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Camelo é vestido com roupas extravagantes e obrigado a circular em festival musical

Foto: LEAH INGHAM/FACEBOOK
Foto: LEAH INGHAM/FACEBOOK

Um festival musical conhecido como Land Beyond Festival – que tem como tema os instrumentos bateria e baixo – e acontece na Inglaterra anualmente, foi classificado como “nauseante” por vestir e enfeitar um camelo e obrigá-lo a desfilar pelo local.

Imagens do festival, realizadas em Brighton, Sussex, mostraram o animal vestido com uma capa vermelha brilhante e repleto de enfeites pelos rosto e corpo enquanto era conduzido através de um campo barulhento e lotado.

Daniel James, que participou do festival no domingo, descreveu que viu claramente o camelo se incomodar e demonstrar sofrimento por causa da música alta.

Ele disse: “O animal foi exposto a pessoas bebendo álcool e a música estava extremamente alta, como seria de esperar aliás de um festival de Drum and Bass (bateria e baixo).

Foto: soroat6/ Instagram
Foto: soroat6/ Instagram

“Havia pessoas que estavam noriamente bêbadas correndo e tirando fotos com seus telefones pra lá e pra cá, que assustaram o camelo algumas vezes”, conta um expectador do festival.

“Ele (o camelo) estava cercado por seis seguranças, então eles claramente sabiam que estavam colocando o animal em risco.”

Daniel, um expectador que do festival que trabalha com eventos, disse que ele e seu parceiro saíram do local assim que viram o camelo, acrescentando: “Eu nunca vi nada como na minha vida”.

Ele twittou um pequeno vídeo do animal com a seguinte legenda:“Por Deus, por que trazer um camelo para o festival e explorá-lo dessa forma é nojento. Crueldade animal nos dias modernos”.

Outros usuários das mídias sociais responderam ao vídeo com surpresa e revolta, um dos comentários dizia: “Absolutamente repugnante e vergonhoso! Os animais não estão aqui para entretenimento”.

Outro disse: “Abuso e exploração animal repugnantes por si mesmos. Por favor, não use os camelos dessa maneira”.

“Eles têm que ter sua vontade quebrada com espancamentos para se submeterem e estarem a salvo”.

Um terceiro acrescentou: “Estamos em 2019. Por que apoiar a crueldade contra os animais com o uso de um camelo em seus eventos?”.

“Certamente o evento e a música ja se bastam, o animal não deveria jamais ser usado para entretenimento. Que vergonha!”.

O camelo foi alugado da empresa Joseph’s Amazing Camels em Warwickshire.

A companhia disse que os camelos foram “domesticados por mais tempo que os cavalos” e enfatizou que o animal foi colocado em uma cela protetora durante seu tempo no festival.

Mas um porta-voz da RSPCA disse que a entidade ficaria preocupada com qualquer animal que aparecesse em um festival e questionaram a “necessidade” de trazer o camelo para o evento.

Eles disseram: “A grande multidão de pessoas festejando, dançando e bebendo e a música alta em tais eventos, como também o transporte de ida e volta, causam muito stress ao animal”.

“Nós questionamos a necessidade de levar um camelo para um evento como este. Além disso, animais como os camelos são naturalmente sociais, portanto, ser exibido sozinho, sem um animal de companhia adequado, aumenta o estresse”.

Um porta-voz do festival alegou em sua defesa que o animal tem uma licença de performance e foi visto em filmes como Aladdin e uma série de outras produções.

Como se uma exploração previamente realizada fosse permissão ou justificativa para que novas explorações aconteçam.

“Land Beyond é um festival de nome e um de nossos objetivos é nos esforçar para levar experiências incomuns para nossos eventos”.

“Nunca foi nossa intenção ofender ninguém e gostaríamos de agradecer a todos pelo feedback”.

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Destaques, Notícias

Camelos são forçados a levantar toneladas de pedras em competição no Paquistão


Culturas, tradições e crenças abusam e exploram animais em suas festividades. Eles nascem condenados ao sofrimento e a dor pela ignorância humana. Ainda jovens, muitos animais são arrancados de suas mães, capturados e usados ​​em exibições grotescas de entretenimento.

Camelos são usado como transporte, em rinhas, em festas para atrair público e, assustadoramente,
em uma competição de levantamento de peso. Os animais são carregados com sacos de rochas e depois forçados a ficar de pé.

O evento anual acontece no Paquistão e este ano foi vencido por um britânico – Qasim Hussain, de 20 anos, que vive em Bradford, West Yorkshire, na Inglaterra.

A fêmea tutelada por Qasim, Sheezada Kathreela, levantou sacos de pedras pesando 1,7 toneladas, o equivalente a um carro pequeno.

Repercussão

O concurso foi criticado pela PETA, que descreveu o “esporte” como abuso de animais.

A diretora da PETA, Elisa Allen, disse: “Se alguém quiser participar de um concurso de levantamento de peso, deve treinar e tentar, mas deixe os animais fora dela.”

“Os camelos são indivíduos inteligentes e sensíveis, e tratá-los como guindastes vivos para diversão humana se somam aos muitos tipos de abuso, incluindo o eventual abate. Eles já sofrem nas mãos de pessoas que os tratam com ignorância e arrogância.”

https://youtu.be/jB1U5TgkxJg

A competição 

Os sacos de pedras são pesados ​​na frente dos competidores antes de serem colocados empilhados em cima dos camelos.

Em seguida, os animais são forçado a se levantar e andar. Todo o processo leva 15 cruéis e dolorosos minutos. As informações são do Daily Mail.

Apesar da oposição de ativistas, nada foi feito para impedir que o concurso anual de camelos – assistido por 20 mil pessoas – aconteça novamente. O tutor de Sheezada Kathreela já planeja participar no ano que vem do ‘evento’ e disse que irá treiná-la cada vez mais.

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Camelo explorado durante 10 anos em zoo da Inglaterra morre ‘subitamente’

Foto: Riverview Park and Zoo

Lamentavelmente, o camelo ‘Gobi’ é mais uma vítima da ganância humana por dinheiro. Ele foi explorado durante 10 anos, servindo como atração exótica para turistas e residentes britânicos.

Segundo as autoridades, o camelo morreu ‘subitamente’, no último sábado (23). A equipe do zoo disse que ele foi encontrado doente pela manhã, mas apesar do tratamento, Gobi morreu à noite.

O Ontario Veterinary College, em Guelph, vai estudar o corpo do animal para determinar a causa da morte.

Segundo o Global News, o Riverview Parque e Zoo de Peterborough ainda mantém mais dois camelos em cativeiro para entretenimento humano: as fêmeas Zaya e Baika.

Casos de animais que perdem suas vidas ‘ subitamente’ crescem a cada dia. Estressados, deprimidos e solitários, elefantes, girafas, leões, camelos, macacos e tantos outros animais desenvolvem comportamentos estranhos a sua natureza, definham e morrem muitas vezes sem conhecer a liberdade.

A elefanta Teresita é um retrato brasileiro do sofrimento animal em cativeiro. Ela passou toda sua vida sendo explorada em um zoo de São Paulo e morreu solitária em seu minúsculo recinto.

Zoológicos não são instalações educativas. Quem paga para visitá-los financia a crueldade e os maus-tratos a animais inocentes.

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Foto de camelo desnutrido em zoo na Nigéria viraliza e revolta internautas

Uma fotografia de um camelo aparentemente desnutrido num jardim zoológico de Abuja, na Nigéria, tornou-se viral nas redes sociais e o parque está sendo acusado de crueldade animal.

(Foto: Reprodução / Twitter / @MrSawyerr)

Segundo avança a CNN, Tunde Sawyerr disse que estava visitando o parque quando viu o animal. “Antes de se colocarem animais num determinado lugar, há certas coisas que têm de ser feitas. Se havia algum animal que se destacasse em termos de nutrição era de certeza o camelo”, explicou o visitante à CNN.

O homem confessou ainda que visitou o Jardim Zoológico com a sua filha de três anos, que não conseguiu identificar que se tratava de um camelo. “Ela sabe como é um camelo na televisão, um burro, um macaco e foi capaz de reconhecer todos os camelos menos aquele”, rematou.

Fonte: CM Jornal

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Elefante é forçado a carregar pessoas nas costas em exposição nos EUA

Uma publicação no Facebook mostrou um elefante abaixo do peso chamado Minnie, sendo explorado na feira estadual Big E, em West Springfield, Massachusetts.

No vídeo, ela era obrigada a carregar as pessoas nas costas e parecia infeliz e visivelmente doente. Além dessa exposição, um vídeo de um camelo exausto sendo arrastado para ficar de pé por um manipulador de Commerford, no Big E, também viralizou e chamou atenção nas redes sociais.

Como resposta, ativistas em defesa dos direitos animais estão pedindo o fim do sofrimento de Minnie e dos outros animais selvagens que estão atualmente em exibição no Big E.

Minnie e os outros dois elefantes confinados na feira, Beulah e Karen, estão sob os cuidados do RW Commerford & Sons. Esse é um zoológico itinerante, que foi investigado várias vezes pelo USDA e citado em várias ocasiões por não fornecerem cuidados veterinários adequados, entre outras violações.

Mesmo antes de essas últimas provas contra o zoológico itinerante de Commerford serem compartilhadas, a empresa já estava envolvida em duas ações ativas no estado de Connecticut. Ambas foram arquivadas pelo Projeto de Direitos Não-Humanos (NhRP).

Como afirmou o presidente do NhRP, Steve Wise, estão trabalhando para que todos os elefantes que atualmente pertencem a Commerford sejam transferidos para um santuário na Califórnia.

O NhRP posteriormente já havia feito processo judicial contra Commerford, em novembro de 2017. Mesmo não conseguindo muito sucesso, eles não desistiram de denunciar o local.

“Elefantes não são feitos para estar sentados, andando em círculos, e ter pessoas sobre eles”, Wise afirma. “Eles pertencem a um santuário”.

Uma petição sobre Care2 foi criada exigindo que a Grande E pare de usar animais para o entretenimento humano.

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Oficiais resgatam camelos à beira da morte depois de 12 horas presos em buraco

Policiais chineses foram alertados na última segunda-feira por um homem preocupado com quatro de seus camelos que caíram em um lago lamacento e se afundaram até os seus estômagos. Quando os oficiais chegaram ao local, encontraram quatro desafortunados camelos desnutridos e gravemente desidratados.

Reprodução | The Daily Mail

Eles foram resgatados depois de 12 horas afundados na lama durante chuvas torrenciais na Região Autônoma da Mongólia Interior, no norte da China, a cerca de 160 quilômetros do escritório local, segundo uma declaração oficial do WeChat. Um vídeo gravado no momento capturou como a equipe de 12 socorristas pode libertar com êxito um dos camelos.

Segundo o homem que fez a ligação, os camelos ficaram presos às 3 da manhã daquele dia e ele não conseguiu retirá-los de lá. Chuvas fortes têm atingido a região e transformado grandes áreas em terrenos traiçoeiros – o que tornou a missão de resgate ainda mais árdua, de acordo com a polícia local.

Reprodução | The Daily Mail

Nas imagens do vídeo do resgate, é possível ver pelo menos 10 pessoas tentando retirar um dos camelos que haviam afundado na lama até os joelhos. Depois de muito puxar, usando cordas, bastões e pás, eles levantaram o camelo até que ele finalmente conseguisse esticar as patas e pisar com segurança em terras firmes.

Fotos divulgadas pela polícia mostram os outros três camelos sendo arrastados para fora da lama com cordas presas em torno de suas patas, corpo e pescoço. Depois de quase quatro horas, os camelos escaparam ilesos. Xie Yongde, chefe do departamento de segurança pública de Bayannuorigong, disse que a operação foi muito difícil devido à chuva. “Os camelos teriam morrido com certeza se os esforços de resgate fossem adiados”, ele acrescentou.

Reprodução | The Daily Mail

A Mongólia Interior foi atingida por fortes chuvas desde a temporada de enchentes em julho. Estradas e infra-estrutura foram danificadas, segundo a Xinhua News na última segunda-feira. As enchentes provocadas por chuvas torrenciais deixaram 12 pessoas mortas e outras três desaparecidas, enquanto mais de 338 mil moradores e 157 mil hectares de plantações foram afetados.

Reprodução | The Daily Mail

Mais de 300 casas foram destruídas e um total de 9.307 pessoas foram realocadas. A perda econômica direta foi estimada em 637 milhões de yuans (350 milhões de reais).

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Posto de gasolina à beira de estrada nos EUA mantém animais em cativeiro para entreter viajantes

Uma parada de caminhões, conhecida como Tiger Truck Stop na I-10 em Grosse Tete – vila localizada no estado norte-americano de Luisiana -, ganhou esse nome por manter o tigre Tony em cativeiro por mais de 30 anos, até a sua morte no ano passado. Sempre foram criticados por grupos de defesa dos direitos animais, que afirmavam que criar um animal selvagem dentro de uma gaiola à beira de estrada para entreter viajantes era um ato muito estressante e cruel.

Com base em uma lei aprovada em 2006, a parada de caminhões é proibida de capturar e manter outro tigre em cativeiro. Apesar dos esforços e de todos os argumentos apresentados por ativistas, o dono do posto de gasolina ainda luta contra a constitucionalidade da “proibição do grandes felinos”, alegando discriminação.

Agora, o mesmo grupo ativista que se opôs à parada de caminhões por anos, o Animal Legal Defense Fund, de sede no estado da Califórnia, tem trazido novas preocupações sobre o local, que não prendeu outro tigre, mas levou animais mais novos para exposição. “Então eles não têm mais um tigre?”, pergunta o viajante James Beebe, ao observar a presença de um camelo dentro da jaula que um dia manteve Tony em cativeiro.

Eles não têm mais um grande felino em sua propriedade, mas eles exploram um camelo de cinco meses chamado Caspar e um coati de dois meses chamado Cody. Em um comunicado à imprensa, o diretor executivo da Animal Legal Defense Fund, Stephen Wells, disse que “a notícia dos planos da Tiger Truck Stop para criar um chamado zoológico começando com sua recente aquisição de um camelo e coati é muito preocupante. Manter animais em um estacionamento de posto de gasolina, em meio a fumaça de diesel e o rugido da estrada adjacente é inaceitável e não atende às suas necessidades”.

Reprodução | Fox News

“Embora a Louisiana proíba, de maneira sensata, Sandlin de exibir outro tigre na parada de caminhões, infelizmente as leis atuais não restringem a exibição de certos outros animais selvagens como os camelos. Essa falta de supervisão não é apenas prejudicial para os animais, que muitas vezes são forçados a viver em condições desumanas, mas também representa uma possível ameaça à segurança pública”, ele completa.

Pam Bossier, que gerencia a parada do caminhão, discorda. “Eu acho que para trabalhar aqui você tem que amar os animais. Eu acho que se você ama um animal isso deve ser o suficiente. Não se você pode ter uma gaiola de milhões de dólares. Mas na mesma essência nossos animais são tão amados”, disse Bossier. Amor que aprisiona, não dá a possibilidade de que os animais vivam livres e sigam seus instintos naturais, não deve ser considerado amor.

O proprietário, Michael Sandlin, é um expositor de animais licenciado pelo USDA, o que significa que ele recebe inspeções sem aviso prévio por agentes da vida selvagem que são veterinários certificados. “Esperamos ter os tigres de volta em breve, mas nesse meio tempo, concentramos nossa atenção nos dois primeiros animais, os animais exóticos, para preservar nossa licença do USDA”, disse Sandlin. Segundo o site do USDA, os relatórios de inspeção mais recentes não mostram violações. A única vez que o proprietário foi citado nos últimos três anos foi de ferrugem encontrada na cerca de metal.

Comprovar se os animais recebem tratamento adequado dentro de uma jaula de poucos metros quadrados, que impedem-nos de socializarem com outros da mesma espécie, de interagir com o meio ambiente e com a natureza, e de agirem de acordo com os seus instintos naturais, não é garantia de que eles vivem uma vida saudável e feliz. Manter a vida selvagem enclausurada deveria ser uma prática proibida por lei. Para dar aos viajantes alguns poucos minutos de prazer, é tirado dos animais o direito de viver uma vida inteira em liberdade.

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Causa da morte de camelo e capivara do Pampas Safari é investigada

Laudos emitidos pela Faculdade de Veterinária da UFRGS indicam que havia, no pulmão de uma capivara e de um camelo adultos, encontrados mortos nos primeiros meses do ano no Pampas Safari, o agente causador da maioria dos casos de tuberculose humana, chamado Mycobacterium tuberculosis.

(Foto: Jefferson Botega / Agencia RBS)

No entanto, o Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi), afirmou que os exames, apesar de apontarem a contaminação por tuberculose humana, não são definitivos para identificar a doença.

“O teste aponta a presença de Mycobacterium, não necessariamente da Mycobacterium tuberculosis. É complicadíssimo trabalhar com essa microbactéria. O teste não garante que os animais estavam infectados pela bactéria que causa a tuberculose humana”, explica o médico veterinário da Seapi, Rodrigo Nestor Etges.

De acordo com o veterinário, os laudos apontaram reação aos anticorpos do agente causador dos casos de tuberculose em pessoas porque as amostras dos animais mortos foram expostas a esse anticorpo, assim como reagiriam a outra variante da tuberculose se fossem expostas a anticorpos dela. As informações são do GaúchaZH.

“Há chance muito grande de que aqueles animais tenham morrido por tuberculose bovina, pois é a bactéria que já foi identificada em outros casos, através de isolamento, que é o diagnóstico padrão ouro para tuberculose. São muito semelhantes essas bactérias, poucos elementos as diferenciam. No caso desses testes, o anticorpo vai se ligar à Mycobacterium bovis como se ligaria a outras do grupo de bactérias onde estão agrupadas as espécies que afetam os humanos e mamíferos”, diz.

A presença da tuberculose humana, no entanto, não foi descartada. Essa é a primeira fez que essa detecção ocorre. Nos outros casos, em 2012 e 2014, laudos da UFRGS, feitos em necrópsia, apontaram a presença de tuberculose bovina em cervos e lhamas mantidos pelo Pampas Safari. De acordo com Etges, a diferença no resultado dos exames se deve ao fato do teste realizado ter sido diferente, feito com um anticorpo capaz de se ligar a outras bactérias do gênero.

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Estátua de camelo
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Estátua homenageia camelo explorado como carga durante a corrida do ouro no Canadá

“Durante a corrida do ouro, [os garimpeiros] importaram camelos para trabalhar como animais de carga”, afirmou Myfanwy MacLeod, a artista por trás da estátua.

Estátua de camelo
Foto: Jon Hernandez/CBC

MacLeod encontrou uma foto icônica de um garimpeiro de B.C. montado em um camelo no final do século XIX. O camelo da imagem, conhecido como The Lady, foi uma das dezenas de camelos importados para a província por meio do Lower Mainland e serviu de inspiração para sua escultura.

De acordo com a CBC, a peça de MacLeod é a última peça de arte pública a ser selecionada pela cidade de North Vancouver para refletir sobre a história cultural da região.

Quase duas dúzias de camelo foram enviadas para B.C. por meio do Lower Mainland em 1862. Arquivos sugerem que os primeiros colonizadores acreditavam que os camelos poderiam transportar cargas pesadas por longas distâncias, recebendo uma quantidade mínima de água. Porém, eles descobriram rapidamente que os pés macios dos animais não eram adequados para o terreno rochoso de B.C.

A maioria dos camelos morreu, mas inúmeros outros escaparam do cativeiro. “Aparentemente, alguns dos camelos não se deram bem com os outros animais, então eles tiveram de ser colocados para pastar. Eles meio que escaparam da natureza. [Eles] estavam correndo ao redor das florestas de B.C. até que todos morreram”, disse McLeod.

McLeod conta que os últimos camelos foram vistos no início dos anos 1900. Ela espera que sua escultura lembre as pessoas da longa e muitas vezes surpreendente história da região.

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Motorista abandona camelo em pedágio depois de discussão com atendente

Foto: Reprodução

Motoristas que trafegavam por uma estrada em Chongqing, na China, tiveram problemas para continuar a viagem depois que uma cabine de pedágio ficou bloqueada por várias horas por um camelo. O animal não é comum na região e nem foi até o local por livre e espontânea vontade.

O camelo simplesmente foi deixado na cabine pelo motorista que o transportava. O sujeito teve uma discussão com os funcionários do pedágio sobre o valor a ser pago pelo transporte do animal.

Revoltado, o motorista deixou o camelo bloqueando a cabine de pedágio e, simplesmente, foi até um restaurante almoçar. E o animal ficou no local, atrapalhando o trânsito.

A polícia foi chamada e exigiu que o motorista tirasse o camelo do local. Ele também teve de pagar uma pesada multa por causa do incidente. Não se sabe para onde o animal seria levado.

O vídeo do camelo no pedágio tem feito sucesso nas redes sociais chinesas.

Veja o vídeo:

Fonte: UOL

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Revista incentiva exploração de camelos e outros animais pela indústria de laticínios

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Ecorazzi
Reprodução/Ecorazzi

Você provavelmente já ouviu que não precisa de leite de vaca porque não é um bezerro. Da mesma forma, essa lógica se aplica a outras espécies também. Apenas filhotes de camelos, alces, renas etc necessitam do leite desses animais.

Porém, o Munchies, o canal de alimentos da revista Vice, decidiu divulgar leites de outros animais com a ajuda do professor de ciência alimentar Young W. Park.

Infelizmente, o professor é o co-fundador da CapriDairyWorld, uma organização sem fins lucrativos dedicada a fomentar o consumo de leite de cabra.

Park incentiva de forma entusiasmada a exploração de outros animais para o leite como cabras, ovelhas, búfalos, éguas, camelos, renas, porcas, lhamas e até mesmo alguns ursos polares, focas e baleias.

É absurdo ver que ele até mesmo argumenta sobre a sustentabilidade e benefícios gerados à saúde de seres humanos. Por exemplo, dentro desse raciocínio egoísta e equivocado, laticínios derivados de renas curariam queimaduras provocadas pelo frio ou leite de camelo serviria para combater a caxumba, informou o Ecorazzi.

Mais uma vez, fica evidente que o que é correto para os animais não é sequer colocado em discussão e são usadas estatísticas sobre os efeitos gerados pela exploração de vacas que podem até mesmo estimular o consumo do leite de outras espécies.

Embora a indústria de laticínios de vacas seja responsável pela liberação de 150 bilhões de litros de metano por dia, a criação, a prisão, os estupros e assassinatos associados ao roubo do leite de qualquer animal continuam.

A utilização de culturas, da água e terra necessárias para a criação de vacas também. Esses animais não são mães de seres humanos e nós não precisamos de seu leite. Lamentavelmente, esse tipo de publicidade é um grande retrocesso que não contribui para um futuro sem exploração animal.

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Circo leva camelo a lanchonete do McDonald's com intuito de fazer publicidade

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Ação de mau gosto
Foto: Ecorazzi

Moradores da cidade irlandesa de Limerick ficaram chocados ao verem um camelo no “drive-thru” da loja local do McDonald’s. Ele foi levado pelo circo Courtney Brothers, que fez isso com a intenção de conseguir publicidade gratuita às custas do animal. As informações são do Ecorazzi.

Segundo a reportagem, fotos do incidente rapidamente tornaram-se virais nas redes sociais. A repórter Lauren-Elizabeth McGrath diz que o fato realmente causa impacto, pois trata-se de um herbívoro de grande porte sendo puxado pelo “drive-thru” de uma cadeia de fast-food conhecida por seu exorbitante massacre a animais para consumo humano.

De acordo com o Irish Mirror, John Carmody, porta-voz da ONG Animal Rights Action Network (ARAN) encoraja as pessoas a não considerarem a foto “engraçada” e sim entrarem em contato com conselheiros locais a respeito da “absoluta loucura” da situação. O leitor Eric Hudson tirou uma foto do animal e manifestou a sua indignação.

“Como eu tenho uma leve obsessão pela minha ascendência irlandesa, posso assegurar que há formas dignas de entretenimento quando vocês forem visitar a Irlanda e que não envolvem circos com animais”, disse McGrath.

Nesse caso, o circo está cometendo dois erros: além de explorar animais, submeteu esse camelo a tal exposição esdrúxula.

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