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Projeto arrecada tampinhas plásticas para custear a castração de cães e gatos

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O projeto “Tampatinhas” foi criado por voluntários que estão recolhendo há cerca de dois meses tampinhas plásticas para vender com o intuito de financiar castrações em animais em situação de rua, em sua maioria vítimas de maus-tratos.

A ação conta o auxílio de 50 unidades coletoras espalhadas por pontos em Cuiabá e Várzea Grande. Alguns desses locais são: Setasc; Sede do Detran; CETEPS; Shopping Pantanal; Shopping Estação; Papelaria Universitária; Café Havana; Pet Shop Mundo Animal; Pet shop Agropev Cuiabá e VG; Clínica Bellus; Hotel Novo Lar; Escola Estadual Pascoal Moreira Cabral (Jardim Imperial); Procuradoria-Geral do Estado (PGE); Os condomínios: Rio Manso, Rio Claro, Rio Cachoeirinha e Belvedere; dentre outros.

Podem ser doadas tanto tampinhas de garrafas pet quanto de produtos de limpeza. Tampas de xampu e condicionadores, creme dental e hidratantes, óleo de cozinha, requeijão, margarina, sucos, maionese, e molhos prontos, também são aceitos pela campanha.
Para o descarte nos pontos de coleta é importante que as tampinhas sejam higienizadas para evitar a proliferação de odores e bactérias.

Segundo a idealizadora do Projeto, Kelly Rondon, o “Tampatinhas” preocupa-se com a causa animal e ambiental. Ela afirmou que para castrar um gato são necessários 200 quilos de tampinhas, número que custeia o valor da castração. Já para um cachorro, a soma é de 400 quilos.

“O projeto visa também a retirada de quilos e mais quilos de materiais recicláveis do meio ambiente, que se acumulam com facilidade em leitos, margens de rios, córregos e nascentes, ajudando, ainda, na geração de renda”, explicou.


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Temporal destrói abrigo de cães e campanha é iniciada para reconstruir o local

Foto: Ana Paula Leocádia Puro/Cedida ao G1

O abrigo Rancho Bicho Feliz foi destruído pelas fortes chuvas que atingiram a cidade de Martinópolis, no interior de São Paulo, no último domingo (28). Com a estrutura do local comprometida, uma campanha de arrecadação foi iniciada para reparar os estragos.

O local, que abriga animais em situação de vulnerabilidade, mantém atualmente 42 cachorros. Nenhum deles ficou ferido.

“Baias foram destruídas, casinhas perdidas, telhados arrancados e paredes derrubadas. Durante os fortes ventos, minha única prioridade era colocar os animais em outro local, para eles se abrigarem em um único quarto que sobrou, e não se machucarem com as telhas voando”, informou ao G1 a responsável pelo abrigo, Ana Paula Leocádia Puro.

Foto: Ana Paula Leocádia Puro/Cedida ao G1

Uma obra que está sendo realizada no local também foi danificada pelo vento. Com tantos prejuízos, resta ao abrigo arrecadar fundos para reconstruir as estruturas que amparam os animais.

De acordo com Ana Paula, atualmente o abrigo investe cerca de R$ 4 mil por mês para arcar com os custos das necessidades básicas dos cachorros, que foram resgatados após serem vítimas de abandono e maus-tratos.

“O abrigo vive de doações. Tudo o que foi feito aqui foi feito com doações. Agora é buscar arrecadações para que tudo seja construído novamente”, concluiu Ana Paula.


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Senadores apoiam a campanha “Junho Verde” para conscientização sobre a preservação ambiental

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Com a propagação intensa das taxas de desmatamentos no Brasil, por focos de incêndios no Pantanal e queimadas na Amazônia, os senadores aprovaram na quinta-feira (17) o Projeto de Resolução do Senado (PRS) 52/2019, com o intuito de criar a campanha “Junho Verde”, iniciativa voltada à conscientização da sociedade sobre a importância da preservação ambiental e dos ecossistemas brasileiros.

O texto, assinado pelo senador Fabiano Contarato (Rede-ES), que está em promulgação, determina no calendário do Senado a inserção da campanha e sua divulgação anual pela Mesa Diretora da Casa. A proposta também define que a cúpula do Senado seja iluminada por luzes na cor verde, durante o período da campanha.

Como justificativa ao projeto, o senador afirma que “o Brasil é uma potência mundial em recursos naturais”. Ele destaca a biodiversidade existente no país e a extensa disponibilidade hídrica que permite aos seis biomas brasileiros – Amazônia, Pantanal, Mata Atlântica, Cerrado, Pampa e Caatinga – se transformarem em fontes necessárias de prestações de serviços ecológicos.

Durante a sessão de quinta-feira, Contarato criticou o governo federal e a forma como tem conduzido as política ambientais para intervir no desmatamento do Pantanal e da Amazônia. Ele lastimou a ausência de medidas que estimulem uma fiscalização efetiva e a omissão governamental em aplicação de penalidades que contribuam para a conservação dos biomas. No setor ambiental, o governo federal mostra enfraquecimento constante do Ibama e do ICMbio, órgãos de fiscalização debilitados.

Segundo Contarato, “o número de lavraturas dos autos de inflação despencou. O governo arruinou o Departamento de Educação Ambiental, e nós contamos com uma legislação que garante a certeza da impunidade em vez de assegurar o contrário”.

A senadora Leila Barros (PSB-DF), ao anunciar seu relatório partidário ao projeto, acatou emenda de Plenário apresentada pelo senador Jayme Campos (DEM-MT) para que, durante a campanha “Junho Verde”, os meios de comunicação regidos pelo Senado priorizem a divulgação de políticas públicas para a preservação, iniciativas e projetos focados em práticas benéficas de sustentabilidade e campanhas educativas.

Ela afirma que o atual cenário é classificado como “crítico na governança ambiental brasileira” e ressaltou a ampliação dos índices de desmatamento na Amazônia Legal e a diminuição das políticas ambientais, fatores que, segundo a senadora, motivaram o Brasil na perda de capacidade para atrair recursos financeiros internacionais com ênfase na preservação dos ecossistemas.

Dentre outros elementos que atestam o enfraquecimento das políticas ambientais no Brasil, ela sugere a demora nas ações de resposta quando houve derramamento de óleo nas praias do Nordeste e do Sudeste, a situação precarizada dos níveis de saneamento básico nos municípios brasileiros e a ameaça de não-ratificação do acordo de livre comércio entre os blocos econômicos União Europeia e Mercosul, este o qual faz parte o Brasil.

Além disso, Leila também citou a recente comunicação formal acerca do descontrole no combate ao desmatamento na Amazônia, dirigida ao governo federal, de autoria de fundos internacionais configurados por 251 instituições financeiras, juntamente com o manifesto assassinado recentemente por 47 empresas nacionais e estrangeiras de grande porte no setor do agronegócio, que exige ações factuais de combate ao desmatamento na Floresta Amazônia. “A casa precisa tomar uma iniciativa e olhar com apreço a questão ambiental do país, porque estamos sofrendo muito. Eu faço um apelo, com este projeto, com a leitura deste relatório: Que possamos efetivamente nos envolver nas questões ambientais que vivenciamos agora no Brasil”, declarou a senadora.

Agronegócio

Durante o decorrer da discussão, diversos senadores se manifestaram apoiando a iniciativa. O senador Otto Alencar (PSD-BA) destacou que é através da conscientização e da preservação que o país poderá superar e driblar os efeitos das condições climáticas emergentes, defendendo também sua preocupação com a expansão agropecuária em áreas de proteção ambiental e as consequências desse fenômeno na economia.

De acordo com ele, “corremos um risco muito grande de o mundo começar a não aceitar a produção do agronegócio brasileiro, essa que é uma das principais atividades hoje responsáveis pela nossa balança comercial positiva. Portanto, essa defesa [da preservação ambiental] deve ser uma defesa obstinada”.

O senador Carlos Fávaro (PSD-MT), que presidiu a sessão no momento da votação, afirma que a preservação do meio ambiente e a produção de grãos e de alimentos precisam estar conectadas para garantir o desenvolvimento do setor.

Se somos o recordista mundial de produção de carnes, fibras e grãos, então temos muito orgulho de dizer que o nosso principal ativo é o meio ambiente, que garante o clima regular para que possamos produzir alimentos e, portanto, seguir preservando, cumprindo a legislação brasileira para garantir mercados e, mais do que isso, garantir os recordes de produção do país”, declarou ele.

Alertando para a necessidade de investimentos em educação, ciência e tecnologia, o senador Izalci Lucas (PSDB-DF) acredita que esses fatores ajudarão regiões a se desenvolver economicamente ao mesmo tempo em que preservam os recursos naturais dos biomas brasileiros.

Os senadores Álvaro Dias (Podemos-PR), Nelsinho Trad (PSD-MS) e Jayme Campos (DEM-MT) também foram favoráveis a proposta.


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Tatuador realiza campanha para alimentar animais afetados pelos incêndios no Pantanal

Fonte: g1.globo.com

Uma das consequências das queimadas no Pantanal é a fuga de animais que ali viviam. Em busca de refúgio, eles surgiram em um sítio localizado na Transpantaneira, estrada de acesso ao Pantanal. O dono do local é amigo do tatuador Guilherme Morais, que tem um estúdio em Cuiabá. Após conversa entre os dois, Guilherme teve a ideia de ajudar os tucanos, macacos e jabutis.

Decidido a amparar a grande quantidade de animais que estão no sítio, Guilherme está fazendo tatuagens pequenas, que custam entre R$ 100 e R$ 200, com o objetivo de destinar parte do dinheiro para a compra de cereais e frutas. O plano já está sendo praticado e teve início na segunda-feira (21), a partir do meio-dia. A próxima data da ação será no dia 29 de setembro, terça-feira.

Para participar não é necessário reservar um horário, pois os atendimentos são por ordem de chegada. A pessoa escolhe o desenho que preferir, desde que seja de até 7 centímetros. Além de ter uma nova tatuagem, o cliente apoia o projeto e colabora com a alimentação dos animais. “A minha expectativa é de que, com a repercussão que teve, muitos possam ajudar”, afirma o tatuador.

Auxílio e cooperação são fundamentais para o Pantanal neste momento. As queimadas começaram em julho e o bioma ainda está sendo destruído. De acordo com o Instituto Centro Vida (ICV), o fogo devastou 92 dos 108 mil hectares do Parque Estadual Encontro das Águas, que é o maior abrigo de onças-pintadas no mundo. Pelo Pantanal, há centenas de animais escapando dos incêndios e outros morrendo.


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Equipe vai ao Pantanal para resgatar animais e ONG arrecada fundos para as ações

Foto: Gustavo Figueiroa

O Projeto Gaiola Aberta enviará três biólogos e uma médica veterinária ao Pantanal para prestar atendimento aos animais silvestres afetados pelas queimadas. Os profissionais sairão de São Paulo na manhã da próxima terça-feira (22).

Localizada em Cerquilho, interior de São Paulo, a ONG trabalha para garantir o bem-estar de aves e outros animais que foram vítimas de maus-tratos e retiradas de seu habitat natural de forma ilegal. O projeto foi criado em 2003 pelo diretor e estudante de biologia Antônio Miranda Fernandes e se mantém graças a parcerias.

No início, a entidade prestava atendimento apenas a aves mutiladas, mas com o passar do tempo passou a atender também mamíferos e répteis. Atualmente, 150 espécies de araras, maritacas e papagaios vivem na sede da instituição.

“As aves canoras, que têm habilidade para cantar e são de pequeno porte, estão no topo da lista dos animais capturados pela Polícia Ambiental e entregues para o projeto”, diz o Gaiola Aberta em seu site oficial. “A principal destinação destes animais é a reabilitação e soltura”, completa.

O conhecimento adquirido pela entidade desde sua fundação será agora usado para minimizar o sofrimento dos animais vitimados pelas queimadas no Pantanal. Em entrevista à ANDA, o presidente da ONG, Mauricio Michael Francelino, explicou que serão levados na viagem EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) e medicamentos que auxiliarão no resgate da fauna local.

Os animais resgatados serão encaminhados a hospitais de campanha estabelecidos em pontos estratégicos do Pantanal. “A expectativa é resgatar e auxiliar o máximo possível na reabilitação dos animais”, afirmou Mauricio.

Uma equipe da entidade já esteve no bioma anteriormente para fazer um levantamento da fauna local e agora envia profissionais para ajudar esses animais. “Vamos manter a equipe no local por 25 dias, podendo chegar a até dois meses dependendo das doações”, explicou.

Uma campanha de arrecadação de fundos está sendo realizada pelo Gaiola Aberta. Segundo Mauricio, os valores arrecadados até o momento irão financiar as ações iniciais da equipe no Pantanal. Para colaborar através de doações, clique aqui.


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Veterinários que atuaram em Brumadinho vão resgatar animais no Pantanal

(Foto: Gustavo Basso – MS)

Dois médicos veterinários que prestaram socorro a animais atingidos pelo crime ambiental de Brumadinho (MG), onde o rompimento de uma barragem devastou a cidade, usarão seus conhecimentos em prol dos animais afetados pelas queimadas no Pantanal de Mato Grosso do Sul.

Claudio Zago Junior e Aldair Junior Woyames Pinto são os veterinários responsáveis por desenvolver ações que envolvam instituições públicas e privadas em prol do combate ao fogo no bioma.

Eles integram uma campanha denominada “SOS Animais Silvestres”, que está sendo realizada pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Mato Grosso do Sul (CRMV-MS) para arrecadar fundos para as ações que serão feitas em áreas pantaneiras.

Presidente do CRMV-MS, Rodrigo Piva explicou ao portal Campo Grande News que a experiência em desastres adquirida pelos veterinários serão usadas no desenvolvimento das ações voltadas à campanha.

“Queremos otimizar os esforços de todos os envolvidos, temos visto o árduo trabalho desenvolvido pela PMA, CRAS, Corpo de Bombeiros, ONGs, entre outros. Portanto, se fizermos um planejamento de ações, o contingenciamento do fogo, a preservação do meio ambiente e o resgate da fauna pantaneira será exitosa”, explicou.

Os valores arrecadados serão destinados à compra de materiais e insumos veterinários para atender os animais feridos pelas queimadas.

“Esta semana já disponibilizamos medicamentos para as equipes volantes do Centro de Recuperação de Animais Silvestres (CRAS) que estão em campo. Nossa intenção é estar preparados para atendermos qualquer tipo de situação”, afirmou Paula Helena Santa Rita, presidente da Comissão de Animais Silvestres do CRMV-MS.

Unidades móveis passaram a ser disponibilizadas pelo CRAS no dia 14 de setembro para atender os animais. As estruturas foram colocadas nas regiões mais críticas de Mato Grosso do Sul.

Recentemente, o governo do estado de Mato Grosso do Sul decretou situação de emergência por conta das queimadas. O decreto foi reconhecido pelo governo federal.


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Cantora Dulce Maria participa de campanha contra as touradas: ‘não é cultura’

Reprodução/PETA

A cantora e atriz Dulce Maria se uniu à causa animal para conscientizar a sociedade sobre a crueldade das touradas. Em uma campanha da PETA, a artista aparece ensanguentada segurando uma espécie de lança usada para ferir os touros.

“Não se deixe enganar. A tourada é tortura, não cultura. Não a apoie”, diz o cartaz no qual Dulce Maria aparece. A frase foi repetida pela atriz na legenda de uma publicação em suas redes sociais.

A campanha conta ainda com um vídeo (confira abaixo) que mostra a cantora assistindo imagens de touradas e comentando-as. “Eu não queria ver [as imagens], mas é importante porque é uma realidade que me acompanha”, diz Dulce Maria no início do vídeo, que tem um minuto de duração.

“Como mexicana, digo a vocês, há belas tradições que valem a pena promover e que vão passando de geração em geração, mas há coisas que como seres humanos estamos evoluindo em consciência”, afirma a atriz.

“É muito triste que torturem um animal e que seja para o entretenimento de muita gente, que aplaudam e fiquem felizes enquanto torturam um ser vivo”, completa.

Nas redes sociais de Dulce Maria, internautas apoiaram a iniciativa de proteção aos animais. “Bravo por se juntar a esta causa. Mais vozes como a sua são necessárias para que as pessoas entendam que touradas são tortura e crueldade contra os animais”, escreveu uma internauta. “Na Espanha somos iguais, lutamos por isso. Os tempos mudaram e evoluíram, você deve entender!”, disse outra.

O vídeo idealizado pela PETA, entidade que defende os direitos animais, tem como lema a frase “os animais não são nossos para diversão”.

As touradas são eventos cruéis nos quais os touros são humilhados e torturados em uma arena. Tratados como objetos de entretenimento humano, esses animais são feridos e mortos para garantir uma diversão sádica ao público.

Embora sejam extremamente cruéis, as touradas ainda são realizadas em países como México, Peru, Colômbia e Espanha.

 

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Campanha pede que países e empresas pressionem Bolsonaro em prol da Amazônia

Reprodução

Uma campanha promovida por entidades de proteção ambiental incentiva empresas, investidores, consumidores e líderes globais a pressionarem o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (sem partido), a realizar esforços para preservar a Amazônia, que sofre com as queimadas.

A iniciativa é de instituições como a Associação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Mídia Índia, 342 Amazônia e Observatório do Clima.

A ferramenta de conscientização é um vídeo no qual informações sobre as queimadas são expostas numa tentativa de frear a destruição da floresta. Denominada “Defund Bolsonaro” (cortar o financiamento a Bolsonaro, em inglês), a campanha foi lançada na última quarta-feira (2).

O vídeo reforça que os incêndios florestais são provocados pela ação humana e têm como responsáveis “corporações parasitas” e a “ganância globalizada”. “Bolsonaro permite isso. Enquanto seu banco, seu governo, as marcas que você compra e as empresas de comida que te alimentam dão apoio a ele”, diz a campanha.

“Vivemos uma situação inédita: um governo com atitudes propositais de desproteção da Amazônia, com medidas que pioram a gestão do desmatamento e das queimadas. Isso ficou explícito em ações do ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente), tanto na famosa declaração sobre “passar a boiada” e derrubar medidas de proteção, quanto na recente retirada da fiscalização no Pantanal”, explicou Marcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, em entrevista ao portal Valor Investe.

O objetivo, segundo Astrini, é fazer o apelo chegar às empresas. No entanto, a campanha não é contra as corporações ou o mercado. “O que a gente quer é sensibilizar as companhias, dizer que há um problema seríssimo, e engajá-las a pressionar o governo”, disse o secretário-executivo, que pretende mostrar às empresas que elas devem acreditar “nos fatos”, não no presidente.

“A gente vê servidores públicos com medo de falar, para não sofrerem ataques em redes sociais. Esse é um governo que ataca bastante aqueles que discordam dele. Em 2019, o então presidente do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) foi demitido por cumprir sua função de dar publicidade aos números do desmatamento. É uma gestão com ações muito violentas contra quem diz verdades que não quer que sejam ditas. É triste, é infeliz, a gente não devia ter isso no Brasil, é algo que contribui muito para prejudicar nossa imagem lá fora”, concluiu.

Confira o vídeo da campanha:


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ONG arrecada fundos para animais resgatados de queimadas no Pantanal

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A AMPARA Animal lançou a campanha “Pantanal em Chamas” para arrecadar fundos para os animais resgatados das queimadas que estão devastando o bioma. As doações são concentradas em um site de financiamento coletivo.

Os recursos são destinados a compra de medicamentos, equipamentos de resgate e de uso veterinário, veículos para resgatar os animais e alimentos a serem usados pelo Posto de Atendimento Emergencial a Animais Silvestres (PAEAS Pantanal), criado pelo Comitê do Fogo, órgão colegiado que reúne diversas instituições de governo, terceiro setor e iniciativa privada.

Reprodução

A iniciativa conta com o apoio da AMPARA Silvestre, uma nova frente da entidade criada em 2016 para reabilitar animais que podem retornar à natureza e promover qualidade de vida aos que não têm condição de se libertar do cativeiro.

O valor mínimo da doação na plataforma é de R$25,00 por conta das taxas bancárias e no Paypal é de R$40. O site de financiamento coletivo Voaa lembra ainda da possibilidade de amigos se reunirem para dividir o valor da doação.

Voluntariado

A AMPARA Animal também está aberta para receber voluntários que possam auxiliar nas ações em prol dos animais resgatados das queimadas.

Veterinários com especialização em animais silvestres e experiência em resgates realizados em situações adversas podem ser voluntários. Para isso, basta entrar em contato com a ONG através do e-mail contato@amparanimal.org.br e escrever “Voluntariado no Pantanal” no assunto.


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Campanha pede que animais sejam transportados em cabines de aviões: ‘eles não são bagagem’

Angel no colo de uma aeromoça (Reprodução/Instagram/@angelbengal)

Uma campanha realizada na internet pede que as empresas aéreas deixem de submeter os animais a riscos ao transportá-los no bagageiro das aeronaves. Colocados na área de carga dos aviões, cães e gatos sofrem com o estresse. Muitos deles já ficaram feridos, foram extraviados como se fossem objetos e morreram.

Em dezembro de 2019, o cachorro Tom morreu de calor durante uma viagem de São Paulo para Vitória, no Espírito Santo. Em março do mesmo ano, Bear perdeu a vida após ficar sem oxigênio no bagageiro de um avião que o transportava de Amsterdã, na Holanda, para Los Angeles, nos Estados Unidos. Casos como esse são mais comuns do que se imagina. Para tentar evitá-los, os tutores da gata Angel iniciaram a companha “não sou bagagem, sou passageira”.

A gata tem 156 mil seguidores no Instagram e viaja constantemente de avião com sua família. “Angel é uma viajante frequente, mas tem sorte de voar na cabine porque é pequena. Mas por que outros animais que pesam mais de 8kg são tratados como sacos na carga?”, diz um post no Instagram da gata.

Na publicação, foram expostos casos de mortes de gatos durante voos da empresa Aeroflot. “Recentemente, dois gatos morreram e um foi congelado durante @aeroflotvoo de Nova York. Funcionários do aeroporto os mataram esmagando suas caixas transportadoras e tratando-os como bagagem. E não é apenas um problema da Aeroflot, mas um grande problema de todas as companhias aéreas em geral”, afirma o texto da postagem.

“Quantos animais a mais precisam morrer durante os voos de carga para que as companhias aéreas mudem as regras de transporte para eles? Eles são congelados ou fritos até a morte ou ficam feridos”, completa.

A campanha feita no Instagram da gata pede que as companhias aéreas mudem as regras de transporte de animais. “Elas [as empresas] devem tratá-los como passageiros! Porque nossos amigos peludos não são bagagem, eles são passageiros como você e eu”, conclui a publicação.


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Incêndio em abrigo mata animais e entidade inicia campanha para reconstruir o local

Reprodução/Instagram/@nosso.lar.abrigo.para.caes

Um incêndio destruiu nesta sexta-feira (21) um dos abrigos da ONG Nosso Lar e matou vários animais. O fogo atingiu a casa de apoio da entidade, que funciona como um ambulatório, na cidade de Fortaleza (CE). A sede da associação fica no município de Caucaia.

As chamas tiveram início na madrugada, por volta das 4h. “Estamos de luto! Um incêndio destruiu o ambulatório Abrigo Nosso Lar! Na ocasião, alguns animais estavam acolhidos para tratamento. Infelizmente, não conseguimos salvar todos! A dor dessa notícia é compartilhada por toda comunidade protetora dos animais que hoje se junta buscando forças para recomeçar esse trabalho!”, afirmou a coordenadora de Proteção e Bem-Estar Animal de Fortaleza, Toinha Rocha.

“Alem da solidariedade, peço aqui ajuda para a reconstrução do ambulatório. Cimento, tijolos, madeira, tinta… toda ajuda é necessária”, completou.

Divulgação

Em sua página no Instagram, Toinha divulgou as contas bancárias da entidade e iniciou uma campanha de arrecadação. “Hoje é dia de luto, mas também dia de luta”, disse. “Dia da gente unir as mãos, todos nós vamos ajudar o Nosso Lar”, completou.

Nas redes sociais do abrigo, imagens do ambulatório completamente destruído foram divulgadas. “A proteção animal está de luto. Incêndio na casa de apoio em Fortaleza. Não conseguimos salvar todos. Toda ajuda agora é bem-vinda para recomeçarmos”, diz o vídeo, que pode ser conferido abaixo.

 

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Protetoras criam campanha para construir novo abrigo para cães e gatos no RJ

Protetoras criam campanha para construir um novo abrigo para cães e gatos no Rio de Janeiro
Foto: Arquivo Pessoal/ Margaret Rodrigues

O Abrigo de Anchieta, situado na cidade do Rio de Janeiro, criou uma campanha online para arrecadar fundos para a construção de um novo abrigo e assim poder continuar o trabalho de resgate de animais em situação de abandono e maus-tratos no Rio de Janeiro.

Segundo a advogada e ativista em defesa dos direitos animais Margaret Rodrigues Bahia, 51 anos, o abrigo pretende conseguir aproximadamente de R$ 65 mil reais para construir esse novo espaço de acolhimento de animais. Atualmente, o Abrigo de Anchieta acolhe 84 animais, dos quais são 74 são cachorros e 10 gatos, todos resgatados do abandono.

“O espaço atual é pequeno e precário, fazemos muitos resgates e muitas vezes temos que colocar os filhotes em lar temporário por causa das condições de super lotação”, disse Margaret em um comunicado.

Além do pequeno espaço, o abrigo, localizado no bairro Chapadão, Zona Norte do RJ, encontra mais dois problemas sociais para a continuação do trabalho de resgate de animais em situação de vulnerabilidade: a violência e as enchentes.

“Atualmente, o abrigo se encontra em uma rua onde o tráfico toma de conta, onde a criminalidade é altíssima, o bairro onde estamos localizados é um dos bairros onde tem mais assalto na cidade do Rio de Janeiro”, disse em entrevista à ANDA.

A ativista pontua ainda que os desastres naturais também são um desafio frequente. “Enfrentamos constantes enchentes causadas pelo rio Pavuna, o que já nos causou muitas perdas de rações e muitas vezes, as vidas de nossos cãozinhos”, complementou.

Protetoras criam campanha para construir um novo abrigo para cães e gatos no Rio de Janeiro
Foto: Arquivo Pessoal/ Margaret Rodrigues

Início

Segundo Margaret, o Abrigo de Anchieta foi criado em 2014, com um acumulador de animais que resgatava os cachorros em situação de rua e os abrigava sem controle dentro de casa.

“Quando comecei o trabalho de resgate dos animais em conjunto com esse acumulador, a situação era bem pior. Esse acumulador simplesmente pegava os animais, colocava dentro de sua casa, mas não cuidava. Hoje, com as minhas orientações, a situação está bem melhor”, declarou.

Além de resgatar os animais em situação de abandono e maus-tratos, o abrigo também realiza o trabalho de castração dos animais, além de cuidar da parte médica levando-os ao veterinário para realização de exames que possam detectar alguma doença, além da aplicação de vacinas para proteger os cachorrinhos de possíveis doenças.

Protetoras criam campanha para construir um novo abrigo para cães e gatos no Rio de Janeiro
Foto: Arquivo Pessoal/ Margaret Rodrigues

Após todo o processo de recuperação dos animais, os cachorrinhos e gatinhos são colocados para adoção. “Eu coloco em um site as informações dos cachorrinhos e gatinhos, quando as pessoas se interessam por algum animal eu faço um pré-cadastro com todas as informações e termos necessários para saber se essa pessoa está adequada para adotar o animal”, ressaltou a ativista.

Nova casa

O Abrigo de Anchieta está de mudança. Segundo a organizadora da instituição, o sonho da nova casa própria está para ser realizado. No fim de maio, umas das pessoas que acompanha o trabalho do abrigo doou um terreno 15×35 totalizando uma área de 525 metros quadrados, situado no bairro Prados Verdes, em Nova Iguaçu, na Região Metropolitana no RJ.

Foto: Arquivo Pessoal/ Margaret Rodrigues

“Nós fomos agraciados com esse terreno e para mim o mais importante é a qualidade de vida dos animais. Então, decidi criar uma vaquinha on-line para angariar fundos para construir o abrigo nesse novo espaço”, salientou Margaret.

Foto: Arquivo Pessoal/ Margaret Rodrigues

Segundo a protetora, além da vaquinha online, a doação de materiais de construção como: cimento, areia, tijolos, será de grande valia para a construção da obra. Quem puder doar os os materiais pode entrar em contato com Margaret Rodrigues pelo número (21) 96440-4110.

Já para doar pela vaquinha online, pode clicar aqui. Também é possível fazer doações pela conta bancaria: Agência 2378- C/C: 14854-7 – Banco Bradesco.

E quem quiser acompanhar o trabalho do Abrigo de Anchieta, pode acessar os links abaixo com as redes sociais da entidade.

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