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Após morte de cadela, outras agressão são registradas na Ufam

Semana passada, a cadela Pretinha morreu após ter sido agredida com uma chave inglesa por um funcionário que prestava serviços dentro do campus da universidade. A Polícia Civil está investigando o caso.

Cadela Pretinha foi morta por agressão com chave inglesa
Cadela Pretinha vivia no campus da Ufam e era amada pelo corpo de alunos (Foto: Arquivo Pessoal)

De acordo com Ana Lúcia Nogueira, presidente da comissão, os estudantes acionaram a OAB neste sábado (17). Integrantes da comissão já foram até a universidade para checar as denúncias.

“Achamos [que os cães] tinham sido agredidos pois tinha um com pata quebrada, e outro encontrado em uma poça de sangue, parecia ter sido agredido. Depois o laudo médico-veterinário comprovou que tinha sido envenenado”, disse Ana, em entrevista ao G1.

O cão que havia sido envenenado é chamado de Cachaça pelos alunos. Ele foi levado para receber atendimento em uma clínica em Manaus e está internado. Estudantes se uniram para criar uma campanha nas redes sociais para arrecadar doações para bancar o tratamento do cão.

Ana Lúcia disse, durante a entrevista, que as novas agressões serão denunciadas à Delegacia Especializada em Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), que já está investigando o caso da morte da cadela Pretinha, que ocorreu na semana passada.

“O titular da Delegacia Especializada em Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), delegado Samir Freire, informou que houve novas ocorrências de agressões contra animais nas dependências da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), os registros na especializada serão feitos nesta segunda-feira, dia 19, pela manhã para iniciar as investigações em torno dos novos casos”, diz nota enviada pela Polícia Civil.

A Polícia anunciou também que todos os envolvidos na agressão da cadela Pretinha já foam identificados. “Primeiramente estão sendo ouvidos as testemunhas do caso e posteriormente os agressores serão acionados para comparecer na unidade policial”, diz nota.

 

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