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Câmara de Uberlândia (MG) aprova PL que obriga instalação de câmeras em pet shops

Pixabay

A Câmara de Uberlândia, em Minas Gerais, aprovou na última quinta-feira (6) um projeto de lei que obriga pet shops, clínicas veterinárias e similares a instalarem sistemas de gravação de áudio e vídeo para coibir maus-tratos. Três emendas apresentadas também foram aprovadas.

O projeto, aprovado em segunda votação, seguirá agora para análise do prefeito, que deverá decidir pela sanção ou pelo veto. De autoria do vereador Paulo César PC (SD), a medida foi apresentada após uma suspeita de agressão a um cachorro em um pet shop passar a ser investigada pelo Ministério Público.

“A gravação de áudio e vídeo visa melhorar e garantir a qualidade do serviço prestado e estimular as boas práticas voltadas ao tratamento dos nossos animais de estimação. É preciso destacar que diversas capitais e metrópoles brasileiras como São Paulo (SP), Brasília (DF) e Curitiba (PR), por exemplo, já possuem legislação semelhante”, afirmou ao G1 o autor do projeto.

A proposta obriga os estabelecimentos a disponibilizar as imagens aos tutores dos animais, aos órgãos fiscalizadores competentes e aos próprios funcionários. Cópias dos vídeos também devem ser entregues, quando solicitadas, em até 10 dias, e as gravações têm que ficar arquivadas por pelo menos seis meses.

Uma das emendas estabelece que as imagens devem ser transmitidas ao vivo através da internet. O descumprimento das regras acarreta multa de até R$ 3 mil, além de interdição do estabelecimento, cassação de licença e de alvará de funcionamento. Valores de multa estabelecidos segundo o número de funcionários no local também são previstos em outra emenda.

Caso o projeto se torne lei, os estabelecimentos terão um ano para se adaptar às normas.

Agressão a cachorro em pet shop

O Ministério Público de Minas Gerais investiga o proprietário da pet shop “Banho e Tosa do Marcinho” após um vídeo ser entregue à promotoria. Nas imagens, um homem agride um cachorro durante o serviço de tosa.

O promotor responsável pelo caso, Breno Lintz, revelou que o homem pressiona a cabeça do animal, depois dá um soco nele e ainda o prende em uma coleira e puxa uma de suas patas com força. As agressões foram acompanhadas por outros dois funcionários.

Intimado para prestar depoimento, o proprietário do estabelecimento não compareceu à sede do MP. De acordo com Lintz, o procedimento será encaminhado após o retorno das atividades judiciais.


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Aumenta número de gatos abandonados em parque no Rio de Janeiro

O número de gatos abandonados no Parque do Flamengo, no Rio de Janeiro, está aumentando. Vivendo em abrigos improvisados, muitas vezes sem condições ideais de segurança e higiene, eles são cuidados por duas pessoas, que oferecem medicação e alimentação a cada um deles.

Foto: Guilherme Pinto / Agência O Globo

De acordo com a prefeitura, os animais fazem parte do programa “Meu amigo comunitário”, que garante profissionais para vaciná-los e castrá-los. A colônia também é acompanhada rotineiramente pelo programa.

A situação, no entanto, tem ficado cada vez mais difícil por conta do aumento de abandono no local. A presidente da Associação de Moradores do Flamengo, Isabel Franklin, considera necessário que a Subsecretaria do Bem Estar Animal (Subem) ofereça mais apoio aos protetores de animais para que os gatos recebam os cuidados necessários e possam ser adotados ou levados para o abrigo da Fazenda Modelo, em Guaratiba.

“Esses gatos não podem permanecer assim. Eles ficam no meio dos brinquedos das crianças, que vão mexer na areia, na terra, e aí podem achar fezes de gato, por exemplo”, afirmou Isabel, em entrevista ao jornal O Globo.

Foto: Guilherme Pinto / Agência O Globo

A ONG pede que a prefeitura instale câmeras em determinados pontos do parque para coibir o abandono e os maus-tratos, que são crimes previstos em lei.

Ao se pronunciar sobre o caso, o Aterro Presente afirmou, por meio de nota, que “o policiamento é dinâmico, com policiais militares e agentes civis patrulhando a pé, com motocicletas e carros baseadas em locais estratégicos, avaliados de acordo com a mancha criminal”.

Foto: Guilherme Pinto / Agência O Globo

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Câmera flagra mulheres roubando cachorro que aguardava o tutor do lado de fora de loja

Foto: Jiangsu Radio and Broadcasting Group
Foto: Jiangsu Radio and Broadcasting Group

Duas mulheres chinesas foram acusadas de roubar um cachorro durante um feriado após câmeras de vigilância flagrarem a ação das suspeitas. Elas disseram que consideraram o animal “muito fofo” e “irresistível”.

As imagens mostram as mulheres se revezando para arrastar o cão da raça akita ao longo da calçada até chegarem ao local onde estavam hospedadas.

A polícia deteve o par e disse que as suspeitas eram turistas e agiram sob a influência de álcool.

O incidente ocorreu recentemente no condado de Shuyang, na cidade de Suqian, leste da China, segundo a emissora e agência de notícias Jiangsu Radio and Broadcasting Group citando a polícia local como fonte das informações.

As suspeitas alegaram que inicialmente viram o cachorro sozinho do lado de fora de uma loja. Elas disseram que acharam o animal “lindo demais” e “não puderam resistir ao seu charme”.

Como resultado, elas soltaram a guia do animal doméstico e o levaram consigo.

Foto: Jiangsu Radio and Broadcasting Group
Foto: Jiangsu Radio and Broadcasting Group

Um vídeo gravado por câmeras de segurança mostra as duas mulheres andando de mãos dadas em uma rua enquanto uma delas arrasta o cachorro atrás dela com uma mão das mãos.

O cão se recusa a segui-las e a mulher, que não estava segurando o cachorro, volta a pegar o animal pela coleira antes de continuar caminhando.

Uma das suspeitas, identificada pelo sobrenome Lu, disse à polícia que o cachorro se recusou a prosseguir quando elas chegaram ao térreo do prédio onde estavam hospedadas.

Chegando lá, um amigo desceu para levar o cachorro para o elevador e depois arrastá-lo pelo corredor até o quarto.

Foto: Jiangsu Radio and Broadcasting Group
Foto: Jiangsu Radio and Broadcasting Group

A polícia de Shuyang iniciou uma investigação depois que o tutor do cachorro encontrou o animal desaparecido e os chamou.

Os policiais disseram que o akita, um cão enorme da raça nativa do Japão, valia 4.500 yuanes (cerca de dois mil reais).

As suspeitas foram libertadas sob fiança e serão processadas, segundo a polícia.

Investigações mais aprofundadas estão em andamento.

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Tutora coloca banner em avião e oferece sete mil dólares de recompensa para encontrar seu cão

Foto: Emilie Talermo
Foto: Emilie Talermo

Uma tutora que vive em São Francisco, nos Estados Unidos está oferecendo uma recompensa de 7 mil dólares para quem encontrar seu cachorro da raça pastor australiano, roubado enquanto estava do lado de fora de um mercado.

Emilie Talermo até contratou um avião para voar com uma faixa sobre a cidade na esperança de encontrá-lo.

Talermo disse na quinta-feira (19) que está fazendo tudo o que pode para encontrar seu cachorro, Jackson, desde que foi roubado no sábado (14) em frente a uma mercado no bairro de Bernal Heights.

“Sou apenas uma pessoa e realmente preciso de ajuda para divulgar as informações de Jackson”, disse Talermo.

O vídeo gravado pelas câmeras de vigilância do supermercado mostra um homem de capuz se aproximando do banco onde Jackson estava amarrado.

Talermo e suas amigas distribuíram milhares de panfletos com a foto do cão que pesa 12 kilos de pelo branco, preto e cinza e olhos azuis brilhantes.

Ela também criou um site, bringjacksonhome.com, onde está oferecendo uma recompensa de 7 mil dólares, “sem perguntas”, e até abriu uma conta para o cachorro “de olhar doce” no Tinder.

Foto: Twitter
Foto: Twitter

“Ele está sempre comigo. É um amor muito real o que temos um pelo outro”, disse Talermo, com a voz embargada. “Eu só preciso de ajuda para encontrá-lo”.

Ela contratou um avião por 1.200 dólares para colocar um banner com o endereço do site de busca que circulou por São Francisco e Oakland por duas horas na quinta-feira (19).

Para ajudar a financiar sua busca pelo cachorro, Talermo lançou uma campanha de arrecadação de fundos no site GoFundMe, onde arrecadou mais de 7 mil dólares desde terça-feira (17). Ela planeja doar o dinheiro extra para o abrigo Rocket Dog Rescue.

Talermo disse que adotou Jackson, que tem lindos olhos azuis e 5 anos de idade em Nova York (EUA). Eles se mudaram então, para Los Angeles e depois para São Francisco.

“As pessoas que conheci ao longo dos anos conhecem meu amor por esse cachorro. Estou impressionada e comovida com o apoio de todos”, disse ela. As informações são da AFP.


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Investigação revela os horrores e o sofrimento de perus em fazenda de criação

Foto: Viva!
Foto: Viva!

Uma fazenda de criação de perus no Reino Unido se tornou alvo de revolta e indignação da população após a divulgação de imagens capturadas durante uma investigação secreta.

A filmagem feita pela ONG de proteção animal Viva! mostra aves doentes e feridas deixadas para morrer em galpões superlotados, a maioria delas com feridas abertas e em sofrimento. Um trabalhador é visto “matando perus brutalmente com um dispositivo desumano de esmagamento do pescoço”.

A fazenda nas imagens, Gravel Farm, cria mais de 30 mil perus por ano e vende os animais para gigantes dos supermercados no país como a Sainsbury’s. A empresa foi denunciada à Agência de Saúde Animal e Vegetal do Reino Unido. A rede Sainsbury’s confirmou que está “investigando” a instalação.

Câmeras ocultas

A ONG Viva! filmou os abusos na Gravel Farm – usando câmeras ocultas – entre setembro e novembro de 2019. Segundo a organização, imagens da investigação que durou três meses “revelam cenas chocantes de sofrimento e crueldade com total desrespeito aos animais”.

A fazenda possui dois grandes galpões, cada um deles abrigando até 5.500. A Viva! diz que os animais dentro dos galpões “nunca veem a luz do dia e são alimentados mecanicamente continuamente para garantir o máximo crescimento e em consequência maior lucro”. A velocidade com que esses perus crescem significa que suas pernas vão ter que lutar para sustentar seus corpos acima do peso.

Sem enriquecimento

A investigação descobriu perus criados na Fazenda Gravel Farm sofrendo de ferimentos terríveis, segundo os ativistas – incluindo feridas sangrentas causadas por outras aves bicando suas penas, ferimentos esses que não receberam tratamento.

Foto: Viva!
Foto: Viva!

Os perus são animais inteligentes e curiosos, diz a Viva !, portanto, sem enriquecimento ambiental, para reduzir o estresse e evitar bicar outras aves, os animais muitas vezes acabam se ferindo em galpões superlotados.

Compartimentos de segregação

Como os ferimentos são generalizados, a Gravel Farm usa compartimentos de segregação para manter os animais doentes ou feridos afastados dos outros. Os investigadores encontraram duas aves “gravemente feridas”.

“Um deles teve uma asa quebrada e necrótica infectada e outro teve um problema respiratório grave. Ambas as aves foram identificadas no domingo, 24 de novembro, e as duas ainda estavam presentes na sexta-feira, 29 de novembro, não mostrando sinais visíveis de melhora”, afirmou a Viva!.

Foto: Viva!
Foto: Viva!

“Esta fazenda está descaradamente maltratando os animais, as aves doentes ou feridas devem ‘receber atenção imediata para que o sofrimento não seja prolongado’ e que as contenções devem ser verificadas ‘no mínimo duas vezes por dia’ uma vez que o ideal seria a liberdade das aves, mas como isso não é possível que vivam de forma adequada”.

Esmagamento de pescoço

Os investigadores também descobriram perus sendo mortos com um dispositivo de deslocamento do pescoço – uma ferramenta parecida com um alicate que esmaga a medula espinhal da ave, descrevendo-a como “uma das práticas mais cruéis e graves descobertas na fazenda”.

“Nas filmagens obtidas pela ONG, um trabalhador desloca o pescoço de dois perus em um compartimento separado para doentes e feridos. Ambos as aves sofrem mortes prolongadas e visivelmente angustiantes, lutando por vários minutos após o golpe inicial”.

Foto: Viva!
Foto: Viva!

“Imagens incrivelmente perturbadoras”

“Vemos evidências extensas de doenças, dores e sofrimento nesta unidade. Comportamentos como bicar penas e canibalismo entre as aves são generalizados e, em alguns casos, causam machucados graves com feridas abertas expostas, inchaço e hematomas extremos. Isso ocorre apesar do fato de as aves terem sido sujeitas a “corte de bico”, mutilações efetuadas na tentativa de conter esse tipo de agressão – um comportamento que decorre de condições ambientais que não atendem às necessidades básicas dos perus”, disse a Dra. Alice Brough, consultora veterinária.

“Existe uma falha dos membros da equipe da fazenda em identificar problemas e lidar adequadamente com eles. Não há evidências demonstradas durante o período das filmagens de que qualquer uma das aves movidas para os compartimentos de segregação receba tratamento por ferimentos ou doenças; não foi visto nenhum funcionário aplicando medicamentos tópicos ou algum tratamento como administração de medicação injetável ou oral. Os alimentadores e bebedores não estão separados das linhas que abastecem o restante dos galpões e, portanto, é improvável que sejam administrados medicamentos pela alimentação ou água”.

“O que vemos nesta filmagem é incrivelmente perturbador e mostra um desrespeito categórico aos animais”, conclui a veterinária.

Foto: Viva!
Foto: Viva!

“Abuso sistemático”

“Estamos absolutamente satisfeitos que a Gravel Farm foi denunciada às autoridades competentes como resultado da investigação da Viva!. Nossa equipe testemunhou condições terríveis, documentando o abuso sistemático de perus de criação, cujas vidas curtas são preenchidas com nada além de miséria e dor. Enquanto algumas aves foram cruelmente mortas com dispositivos bárbaros de esmagamento do pescoço, outras foram mortas lentamente, agonizando em decorrência de seus ferimentos – tudo por causa de um jantar de Natal “, acrescentou a gerente de campanhas da ONG, Lex Rigby.

“Embora esta fazenda tenha sido denunciada e exposta, a crueldade contra animais persiste em muitos outros locais, daí a importância de investigações feitas por ONGs que lutam pelos direitos animais. A Viva! tem a missão de trazer ao conhecimento do público as condições abomináveis que vigoram nas fazendas industriais. Embora sejam cenas duras de se ver, é a realidade e a única forma de acabar com esse tipo de crueldade é se tornando vegano”.

“O Natal deve ser uma época de paz e boa vontade, e acreditamos que não há melhor maneira de comemorar do que estender nossa compaixão a todos os seres. É por isso que estamos pedindo aos consumidores que escolham uma alternativa à base de vegetais ao peru neste Natal e escolham ser veganos”, finalizou a ativista. As informações do Plant Based News.

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Vídeo flagra atendente de pet shop jogando gato na parede

Foto: Pet Shop Carolina Grooming (CCTV)
Foto: Pet Shop Carolina Grooming (CCTV)

Um vídeo com imagens fortes foi compartilhado nas redes sociais mostrando um atendente de banho e tosa de uma pet shop jogando um gato contra a parede depois que o animal pareceu mordê-lo.

Nas imagens das câmeras de segurança, um homem pode ser visto segurando o animal na pet shop Carolina Grooming, loalizada em Charleston, Carolina do Sul (EUA), enquanto outro funcionário tenta cortar seu pelo.

O gato então luta repetidamente contra o funcionário que o segura, fazendo com que ele grite antes de perder a paciência e violentamente arremessá-lo contra a parede.

O incidente foi capturado em maio deste ano, mas só agora foi liberado por um gerente que trabalhou na loja, supostamente porque ele foi demitido.

Marcia Alfaro, tutora do gato agredido no vídeo, disse à News 2 que as imagens a fizeram sentir um nó no estômago. Ela continuou: “Eu nem consigo assistir, não aguento ver meu bebê sendo machucado”.

Daryl Kornickey, dono da pet shop, afirma que o homem no vídeo foi demitido imediatamente depois que ele viu as imagens de segurança.

Ele diz que se aposentou há três anos devido a problemas de saúde e deixou o gerente David Thomas encarregado de contratar funcionários. De acordo com a Live 5 News, o funcionário mostrado no vídeo foi contratado por Thomas, que supostamente vazou o clipe porque foi demitido.

Foto: WCBD
Foto: WCBD

Kornickey disse: “Esse ex-gerente fez contratações ruins e, por ser demitido, agora quer tentar derrubar o meu negócio”. Ele acrescentou que, desde então, retomou as rédeas de seu negócio, dizendo aos clientes que sempre estará assistindo e visitando a loja a partir de agora.

No entanto, Thomas contestou as alegações e disse que Kornickey se recusou a demitir o trabalhador após o incidente. Ele disse à ABC News 4: “Durante esse incidente, eu não estava lá. Eu estava em casa me recuperando de operações odontológicas. Eu queria demitir o cara que agrediu o gato e Daryl me disse para não fazê-lo”.

Foto: Pet Shop Carolina Grooming (CCTV)
Foto: Pet Shop Carolina Grooming (CCTV)

Ele confirmou que postou o vídeo, mas disse que só havia esperado até agora porque o proprietário da empresa era seu vizinho até recentemente. Thomas disse: “Eu não vou lá mexer a panela só para vê-la borbulhar na minha cara”.

O Gabinete de Polícia do Condado de Charleston disse que as autoridades estão iniciando uma investigação do incidente. Alfaro afirmou que não planeja apresentar queixa.

Foto: WCBD
Foto: WCBD

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Investigação realizada por quase dois anos revela abuso de animais em fazendas

Bezerros sendo deixados para apodrecer ao ar live | Foto: Investigação Surge
Bezerros sendo deixados para apodrecer ao ar live | Foto: Investigação Surge

Uma investigação secreta que durou 18 meses realizada em fazendas leiteiras em todo o Reino Unido revelou abuso generalizado de bezerros e vacas.

A Surge, ONG que atua em defesa dos direitos animais, trabalhou com investigadores independentes, que colocaram câmeras escondidas em várias fazendas, passando diversas semanas em cada local.

Vacas sendo içadas por trator | Foto: Investigação Surge
Vacas sendo içadas por trator | Foto: Investigação Surge

Abuso de animais

De acordo com Surge, a filmagem revelou “incidências generalizadas de socos, chutes, torção excessiva da cauda, palavrões/gritos, espancamentos com paus, separação de bezerros de suas mães, alimentação forçada de bezerros e remoção violenta de bezerros”.

Além disso, as imagens mostram vacas e bezerros mortos deixados para apodrecer “do lado de fora das instalações por dias”, de acordo com os investigadores.

Vacas sendo espancadas com canos de ferro por funcionários de fazendas leiteiras | Foto: Investigação Surge
Vacas sendo espancadas com canos de ferro por funcionários de fazendas leiteiras | Foto: Investigação Surge

Campanha

Como resultado das descobertas, a Surge está lançando uma campanha chamada “Dismantle Dairy” (Desmontando os laticínios, na tradução livre), que apresentará vídeos, pôsteres e adesivos de código QR.

A ONG diz “em vez de chamar a atenção para fazendas individuais e criar a impressão de que são casos isolados ou `ovos podres no meio de saudáveis’, o vídeo da campanha contará com a presença do co-fundador da Surge, Ed Winters, também conhecido como Earthling Ed, falando em termos mais amplos sobre a indústria de laticínios e suas práticas padrão, como a separação dos bebês de suas mães no nascimento e a morte de bezerros, que são absurdamente abusivas”.

Vacas sendo arrastadas pelo chão por cordas em seu pescoços | Foto: Investigação Surge
Vacas sendo arrastadas pelo chão por cordas em seus pescoços | Foto: Investigação Surge

Os principais vídeos da investigação serão publicados no site chamado “Dismantle Dairy”, onde as pessoas podem pedir pôsteres e adesivos de código QR que direcionam os interessados para a campanha. A Surge incentiva os ativistas a colocar cartazes e adesivos de forma responsável.

“A violência é onipresente”

“A campanha ‘Desmontando laticínios’ é o culminar de 18 meses de trabalho. Começamos esta iniciativa para mostrar que a violência nas fazendas leiteiras é onipresente e ocorre em todas as fazendas, incluindo aquelas associadas aos altos funcionários do setor, como nossa campanha em andamento revelará mais tarde”, disse Ed Winters, co-diretor da Surge e apresentador do vídeo da campanha, em um comunicado.

Vaca presa em caixa de contenção (para reprodução) sendo espancada com pau | Foto: Investigação Surge
Vaca presa em caixa de contenção (para reprodução) sendo espancada com pau | Foto: Investigação Surge

“O sofrimento nas fazendas leiteiras é horrível e existe tanto psicologicamente quanto fisicamente, não é exceção, como muitos pensam, é a regra”.

“Como mostra a filmagem, os laticínios vêm da violência e do sofrimento, mesmo que esses atos de violência sejam legalmente tolerados. A única maneira de acabar com a violência é adotar o veganismo”.

Bezerro recém-nascido sendo afastado da mãe vaca logo após nascer | Foto: Investigação Surge
Bezerro recém-nascido sendo afastado da mãe logo após nascer | Foto: Investigação Surge

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Câmeras flagram funcionário de pet shop jogando cão com violência no chão

Foto: RitchRoyce/Twitch
Foto: RitchRoyce/Twitch

Um vídeo com imagens fortes e comoventes, mostrando um funcionário em uma pet shop que agarra um cão assustado e indefeso pelo pescoço e o joga no chão com violência, provocou reações de indignação e revolta nas redes sociais.

A agressão ocorreu na Bark N ‘Bitches Dog Boutique, em Los Angeles, nos Estados Unidos, foi capturado pelas câmeras do RitchRoyce, que estava visitando a loja popular para encontrar cães de resgate para adoção.

O vídeo mostra uma funcionária da loja pegar um cachorro pela nuca e atirar violentamente o pobre cão no chão com um baque repugnante.

Os espectadores horrorizados da loja correm para checar o cachorro, que se esconde debaixo de uma mesa e se recusa a sair.

Em uma declaração em vídeo, a dona da loja Shannon von Roemer chamou o incidente de “horrível” e “intolerável”.

“Estamos no mercado há 14 anos e quero garantir que é a primeira vez que passamos por algo assim”, disse von Roemer. “Vamos garantir que isso não aconteça novamente”.

Ela disse que o funcionário que atirou o cachorro no chão não era mais empregado na loja.

Foto: RitchRoyce/Twitch
Foto: RitchRoyce/Twitch

“O cachorro está realmente se recuperando e foi ao veterinário”, disse von Roemer. Ela disse que um exame revelou que o cão não sofreu ferimentos físicos decorrentes da agressão.

A declaração quase não teve efeito no público e a manifestação de reações iradas online, foi imensa.

“Você deve fechar essa pet shop porque não uma loja de animais que abuse deles é incoerente e ridículo”, comentou uma pessoa na página do Instagram da loja.

Foto: RitchRoyce/Twitch
Foto: RitchRoyce/Twitch

“Absolutamente nojento. Esse abusador deveria ser preso e isolado”, escreveu outro.

A Bark N ‘Bitches é uma boutique de cães bem conhecida e se autodenomina a primeira loja de animais “humana” de Los Angeles.

A loja lida apenas com cães resgatados que foram abandonados, ajudando-os a encontrar um lar e uma família com tutores amorosos.

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Cães em situação de rua salvam recém-nascida abandonada no esgoto

Foto: TimesofIndia/Youtube
Foto: TimesofIndia/Youtube

Imagens comoventes mostram o momento em que dois cães que viviam em situação de rua resgataram uma menina recém-nascida que havia sido jogada em um esgoto.

A criança, supostamente prematura, foi abandonada apenas algumas horas depois de ter nascido em Haryana, na Índia, na manhã de quinta-feira.

Milagrosamente, os  cães heróis viram o bebê chorando no ralo e a puxaram para um local seguro.

Eles então começaram a latir, o que alertou os transeuntes que informaram a polícia.

O bebê, envolto em polietileno, foi levado ao hospital, onde os médicos disseram que ela sofreu ferimentos na cabeça.

Foto: TimesofIndia/Youtube
Foto: TimesofIndia/Youtube

A criança está atualmente sendo tratada no hospital civil de Kaithal e sua condição é descrita como “crítica”, segundo o Times of India.

“Ela é provavelmente um bebê prematuro nascido depois de sete meses de gravidez”, disse Dinesh Kansal, diretor médico do hospital civil de Kaithal.

Amor e lealdade

Não são raros os casos em que cães são exemplos de dedicação e lealdade em relação a seres humanos, muitas vezes crianças. Sencientes, inteligentes e naturalmente amorosos, esses animais muitas vezes arriscam suas vidas para proteger e ajudar humanos indefesos em situações perigosas ou de necessidade, como no caso da recém-nascida na Índia.

Foto ilustrativa | Foto: Whole-dog
Foto ilustrativa | Foto: Whole-dog

Protagonizando atos de heroísmo com naturalidade e prontidão, esses seres são incomparáveis em perceber o perigo e agir em defesa daqueles que amam, ou simplesmente daqueles que precisam. Essa é a natureza dos cães.

Cão cuida de criança perdida por 15 horas

O caso de Victoria e o seu cão da raça boiadeiro australiano ocorreu em Phoenix, capital do Estado do Arizona, sudoeste dos Estados Unidos. Em 2010, quando a garotinha tinha 3 anos de idade, ela se perdeu de sua casa e foi parar em um bosque que fiava próximo de sua residência. Em época de inverno, a criança passou 15 horas pela floresta, junto com seu melhor amigo de quatro patas.

Especialistas afirmam que a garota só sobreviveu as baixas temperaturas devido ao seu cão que lhe aqueceu durante a noite. Na manhã seguinte, a equipe de buscas acabou encontrando Victoria, mas o cão resistiu por alguns minutos ameaçando a equipe. Depois, ao perceber que se tratava de auxílio, o peludo deixou o grupo de salvadores trabalhar.

Os socorristas contaram que ao colocarem a menina no helicóptero, o cachorro os acompanhou mesmo sem ser chamado. Victoria foi levada ao hospital mais próximo da região, seu quadro clínico era estável. A garota tinha o cachorro como parte da família, e o cão a tinha como parte de sua matilha. Protegeu a criança do frio, dos perigos e deu-lhe amor e afago. Provando mais uma vez que os animais são seres com sentimentos.

Proteção e amor durante 12 dias de aflição

Em 2014, a menina Karina de 4 anos ficou perdida de seus pais por 12 dias, na região de Irkustsk, Sibéria. A garotinha estava acompanhada de seu cachorrinho. Percebendo a situação desesperadora e perigosa, o peludo percorreu seis quilômetros até chegar em casa e levar uma equipe de socorristas para o local onde a pequena estava.

Foto ilustrativa | Foto: Report
Foto ilustrativa | Foto: Report

Mesmo tendo se perdido em uma época de verão, as noites na Sibéria são muito frias. Foi graças ao seu melhor amigo de quatro patas que Karina não sofreu com uma hipotermia, pois durante o período noturno o cãozinho aquecia sua tutora, protegendo-a dos perigos.

Esses dois casos são apenas alguns exemplos de amor e fidelidades dos cães. Existem outras histórias por todo o mundo que retratam o que de melhor esses animais têm. Afinal, a vida deles é muito curta e por isso já nascem sabendo amar e cuidar, enquanto que os humanos passam boa parte da vida para aprender.

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Vídeo mostra a barbaridade cometida por matadouro em Madri

Vídeo divulgado por uma ONG revela as condições de crueldade dentro de um matadouro em Madri, na Espanha.


Por Heloiza Dias


Um vídeo divulgado por uma ONG, denuncia irregularidades em um matadouro em Madri, na Espanha. No vídeo, animais são espancados e até pisoteados por trabalhadores, alguns não conseguem permanecer de pé e são apenas jogados uns contra os outros na esteira que os conduz para a morte.

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Frame do vídeo disponibilizado no site do El País

A Associação Ambiental Equalia, responsável pela divulgação do vídeo, apresentou uma queixa criminal contra o matadouro em um tribunal espanhol. A principal acusação é a violação da lei europeia, que obriga estabelecimentos desse tipo a prezarem pelo bem-estar do animal e por condições sanitárias adequadas. A empresa, apesar da divulgação de imagens que comprovam os crimes, nega todas as acusações.

O matadouro é comandado por três irmãos, que recebem cordeiros, ovelhas, cabras e vacas que são mortos e posteriormente, colocados à venda em regiões de Madri e Toledo. Foi verificado que até o início deste ano, a empresa possuía o certificado Halal, onde uma das premissas é de que os animais sejam deixados inconscientes para evitar maior sofrimento.

“Um deles foi enforcado ainda consciente por cerca de meia hora”, diz David Herrero membro da Equalia.

A realidade das imagens registradas mostra o absurdo que se passa dentro das paredes do negócio de família, animais são torturados e agonizam por horas.

“O matadouro não cumpre seus deveres, alguns cordeiros passam pela produção sem que seu sangue seja drenado adequadamente e são pendurados ainda vivos junto com o resto dos animais mortos”, explica David Herrero, coordenador geral da Equalia, responsável por lançar campanhas contra matadouros em Segóvia e Ávila.

Descaso total com a vida dos animais

No vídeo uma ovelha não consegue andar, provavelmente, devido a maus-tratos, e um trabalhador apenas a atira contra outros animais sem se preocupar com a dor causada ao animal, sem o menor respeito por sua vida. A lei exige que, quando um animal não consegue se locomover ele deve ser morto no local, sem que seja arrastado ou jogado, como mostram as imagens.

A etiqueta de identidade, é uma medida de segurança, responsável por manter a rastreabilidade dos animais e deve ser colocada assim que eles entram no recinto, caso contrário, não existe como fazer a rastreio de modo eficaz. No vídeo, podemos ver as etiquetas sendo colocadas em cordeiros já dentro do matadouro, evidenciando a negligência com simples normas de segurança.

Equalia pede que câmeras sejam instaladas 

A Equalia, além de expor as condições absurdas do tratamento que esses animais recebem, também tem um projeto que visa implementar o CFTV (Circuito Fechado de TV) que é um sistema de monitoramento interno, realizado através de câmeras que são distribuídas e conectadas a um sistema central de televisores.

“Pedimos que elas sejam instaladas onde quer que os animais vivos sejam manipulados e que as imagens sejam armazenadas por um mês em estrita conformidade com a legislação de proteção de dados. Além disso, solicitamos que essas imagens sejam analisadas pelo mesmo operador ou pelo serviço de segurança alimentar do governo regional de Madri. “, declara David Herrero.

Assista o vídeo.


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Notícias

Gatinho se arrasta até tutora após ser atingido fatalmente por tiros de chumbinho

Foto: ABC Action News
Foto: ABC Action News

Imagens de câmeras de vigilância flagraram um gatinho à beira da morte tentando se arrastar para a segurança de sua casa após ser atingido por tiros de um rifle de pressão.

O gatinho foi filmado arrastando-se através do pátio da casa de Tammy Cornelius Hausman em Tampa, na Flórida (EUA), depois de ter sido fatalmente ferido.

A coluna do animal de apenas três meses foi atingida severamente pelo tiro, deixando-o incapaz de usar as pernas de trás.

Tammy disse: “É de cortar o coração assistir aos vídeos, foi muito triste ver um gatinho filhote, de três meses se arrastando ferido pelo quintal, a procura de ajuda”

A tutora levou-o a seu veterinário local depois de encontrá-lo, mas foi informado que o gatinho estava gravemente ferido demais para ser salvo. Ele foi morto por morte induzida pouco depois.

Outro filhote de cinco meses de idade foi atingido na perna pelo mesmo tipo de ataque cruel. Tammy disse que o gatinho vítima do ataque sobreviveu e está se recuperando no veterinário, mas pode acabar perdendo uma de suas pernas.

Ela explicou: “O gatinho estava com muita dor. Eles acham que conseguiram salvar a perna, mas ainda não temos certeza.” Tammy há muito tempo cuida de gatos em situação de rua em sua vizinhança.

Ela os alimenta, castra e depois tenta conseguir lares para ele. O ataque horrível deixou Tammy com medo de que o mesmo abusador volte a atacar.

Tammy compartilhou o clipe dos momentos finais do gatinho moribundo na esperança de alertar outros vizinhos sobre a presença de um potencial agressor de animais.

A protetora de animais também está oferecendo uma recompensa por informações, enquanto a polícia continua a investigação, mas sem resultados ainda.

A tutora do gatinho falecido acrescentou: “Quando um animal inocente se machuca sem nenhum motivo, a não ser a crueldade humana é muito doloroso e não há palavras para descrever minha dor”.

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Jornalismo cultural, Notícias

Deputados discutem projeto que exige instalação de câmeras em pet shops de todo o país

Por David Arioch

“A medida tende a inibir a prática de maus tratos aos animais, dando mais segurança e tranquilidade aos seus tutores e credibilidade aos estabelecimentos comerciais que atuam no ramo de pet shop” | Foto: Divulgação

Na terça-feira (27), às 14h, a Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados vai discutir o Projeto de Lei 47/2019, de autoria do deputado Fred Costa (Patri-MG), que prevê instalação de câmeras em pet shops que oferecem serviços de banho e tosa de animais.

A audiência foi solicitada pela deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), que é a relatora do PL. Além de deputados, também participam da discussão o presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária, Francisco Cavalcanti; o presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), José Edson Galvão de França; a diretora do Proanima-DF, Mara Moscoso; e o presidente da Associação Brasileira de Estética Animal (Abea), William Galharde.

Fred Costa defende a importância do projeto considerando o número de registros de casos de maus-tratos. “A medida tende a inibir a prática de maus tratos aos animais, dando mais segurança e tranquilidade aos seus tutores e credibilidade aos estabelecimentos comerciais que atuam no ramo de pet shop. Este tipo de prática pelos pets shops causa preocupação e impõe a necessidade de uma lei mais rígida que atenda os fatores de segurança”, justifica.

E Acrescenta: “Os animais sofrem maus-tratos, e como exemplo citamos o caso mais grave registrado e amplamente divulgado no Brasil que ocorreu em um pet shop no Rio de Janeiro, no bairro de classe média Engenho de Dentro. O vídeo publicado por um funcionário mostrou os momentos em que os animais eram agredidos pelo filho da proprietária da pet shop, com socos e garrafadas no focinho de um labrador.”


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