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Aborígenes respondem a ativistas de direitos animais sobre matança de camelos

A medida de fuzilar 10 mil camelos tomada pelo governo australiano visa impedir que os animais invadam comunidades aborígenes em busca de água e alimento

Os camelos foram importados, a população explodiu e a solução final foi o fuzilamento. Foto Banksadam/Pixabay

Conforme anunciado pelo governo australiano, atiradores utilizando-se de helicópteros, tiveram autorização para matar 10 mil camelos de 8 a 12 deste mês como forma de impedir invasões a comunidades aborígenes que sofrem com a seca no país. O massacre de 5 dias contabilizou metade da meta prevista: cerca de 5 mil animais mortos.

Segundo reportagem do portal Daily Mail de 14 de janeiro, “líderes aborígines disseram que os grandes rebanhos ameaçavam alimentos e água potável  escassos, danificavam a infraestrutura e criavam um risco para os motoristas”.

Como o massacre de camelos foi muito criticado por ativistas de direitos animais do mundo todo, Richard King, gerente geral das Terras Anangu Pitjantjatjara Yankunytjatjara (APY) – que abriga cerca de 2.300 aborígenes – disse ao Daily Mail:

“Agradecemos as preocupações dos ativistas dos direitos animais, mas há informações errôneas significativas sobre a realidade da vida de animais selvagens não-nativos, que estão entre os lugares mais áridos e remotos da Terra”.

“Como guardiões da terra, precisamos lidar com uma praga que foi introduzida, de maneira que proteja o suprimento valioso de água para as comunidades e a vida de todos, incluindo nossos filhos pequenos, idosos, flora e fauna nativas”, completou.

Medidas éticas de controle populacional seriam benéficas aos animais e também aos aborígenes. Foto Janne Bavnhoj/Pixabay

King explicou ao jornal: “Os camelos enfraquecidos freqüentemente ficavam presos e morriam em poços de água, contaminando as fontes de água necessárias aos habitantes locais, animais e pássaros nativos. O período prolongado de seca, embora não seja difícil para a fauna nativa, leva  os camelos selvagens a um sofrimento extremo”.

Os camelos chegaram na Austrália na década de 1840 para exploração do vasto interior do país, com até 20 mil importados da Índia nas seis décadas seguintes. Depois foram e ainda são utilizados pelo turismo.

Agora acredita-se que a Austrália tenha a maior população de camelos selvagens do mundo, com estimativas oficiais sugerindo que mais de um milhão está vagando pelos desertos do país.

Segundo o que o Daily Mail apurou, os animais são considerados uma praga, pois, sujam as fontes de água e atropelam a flora nativa enquanto procuram comida por longas distâncias a cada dia. “Os proprietários tradicionais das Terras da APY por anos venderam camelos selvagens mas, recentemente, eles ficaram incapazes de gerenciar a escala e o número de camelos que se reúnem em condições secas, de acordo com o departamento de meio ambiente”, diz a matéria.

Acredita-se que hoje a Austrália tenha a maior poulaçãod e camelos selvagens do mundo. Foto moonzigg/Pixabay

Já a posição dos ativistas de direitos animais é que um país rico, bem estruturado e com os maiores institutos de pesquisas do mundo tem plenas condições de conter a explosão populacional de diversas espécies sem optar pelo fuzilamento dos animais. Além dos camelos é autorizada a caça de cangurus e o envenenamento de gatos selvagens como forma de conter a reprodução.

Ao longo de décadas, controles populacionais éticos e muito mais eficazes poderiam ter sido aplicados evitando-se medidas cruéis como essa contra os 10 mil camelos. Ao mesmo tempo, as comunidades aborígenes seriam poupadas de transtornos com esses ou outros animais.

Matéria publicada na ANDA com o título “Carnificina de 10 mil camelos na Austrália segue até domingo” (que teve 37 mil curtidas) gerou muita polêmica porque várias pessoas entendem que os aborígenes têm direito de defender seu território, já tão restrito como a de qualquer outro povo indígena que tenta resistir com seus costumes.

Mas a questão é que um país tão desenvolvido certamente poderia investir na fiscalização e controle de espécies importadas, como também em pesquisas que visem métodos éticos de controle populacional. Em pleno século XXI não cabem mais medidas como as de fuzilamento em massa de animais.

Com esse triste episódio de matar milhares de camelos, a Austrália conseguiu alcançar e talvez superar a má reputação da China com relação ao tratamento que destina aos animais, muito criticada mundialmente pela matança de milhares de cães e gatos das formas mais brutais.

O povo australiano, em geral, ama os animais, mas o governo há décadas tem autorizado matanças que poderiam ser evitadas.

A vida selvagem, que já foi o mais admirado cartão postal da Austrália, atraindo milhares de turistas do mundo todo a cada ano, hoje luta contra os incêndios, contra a fome e a sede e, se sobrevive, ainda pode morrer fuzilada.

Fátima ChuEcco é jornalista ambientalista e atuante na causa animal

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Animais são brutalmente mortos em festival anual muçulmano

Foto: Reuters
Foto: Reuters

Muçulmanos de todo o mundo celebram o Eid al-Adha, a festa do sacrifício, o segundo de dois feriados islâmicos celebrados todos os anos, marcando o fim da peregrinação anual ou Hajj para a cidade sagrada saudita de Meca.

Em todo o mundo, homens, mulheres e crianças fazem orações e sacrificam animais como parte das celebrações.

Eid al-Adha no entanto, é o mais sagrado dos dois feriados muçulmanos celebrados todos os anos. Fotos do Paquistão mostram homens na rua matando cabras, camelos, vacas e ovelhas como parte das festividades.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Cerca de 10 milhões de animais são sacrificados durante o festival, segundo a Associação de Curtumes do Paquistão.

Foram feitas orações em Mianmar, no Azerbaijão e no Iraque, enquanto na Índia a polícia revistava fiéis quando entravam em mesquitas, em meio a críticas crescentes ao tratamento dado aos muçulmanos sob o regime nacionalista hindu de direita do primeiro-ministro Modi.

Alguns muçulmanos matam um animal em forma de sacrifício e dividem a carne em três partes, uma para a família, uma para amigos e parentes e outra para os pobres.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

O ato é feito para honrar a disposição de Ibrahim de sacrificar seu filho como um ato de obediência ao mandamento de Deus, como dito no Alcorão. No entanto, antes que ele pudesse sacrificar seu filho, Deus lhe forneceu uma ovelha para matar.

Abuso e maus-tratos

Enquanto a população muçulmana da Índia se prepara para celebrar o Eid-al-Adha, o festival islâmico do sacrifício, popularmente conhecido como Bakrid, a organização sem fins lucrativos que atua pelos direitos dos animais PETA visitou um abatedouro em Deonar, em Mumbai, revelando crueldades inimagináveis praticadas com os animais na véspera do Eid.

Foto: EPA
Foto: EPA

A entidade visitou um matadouro na região de Deonar em Mumbai, onde supostamente milhares de cabras e ovinos e cerca de 2.700 búfalos chegaram de várias cidades indianas para serem vendidos para o sacrifício.

Um vídeo compartilhado pela ONG mostra como os animais transportados para o matadouro foram submetidos a horríveis atrocidades, em desacordo com as leis de transporte de animais, conforme mandado por uma ordem de 2017 da Suprema Corte da Índia.

O vídeo revela a dura realidade e a selvageria sofrida pelos animais durante o transporte para os matadouros e o subsequente tratamento cruel que tira suas vidas. Como pode ser visto nas imagens, um trabalhador no matadouro admite que os animais habitualmente morrem no transporte devido à superlotação e falta de cuidados por parte dos transportadores. Os corpos de animais que morrem em trânsito são tratados com insensibilidade notória, esteiras rolantes são usadas para descartar os corpos dos animais mortos.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Cartas mencionando as denúncias foram escritas aos altos funcionários do governo do estado de Maharashtra, da Polícia de Mumbai, da Corporação Municipal de Brihanmumbai, do Conselho de Bem-Estar Animal do Estado de Maharashtra, da Sociedade para a Prevenção da Crueldade aos Animais, do Conselho de Bem-Estar Animal da Índia e da Food Autoridade de Segurança e Normas da Índia pedindo que eles apurem as acusações.

Em todo o mundo, milhões de animais entre bois e vacas, a maioria deles cabras e ovelhas são mortos no dia de Bakrid como uma marca do sacrifício feito ao Todo-Poderoso. PETA apelou aos muçulmanos para se absterem de sacrificar animais e pediu-lhes que concedam a misericórdia a estes seres sem voz, celebrando um Eid sem sangue. A ONG pediu ainda aos muçulmanos que distribuam alimentos veganos, ofereçam ajuda à instituições de caridade e dediquem-se a tudo que não envolva matar animais.

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Camelos são amarrados e içados por guindastes em mercado de animais no Sudão

Foto: AFP/Getty Images
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Animais não são produtos para serem comercializados, são vidas, seres capazes de sentir, sofrer, criar laços e compreender o mundo ao seu redor. Mas o ser humano insiste em precificar, vender e comprar esses seres, condenando-os à vidas de escravidão e sofrimento por lucro e ambição desmedidas.

A indústria do comércio de camelos do Sudão é um exemplo flagrante dessas cruéis transações comerciais. O negócio permaneceu estável, apesar da recente agitação política do país, que viu Omar al-Bashir afastado após três décadas governando o país com mão de ferro, segundo informações do Daily Mail.

Foto: AFP/Getty Images
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Comerciantes de toda a nação africana visitam diariamente o mercado de camelos de El Molih, na cidade de Omdurman, a oeste da capital Cartum, para comprar e vender grupos inteiros do animal do deserto.

Alguns camelos são enviados para matadouros de carne, enquanto aqueles que são considerados “superiores” são exportadas para países do Golfo, como Bahrein, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, para participar de corridas que envolvem apostas de milhões de libras.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Transportar o animal imenso é uma tarefa difícil, agora os comerciantes estão usando um guindaste móvel para levá-los até os caminhões.

As fotografias recentes mostram um dia normal no mercado de animais, onde camelos são içados por um guindaste móvel, com as patas dianteiras e traseiras fortemente amarradas para restringir seus movimentos.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Os animais do deserto, notavelmente aterrorizados, são então transportados para a parte de trás de carrocerias de caminhões com destino ao Egito, Israel ou nações do Golfo.

O preço de cada camelo depende da finalidade da venda do animal.

Foto: AFP/Getty Images
Foto: AFP/Getty Images

Um camelo vendido para a indústria de carne tem seu valor fixado em 60 mil a 90 mil libras sudanesas (cerca de 5 mil reais).

Mas os camelos destinados às corridas nos países do Golfo podem ser vendidos por até 1,5 milhão de libras sudanesas (em torno de 120 mil reais) cada.

Foto: AFP/Getty Images
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Após a deposição de al-Bashir em abril, muitos comerciantes de camelos nem perceberam a maior agitação política do país em décadas.

Ahmed Mohamed Ahmed, vendedor de camelos, disse: “Com ou sem Bashir, este país é o mesmo para nós”.

Foto: AFP/Getty Images
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“Tudo o que estamos interessados em saber é se o preço dos animais sobe ou desce”, acrescentou.

Ali Habiballah, 52, outro comerciante de camelos, disse: “Que protestos? Temos tudo o que precisamos no deserto – água, comida e animais, não temos exigências”.

Foto: AFP/Getty Images
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Seu filho acrescentou: “Não nos importamos com política. Eu nem vou a Cartum (capital do país)”.

O Sudão foi abalado pela primeira vez pela crise política desde 19 de dezembro, quando os protestos contra a triplicação dos preços do pão eclodiram contra o então governo de Bashir.

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Veterinária usa Facebook para vender filhotes de canguru

Foto: Facebook
Foto: Facebook

Animais não são produtos para serem precificados são vidas sencientes, companheiros de planeta e qualquer tentativa de lucrar sobre eles, e afastá-los de seu habitat natural, tornando-os de animais selvagens em animais domésticos trará imensos danos e sofrimento a esses seres.

Uma criadora de animais americana enfrentou uma onda de revolta e criticas ferozes dos usuários da rede social por vender cangurus bebês no Facebook por 7100 dólares cada.

A mulher que se diz natural e residente do Texas (EUA), se descreve como uma “veterinária simples e exótica” no Facebook, vende também “zebras de qualidade, camelos e cangurus” online.

Foto: Facebook
Foto: Facebook

Seu último post provocou protestos violentos depois que a veterinária postou uma foto de seis filhotes de canguru, com um preço inicial de 7,1 mil dólares para cangurus do sexo feminino e 2800 dólares cangurus do sexo maculino.

Infelizmente não é considerado ilegal pela lei americana possuir um canguru no estado do Texas, mas os marsupiais não podem ser treinados em casa.

Eles podem crescer até dois metros de altura e pesar até 90 kg e requerem espaço adequado para se movimentar e correr.

Grupos que atuam em defesa dos direitos animais questionaram se a prática da veterinária era legal, alegando que os animais precisavam ser criados livres na natureza, de onde jamais deveriam ter saído.

“Estes animais indefesos jamais deveriam estar à venda, eles pertencem a natureza e não devem ser criados em cativeiro! Pobres filhotes de cangurus! Isso é absolutamente horrível! ”, escreveu um deles.

“Especialistas em animais devem estar envolvidos”, comentou outro.

Foto: Facebook
Foto: Facebook

“Eles não poderiam estar em estado selvagem agora, eles todos ainda tomam mamadeira infelizmente eles não se ajustariam em estado selvagem agora. Pelo menos na minha compreensão, mas devem ser soltos quando estiverem maiores, prontos e adaptados”, explicou um deles.

Desde então, a veterinária removeu a postagem do Facebook, mas ainda anuncia em seu site a venda dos animais selvagens, segundo informações do Daily Mail.

Animais selvagens nativos da Austrália sendo vendidos em redes sociais

Os animais nativos mais emblemáticos da Austrália estão sendo negociados por criadores americanos que os vendem como animais domésticos por milhares de dólares.

A repercussão do terrível comércio de animais nativos surgiu depois que os australianos ficaram chocados com um kookaburra chamado “Thunder” sendo vendido em uma gaiola em uma loja de animais em Virginia Beach por 1.200 dólares (cerca de 5 mil reais).

Infelizmente, Thunder é apenas a ponta do comércio crescente de animais nativos australianos nos EUA.

Uma pesquisa rápida em sites de animais domésticos nos EUA revela que cangurus, wallabies, planadores de açúcar e emas estão disponíveis – por um preço. Um criador divulgou online de seis cangurus albinos 45 mil dólares (cerca de 175 mil reais).

Jeff, que mora no estado de Nova York e cria emus, disse ao Daily Mail na quinta-feira (28) que entendia completamente a popularidade dos animais nativos da Austrália – especialmente os cangurus.

“Quem não gostaria de um?” ele disse.

“Eles são fofos e fofinhos quando são bebês – não há nada como ter um canguru, as pessoas enlouquecem quando o veem.”

Ele disse que viu uma pessoa passeando com seu canguru em uma loja dentro um carrinho de compras para o deleite de outros compradores.

Chris, que cria lorikeets, disse ao Daily Mail Austrália que ela estava confusa sobre o motivo pelo qual os australianos ficaram tão indignados ao saber que um kookaburra estava à venda, e alega que animais australianos nativos foram legalmente enviados para zoológicos nos Estados Unidos na década de 1970, e esses zoos passaram o excedente para os criadores – o que significa que não é ilegal para os criadores americanos venderem os animais.

De acordo com a lei australiana, os animais nativos não podem ser retirados do país, mas Chris disse que não acredita que “Thunder” tenha sido obtido ilegalmente, pois conhece seu criador – um homem idoso que está no mercado há décadas. A loja de animais também negou que o Thunder fosse contrabandeado para o país.

Anúncios em lojas de animais online mostram que os animais australianos estão à venda em todos os EUA, com preços que atingem mais de alguns milhares de dólares.

Casais de baby emus são vendidos online de 500 a 979 dólares (cerca de 2 a 4 mil reais), com um site oferecendo até mesmo o envio de aves nativas australianas para qualquer lugar dos EUA via avião.

O petauro-do-açúcar é outro animal faz sucesso entre os americanos, com os marsupiais sendo criados para uso doméstico por mais de uma década nos Estados Unidos. As informações são do Daily Mail.

O pet shop onde está “Thunder” disse em um comunicado postado em sua conta do Facebook que não há qualquer irregularidade da parte deles, mas explicaram com detalhes de onde o kookaburra veio.

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Investigação secreta mostra animais sendo violentamente surrados no Egito

Foto: PETA
Foto: PETA

Uma investigação secreta conduzida pela PETA revelou que os animais explorados nos principais destinos turísticos do Egito, incluindo a Grande Pirâmide de Gizé, Saqqara e Luxor são”espancados até sangrar” por manipuladores.

Agora, a PETA Asia, responsável pelas imagens, pede a proibição do uso de animais para transporte e locomoção em pontos turísticos do país.

De acordo com a ONG, cavalos e camelos são explorados diariamente pela indústria do turismo em locais de enorme influxo de turistas, são usados para transportar os visitantes em suas costas ou em carruagens.

A PETA relata que as condições em que os animais são explorados são terríveis – com os cavalos e camelos trabalhando sem parar “sob sol e calor escaldantes, sem sombra, comida ou água”.

Animais espancados

A ONG ressalta que o vídeo mostra os exploradores responsáveis pelos animais em Gizé batendo violentamente em um cavalo que havia caído exausto enquanto era forçado a puxar uma carruagem, homens e crianças são vistos também “gritando e batendo violentamente em camelos com paus” até seus rostos ficarem ensanguentados no Mercado de Camelos Birqash.

A PETA Asia escreveu para a ministra do Turismo do país, Rania Al-Mashat, pedindo ao Egito que utilize meios de transportes modernos como veículos elétricos, em vez de animais, para transportar as pessoas.

Vergonhoso

“É vergonhoso que animais exaustos e visivelmente abatidos sejam espancados e chicoteados para fazer passeios sem fim no calor, mesmo quando suas pernas vergam de tanto cansaço e chegam a entrar em colapso”, disse a diretora da PETA, Elisa Allen, em um comunicado enviado ao Plant Based News.

“A PETA está pedindo ao Ministério do Turismo egípcio que substitua esses animais maltratados por veículos, como os riquixás elétricos, para que os turistas possam apreciar a rica história do país sem apoiar a crueldade contra os animais”.

A ONG acrescenta: “Uma vez que os camelos vendidos no mercado Birqash não são mais capazes de fazer passeios em torno das pirâmides de Gizé e Saqqara, eles são devolvidos ao mercado e enviados para serem mortos”.

Transporte elétrico em pontos turísticos

Há um precedente para as investigações da PETA que levaram a esse resultado ja esperado; após a investigação realizada pela ONG em Petra, o príncipe filantropo e vegano, Khaled Bin Alwaleed, revelou seu real papel nos planos de restauração de um importante sítio arqueológico na Jordânia, que envolviam preservar a história dos seres humanos e proteger os animais.

O Parque Arqueológico de Petra – declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1985 – atrai centenas de milhares de pessoas todos os anos. Muitas pessoas montam animais, incluindo burros, camelos, mulas e cavalos ao longo dos degraus do parque até o mosteiro do local. Isso está danificando os degraus e causando sofrimento aos animais.

Através de sua empresa KBW-Ventures, o Príncipe Khaled deu assistência específica para reconstruir as escadas, construir um santuário para os animais se mudarem e fornecer veículos personalizados para o local que será entregue aos moradores locais. Além disso, estações de carregamento solar serão doadas, assim os veículos serão 100% livres e sem despesas também.

Algumas pessoas, realmente fazem a diferença quando assim o desejam. Cada um pode desempenhar um papel em defesa dos direitos animais. Ao recusar-se a fazer passeios sobre animais e alimentar essa indústria cruel de turismo, seja em que país for, ou envolvendo qualquer outra forma de exploração

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Camelos são explorados em rinhas no Paquistão


Culturas, tradições e crenças abusam e exploram animais em suas festividades. Eles nascem são condenados ao sofrimento e a dor pela ignorância humana. Exemplos disso são rinhas de camelos, realizadas há mais de 2 mil anos, que continuam ocorrendo no Paquistão apesar da proibição.

O festival Layyah atrai uma multidão para assistir animais lutando com seus pescoços e se mordendo para tentar derrubar o adversário. Machucados, os animais uivam de dor e o tutor do camelo vencedor ganha 715 dólares (cerca de 2.800 reais).

O país tem uma longa história de esportes sangrentos – com ursos, galos e cachorros, entre as outras criaturas forçadas a lutar.

“De acordo com a lei paquistanesa, todas as lutas de animais são ilegais”, disse o advogado Abdul Ahad Shah, da organização de bem-estar animal.

Ele acrescentou que a maioria dos camelos feridos nas lutas não recebe atendimento médico adequado.

“Os aldeões usam remédios locais para tratar feridas. É cruel”, explicou Shah.

No ano passado, foi aprovada uma emenda à sua Lei de Prevenção à Crueldade contra os Animais no Paquistão que propunha que a multa por incitar os animais a lutar deveria ser aumentada mas até agora nenhum progresso foi feito.

Rinhas na Turquia

Milhares de espectadores se reuniram na cidade do Mar Egeu de Selcuk para assistir ao evento turco: camel wrestling – uma tradição que acontece há 2.400 anos.

Outros festivais menores são realizados em todo o país durante os meses de inverno – tradicionalmente época de acasalamento de camelos, mas o de Selcuk, perto da antiga cidade grega de Éfeso, é o maior e mais prestigiado. A última edição da competição reuniu cerca de 120 camelos e seus tutores, muitos dos quais adornavam seus animais com a bandeira vermelha e branca do país.

Políticos já tentaram o que o Selcuk Camel Wrestling Festival fosse listado como Patrimônio Mundial Imaterial da UNESCO.

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Lutas de camelos são realizadas em tradicional evento turco

Culturas, tradições e crenças abusam e exploram animais em suas festividades. Eles nascem são condenados ao sofrimento e a dor pela ignorância humana.

No último domingo (20), camelos com selas decoradas, lutam durante o maior festival de luta livre de camelos da Turquia, na cidade do Mar Egeu de Selcuk.

Milhares de espectadores se reuniram na cidade do Mar Egeu de Selcuk para assistir ao evento turco: camel wrestling  – uma tradição que acontece há 2.400 anos.

Outros festivais menores são realizados em todo o país durante os meses de inverno – tradicionalmente época de acasalamento de camelos, mas o de Selcuk, perto da antiga cidade grega de Éfeso, é o maior e mais prestigiado. A última edição da competição reuniu cerca de 120 camelos e seus tutores, muitos dos quais adornavam seus animais com a bandeira vermelha e branca da Turquia.

Cada animal pesa em média 600 quilos e são decorados com pompons multicoloridos e cocares ornamentados. Com suas corcundas escondidas sob selas bordadas, os “lutadores” entram na arena dois de cada vez e brigam, geralmente a uma curta distância de um camelo fêmea no cio. As informações são do Daily Mail.

As batalhas terminas em alguns minutos, enquanto a multidão grita e torce assustadoramente. Um vencedor é declarado quando um dos camelos cai no chão ou sai do campo.

O festival ainda vai além do wrestling. No dia anterior à competição, os camelos enfeitados desfilam pela cidade em um “concurso de beleza”.

Durante o triste evento principal, bandas tocam músicas folclóricas e famílias fazem churrasco nas colinas em frente à arena, como se o cruel e doloroso combate fosse divertido, saudável e engrandecedor para a cultura local.

 

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Camelos são explorados em festas nos Estados Unidos

Com a agenda famosa e agitada nesta época do ano, os camelos também enfrentam uma longa, embora menos célebre jornada nos circuitos festivos comerciais da América.

Os animais, conhecidos por terem corcundas, são populares nas recriações de Natal – embora os estudiosos estejam divididos quanto a se os camelos estavam presentes no nascimento de Jesus – e em todos os momentos.

Apesar da agenda lotada, não há risco de os camelos obterem a corcova proverbial, de acordo com a proprietária de animais Jan Marchezak, que dirige o Barnyard Petting Zoo e a Pony Rides LLC.

“Eles são como uma criança de dois anos que nunca cresceu”, disse Marchezak. “Eles amam a atenção”, disse ela.

Marchezak, que mora no condado de Washington, na Pensilvânia, possui nove camelos. Dois são adultos – eles podem pesar até 1.500 quilos – e ela tem sete novilhos. Embora os camelos sejam populares o ano todo – Marchezak disse que as pessoas os contratam para serem acariciados em festas de aniversário – há um pico significativo em torno do Natal .

Um dos camelos de Marchezak está prestes a aparecer no Rachel Ray Show na ABC, disse Marchezak – ela não explicou o porquê – enquanto vários outros também apareceram na TV. Mais comumente, um de seus camelos é reservado para festas de aniversário ou eventos escolares. O aluguel de camelos não é barato: custa US $ 1.000 por uma hora.

Os camelos foram descritos por Marchezak como “extremamente afetuosos”, evitando estereótipos de que eles são mal-humorados e propensos a cuspir.

Longe dos eventos, os camelos correm ao redor de sua fazenda, absorvendo o ar fresco. E embora tradicionalmente vivendo em condições áridas, ela disse: “Eles amam a água”.

“Eles não apenas amam beber, você não pode pegar uma mangueira se tiver camelos no quintal, porque eles ficam na sua frente e você tem que lavá-los primeiro.”

Charis Matey dirige o Zoológico Infantil do Reino da Paz , que tem três camelos: Einstein, Dingaling e Percy. Eles são “de natureza muito doce”, disse Matey. Eles também são usados no Natal e também para o Dia dos Três Reis – também conhecido como a epifania – em 6 de janeiro.

Matey não acredita que camelos sofram com as exposições e as atividades “Os animais gostam de fazer isso. Eles não estão trabalhando duro ”


Longe das férias, as pessoas contratam os camelos para participar de “meet and greets”, disse Matey.

Einstein recentemente ganhou fama quando uma imagem dele andando por uma rua da Pensilvânia em uma tempestade de neve se tornou viral e, desde então, foi reservado por três concessionárias de automóveis. Por uma taxa, o Einstein ficará na concessionária e, aparentemente, atrairá potenciais compradores.

O que diz a PETA

Segundo o The Guardian, enquanto Marchezak e Matey dizem que os camelos trabalham alegremente, a organização de direitos dos animais Peta acredita que os camelos não deveriam ser forçados a aparecer em comemorações de Natal.

“As exibições de Natal ao vivo e são tudo menos alegres para os animais”, disse a PETA.

Crueldade e negligência são inevitáveis ​​quando animais exóticos sensíveis são reduzidos a serem tratados como acessórios e a PETA pede que as pessoas celebrarem a temporada com segurança e humanidade, deixando-as fora de seus eventos de férias.

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Camelo sofrendo maus-tratos na Jordânia.
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Camelos e mulas são espancados e chicoteados na Jordânia

Um novo vídeo de testemunhas oculares da People for the Ethical Treatment of Animals (PETA), em tradução livre “Pessoas Para o Tratamento Ético dos Animais”, revela que animais na Jordânia ainda estão sendo espancados, espetados e chicoteados para serem manipulados de forma cruel.

O Ministério de Turismo e Antiguidades da Jordânia prometeu acabar com a crueldade contra burros, camelos, mulas e cavalos expostos em uma investigação recente da PETA na Ásia sobre a indústria do turismo de Petra, mas nada mudou.

Camelo sofrendo maus-tratos na Jordânia.
Camelo sofrendo maus-tratos na Jordânia. (Foto: PETA)

Essa prática cruel deveria ter sido substituída pelo uso de veículos modernos e livres de animais há muito tempo.

Um relatório da PETA destacando a crueldade na indústria de turismo de Petra, juntamente com o novo vídeo, foi compartilhado com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e funcionários do governo. Esta mais recente denúncia mostra mais uma vez a necessidade de uma proibição de forçar animais a transportar turistas pela cidade histórica.

Os animais são acorrentados, espetados e espancados e sofrem com feridas pelo corpo.
Os animais são acorrentados, espetados e espancados e sofrem com feridas pelo corpo. (Foto: PETA)

Os animais continuam a sofrer em Petra, mulas e burros são forçados a subir os 900 degraus até o mosteiro e descer novamente com os visitantes nas costas, enquanto os cavalos são forçados a puxar carruagens em extenuantes caminhadas de nove quilômetros pela cidade antiga várias vezes por dia ao ano. E os camelos gritam de dor quando suas bocas são forçadas a se fecharem.

Veja o vídeo abaixo em inglês e sem legendas:

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Burros e camelos são chicoteados para transportar turistas

Porém, a “cidade perdida” tem um lado sombrio: mais de 1300 cavalos, burros, mulas e camelos são forçados a transportar turistas ou a puxar carruagens na cidade diariamente e enfrentam um sofrimento imenso.

Foto: PETA Asia

Os adestradores rotineiramente chicoteiam e espancam os animais enquanto eles transportam turistas por um trecho de 10 quilômetros debaixo de um calor sufocante, sem água ou sombra.

Os burros são obrigados a carregar as pessoas para o monastério icônico da cidade. Caso resistam ou hesitem, os espancamentos se intensificam. A falta de interesse das autoridades em ajudar os animais é flagrante: os turistas indignados são aconselhados pela Autoridade da Região de Desenvolvimento e Turismo de Petra a denunciar a crueldade contra os animais enviando uma mensagem para um endereço de email que não funciona.

Foto: PETA Asia

O veterinário Sameh Nabil explica: “Muitas pessoas chamam os burros de estúpidos. Porém, a realidade está longe disso, os burros têm autopreservação, se ficam cansados ou consideram uma situação muito perigosa, eles se tornam obstinados porque valorizam sua vida. Tudo o que eles querem é que sejamos bondosos com eles, que os tratemos com compaixão, dignidade e gentileza”.

Como mostra o vídeo da PETA Asia, os visitantes que são transportados pelos animais contribuem diretamente para sua dor e miséria.

Agressões

Os adestradores repetidamente atingem os animais cansados com qualquer coisa – incluindo tubos de plástico, cordas, correntes e chicotes – para mantê-los em movimento.

Até mesmo quando os animais estão muito exaustos para continuar, eles são continuamente espancados. Quando um burro se recusou a transportar mais turistas após fazer uma turnê, ele foi chutado no estômago com tanta força que até mesmo um espectador recuou e, apesar de tentar fugir do ataque, o animal estava preso e isso não seria possível.

Foto: PETA Asia

Apesar de trabalharem o dia inteiro no calor do deserto, os animais são privados de água até o final do dia quando voltam para os estábulos, onde fica a única fonte de água do Petra Archaeological Park.

Entre os passeios, eles são mantidos amarrados, sem nenhuma sombra ou alívio do calor. Alguns são presos com tanta força que nem sequer conseguem deitar e precisam aguardar o próximo cliente.

A investigação mostra que muitos dos animais tinham ferimentos causados pelas correntes e cordas. Uma testemunha ocular da PETA viu camelos serem obrigados a trabalhar, apesar de estarem cobertos de moscas e feridas abertas causadas por seus freios. Os burros tinham correntes ao redor dos pescoços manchados com o sangue dos ferimentos.

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Elefante em apresentação de circo
Destaques, Notícias

Eletrocutados e desnutridos: os horrores suportados por elefantes e jacarés explorados em circo

O ex-funcionário detalhou diversas situações mostrando o sofrimento dos animais explorados pelo local e que, frequentemente, não são vistos pelo público.

Elefante em apresentação de circo
Foto: Reprodução/Youtube, PETA

Eletrocutados, com sangramentos e deixados em um caminhão durante dias

Ele disse que o adestrador do Carson & Barnes Circus (fornecedor de elefantes para o Garden) Habib Omar puxava os elefantes Libby e Bunny com uma ferramenta afiada chamada bullhook ou os eletrocutava antes de eles subirem ao palco. O informante percebeu que os choques elétricos foram usados porque o abuso não causaria derramamentos de sangue, que seriam vistos antes de um show.

Ele descreveu elefantes regularmente sangrando atrás das orelhas durante a turnê do show de 2016. No mesmo ano, o informante disse que uma das elefantas exibidas pelo adestrador Anthony Frisco de Carson & Barnes ficou extremamente doente e deprimida.

De acordo com ele, ela se deitou por longos períodos sem se levantar enquanto outro elefante a observava, emitindo vocalizações e acariciando-a com a tromba. Embora a elefanta tenha ficado doente por dias, nenhum veterinário a examinou.

Quando o circo viajou com o expositor de elefantes Brian Franzen, foi usado apenas um elefante asiático chamado Okha, embora houvesse três elefantes no total. Foi informado que Franzen deixou os outros dois no caminhão durante longos períodos, às vezes por até quatro ou cinco dias por vez. Depois de dias de confinamento, eles saíam do caminhão cobertos por fezes. Okha foi trancado em um caminhão durante 20 a 21 horas diariamente.

Camelos gritando e truques estúpidos

Durante um incidente que ocorreu após uma apresentação de 2016 em Palm Beach, na Flórida, o ex-integrante do circo testemunhou o adestrador Hoosier Camel Encounter, Evan Wall, espancando e chutando um camelo chamado Cash. A agressão continuou por um período entre 10 e 15 minutos, mas ninguém tentou impedir o abuso. O camelo emitiu um som tão alto devido aos golpes que seus gritos podiam ser ouvidos no palco.

Muro chicoteava os pés dos camelos – às vezes até sangrarem – para fazer os animais correrem mais rapidamente ao entrarem no ringue. O ex-funcionário descreveu as instruções do gerente do circo Zack Garden sobre como lidar com camelos como realmente violentas, mas disse que o circo ignorava o sofrimento dos animais.

No início deste ano, a PETA enviou um vídeo (publicado pela Animal Defenders International) ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) de uma llama chamada Poncho tropeçando e caindo de costas após não conseguir pular nas costas de um camelo.

Os ativistas descobriram que a llama caía quase todos os dias. Eventualmente, ela parou de tentar fazer o truque sem sentido. Simultaneamente ao envio do vídeo para o USDA, o expositor foi intimado depois que um treinador repetidamente chicoteou a llama no palco quando ela se recusou a realizar um truque e cuspiu ele de tanto estresse.

No início deste ano, o circo viajou com um bebê búfalo chamado Tatonka, que sempre foi mantido em um caminhão, exceto quando ele era obrigado a se apresentar por alguns minutos.

Os treinadores arrastavam o bebê aterrorizado para o local de exibição com uma corda presa a uma argola colocada no seu septo. Assim, qualquer pressão sobre a corda provocaria dor. O informante notou que o búfalo era muito vocal quando estava preso dentro do veículo e enquanto era arrastado pelo nariz.

Segundo ele, quando Tatonka se recusou a andar, o adestrador gritou e utilizou todo o peso do corpo para puxar a corda presa no nariz do animal. Quando o búfalo finalmente entrou no ringue, ele ficou apavorado e começou a correr em círculos. Eventualmente, Tatonka e Poncho foram enviados para um zoológico itinerante, onde permanecerão aprisionados e serão privados de qualquer coisa que se assemelhe a uma vida natural.

Jacarés famintos e mortos

Com a crueldade do Garden Bros. Circus, não é nenhuma surpresa que o circo incentive encontros com animais selvagens. De acordo com a fonte da PETA, alguns trabalhadores foram autorizados a usar jacarés e cobras para vender fotografias com os animais visando apenas ao lucro.

A fonte relatou que, em 2016, o circo geralmente tinha dois ou três jacarés para explorar em fotos e os mantinha nos bastidores em uma caixa de plástico sem água e com a boca selada. Ele foi informado que a comida para esses animais era limitada para evitar que eles ficassem muito grandes.

Os animais morreram depois de somente duas semanas, mas novos jacarés foram enviados ao circo. O ex-funcionário observou que o Garden Bros também permitia que a equipe oferecesse encontros com cobras que geralmente eram compradas em circunstâncias obscuras de locais como o Craigslist.

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Notícias

Animais são deixados para trás e condenados à morte no Catar

Cerca de 15 mil animais morreram por conta da falta de água e pelo decisão da Arábia Saudita de expulsar agricultores do Catar. Alguns camelos foram permitidos a fazerem a travessia entre os dois países com seus tutores. Outros animais foram abandonados na fronteira e morreram por insolação.

Camelo abandonado sem água e sem comida a uma temperatura exaustante
Os animais foram abandonados em uma temperatura de 50°C, sem acesso a água (Foto: TRT.net)

O agricultor Said Al Hajari disse que a cena foi muito triste, pois os “camelos estavam muito exaustos e não sabiam para onde ir”.

Outro agricultor estava atravessando a fronteira quando presenciou a cena lastimável. “Acabava de voltar para a Arábia Saudita. Eu vi mais de uma centena de cadáveres de camelos, mais de cem camelos e ovelhas abandonados na estrada”.

Nota da redação: Animais jamais devem ser submetidos ao egoísmo das decisões humanas, seja no trabalho forçado, na morte para consumo ou no sofrimento gerado por decisões e disputas políticas. Como seres sencientes, que sentem dor, frio, fome e afeição, os animais são dignos de direitos e, por isso, jamais devem ser vistos como “objetos” a serem manipulados pelas vontades humanas.

 

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