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Caso dos 300 pássaros encontrados mortos é investigado em SC

Oficiais da Polícia Militar Ambiental iniciaram uma ação conjunta com a Fundação do Meio Ambiente (Fucam) para investigar o caso dos 300 pássaros encontrados mortos em Camboriú (SC) – a suspeita é de que as aves foram vítimas de envenenamento. Os policiais foram até o local e pegaram depoimentos do arrendatário e do posseiro.

Pássaros são nativos da região de Camboriú (Foto: PM/Divulgação)

A Polícia Militar de Camboriú estava à frente do caso, mas passou a investigação para a Polícia Ambiental. Segundo a presidente da Fucam, Liara Rotta Padilha Schentinger, o Direito Ambiental é dividido em três esferas.

“A Fundação trabalha na esfera administrativa, que consiste na emissão de autos de infração, e civil, na recuperação dos danos ambientais, que não se aplica nesse caso. A esfera penal, que acarreta nas penalidades do crime, fica por responsabilidade da Polícia Ambiental. Essa aproximação entre as entidades irá reforçar a proteção ambiental em Camboriú e dar os encaminhamentos necessários devido ao ocorrido”, explicou.

Fonte: Click Camboriu

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Migração: elefante-marinho visita praia de Camboriú (SC)

Foto: Divulgação /Guarda Ambienta de Balneário Camboriú

Um elefante-marinho visitou esta semana a Praia do Estaleiro, em Balneário Camboriú, Santa Catarina.

Para Jeferson Luís Dick, o coordenador do Projeto de Monitoramento de Praias (PMP) da Univali, o elefante-marinho provavelmente parou apenas para descansar.

Foto: Divulgação /Guarda Ambienta de Balneário Camboriú

Vindo de muito longe, esta espécie também conhecida como elefante-marinho-do-sul (Mirounga leonina), vive por todo o Hemisfério Sul da Terra. Para se reproduzir, eles param em praias e ilhas subantárticas, com temperaturas baixíssimas.

Viajante nato, o elefante-marinho-do-sul passa 80% de sua vida na aguá e passeia por diversos continentes.

elefante-marinho
Foto: Divulgação /Guarda Ambienta de Balneário Camboriú

Os órgãos ambientais da região que chegaram ao local, ajudaram e cercaram a praia até que ele repouse e volte a alto-mar.

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Cachorros que sofriam maus-tratos são resgatados em Camboriú (SC)

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Divulgação

A Polícia Militar foi acionada pela central para verificar denúncia de maus-tratos a um cachorro da raça Pit Bull que estaria amarrado em uma residência localizada na Rua Rio Amazonas, bairro Rio Pequeno, em Camboriú.

No local estavam algumas pessoas que se identificaram e disseram pertencer a uma ONG de proteção aos animais. Queriam retirar o cachorro do local para tratar e cuidar dele.

Os policiais militares entraram no pátio da residência, junto com as protetores de animais e localizaram dois cachorros, um pit bull e um boxer, sendo um macho e uma fêmea. Eles estavam muito magros e fracos, sem água, sem comida e com alguns machucados. O local estava em péssimas condições de higiene.

Os cachorros foram entregues aos representantes da ONG. A proprietária da casa não foi localizada.

Divulgação
Divulgação

Fonte: Click Camboriú

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Falta acolhimento de animais em Camboriú (SC)

Foto: Marcos Porto / Agência RBS
Foto: Marcos Porto / Agência RBS

A prefeitura de Camboriú foi pioneira na região ao lançar um programa de chipagem de animais para evitar o abandono. Pelo menos 30 cães são atendidos por mês e, além de receberem o chip, que contém dados do tutor, também passam por castração.

A ideia tem funcionado bem, exceto por um problema: os cães abandonados na rua e principais vítimas dos atropelamentos, por exemplo, não conseguem ser atendidos pelo programa.

Carla Krug, secretária de Meio Ambiente da cidade, diz que como não há ambulatório veterinário em Camboriú a solução é contar com a boa vontade de algum morador que se disponha a cuidar do animal no pós-operatório. Se não houver quem cuide, não é feita a castração.

A secretária admite que há milhares de cães nas ruas de Camboriú e que o problema é sério. Como não consegue castrá-los, está apostando na conscientização. Agentes têm feito palestras em escolas para falar sobre guarda responsável e adoção.

A ideia é, no futuro, criar um ambulatório para os animais. Mas para isso é necessário um recurso que o município não tem. A expectativa de Carla é conseguir a verba com os serviços que necessitam de autorização da secretaria, como terraplanagem e corte de árvores, que só passaram a ser taxados recentemente.

Fonte: Clic RBS

 

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ONG questiona trailer para castração de animais parado em Camboriú (SC)

Foto: Reprodução/ G1
Foto: Reprodução/ G1

Organizações não governamentais que abrigam cães e gatos no litoral catarinense estão questionando a utilização de um trailer comprado pela Prefeitura de Camboriú no ano passado. O veículo seria usado para castrar animais, mas está há quase um ano parado.

Atualmente, o trailer está no pátio da futura sede da Fundação de Gestão e Desenvolvimento Sustentável de Camboriú, a Fucam. O projeto inicial era levá-lo aos bairros para ser utilizado como centro cirúrgico, na castração de cães e gatos.

“Hoje nossa Fundação não possui uma estrutura para levar o trailer à comunidade. Não temos como se deslocar e pagar essa logística. Como já temos outros planos, é viável que essa estrutura fique fixa e atenda outros projetos”, afirmou Arnaldo Pereira, presidente da Fucam.

Na nova sede, que está em reformas, haverá um centro cirúrgico com todos os itens solicitados pelo conselho regional de medicina veterinária. O trailer, que custou à prefeitura R$ 23 mil, vai fazer parte do programa de castração e esterilização de animais. Além disso, os veterinários farão atendimento clínico em cães e gatos de famílias cadastradas na prefeitura.

Para a presidente da ONG Viva Bicho, Valéria Camargo, que abriga animais abandonados, o projeto inicial seria melhor para a comunidade. O abrigo está com cerca de 800 cães e gatos. Em 10 anos, realizou 10 mil castrações e doou seis mil animais. “É um prejuízo para a comunidade, pois nascem animais indesejados. Só esta semana abandonaram 45 cães no abrigo”, disse Valéria.

Fonte: G1

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Filhote de baleia encalha em praia do litoral de Santa Catarina

Um filhote de baleia ficou encalhado por menos de uma hora na praia de Laranjeiras, em camboriú (SC), na tarde da última quinta-feira (6). Banhistas empurraram o animal que acabou indo de encontro às pedras no canto da praia e se machucou, mas logo depois conseguiu voltar para o mar.

De acordo com o soldado João Paulo, do Corpo de Bombeiros, no intuito de ajudar os banhistas empurraram o animal – provavelmente da espécie Jubarte – antes do resgate chegar e ele saiu bastante machucado. “Nossa orientação é de que as pessoas chamem o Corpo de Bombeiros e esperem para que o animal seja recolocado em alto mar com segurança”, disse o soldado.

A oceanógrafa da Secretaria do Meio Ambiente de Balneário Camboriú (Semam), Patrícia Zimermann, explica que é possível que o animal volte a encalhar devido aos ferimentos que sofreu. A Semam pretende voltar ao local e fazer vistorias de barco para ver se encontra este animal ou avista algum outro, já que, alguns banhistas afirmaram que outra baleia foi vista um pouco mais longe da praia. Patrícia disse ainda, que a incidência de baleias próximas à costa nesta época do ano não é corriqueira e que elas não oferecem risco aos banhistas.

Fonte: Tribuna Catarinense

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Pesquisadores definem lista de espécies da fauna ameaçadas de extinção em Santa Catarina

Pesquisadores se reúnem para a finalização das atividades e definição das espécies que integrarão a lista de espécies da fauna ameaçadas de extinção em Santa Catarina. O evento será sediado na cidade de Balneário Camboriú nos próximos dias 01, 02, 03 e 04 de março.

Aproximadamente 70 pesquisadores participantes na elaboração da Lista de Espécies da Fauna Ameaçada de Extinção em Santa Catarina estarão presentes, tendo como objetivo finalizar as atividades realizadas desde 2007, partindo assim, para a etapa derradeira, a inclusão das espécies na lista.

Santa Catarina é o único estado da região Sul e Sudeste do Brasil que ainda não dispõe de uma lista que defina quais as espécies de sua fauna apresentam risco de desaparecimento da natureza em um futuro próximo. Devido a essa observação, a IGNIS considerou a tamanha importância política em realizar esta tarefa, visando subsidiar estratégias que permitam sua recuperação e conservação.

O projeto “Lista de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção de Santa Catarina” iniciou as atividades em 2007, de forma voluntária, através da ONG IGNIS Planejamento e In-Formação Ambiental, com sede em Itajaí. Em novembro de 2008, o Governo Estadual, por intermédio da Fundação do Meio Ambiente (FATMA) disponibilizou recursos, provenientes de Compensação Ambiental aplicados à empresa do Sistema de Transmissão Catarinense S.A. (STC).

Com recurso disponível, os trabalhos em prol da construção da lista se intensificaram. Reuniões, encontros e grandes Fóruns vêm acontecendo em diferentes cidades do estado ao longo do tempo de execução do Projeto. Através dessas atividades foram identificados estudos, grupos de pesquisas e projetos desenvolvidos sobre as diferentes espécies da fauna catarinense, com a finalidade de subsidiar a elaboração da lista vermelha.

O conhecimento e apoio de todos a este trabalho, necessário para sensibilizar a sociedade, são de fundamental importância para seu sucesso. Através do projeto pretende-se reverter os principais processos responsáveis pela perda de nossa biodiversidade.


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