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Especialistas exigem construção de cercas para evitar mortes de animais em rodovia

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Reprodução/CTV News Calgary

As mortes recentes de um número de animais grandes ao longo da rodovia canadense Trans-Canada, localizada entre o Banff National Park e o rio de Kananaskis têm feito com que especialistas exijam a introdução de medidas para evitar as colisões mortais.

Nas últimas três semanas, mais de 20 mamíferos, incluindo um lobo e dois pumas, foram fatalmente atingidos por veículos ao longo da estrada no corredor Bow Valley.

De acordo com Jay Honeyman, um biólogo de animais silvestres, 62 animais grandes, principalmente alces e cervos, são mortos a cada ano no trecho de cerca de 40 quilômetros no trecho da estrada, ao leste do Banff National Park.

Especialistas em animais selvagens querem que a província considere implementar cercas, viadutos e passagens inferiores, semelhantes às implantadas com êxito no Banff National Park, para proteger os animais e os motoristas, conforme mostra a reportagem do CTV News Calgary.

“O que precisamos fazer é adaptar como a rodovia e a ferrovia são gerenciadas para a vida selvagem”, disse Stephen Legault, membro da Yellowstone to Yukon Conservation Initiative.

“A principal maneira é projetar e desenvolver passagens inferiores e subterrâneas na rodovia Trans-Canada, em conjunto com cercas, de modo que os animais selvagens passem sobre ou sob a rodovia, em vez de ficarem nela”, completou.

Legault diz que as barreiras que separam os animais silvestres do tráfego rodoviário no Banff National Park tiveram um impacto drástico sobre o número de colisões mortais.

“O número de animais mortos na estrada foi reduzido dramaticamente, em cerca de 90%. É hora de o governo provincial fazer o mesmo na Trans-Canadá Highway”, destacou Legault.

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Parque marinho é processado por exploração de morsa gravemente doente

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Reprodução/Youtube, Philip Demers

Vídeos de uma morsa doente e explorada em um parque aquático canadense têm provocado indignação em ativistas pelos direitos animais apesar da afirmação do parque de que o animal está perfeitamente saudável.

Dois vídeos da morsa Zeus, abusada pelo parque Marineland, em Niagra Falls, Ontário, têm circulado pela internet desde agosto, o que piora a situação do parque que enfrenta um processo de maus-tratos a animais.

O processo da Sociedade para a Prevenção da Crueldade contra os Animais de Ontário foi adiado até março para que o parque tenha tempo de estudar acusações, que nega veementemente em declarações públicas, de acordo com o Niagra This Week.

“Como você pode ver, Zeus está muito magro. Sua pele cobre os ossos. Não há nenhum tônus muscular, nenhuma gordura visível”, escreveu o ex-funcionário do Marineland, Philip Demers, que publicou os vídeos da morsa.

“Seu saco aéreo, embaixo do pescoço, está proeminente. Sua barriga, praticamente inexistente. Sua falta de energia e atenção … Zeus está muito doente”, continuou.

Conforme crescia a indignação do público, o Marineland contrariou as acusações, dizendo em um post do Facebook: “Nossa equipe de cuidados de mamíferos marinhos confirma a queda de peso de todas as nossas morsas no verão, já que elas não precisam mais do seu peso de inverno”.

“Zeus, como todas as morsas aqui em Marineland, recebe checkups regulares da nossa equipe de cuidados médicos no local e foi examinado por vários veterinários independentes durante as inspecções. Todos relatam que ele é saudável. Os ativistas continuarão a postar informações enganosas e fotos de todos os nossos animais”, acrescentou o comunicado.

A ação da SPCA de Ontário não possui relação com o vídeo e a organização alega que o parque maltratou um alce, um cervo vermelho, um cervo de Fallow, pavões e galinhas da Guiné.

Foto: Reprodução/Youtube, Philip Demers

O parque respondeu essas acusações também em um comunicado: “Acreditamos que a OSPCA está continuando uma campanha publicitária por ordem de vários ativistas desacreditados com pouca experiência ou conhecimento relevante”.

“O Marineland espera que a OSPCA exponha seu caso no tribunal, onde os fatos são importantes e há uma medida objetiva da realidade que não foi considerada com base em suas acusações ou documentação de apoio”, completou o estabelecimento, segundo o Daily Mail.

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Famosa empresa de carne canadense investe em mercado de proteínas vegetais

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Brisan

Em 2016, a Tyson Foods, uma dos maiores produtoras de carne dos Estados Unidos, surpreendeu muitas pessoas ao investir na Beyond Meat, uma empresa focada em revolucionar o mercado de proteínas vegetais.

Agora, uma das maiores empresas de carne canadense, a Maple Leafs Foods, adquiriu a Lightlife Foods, uma companhia que produz carnes vegetais, incluindo tempeh, hambúrgueres, bacon e cachorros-quentes, por US $ 140 milhões.

De acordo com a PR Newswire, o acordo deverá ser finalizado em março. Enquanto a gerência da Lightlife permanecerá no lugar, a companhia operará como uma subsidiária de alimentos da Maple Leaf.

“A expansão para o mercado de proteínas, que cresce rapidamente, é uma das plataformas estratégicas de crescimento da Maple Leaf e apoia nosso compromisso de nos tornarmos um líder em sustentabilidade. Cada vez mais, os consumidores procuram diversificar seu consumo de proteína, incluindo opções baseadas em vegetais”, declarou Michael McCain, presidente e CEO da empresa.

Roy Lubetkin, presidente e CEO da Lightlife Foods, afirmou que está “verdadeiramente entusiasmado” com o negócio que acredita ser uma forma de “acelerar o nosso crescimento e alargar o nosso alcance no mercado de proteínas vegetais”.

Segundo a PR Newswire, o mercado de proteína à base de vegetais é estimado em US$ 600 milhões, informou o ClearlyVeg.

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Governo canadense anuncia plano para reduzir impacto de ruídos de embarcações sobre orcas

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Jonathan Hayward, The Canadian Press
Foto: Jonathan Hayward, The Canadian Press

O governo canadense tem procurado uma maneira de regular o ruído do transporte submarino como parte de seu plano para proteger um grupo ameaçado de orcas do elevado tráfico de navios petroleiros que ocorre fora de Vancouver.

A notícia surge no momento em que ativistas estão prestes a apresentar uma nova ação judicial que desafia a aprovação do gabinete liberal da expansão do oleoduto Trans Mountain da Kinder Morgan, alegando que o governo não conseguiu mitigar o impacto do projeto sobre as icônicas baleias residentes no sul do país.

O ministro da Pesca, Dominic LeBlanc, disse à imprensa canadense que tem trabalhado com o ministro dos Transportes, Marc Garneau, em uma iniciativa para recuperar aproximadamente 80 baleias que gastam cerca de metade de suas vidas no movimentado mar Salish.

“Há uma engenharia e uma maneira científica para limitar o ruído de acordo com a regulamentação. Gostaríamos de chegar a uma circunstância onde não haveria aumento no ruído apesar do potencial crescimento do tráfego de embarcações petroleiras. Ainda não temos a resposta final”, disse LeBlanc.

LeBlanc reconheceu que o destino dos emblemáticos mamíferos marinhos de British Columbia, formalmente listados como ameaçados de extinção desde 2005, foi complicado ainda mais pela aprovação do governo liberal no final do mês passado de um oleoduto expandido da Trans Mountain.

A poluição sonora causada pelas embarcações interfere na habilidade das orcas de rastrear presas e de se comunicarem, sendo considerada um dos fatores que mais estressam os animais, juntamente com a diminuição dos estoques de salmão e poluentes ambientais, segundo o The Star.

O ministro dos Transportes, Marc Garneau, disse em um e-mail que o governo “também está de olho nos EUA para realizar uma abordagem conjunta de mitigação de ruídos”.

O ministério irá divulgar seu plano de recuperação em janeiro, uma atualização do projeto que recebeu cerca de 11 mil comentários do público, muitos dos quais LeBlanc descreveu como “muito precisos e sugestões bastante convincentes sobre maneiras de reduzir os fatores que colocaram tanto estresse sobre esta população”.

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Grande empresa canadense deixa de vender produtos feitos com pele em 1100 lojas

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto:iStock.com/dmodlin01
Foto:iStock.com/dmodlin01

Após descobrir que os animais são eletrocutados, espancados e esfolados vivos por sua pele, a Canadian Tire e suas subsidiárias decidiram que não irão comercializar produtos derivados desta imensa crueldade. Este compromisso inclui as empresas Mark’s, Sport Chek, National Sports e Pro Hockey Life. Juntas, as marcas possuem quase 1100 pontos de venda no Canadá.

Recentemente, o defensor de animais Len Goldberg visitou uma loja da Sport Chek e pediu a uma funcionária para remover todos os produtos feitos com pele.

“Ao proibir peles em mais de mil lojas e online, a Canadian Tire fez uma enorme diferença para os animais que são atormentados e esfolados por casacos, capuzes, chapéus e coleiras. A PETA insta as pessoas em todos os lugares a fazer compras sem peles durante a temporada de férias – e durante todo o ano”, disse a vice-presidente executiva da PETA, Tracy Reiman.

Lamentavelmente, apesar da decisão compassiva de centenas de grandes designers e varejistas de não apoiar esta indústria terrível, a Simons – outra grande varejista de moda canadense – continua vendendo roupas e acessórios caseiros feitos com o material obtido às custas de tantas vidas inocentes.

Animais mortos por peles são privados de tudo o que é natural e importante para eles. Eles são mantidos em estreitas e imundas gaiolas de arame, sem espaço para se movimentar.  Além disso, utilizam-se os métodos mais baratos disponíveis para matá-los, incluindo quebrar seus pescoços, asfixiá-los, envenenamento e eletrocussão anal.

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Pumas são cruelmente assassinados sob pretexto de manter segurança de cidade canadense

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Gladys Miller
Foto: Gladys Miller

Dois jovens pumas foram baleados e assassinados em uma comunidade remota em British Columbia, no Canadá. Seus crimes? Aparentemente, serem vistos.

Oficiais da vida selvagem receberam queixas de moradores de Ocean Falls, que tinham observado os irmãos na área. Isso pode sinalizar o que ainda pode ocorrer na região onde o governo encerrou sua política de realocar grandes carnívoros em setembro. Isso significa que animais como coiotes, lobos e felinos selvagens que se aproximam muito das pessoas não terão a chance de ser transferidos.

Os jovens pumas foram mortos  pelos policiais pouco depois de matarem e comerem uma foca. Infelizmente, ações letais são frequentemente tomadas em casos de grandes animais selvagens que se aproximam de áreas urbanas. Mas o assentamento onde os pumas foram mortos – Ocean Falls – tem uma população de apenas três indivíduos e uma população próxima de cerca de 30 pessoas.

A única maneira de chegar ao local é de barco ou de hidroavião. Mesmo assim, quando os oficiais receberam relatos sobre os dois pumas na área, eles recorreram à força mortal. Michael Howie, da Association for the Protection of Fur-Bearing Animals, diz que, como não é possível capturar e liberar os animais, as opções são escassas.

Foto: Gladys Miller
Foto: Gladys Miller

“Passaram-se alguns dias desde que as pessoas avisaram que pumas estavam andando por aí e elas não pareciam ter medo até a chegada de um oficial de conservação, que talvez passou algumas horas e decidiu que  eles precisavam ser mortos”, afirmou Howie, que é diretor de conteúdo digital e projetos especiais da organização.

É claro que o conflito humano com animais selvagens só vai se tornar mais comum, especialmente em B.C. – uma província com montanhas no norte e um oceano a oeste.

“Há uma quantidade limitada de espaço para crescer. À medida que esse crescimento acontece, estamos mudando os ecossistemas, seja no centro de Vancouver ou nas comunidades costeiras das Primeiras Nações”, disse Howie.

“Quando mudamos a paisagem, estamos mudando o ecossistema, o que significa que vemos a vida selvagem mais frequentemente, podemos estar mais perto desses animais do que antes. Isso não significa que não podemos coexistir”, adicionou.

Mas Mike Badry, gerente de conflitos da vida selvagem do Ministério do Meio Ambiente do Canadá, explicou ao The Dodo que a relocação de animais selvagens nunca foi muito comum em B.C. – mesmo antes da mudança de política. “Estamos eliminando gradualmente a translocação de longa distância nos últimos anos”, contou.

Foto: Gladys Miller
Foto: Gladys Miller

E os pumas certamente foram assassinados em B.C. anos antes da mudança de política. Em 2015, por exemplo, um puma foi morto depois de ter ficado muito perto de um gato de um morador de Ucluelet.

Badry diz que o foco está na prevenção de conflitos em primeiro lugar, usando sons altos para expulsar os animais e, se necessário, libertações de curta distância.

“Você não está apenas levando esses animais e transportando-os e deixando-os em um habitat que eles não conhecem. A translocação de longa distância é uma técnica de gestão realmente ruim para tentar resolver o conflito de vida selvagem e não é uma que queremos incentivar”, declarou.

Mas que experiência poderia ser mais negativa do que ser morto? “Houve uma investigação sobre as atrações ao redor que estão fazendo com que os pumas se aproximem? Nós certamente não temos nenhuma resposta. Temos apenas dois pumas mortos e nada mudando ou impedindo que isso aconteça novamente”, acrescentou.

Os pumas foram assassinados por agirem como membros de sua espécie e, pior ainda, em uma comunidade de apenas três pessoas.

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Canadense ‘viciada’ em caçar animais selvagens alega que já comeu carne de leão

Divulgação
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A canadense Jacine Jadresko descobriu na caça a animais selvagens uma maneira de se realizar. Obcecada pela morte terrestre e marítimo, ela é a protagonista do documentário As Mulheres que Matam Leões, feito pela emissora britânica Channel 4.

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A atividade polêmica (e de mal gosto) é exibida em sua página no Facebook, onde ela vira e mexe compartilha fotos em que aparece ao lado de seus “troféus” sem o menor constrangimento. Os cliques geram muita reclamação na rede social, mas Jacine continua se “divertindo” com o hobbie cruel sem se incomodar.

Em viagem recente a África do Sul, Jacine afirmou que decidiu caçar leões para “aproveitar o momento” antes de a prática ser proibida.

“Alguns momentos na vida são realmente inesquecíveis e ficam gravados em nossa memória. Algumas vezes somos sortudos o bastante e conseguimos captura-los em uma câmera. Este é um dos meus momentos! Nunca vou me cansar de olhar para esta foto e lembrar como conseguir matar o meu leão…”, escreveu a canadense, ao postar a foto ao lado.

Em foto publicada em uma de suas redes sociais, a canadense nem se preocupou em contar que já comeu carne de leão morto por ela. “Sou muito apaixonada por animais e a caça é parte disso. Comemos carne. Sou carnívora. Sim, comi carne do leão”, disse Janice.

A viagem para caçar em terras sul-africanas custou a Jacine o equivalente a cerca de R$ 77 mil. Um preço barato, segundo ela.

Fonte: Conexão Penedo

Nota da Redação: Abominável a postura de Jacine Jadresko, que ainda diz “amar” os animais, mas não demonstra nenhum respeito e compaixão pela vida selvagem. Lamentável que veículos de comunicação usem seu espaço para difundir a caça como uma prática normal, incentivando a morte de seres magníficos.

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Campanha canadense adverte para não deixarem animais domésticos dentro de carros ao calor

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Um dia com uma temperatura de 26 graus Celsius, a temperatura no interior de um veículo estacionado na sombra pode atingir até 32 graus à 71 graus, se o veículo estiver estacionado ao sol.

Cães e gatos têm dificuldade em refrescar-se, e mais difícil se torna quando eles estão cercados pelo calor. Os tutores que deixam um animal doméstico num carro exposto ao calor podem enfrentar acusações que incluem o causar sofrimento desnecessário, ferir ou pôr em perigo um animal, ou negligência de um animal.

No início desta semana, a OSPCA lançou a sua campanha “No Hot Pets” para educar as pessoas sobre o assunto.

O inspetor sénior para norte do Ontário disse que os tutores de animais devem deixar os animais em casa, caso esteja um dia muito quente lá fora. Lynn Michaud lembrou que as pessoas devem contactar a OSPCA ou a polícia se virem um animal sozinho num veículo.

Fonte: Correio da Manhã Canadá

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Porco canadense salta de caminhão de matadouro para uma vida nova

Por Walkyria Rocha (da Redação)

Ele encontrou uma pequena abertura e pulou do caminhão em movimento que se dirigia para o matadouro. O seu objetivo final era ser engordado para o abate. (Foto: Reprodução)
Ele encontrou uma pequena abertura e pulou do caminhão em movimento que se dirigia para o matadouro. O seu objetivo final era ser engordado para o abate. (Foto: Reprodução)

Imagine que você é um pequenino porco de apenas um mês. Você foi tirado de sua mãe e jogado dentro de um caminhão sujo e cheio de outros porcos amontoados e que pisam uns sobre os outros. Você está assustado porque não entende o que está acontecendo. O que você faria?

A história de Yoda

Um porquinho que seguia pela estrada no Canadá, decidiu dar uma guinada em sua vida. Ele encontrou uma pequena abertura e pulou do caminhão em movimento que se dirigia para o matadouro. O seu objetivo final era ser engordado para o abate. O porquinho não entendeu que ele caiu em uma estrada com tráfego potencialmente perigoso. As informações são do Care2.

“As pessoas que estavam atrás do trailer viram o porquinho escapulir através de um buraco e cair na estrada”, disse o porta-voz da Sûreté du Québec, Joyce Kemp, conforme relatado pela CBS News de Montreal. Eles chamaram os policiais, que encontraram o rapaz caminhando ao longo da estrada. Ele tinha alguns hematomas e escoriações em seu focinho, devido ao esforço para conseguir abrir caminho para sair da traseira do caminhão. De todo jeito, ele conseguiu uma grande fuga e se manteve com boa saúde.

Kemp relata que a polícia entrou em contato com os agentes de controle de animais que encontraram um lugar para o porco em Wishing Well Animal Sanctuary (Santuário Animal Poço dos Desejos) ao norte de Toronto. Brenda Bronfman, fundadora do Santuário deu-lhe o nome de Yoda. “Ele adora ir para o colo das pessoas e ser abraçado. Ele é um anjinho”, disse Bronfman. “Há sempre alguém na fazenda, e ele só vai ser amado pelo resto de sua vida”.

A Verdade sobre Animais de Fazenda

Enquanto os defensores de animais estão celebrando esta pequena vitória, cabe lembrar que este cenário é raro para animais criados e destinados ao abate. Na verdade, ainda há um descompasso na maneira de pensar dos seres humanos que aplaudem a fuga de Yoda, mas que continuam a comer bacon e outros tipos de carne.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Legalmente, os animais criados para consumo humano têm menos direitos que os nossos animais domésticos, e esses têm pouquíssimos direitos. Animais de produção são considerados mercadorias – objetos – e não seres vivos, sencientes. Por quê? Assim, os seres humanos podem justificar a matança e consumo como moral e normal.

Há muito tempo os cientistas confirmaram que os porcos são mais inteligentes do que uma criança de três anos de idade. Será que alguém criaria uma criança para o abate e consumo? Esse pensamento é abominável. Então porque é correto o abate de animais inocentes para consumo? Tema para reflexão.

Considerando ser Vegan ou Vegetariano

A mudança é difícil. Muitos seres humanos rejeitam até mudanças de valores ideológicos, quase como uma reação instintiva. Mas, se os seres humanos realmente são os mais inteligentes entre as espécies da Terra, não devemos pensar em mudar a nossa dieta para não incluir carne?

Nunca é tarde demais para mudar. Se você está interessado em encontrar mais informação sobre o veganismo, pesquise online. Tente começar com “segundas-feiras sem carne”, como forma de transição para um estilo de vida mais humano. Muitas organizações como a própria ANDA, AHA (American Heart Association) e MFA (Mercy for Animals) têm informações e recomendações para a mudança de uma dieta carnívora para uma vegetariana, incluindo algumas receitas fascinantes e deliciosas.

Sim, Yoda está salvo. Ele gosta de viver sua vida naturalmente, em uma fazenda amorosa com outros animais para inspirar suas curiosidades e comportamentos naturais. Alguma vez você já se perguntou quantos Yodas há neste mundo. De todos aqueles porquinhos no mesmo caminhão com Yoda, ele foi o único que escapou de seu destino. Não sabendo o tamanho do caminhão de onde ele saltou só posso estimar. Um em cada cem, talvez? Isso não é uma probabilidade boa, não é?

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Ke$ha e Iggy Pop juntos em campanha contra a caça de filhotes de foca

Ke$ha e Iggy Pop decidiram unir forças à PETA, organização que luta pelo tratamento ético aos animais, para impedir o governo canadense de legalizar o comércio internacional de vendas de peles de filhotes de focas.
Ke$ha em cartaz da campanha da PETA. Foto: Reprodução
Iggy Pop ilustra a campanha de proteção às focas. Foto: Reprodução

“Dar pauladas (maneira utilizada para sacrificar os animais) em filhotes de focas é doentio e é uma ‘mancha negra’ no Canadá. Não deixe a ganância de alguns manchar a imagem de um país inteiro” declarou o lendário roqueiro.

“A matança canadense é bárbara e arcaica” acrescentou a autora de Tik Tok.

“Minha música e meus fãs são parte de um movimento entre os jovens que pretendem dominar o mundo com mudanças positivas. Sei que ele irão ajudar a mim e a PETA a banir a matança canadense de focas, para que o único lugar que você veja pele de filhotes seja no museu”.

A dupla irá aparecer em cartazes ao lado de imagens dos animais com o slogan “Canada’s club scene sucks” (“O cenário de porretadas canadense não presta” em tradução livre) para promover a ação, como você pode ver nas fotos abaixo.

As imagens vão circular pelo mundo através de websites e também serão exibidas em festivais de música onde os dois estiverem tocando, para encorajar os fãs a escreverem cartas de protesto ao primeiro-ministro canadense Stephen Harper.

Segundo a PETA, o governo do Canadá gasta 7 milhões de dólares defendendo este hábito controverso, sendo que esse mercado contribui com menos de 1% da economia de Newfoundland, província canadense onde mais ocorre a ação.

Fonte: Vagalume

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Cão de estimação salva menino de ser atacado por puma no Canadá

O cão de estimação de uma família canadense foi ferido por um puma no último sábado depois de se colocar entre um menino de 11 anos e o animal. A polícia acredita que o Golden Retriever de 18 meses salvou a vida da criança, segundo publica nesta segunda em seu site a CTV.

Austin Forman tinha ido buscar lenha do lado de fora da casa, em Boston Bar, a cerca de 200 km de Vancouver, quando o puma se aproximou. O menino disse à emissora de TV que no primeiro momento pensou se tratar de um cão, mas, quando viu que não era, sentiu muito medo e soube que precisava entrar logo em casa.

Foto reproduzida da TV local mostra Angel ainda ensanguentada depois do ataque. (Foto: Reprodução)
Foto reproduzida da TV local mostra Angel ainda ensanguentada depois do ataque. (Foto: Reprodução)

Angel, o cão, que estava ao lado de Austin, atacou o puma, embora fosse menor que ele. O menino entrou em casa desesperado, gritando que o animal maior estava comendo seu cão. Chamada pela mãe, a polícia chegou depressa e disparou contra o puma, que mesmo ferido não largou Angel. Só depois de matar o puma, os agentes conseguiram libertar o cão, que ainda tinha a cara entre os dentes do felino.

Angel teve diversas perfurações na cabeça e pescoço e está com um olho bastante machucado, mas se recupera sob os cuidados da família.

Fonte: Terra

Nota da Redação: Apesar da triste e dolorosa situação, o puma estava impulsionado por seu instinto. Não deveria ter sido assassinado – poderia ter sido contido por disparos de tranquilizantes – e, provavelmente, só se aproximou do menino e do cão por ter seu habitat invadido e devastado.

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Milhões de salmões somem misteriosamente de rios canadenses

Cerca de 12 milhões de salmões vermelhos eram esperados neste verão nas águas do rio Fraser, na província de British Columbia (oeste do Canadá), mas cerca de nove milhões deles simplesmente não chegaram, um desaparecimento que intriga os especialistas, relatou a imprensa canadense nesta quinta-feira.

De acordo com o Ministério, houve apenas 1,7 milhão de salmões vermelhos nesta temporada, quando as estimativas calculavam entre 10,6 e 13 milhões de peixes.

Um oficial do ministério, Barry Rosenberger, acredita que os peixes provavelmente morreram durante sua migração a partir do mar, por um motivo que permanece ainda pouco claro.

Alguns especialistas citam os criadores de salmão, que poderiam ter passado algum parasita para os peixes. No entanto, mesmo que esta hipótese seja confirmada, não poderia explicar um desaparecimento tão grande.

Fonte: AFP

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