está castrado e foi abandonado em Copacabana, no Rio de Janeiro, há uma semana.

Ele é branco com preto, com luvinhas, peito e juba brancos, além de manchinhas super charmosas nas patas e rabo felpudo, estilo cauda de gato persa. Já é grandinho e tem, inclusive, coleirinha.

Aparentemente, é saudável e está numa das regiões mais movimentadas do bairro, o Corte do Cantagalo. O temperamento é doce e brincalhão. Faz questão de pedir carinho às pessoas que ele gosta, mesmo sendo apenas desconhecidos.

Por mais que amigos dos animais já colocam sempre comida e água para ele, o gato corre risco tanto de ser atropelado quanto de ingerir veneno de rato, que é comum colocarem nas plantas da região. Há, inclusive, uma ossada de felino no local.

Para mais informações, entre em contato com ninhadacarioca@gmail.com

​Read More
Notícias

Cães são abandonados em cruzamento de rodovia

Um fato inusitado chama a atenção de quem trafega pela RSC 287, junto ao cruzamento com a RS 124 – Trevo da Agrogen. Sobre a grama do canteiro foi colocada uma casinha de cachorro. De cor amarela e com telhado de Brasilit, a casinha tem servido de abrigo para alguns cães que provavelmente foram abandonados no local.

Casinha com três cachorros ao redor (Foto: Por Reprodução)

Conforme a presidente da Associação Montenegrina dos Guardiões dos Animais (Amoga), Luiza Kimura, inicialmente havia um cachorro preto que estava há vários dias no canteiro. A suspeita era de que ele ficava esperando pelo tutor. Preocupados que estivesse passando fome, algumas integrantes da Amoga o têm alimentado quando se dirigem ao serviço e na saída, no início da manhã e final da tarde.

Entretanto, nos últimos dias o vira-lata preto ganhou mais “amigos”. No domingo (08), quando a reportagem esteve no local, havia pelo menos quatro cães no canteiro, junto da casinha. Luiza acredita que tenham sido abandonados pelos tutores. Ela teme pela segurança dos animais, pois o local é muito perigoso e podem ser atropelados por veículos que transitam no trevo e na rodovia. “As pessoas me ligam pedindo providências e até se oferecendo para adotar. Já tentei pegá-los para encaminhar para adoção, mas quando chego perto eles fogem para o mato”, lamenta Luiza. Ela diz que chegou até a entrar no mato para onde os cães fugiram, mas não conseguiu pegá-los. “Tentei três vezes pegar”, diz.

Luiza ressalta que a Amoga atende cerca de 200 cachorros por dia, entre doentes, atropelados, fêmeas grávidas e filhotes. E ressalta a importância de as pessoas adotarem os animais.

Fonte: Fato Novo

​Read More
Notícias

Porquinhos-da-índia são encontrados em canteiro de avenida

Uma movimentada avenida de São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo, virou o lar de mais de dez porquinhos-da-índia. Os animais viviam há cerca de seis meses em plena área pública e foram adotados por quem trabalha por perto. Após a divulgação da história, apenas um dos animais permanece no canteiro, de acordo com uma das pessoas que adotou os bichinhos.

Os dez porquinhos-da-índia viviam na avenida há seis meses; após divulgação da história, apenas um animal ficou no canteiro (Foto: Ricardo Bono/Agência Bom Dia)
Os dez porquinhos-da-índia viviam na avenida há seis meses; após divulgação da história, apenas um animal ficou no canteiro (Foto: Ricardo Bono/Agência Bom Dia)

A auxiliar de serviços gerais Cecília Batistela Irineu, de 37 anos, conta que encontrou os animais por acaso. “Eu descobri porque eu trabalho num setor que é alto. Eu vi lá de cima e parecia um rato. Cheguei lá perto e vi que era um coelho. Para mim não é porquinho, parece um coelho.”

Desde que encontrou os bichinhos, Cecília ia sempre ao local para dar comida aos animais e diz que não precisava ir todo dia, pois outras pessoas que trabalham próximo ajudavam na tarefa. De fato, não parecia faltar nada para os porquinhos-da-índia. Eles recebiam comida, água e ganharam até uma casinha improvisada.

De acordo com Cecília, os animais foram abandonados na avenida por dois jovens, mas eram apenas dois animais. “Depois foram tendo filhotes e até sexta-feira [25] tinha uns dez”, conta. Segundo ela, alguns dos bichinhos foram levados de lá na terça-feira (29), depois que os animais foram fotografados e a história, divulgada.

Cecília espera agora que alguém leve o último. “Ele não pode ficar ali sozinho, senão vai morrer”. Ela diz que não pode adotar o porquinho-da-índia que foi deixado para trás porque não é possível criá-lo em seu apartamento.

Fonte: G1

​Read More