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Voluntários costuram bolsas e cobertores para coalas e cangurus resgatados

Meio bilhão de animais morreram e centenas de espécies nativas ficaram feridas ou tiveram que fugir de seus habitats para se proteger dos incêndios


Voluntários estão costurando bolsas e cobertores para os coalas e os cangurus resgatados dos incêndios na Austrália, além de camas para os morcegos, ninhos para os pássaros e luvas para os coalas que tiveram suas patas queimadas.

Foto: SOCIAL MEDIA / KIM SIMEON via REUTERS

As doações, enviadas dos Estados Unidos, do Reino Unido, da França, da Alemanha e de Hong Kong, são recebidas pela Animal Rescue Craft Guild, entidade criada para lidar com os casos de animais afetados pelos incêndios.

“Isso está se transformando em uma loucura. A resposta tem sido incrível”, disse Belinda Orellana, uma das fundadoras da associação. As informações são da Reuters.

Oito milhões de hectares, o equivalente ao território da Irlanda, foram destruídos desde o início das queimadas, em setembro. Segundo estimativas de pesquisadores da Universidade de Sydney, meio bilhão de animais morreram e centenas de espécies nativas ficaram feridas ou tiveram que fugir de seus habitats para se proteger.

Pelo menos metade da população de coalas saudáveis da Austrália morreu após os incêndios atingirem a Ilha Canguru, de acordo com serviços de resgate australianos.

Foto: THE NEW BATLOW HOTEL / NEW BATLOW HOTEL via REUTERS

Uma das voluntárias que tem ajudado a costurar itens para os animais é Lara Mackay, da Nova Zelândia. Ela fez uma bolsa de canguru. “Estou pensando em fazer a maior quantidade possível e pedindo às fábricas que doem tecido de costura”, disse Lara.

Leslie Kok, que mora em Singapura, contou à Reuters que já costurou quatro bolsas para cangurus e reuniu voluntários para doar materiais. Leslie afirmou que continuará costurando enquanto for necessário.

Outra colaboradora é Simone Watts, que mora a região de Blue Mountains, nos arredores de Sydney. “Olhei a lista dos itens mais urgentes e, considerando minhas capacidades de costura, decidi que poderia contribui com camas para os morcegos”, contou.


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Voluntários produzem camas para cães abandonados com pneus em MG

Um grupo de voluntários começou a produzir camas para cachorros abandonados em Muriaé, no estado de Minas Gerais. A principal matéria-prima utilizada são pneus.

Foto: Prefeitura de Muriaé/Divulgação

Um oficina para confecção das camas foi feita pela Prefeitura de Muriaé em parceria com o “Projeto Cuida”. Foram produzidas cerca de 30 camas, que serão distribuídas em bairros como Recanto Verde, Horto Florestal, Panorama e Almoxarifado do Executivo.

O objetivo, segundo a administração municipal, é ajudar animais que estão abandonados e não têm condições de se proteger do frio. As informações são do portal G1.

“Os cães em situação de rua não escolhem estar nas ruas. Eles são animais domesticados, foram abandonados e dependem do homem para ter bem-estar, saúde e segurança. É responsabilidade de todos os cidadãos dar o mínimo de condições para que não sofram com fome, sede ou frio”, destacou a diretora de Saúde Ambiental, Carla Morcerf.

De acordo com a prefeitura, outros serviços e parcerias estão sendo realizados na cidade em prol dos animais. Um deles é a castração, feita com o apoio dos grupos de proteção animal “Amicão” e Pedido de Socorro de Muriaé (PSM). Mais de 800 cães e gatos foram castrados no município em um período de dois anos.

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Cães resgatados da rua ganham quarto e cama própria em novo lar

Sete cachorros resgatados do abandono e dos maus-tratos tiveram a vida completamente transformada. Eles, que nada tinham, hoje têm até quartos e camas próprias.

(Foto: Dani Viverito)

Tutelados por Dani Viverito e pelo marido dela, juntos há mais de 18 anos, os cães têm a melhor vida possível. Para isso, os tutores tiveram que estabelecer um cronograma que permite que todos recebam tudo o que têm direito. Devido à instabilidade de dois cachorros, os animais foram divididos em dois grupos segundo o cronograma: o primeiro, com cinco cães e o segundo, com os outros dois. Isso garante que os sete tenham tempo igual para comer, brincar e descansar. As informações, do The Dodo, foram traduzidas pelo Histórias com Valor.

(Foto: Dani Viverito)

Na hora de dormir, eles sabem exatamente para onde ir. “Jax, Sasha e Annabelle estão em um quarto e Muppet está no outro com Harlin. Quando Tyler e Tucker estão em baixo, cada um tem seu próprio quarto”, disse Dani.

Dani teve a ideia de comprar a própria cama para cada cão e no tamanho de uma cama de criança. Isso porque os animais tinham colchões grandes, difíceis de mover e limpar, e a mudança dos móveis facilitou o trabalho da tutora.

(Foto: Dani Viverito)
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Os leitos de chimpanzés têm menos bactérias que camas humanas (Foto: Brandon Wade/AP/HSUS)
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Chimpanzés dormem em leitos mais limpos que camas de humanos, mostra estudo

Um novo estudo realizado pela Universidade do Estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, mostrou que os leitos onde dormem os chimpanzés são mais limpos do que camas de humanos. Isso acontece porque, ao contrário de nós, os animais trocam suas “folhas” todas as noites.

Sendo assim, as ‘camas’ dos chimpanzés, que ficam nos complexos de árvores, são compostas de ramos e folhas que contêm menos bactérias do que a maioria das camas de famílias humanas.

Os leitos de chimpanzés têm menos bactérias que camas humanas (Foto: Brandon Wade/AP/HSUS)
Os leitos de chimpanzés têm menos bactérias que camas humanas (Foto: Brandon Wade/AP/HSUS)

Em comparação com os leitos humanos, os locais onde chimpanzés deitam-se para dormir tinham uma variedade muito maior de insetos, enquanto os locais onde deitam-se humanos estão cheios de bactérias fecais, orais ou de pele.

Megan Thoemmes foi líder da pesquisa na Tanzânia, e contou em sua publicação: “Sabemos que os lares humanos são efetivamente seus próprios ecossistemas, e cerca de 35% das bactérias que contêm em camas de seres humanos provêm dos nossos próprios corpos. Queríamos saber como isso se comparava a alguns dos nossos parentes evolucionários mais próximos, os chimpanzés, que fazem suas próprias camas diariamente”.

“Não encontramos quase nenhum desses micróbios nos ninhos de chimpanzés, o que foi um pouco surpreendente”, ressaltou a pesquisadora. Os cientistas ficaram igualmente surpresos quando tentaram aspirar artrópodes parasitas – pulgas e piolhos – dos ninhos de chimpanzés.

Os chimpanzés são primatas que mudam os locais onde dormem todas as noites, evitando o acúmulo de bactérias do corpo, que podem atrair doenças (Foto: Brandon Wade/AP/HSUS)
Os chimpanzés são primatas que mudam os locais onde dormem todas as noites, evitando o acúmulo de bactérias do corpo, que podem atrair doenças (Foto: Brandon Wade/AP/HSUS)

As camas feitas por grandes primatas, sejam eles chimpanzés, gorilas, bonobos ou orangotangos, são normalmente usadas para uma única noite e depois abandonadas, e isso acontece pois diminui a capacidade de doenças e pragas se acumularem em um local de descanso. Além disso, reduz os odores microbianos associados ao animal que podem atrair predadores.

Publicado na revista Royal Society Open Science, o estudo é o primeiro a comparar a composição dos locais onde dormem primatas não humanos à camas de seres humanos. “Este trabalho realmente destaca o papel que as estruturas feitas pelo homem desempenham na formação dos ecossistemas de nosso ambiente imediato. De certa forma, nossas tentativas de criar um ambiente limpo para nós mesmos podem, na verdade, tornar nosso ambiente menos ideal”, comentou a líder do estudo.

 

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Neusa com os cães que auxilia
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Voluntária improvisa camas para proteger cães do frio em terminal de ônibus em Curitiba (PR)

Ela não tem condições de levar os cães para casa, mas o coração falou mais alto ao ver aquela cena rotineira dos animais passando fome e frio no Terminal Barreirinha, em Curitiba (PR). Há 10 anos, a curitibana Neusa dos Santos acorda cedo todos os dias para tratar e cuidar dos animais abandonados no terminal.

Cães recebem cama improvisada para se proteger do frio em Curitiba
Foto: Neusa dos Santos

Recentemente, para proteger os cãezinhos do frio, Neusa improvisou camas feitas de pneus usados e colocou em uma estação tubo desativada no terminal. Nas últimas semanas, os termômetros têm registrado temperaturas mínimas na casa dos 12ºC na capital.

“Eu tinha que fazer alguma coisa. Alguém tinha que tomar uma atitude. Acho que essa missão era realmente minha. Hoje sou outra pessoa”, conta Neusa, que é vigilante e atualmente está desempregada.

O gesto de carinho chamou a atenção dos funcionários do terminal e dos passageiros, que também ajudam a cuidar e a proteger o Pitoco, o Max e o Zóinho do risco constante de atropelamento por causa da circulação dos ônibus.

Neusa cuida de animais no terminal há dez anos
Foto: Adriana Justi/G1

“Admiro demais o gesto da Neusa com os cães. Hoje em dia a gente não vê esse amor e essa atenção com os animais em qualquer lugar. Em diversos terminais de Curitiba o que se vê são animais largados, maltratados. Então, quando a gente se depara com uma cena dessa, dela trazendo todos os dias pela manhã o alimento, é uma coisa que não tem preço. Ela é um exemplo”, disse o vigilante Robson Santos Guimarães.

Além de cuidar dos cães no terminal, Neusa também leva para casa para dar banho e faz passeios diários.

“Eu cuido porque eu amo os animais. Acho que quem não gosta de animal, sinceramente, não tem coração. Ainda mais os cães, que são fiéis com a gente. Esses três aqui, por exemplo, sentem quando eu não estou bem. E eu também sinto quando alguma coisa ruim acontece com eles. A gente se ajuda. Enquanto eu estiver viva, vou cuidar deles”, disse Neusa.

Neusa com os cães que auxilia
Foto: Adriana Justi/G1

“Quando eu comecei a acolher os animais eram 10. Agora, estamos só com três. Alguns foram adotados, outros morreram atropelados, infelizmente”, disse Neusa.

Ela contou ainda que sempre presencia situações de maus-tratos no local. “O Pitoco, por exemplo, perdeu a visão do lado esquerdo porque levou um chute de um passageiro. Muito triste”, desabafou a cuidadora.

Atualmente, Neusa é voluntária do projeto Cão Comunitário, da Prefeitura de Curitiba. Parte dos recursos para alimentar e tratar dos animais são cedidos pelo projeto e por voluntários.

Fonte: G1

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Voluntários constroem 100 camas para cães que vivem em abrigo nos EUA

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Step Up USA
Step Up USA

A vida em um abrigo é solitária. Os cães podem estar cercados por outros em situações como esta, mas isto não se compara ao calor de um verdadeiro lar.

É por isso que um exército de voluntários foi até o abrigo Maricopa County Animal Care and Control e levou a mais calorosa surpresa: 100 camas que eles mesmos fizeram. Foi uma mensagem de esperança; uma maneira de deixar os cães saberem que alguém estava pensando neles.

Step Up USA
Step Up USA

Jill Smyros, fundadora da Step Up USA, teve a ideia da entrega especial e pediu aos moradores de Gilbert, Arizona (EUA), e da área circundante para ajudar a construir camas suaves e elevadas para os cães do abrigo local.

Os voluntários conseguiram arrecadar US$ 2000, quantia suficiente para comprar materiais para as 100 camas. Depois, Smyrnos convidou as pessoas para sua casa para reservarem um dia para a construção das camas. A resposta foi esmagadora.

Step Up USA
Step Up USA

“Havia 100 pessoas aqui, crianças e adultos, e adolescentes. Foi incrível. Fizemos muitas coisas este ano, mas esta é provavelmente uma das meus favoritas, com certeza”, afirmou.

Os cães responderam à bondade inesperada, entregue pessoalmente pelas pessoas que fizeram as camas. “Assim que arrumamos tudo, os cachorros subiram. Eles abanavam os rabos, estavam tão felizes. Foi incrível. Mesmo no Arizona, esfria “, relatou Smyros.

Graças ao calor da bondade humana, isso não irá acontecer neste inverno para as dezenas de cães que vivem neste abrigo movimentado no Arizona, informou o The Dodo.

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Gatos ganham camas dentro da Universidade Federal do Tocantins

Thiago de Cesaro/Divulgação
Thiago de Cesaro/Divulgação

Os gatos que vivem na Universidade Federal do Tocantins (UFT), em Palmas, agora contam com cuidados e muito carinho. Ao perceber que os animais estavam entrando em laboratórios e salas à procura de comida e bebendo água em locais utilizados pela comunidade acadêmica, alguns servidores se uniram para encontrar uma solução.

A primeira ação foi a construção de camas para os animais. Em seguida, os servidores adquiriram pratinhos para eles comerem e beberem. Além disso, houve a compra de remédios para cuidar da saúde dos gatos. O servidor Thiago de Cesaro, um dos idealizadores da iniciativa, comenta que a alimentação é feita duas vezes por dia. “Nos dividimos em dois grupos. Um dos grupos é responsável por alimentar os animais na parte da manhã e o outro no fim da tarde”.

Segundo ele, são os próprios servidores que custeiam todos os gastos. “Não estamos recebendo doações. É uma ação independente em vista da necessidade de cuidado que esses animais precisam”.

O projeto conta hoje com oito animais, mas o número cresce gradualmente. Segundo os servidores, só nesta semana nasceram três gatinhos. O grupo pretende até o final do ano criar uma parceria com veterinários e associações de animais para dar um novo lar para esses animais por meio de adoções.

“A nossa intenção é sensibilizar as pessoas para o cuidado com qualquer animal. É muito bom poder cuidar e ajudar dos necessitados. Todos deveriam ter esse senso de cuidado para com esses animais que não têm lar”, finalizou Thiago.

Fonte: G1

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Menina de sete anos faz camas para animais que vivem em abrigos

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Michelle Lepianka Carter
Reprodução/Michelle Lepianka Carter

Josie Bracknell está usando a máquina de costura do seu irmão quando para por um momento.

A menina de sete anos tem que fazer uma pausa em seu trabalho para procurar o gato que vive com sua família, Melvin, que está sentado em um canto observando enquanto ela costura pedaços de pano, diz O Tuscaloosa News.

Gatos como Melvin são o motivo de Josie ter começado a costurar. Desde abril, a aluna da terceira série da Faucett-Vestavia Elementary School tem feito camas para animais de abrigos, para que durmam confortavelmente.

Desde então, ela já fez quase 15 camas que foram doadas ao abrigo Tuscaloosa Metro Animal. Foi em uma visita ao abrigo de animais que Josie percebeu como alguns deles não têm muitos lugares confortáveis para se sentar ou dormir.

“Animais domésticos são como seres humanos e devem receber cuidados tanto quanto os seres humanos”, disse Josie.

A mãe dela, Jones, disse que sua filha sempre foi uma amante dos animais e um colega do trabalho de Jones, ensinou Josie a costurar.

Até agora, elas receberam enchimentos de almofadas e panos de amigos e familiares para fazer as camas: as menores para gatos e as maiores para cães e alguns outros animais.

“Isso me faz bem também, sei que isso é o certo a fazer”, disse a mãe.

Jones também aprendeu a costurar e a atividade tornou-se um ritual para mãe e filha. Ela admira como sua filha tem um coração voltado para os animais e tenta fazer a diferença na comunidade, diz o Tuscaloosa News.

“Espero que outras crianças vejam o que ela está fazendo agora e talvez isso as incentive”, disse ela.

A menina, chamada Josie, afirmou que pretende continuar fazendo camas para animais, enquanto puder. “Ajude os animais domésticos e faça o máximo que puder por eles”, aconselhou ela.

A mãe de Josie explicou que elas não estão à procura de doações em dinheiro, mas de doações de materiais que podem ser utilizados para fazer as camas.

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Moradora cria campanha para montar camas para animais em situação de rua, em Assis (SP)

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Divulgação

A assisense Letícia Teixeira iniciou nesta semana uma campanha de arrecadação para montar camas para os animais em situação de de rua da cidade. Os itens necessários são bacias e cobertores, que ficarão espalhados em pontos de Assis para proporcionar abrigo aos cães carentes.

“É uma iniciativa minha e conto com o auxílio do meu namorado. Esta semana já colocaremos as caminhas em alguns pontos, mas o objetivo é espalha-las pela cidade. Estamos apenas pensando na melhor maneira de fazer isso, pois infelizmente algumas pessoas quebram ou até mesmo roubam os abrigos. Gostaríamos de contar com a ajuda da população, tanto na arrecadação, quanto no cuidado com as camas”, salienta.

Os interessados em ajudar com doações podem entrar em contato com Letícia pelo telefone (18) 99804-2766.

Fonte: Assis City

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