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Médica de Angelina Jolie afirma que uma alimentação vegetariana estrita previne o câncer

Angelina Jolie | Foto: Reprodução

A médica oncologista de Angelina Jolie faz parte de um grupo que incentiva mulheres a reduzirem os riscos de desenvolverem câncer de mama por meio de mudanças simples, mas significativas no estilo de vida.

A Dra. Kristi Funk, que tratou Angelina Jolie contra o câncer de mama, fez uma parceria com a Physician’s Committee for Responsible Medicine – PCRM (Comitê Médico para Medicina Responsável, tradução livre), liderado pelo Dr. Neal Barnard para organizar a campanha Let’s Beat Breast Cancer (Vamos Vencer o Câncer de Mama, tradução livre).

A campanha descrita pela PCRM como “uma estratégia de quatro frentes, apoiada pela ciência”, oferece recursos gratuitos, incluindo livro de receitas eletrônico, que ajudará as mulheres a adotar da melhor forma as instruções médicas.

Isso inclui comer alimentos inteiros, uma alimentação vegana, exercícios físicos regulares, limitar o consumo de bebidas alcoólicas e alcançar e manter um peso saudável. De acordo com as avaliações médicas o excesso de peso aumenta a propensão de desenvolvimento de câncer após a menopausa.

Alimentação vegana | Foto: Reprodução Pixabay

A Dra. Kristi, ainda completa: “O que você come pode alimentar o câncer ou ajudar seu corpo a procurá-lo e destruí-lo. Comer alimentos vegetais inteiros e coloridos ajuda seu corpo a se defender de células cancerígenas malignas.”

A busca por uma alimentação vegana é recomendada pelos médicos e especialistas não somente ao ter um tumor cancerígeno mas também evitar seu desenvolvimento.


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Estudo associa ingestão de leite ao câncer de mama

Pixabay

Um novo estudo realizado por pesquisadores da Loma Linda University Health, na Califórnia, aponta que o consumo de leite de origem animal tem uma forte associação com o câncer de mama em mulheres, aumento risco em até 80%. Os resultados da pesquisa foram publicados no International Journal of Epidemiology e sugerem até que quantidades mínimas da bebida podem ser extremamente prejudiciais.

A pesquisa foi realizada com 53 mil mulheres saudáveis durante um período de oito anos. Antes do início do estudo, as participantes responderam questionários sobre dados demográficos, histórico familiar de câncer de mama, atividade física, consumo de álcool, uso de medicamentos hormonais e outros, triagem de câncer de mama e histórico reprodutivo e ginecológico. Após o estudo, 1.057 mulheres desenvolveram a neoplasia.

O artigo, assinado pelo Doutor Gary E. Fraser, professor da Loma Linda University Health, afirma que o estudo indica fortemente que a ingestão de leite de origem está associada à incidência do câncer de mama em mulheres e salienta que as atuais diretrizes alimentares norte-americanas, que sugerem como ideal o consumo de três xícaras diárias de leite, precisam ser revistas ou virem acompanhadas de alertas de conscientização sobre os riscos.

O pesquisador afirma que “consumir de 1/4 a 1/3 de xícara de leite por dia está associado a um risco aumentado de câncer de mama de 30%. Ao beber até uma xícara por dia, o risco associado sobe para 50% por cento e, para aqueles que bebem de duas a três xícaras por dia, o risco aumentou ainda mais para 70 a 80%”, salienta.

Gary desmentiu ainda que o consumo de soja como substituto ao leite animal ofereça riscos de câncer. “Nenhuma associação clara foi encontrada entre produtos de soja e câncer de mama, independentemente do leite. Mas, quando comparada ao baixo ou nenhum consumo de leite, a maior ingestão de calorias e leite foi associada a um maior risco de câncer de mama, independente da ingestão de soja”, apontou.

O pesquisador afirma que uma explicação possível é que, além do produto não ser indicado para seres humanos, o leite de origem animal é produzido enquanto as fêmeas estão lactando e alimentando seus bebês e esse estímulo é feito com hormônios próprios e naturais à espécie que são danosos para consumo humano. Em resumo, o leite de origem animal é saudável apenas para nutrir a própria espécie.

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Gatinha ajuda tutora a enfrentar tratamento médico

Quem tem gatos costuma afirmar que eles são um bálsamo para a alma e muitas vezes verdadeiros “enfermeiros”

Cíntia França e Pipoca Cat – uma dupla inseparável. Foto de arquivo pessoal

São muitos os relatos de pessoas que venceram doenças ou superaram intensos períodos de depressão apenas por contar com a companhia de gatos. Muitas vezes silenciosos, mas atentos aos seus tutores, os felinos conferem uma ajuda extra e às vezes até fundamental na recuperação de doenças, cirurgias ou crises emocionais.

Cíntia França, de São Paulo (Brasil), foi surpreendida em 2014 com um diagnóstico de câncer de mama. Ela ainda não tinha adotado a gatinha Pipoca Cat, mas um ano depois saberia o quanto a presença da felina em sua vida faria diferença.

“Nunca imaginei passar por essa situação porque não havia histórico da doença na família. Precisei retirar uma grande força de dentro de mim e com muita fé enfrentei cirurgia, quimioterapia e todo o processo que envolve o tratamento. No entanto, mulheres que passam por isso ficam frágeis, sensíveis e, por mais que tenhamos apoio familiar, as pessoas não conseguem dar carinho toda vez que estamos chateadas ou deprimidas”.

No início Cíntia foi resistente em adotar Pipoca, mas depois viu que a gatinha fez uma grande diferença em sua vida. Foto de arquivo pessoal

Em 2015 Luana, a filha de Cíntia, sugeriu que elas adotassem um gato. “Ela é filha única, sempre amou gatos e desde pequena pedia um gatinho. Mas eu nunca tinha tido um animalzinho na vida e achei que não me acostumaria. Sou muito asseada, organizada e a primeira coisa que pensei é que um gato faria muita bagunça e provocaria mau cheiro na casa”, conta.

Foi então que Pipoca Cat entrou para a família e, de fato, causando muita bagunça, mas uma “bagunça saudável” fazendo Cíntia mudar completamente de opinião.

“Luana estava na faculdade, meu marido trabalhava o dia todo e eu já estava parcialmente recuperada, mas ficava muito tempo sozinha e ociosa, sem ânimo para nada. Estava com o pensamento preso ao que eu já tinha passado e com medo da doença retornar”.

Nesse momento Cíntia teve a ideia de procurar pela internet um gato para adotar. “Eram muitas fotos de gatos, mas me encantei pela Pipoca que antes se chamava Begônia. Marquei com a protetora e fui com minha filha buscá-la. Passamos numa pet shop e compramos tudo o que poderia ser útil, como um enxoval para bebê”.

Pipoca Cat virou enfermeira de Cíntia ajudando a tutora a se recuperar. Foto de arquivo pessoal

Cíntia achou que a gatinha de apenas quatro meses se tornaria mais próxima de sua filha, mas Pipoca Cat tinha outro alvo e uma missão. “Ela se ligou em mim imediatamente. Estava sempre me seguindo, pedindo carinho, colo, atenção e, claro sachê”.

Só que Pipoca estava doente. Teve uma conjuntivite que quase a cegou de um olho e várias micoses pelo corpo. Com um bom tratamento e muito amor Pipoca se recuperou por completo e a situação se inverteu. Agora seria Pipoca a enfermeira obstinada de Cíntia.

“Até minhas lágrimas ela secou!”

“Em 2017 descobri metástase e mais uma vez passei mal. Só que, na ocasião, além do apoio familiar, tinha a Pipoca ao meu lado amassando pãozinho no meu colo, deitando do meu lado, lambendo meus braços e até minhas lágrimas ela secou. Ela me chamava para brincar de se esconder atrás da porta e isso me dava alegria e fazia esquecer dos problemas”.

“Ela me salvou e salva todos os dias”

Pipoca foi fundamental para Cíntia enfrentar mais uma fase do tratamento: “Digo com toda a certeza que ela me salvou e salva todos os dias com seu amor, sua meiguice e seu olhar. É como se ela dissesse ´olha estou aqui para cuidar de você`. É uma sintonia de almas. Deus permita muitos anos ao lado desse anjinho que ele enviou para me proteger e amar incondicionalmente”.

Fátima ChuEcco é jornalista ambientalista e atuante na causa animal


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Cachorro salva a vida de tutora ao farejar câncer de mama

Amanda Evans-Nash descobriu que tinha um nódulo em um dos seios após Jimmy, seu cachorro, começar a farejar e bater as patas nessa região do corpo da tutora.


A vida de Amanda Evans-Nash foi salva por Jimmy, seu cachorro. Farejando um nódulo que Amanda ainda não sabia que tinha, o cão começou a ter um comportamento estranho. Ele queria subir no colo da tutora com frequência, cheirava o tronco dela e batia as patas em um de seus seios. Mais tarde, enquanto apalpava a região, Amanda descobriu o nódulo. Após procurar um médico, ela foi diagnosticada com câncer de mama.

Foto: Reprodução/Facebook/Amanda Evans-Nash

O caso aconteceu em Prestwich no Reino Unido, e foi a ação rápida do cachorro que permitiu um diagnóstico precoce, o que foi crucial para a sobrevivência de Amanda.

“Não sei o que seria de mim, nem se eu estaria viva se não fosse por Jimmy”, contou em entrevista ao site Metro.

Apesar do câncer ter se espalhado rapidamente, Amanda venceu a doença. Ela foi submetida a sessões de quimioterapia durante 18 semanas e, depois, passou por uma cirurgia na qual a equipe médica retirou 29 nódulos de seu seio.

Uma biópsia foi realizada e concluiu que Amanda estava totalmente curada – graças ao cachorro.

Foto: Reprodução/Facebook/Amanda Evans-Nash
Foto: Reprodução/Facebook/Amanda Evans-Nash

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Stella McCartney
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Stella McCartney lança campanha de conscientização sobre o câncer de mama

A estilista vegana, Stella McCartney, filha do astro mundial da música Paul McCartney, lançou recentemente a coleção “All is Love”, uma campanha de conscientização sobre o câncer de mama, estrelando o premiado ator britânico Idris Elba. Como a voz do curta-metragem da campanha, Elba desafia o tabu de homens que falam abertamente sobre os seios das mulheres e a experiência do câncer de mama lendo um poema com imagens de sobreviventes do câncer.

Stella McCartney
Foto: Reprodução/ VegNews

O filme acompanha o lançamento do conjunto de lingerie de edição limitada de McCartney “Rosing Romancing” em rosa pálido e uma bandana de algodão vermelha com as palavras “graça, compaixão, coragem e força”.

Os lucros de ambas as peças serão para beneficiar as principais instituições de caridade e centros de apoio em todo o mundo, incluindo o Centro Linda McCartney – uma homenagem à mãe da estilista, que morreu de câncer de mama em 1998. Como parte da iniciativa, McCartney também doará 1.000 sutiãs de compressão pós-mastectomia da marca “Louise Listening” feita para mulheres em todo o mundo submetidas a tratamento de câncer de mama.

“Há tantas emoções associadas às trágicas realidades de se ter uma mastectomia dupla”, disse McCartney. “E nós só queríamos fazer algo para que essas mulheres pudessem ter algo do qual se orgulhar, sem nenhuma vergonha.”

McCartney continua a espalhar compaixão através de suas coleções de moda sustentáveis e livres de crueldade animal. Recentemente fez uma parceria com a Adidas para lançar um tênis chamado Stan Smith, feito de couro vegano, dedicado ao atleta que possui o mesmo nome.

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Outubro Rosa faz alerta para câncer de mama em animais

O câncer de mama é uma realidade que atinge não só humanos, mas também animais. De acordo com o doutor em oncologia veterinária Rafael Cuconati, a incidência da doença em cadelas é três vezes maior do que em seres humanos.

Faculdade Anhanguera oferece consultas gratuitas para combater câncer de mama (Foto: Reprodução/EPTV)

“Ele (o tumor) pode aparecer bem pequeno, menor que do uma cabeça de alfinete também. Então, tem que fazer uma apalpação bem minuciosa”, explicou o doutor ao G1.

Dados do Conselho Federal de Medicina Veterinária indicam que os tumores de mama correspondem a 52% dos casos de câncer em cadelas e 17% em gatas. Meg é uma das cadelas que já foi acometida pela doença. “Quando ela chegou já tinha os tumores da mama e foi a primeira vez que ela operou. A segunda vez, ela operou um tumor do dedinho da pata. E a terceira vez foi agora recentemente, em agosto, que ela operou de novo e tirou a outra cadeia mamária”, contou Ana Paula Mateucci, tutora de Meg.

Os tumores, segundo Ana Paula, foram detectados nos primeiros estágios, o que facilitou o tratamento. “Tanto o tumor da patinha, quanto o da mama, foi observando e apalpando que eu achei”, disse.

Campanha de conscientização

Alunos e professores do curso de Medicina Veterinária da Faculdade Anhanguera, em Campinas (SP), estão realizando uma campanha sobre a necessidade da prevenção e a importância do diagnóstico precoce em relação ao câncer de mama.

Meg retirou tumores de câncer de mama duas vezes (Foto: Reprodução/EPTV)

Para conscientizar tutores e prevenir casos da doença, consultas gratuitas estão sendo oferecidas na faculdade durante todo o mês de outubro, além de descontos em exames e em procedimentos cirúrgicos.

 

O hospital veterinário da Faculdade Anhanguera está localizado na Fazenda Santo Antônio. Os atendimentos são realizados às sextas-feiras, das 13h às 17h.

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Faculdade de Manaus (AM) realiza exames gratuitos e alerta sobre câncer de mama em animais

Divulgação

Muitas pessoas não sabem, mas os animais de companhia (cães e gatos), assim como os seres humanos, também podem sofrer com doenças como o câncer de mama que atinge, principalmente, cadelas e gatas. Por conta disso, a Faculdade Esbam promove na próxima sexta-feira (19) o “Outubro Rosa Pet”.

A ação é gratuita e acontece as 9h na própria CliniVet da Esbam, localizada a Rua Rodrigues Torres, 292, Conjunto Abílio Nery, no Adrianópolis. Com exames e orientações, o objetivo é chamar a atenção dos responsáveis pelos animais para a avaliação médica no intuito de prevenir contra o câncer de mama nos pets.

O coordenador da Clinica Veterinária da Esbam, o professor Daniel José Hoffmann, alerta para que os donos de cadelas e gatas realizem, frequentemente, o exame de palpação nos animais e, em caso de qualquer sinal de aumento do volume das mamas, levem o seu animal a um veterinário de confiança o mais rápido possível garantindo, assim, um diagnóstico precoce.

“Depois dos tumores de pele, os tumores mamários são os mais frequentes em cães e gatos. Normalmente ocorrem em animais adultos, mas pode acometer animais em qualquer idade. Existem diversas raças predispostas a desenvolver essas neoplasias (tumores)”, explica Daniel Hoffmann, que é Mestre em Ciência Animal pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).

O médico veterinário ressalta que, por serem tumores associados a uma influência hormonal, uma das formas de prevenção de câncer de mama é a castração que, quando realizada antes do primeiro cio em cadelas, reduz o risco de desenvolvimento de tumor de mama para 0,05%. Esse risco aumenta para 8% nas cadelas castradas após o primeiro cio e para 26% após o terceiro cio.

Ele chama a atenção também para o uso inadequado de medicamentos contraceptivos nos animais domésticos. “A utilização de contraceptivos em animais de companhia não é indicada e pode resultar no desenvolvimento de neoplasias mamárias. Portanto, se não houver interesse reprodutivo no animal é recomendado realizar a castração de seu animal, proporcionando, assim, uma melhor qualidade de vida a ele”, esclarece Hoffmann.

Gatas em alerta máximo

O alerta principal da campanha “Outubro Rosa Pet” vai para as gatinhas. De acordo com o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), enquanto nas cadelas os casos diagnosticados em aproximadamente 60% dos tumores de mama são malignos, nas gatas, embora seja menos comum, esse número salta para 90%.

O CFMV enfatiza que os tumores mamários são as lesões mais frequentes em cadelas e a terceira mais recorrente em gatas. Segundo o Conselho, nos últimos anos tem-se verificado um aumento considerável de casos de câncer nessas espécies, e, em alguns casos, levando a óbito.

O coordenador da CliniVet da Esbam, professor Daniel Hoffmann, orienta ainda que os responsáveis pelos animais que fiquem atentos à saúde de seus “melhores amigos”. “É necessário realizar consultas periódicas para o acompanhamento da saúde do animal e garantir a ele ou a ela, uma vida de qualidade mais prolongada. O diagnóstico precoce aumenta as chances de cura da doença”, recomenda.

“Outubro Rosa Pet”

O “Outubro Rosa Pet” é um evento realizado anualmente pelo curso de Medicina Veterinária da Escola Superior Batista do Amazonas (Esbam), por meio da Clínica Veterinária (CliniVet) no intuito de chamar a atenção para a saúde dos animais de companhia. Além disso, a ação envolve alunos e professores do curso que atendem, principalmente, a comunidade das redondezas da Faculdade.

“Dessa forma, proporcionamos mais experiência e capacitação aos nossos futuros Médicos Veterinários no diagnóstico e prevenção de câncer de mama”, ressalta o coordenador do curso de Medicina Veterinária da Esbam, o professor José Allan Soares de Araújo.

Todos os anos, durante a ação, a CliniVet da Esbam atende cerca de 80 animais dando orientação e atendimento como forma de combater e prevenir o câncer de mama.

Fonte: A Crítica

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Especialista afirma que o consumo de carne e de leite é associado ao desenvolvimento de câncer de mama

A cirurgiã das estrelas, Dra. Kristi Funk, declarou que a nutrição é a principal contribuinte para o risco de câncer de mama, e afirmou que carne e laticínios estão entre os principais responsáveis pelo desenvolvimento da doença.

A estrela realizou mastectomia em 2013 como forma de prevenção ao câncer de mama. (Foto: Reprodução)

Apesar de já ser conhecida por operar famosas, sua popularidade aumentou após a atriz Angelina Jolie creditar à doutora a decisão de realizar uma mastectomia dupla, como forma de prevenção ao câncer de mama.

Em uma entrevista recente ao The Sunday Times, Funk explicou o que aprendeu sobre os riscos de câncer em décadas de trabalho em saúde mamária.

Embora tenha dito que a obesidade, o álcool, o exercício, a terapia de reposição hormonal e o estresse possam afetar os riscos de uma mulher, a especialista afirmou que o maior fator é “definitivamente a nutrição”.

Funk afirma ter descoberto a influência da nutrição sobre a saúde das mamas apenas após escrever seu próprio livro sobre o tema: “Breasts, An Owner’s Manual” (“Seios, um manual do usuário”, em português).

Após descobrir a verdadeira relação entre a dieta e o câncer, a Dra. Funk imediatamente mudou a alimentação de sua família. Ela inclusive inspirou pacientes famosos, como a atriz Ellen Pompeo, conhecida por seu papel em Grey’s Anatomy, a fazerem o mesmo.

A cirurgiã das estrelas, Dra. Kristi Funk, e afirmou que carne e laticínios estão entre os principais responsáveis pelo desenvolvimento de câncer de mama.
A Dra. Kisti Funk atua possui décadas de trabalho em saúde mamária e é conhecida por operar celebridade de Beverly Hills. (Foto: Reprodução)

Segundo a doutora, as evidências dos malefícios são claras, então ela evita o slogan “pode tudo com moderação” usado por muitos médicos quando se trata de assuntos controversos como o consumo de laticínios e carne.

“Se eu tivesse uma salada grande, eu costumava jogar um monte de queijo por cima. Meu café da manhã era um monte de iogurte grego. Pensei que era saudável. Mas fiquei tão impressionado com as evidências tão sólidas, que meus três filhos, meu marido e eu, todos nos tornamos 100% veganos e nunca nem pensamos em retomar a antiga dieta”, declarou Funk.

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Consumo de leite de origem animal aumenta probabilidade de doenças cardíacas e câncer de mama

De acordo com um novo relatório divulgado pela empresa de pesquisa de mercado Million Insights, as preocupações com doenças cardíacas e câncer de mama ajudarão a impulsionar o mercado global de laticínios à base de plantas, que pode chegar a valer US $ 35,6 bilhões (R$ 139,3 bilhões) até 2024.

O relatório analisou a projeção do mercado de alternativas lácteas através de diversas categorias, como sorvete, manteiga, queijo, entre outros. Porém, também verificou os motivos que estão impulsionando o crescimento global da categoria.

O consumo de laticínios à base de vegetais atualmente está em ascensão graças a um número sem precedentes de indivíduos que estão se identificando como veganos. Porém, fatores como o aumento de pessoas intolerantes à lactose e uma demanda por produtos inovadores também impulsionaram esse setor.

De acordo com o relatório, a prevenção do câncer de mama e doenças cardíacas devem “aumentar o crescimento do mercado no próximo período”. Além disso, menores índices de gorduras e a ausência de colesterol nas bebidas lácteas alternativas ajudarão a aumentar a demanda.

Ao contrário de laticínios de origem animal, leites veganos produzidos a partir de soja, amêndoas, aveia, coco, e outros, não contêm colesterol.

Novo estudo revela que preocupações com doenças cardíacas e câncer de mama ajudarão a impulsionar o mercado global de laticínios à base de plantas.
Foto: Divulgaçãovega

Pesquisas médicas estabeleceram uma ligação entre colesterol alto e produtos lácteos, juntamente com outros produtos de origem animal, como carne. Uma revisão do estudo, conduzida pela Nutrition Review, mostrou que pessoas que aderem a uma dieta à base de vegetais têm níveis mais baixos de colesterol, comparados com onívoros.

Um estudo divulgado no início deste ano pelo Fundo Mundial para Pesquisa do Câncer mostrou que evitar produtos de origem animal pode ajudar a prevenir todas as formas de câncer.

Os consumidores também estão tornando-se mais consciente dos riscos à saúde associados aos laticínios e outros produtos animais. Ao mesmo tempo, os benefícios de uma dieta vegana não podem mais ser negados.

Em uma clínica de cardiologia no estado da Pensilvânia, no nordeste dos EUA, a recomendação médica para a adoção de uma dieta vegana levou pacientes com problemas de colesterol e pressão arterial a abandonar o uso de medicamentos.

Este não é o primeiro relatório de mercado a apontar a saúde como um fator determinante no aumento das alternativas lácteas. Um diagnóstico recente da empresa de pesquisa de mercado global Mintel previu que o consumo de lácteos de origem animal cairá 11% até 2020 na Europa Ocidental. A previsão afirma que a queda ocorrerá em parte graças ao aumento das preocupações com a saúde.

Uma pesquisa realizada pela Nutritional Outlook revelou que metade dos usuários de laticínios dos EUA também compram leite à base de plantas, impulsionado por alergias, preocupações com o efeito dos laticínios sobre o colesterol e outros problemas de saúde.

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Universidade realiza exames gratuitos de prevenção ao câncer de mama nos animais

O Hospital Veterinário da Uniderp promove o Outubro Rosa Pet, nessa sexta-feira (27), em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Trata-se de uma ação para auxiliar a comunidade na conscientização e prevenção do câncer de mama em animais. Médicos veterinários realizarão o exame de palpação em cães e gatos para verificar a presença de nódulos nas mamas, além orientar sobre os sintomas de aparecimento de tumores, as consequências da doença, entre outras dúvidas. As avaliações são gratuitas e acontecem até às 17h.

Os exames de prevenção ao câncer de mama em animais são gratuitos (Foto: Divulgação/Assessoria)

Segundo a equipe técnica do hospital é importante que a população fique atenta ao câncer em animais, pois quanto mais cedo a doença for descoberta, maior é a chance de cura. “Temos percebido uma elevação no número de casos de câncer de mama e o uso de hormônio para retardar o cio tem sido uma das causas do problema. As cadelas e gatas a partir dos sete anos são as que apresentam maior propensão ao desenvolvimento dos tumores mamários”, destaca a médica veterinária pós-graduada em Oncologista, Alessandra Bairros. Cerca de 60% e 90% dos tumores na glândula mamária de cães e gatos, respectivamente, são malignos, segundo dados do Conselho Federal de Medicina Veterinária, e a prevenção “é a castração da fêmea antes de seu primeiro cio”, orienta a especialista.

Serviço

Localização da Uniderp Agrárias: rua Alexandre Herculano, 1400, Parque dos Poderes.
O atendimento do Outubro Rosa Pet acontecerá por ordem de chegada. As avaliações são gratuitas. Mais informações pelo telefone (67) 3309.6524.

Fonte: MS Notícias

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De olho na saúde

Outubro Rosa Animal: câncer de mama não é exclusividade dos humanos

As fêmeas com idade entre 10 e 11 anos correm maior risco de desenvolver o câncer

Em plena campanha do Outubro Rosa, um alerta lembra que a prevenção contra o câncer de mama não deve ser exclusividade dos humanos. A doença também atinge animais, como cadelas e gatas.

De acordo com a rede de hospitais veterinários Pet Care, 17% dos casos de câncer em gatas, atendidos pela instituição, correspondem a tumores na mama. Já em cadelas, esse número chega a 53%.

O índice reforça a necessidade de conscientizar os tutores de animais sobre a importância de exames periódicos. O diagnóstico precoce em animais tem tanta relevância quanto em humanos, aumentando em 90% as chances de cura, segundo o hospital.

Fatores como genética, natureza hormonal e até o ambiente podem influenciar no aparecimento da doença. As fêmeas com idade entre 10 e 11 anos correm maior risco de desenvolver o câncer, que é menos frequente em raças de cadelas como Beagle e Boxer.

Para diagnosticar o câncer em animais, os tutores podem observar o aparecimento de nódulos, pólipos ou aumento de volume no tecido mamário; um exame feito pela palpação das mamas, mesmo no ambiente doméstico, também pode ser eficaz.

Especialistas reforçam que a castração precoce, antes do primeiro cio, é o procedimento mais indicado na prevenção do tumor. A chance de animais castrados somente depois do segundo cio desenvolverem a doença sobe de 0,5% para 26%.

Fonte: O Povo 

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Consumo de carne aumenta número de mortes entre sobreviventes de câncer de mama

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Marvin Bredel, Flickr

Um estudo recente conduzido na Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, nos Estados Unidos, descobriu que sobreviventes de câncer de mama que consumiam carne apresentaram maior número de mortes.

Embora estudos anteriores relacionasse o consumo de carne a um aumento do risco de desenvolver câncer de mama, a nova pesquisa revelou que as mulheres que sobreviveram à doença e que ingeriam carne apresentaram uma taxa de mortalidade 23% maior do que aquelas que não consumiram produtos animais.

Das 1.508 participantes entrevistadas, verificou-se que as mulheres que consumiram carne de porco, cordeiro e de vaca tiveram uma mortalidade superior em 17 %.

Os pesquisadores verificaram que a taxa de mortalidade de mulheres que ingeriram uma grande quantidade dessas carnes ao longo de suas vidas – tanto nas fases de pré e pós-diagnóstico – aumentou em 31%.

Esses resultados levaram o co-autor do estudo Humberto Parada a concluir que o “o consumo de carne pode aumentar a mortalidade após o câncer de mama”.

Em 2015, a Organização Mundial de Saúde classificou a carne processada como cancerígena e vários estudos científicos recentes relacionaram seu consumo a determinados tipos de câncer, tanto em homens como em mulheres, segundo a VegNews.

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