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Foto de cãozinho em situação de rua se agarrando a um ursinho de pelúcia se torna viral

Foto: Yvette Holzbach
Foto: Yvette Holzbach

Tudo começou com uma foto que só pode chamada de “ a mais triste imagem do mundo”. Um cão em situação de rua deita-se na calçada, aparentemente esquecido e sem amor. Sua única fonte de conforto é um ursinho de pelúcia similarmente descartado e esquecido que ele segura tão firmemente quanto pode.

A fotógrafa, Yvette Holzbach, escreveu: “Aqui está um cão abandonado consolando-se em um brinquedo gasto e descartado. Quantos dos cães que vemos também são jogados na rua depois de terem cumprido o seu propósito?”

A imagem foi compartilhada massivamente e se tornou viral, pessoas de toda a internet escreveram para expressar sua preocupação com o cachorro e descobrir o que havia acontecido.

Mas enquanto muitas pessoas agradeceram Holzbach por chamar a atenção para o pobre filhote, outras criticaram-na por não levar o cachorro para casa com ela no local. Como uma resgatadora de cães, Holzbach trabalha com uma organização chamada Forgotten Dogs da 5ª Ala, que ajuda cães sem-teto em um dos bairros mais pobres de Houston, Texas no EUA.

Ela regularmente tira e publica fotos de cães abandonados em suas patrulhas pela vizinhança. Ela e seus companheiros de resgate tentam encontrar os tutores de cães perdidos, obter cuidados veterinários, esterilizá-los ou castrá-los e, em muitos casos, conseguir lares temporários para eles e lares definitivos.

Mas a seriedade e abrangência do problema muitas vezes escapa às pessoas que não enxergam o que Holzbach faz. Depois que sua foto rodou a internet, muitos comentários negativos fizeram uma pergunta simples mas brutal: “Por que você não resgatou o cachorro?”. Então Holzbach sou o Facebook para explicar exatamente o que acontece todos os dias com as equipes de resgate que trabalham como ela e ajudar os críticos de plantão a entender a situação.

Como Holzbach escreveu na página da ONG Forgotten Dogs of the 5th Ward, “em uma rota de alimentação podemos alimentar até 50 cães em situação de rua. Desses 50 cães, temos sorte se conseguirmos salvar um, porque a triste verdade é que não há lares adotivos suficientes para colocar todos esses cães”. Se ela e seus colegas resgatassem todos esses cães, não teriam tem onde levá-los.

Em vez de tentar levar todos eles, eles tentam dar assistência médica a tantos quantos podem e, para aqueles que não podem mais ficar nas ruas, tentam resgatá-los e colocá-los em lares temporários.

Holzbach destacou como o problema é sério e como é triste fazer com que ela e seus colegas deixem os cães sem-teto nas ruas. Ela também convidou todos os críticos a virem e verem por si mesmos. “Se houver alguém que não entenda bem o que estamos enfrentando, damos as boas vindas a você para fazer um passeio conosco. Você ficará surpreso com o número de cachorros desabrigados que existem”.

Como se viu depois, o cachorro, que Holzbach chamou de Teddy por causa de seu amigo de pelúcia, tinha pelo menos um humano em sua vida que se importava. Quando Holzbach e seus colegas da ONG Forgotten Dogs voltaram para descobrir o que havia acontecido com o cãozinho em situação de rua, encontraram um homem de 87 anos chamado Calvin, que reconheceu o cachorro da foto e disse que era um dos muitos que ele estava se alimentando.

Como escreveu Holzbach, “esse era seu cachorro, junto com muitos outros que ele havia resgatado das ruas ao longo dos anos. Ao mesmo tempo, ele tinha até 20 em seu quintal”. Ela sabia que ele amava o cachorro e sua organização se ofereceu para esterilizar e castrar os três cachorros restantes em sua casa, de graça.

Este foi um episódio que ilustrou exatamente o que Holzbach estava falando. “Espero que, ao publicar a foto, a conscientização tenha sido levantada para a situação dos cachorros em situação de rua. Estamos enfrentando uma batalha difícil e só podemos esperar que chegue um momento em que nenhum cão terá que lutar para sobreviver nas ruas”.

Foto: Yvette Holzbach
Foto: Yvette Holzbach

Infelizmente, o Sr. Calvin faleceu em 2018, mas sua bondade para com os cães de Houston nunca será esquecida graças a Yvette Holzbach e aos esforços contínuos de sua organização para ajudar aqueles que foram deixados para trás.

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MP pede prazo maior para dar parecer sobre casinhas de cães comunitários em Porto Alegre (RS)

O Ministério Público participou, na terça-feira (23), de uma audiência sobre as casinhas de cachorros comunitários colocadas em uma calçada no bairro Jardim do Salso, em Porto Alegre (RS), e pediu mais 72 horas de prazo para emitir parecer sobre o caso.

Foto: Mauro Schaefer / CP Memória

Os abrigos foram colocados em frente ao condomínio Tulipa, em 2016, e estão sendo mantidos no local graças a uma liminar que impede a prefeitura de realizar a remoção das casinhas, conforme pretendia, enquanto a Justiça não emitir uma decisão definitiva. As informações são do portal Correio do Povo.

Durante a audiência, a promotora Lucilene Falcetta, da Promotoria Cível e Fazendária, pediu vista dos autos. O MP alega que o processo é eletrônico e ainda não está disponível para o órgão. Na oitiva de testemunhas, foram ouvidas seis pessoas, que representam os interesses de quem defende a retirada das casinhas e de quem é a favor da manutenção delas. A audiência foi realizada na 10ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre.

Ao final da audiência, a Procuradoria-Geral do Município (PGM) emitiu nota por meio da qual afirmou que as casinhas colocadas na calçada não estão respaldadas por nenhuma lei. O advogado Cauê Vieira, representante do Movimento Gaúcho de Defesa Animal (MGDA), argumenta que “há incoerência do município em querer retirar as acomodações sem oferecer abrigo aos animais comunitários”.

A prefeitura havia dado 7 dias para a retirada das casinhas após receber denúncias de moradores incomodados com a presença dos cães. A determinação,  no entanto, foi suspensa por uma decisão judicial.

A secretária estadual do Trabalho e Assistência Social, Regina Becker, que é ex-primeira-dama e ex-secretária dos Direitos Animais em Porto Alegre, disse na época que as casinhas foram reduzidas a uma questão pontual e que a defesa da causa é muito mais ampla. Regina lembrou ainda que patinetes, bicicletas, bancas de chaveiro e balcões de fruteiras, por exemplo, também são encontrados nas calçadas, embora na visão do prefeito Nelson Marchezan apenas os abrigos dos cachorros sejam considerados um problema.

“Ele atribuiu o incômodo à questão de os cães transmitirem doenças, não serem castrados, vacinados, o que é uma visão distorcida e equivocada. A realidade ele desconhece totalmente. Estranho o fato de as equipes não terem instruído ele de como as coisas funcionam”, disse Regina.


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Vídeo: bombeiros quebram calçada para salvar gato que caiu em bueiro

Um filhote de gato foi resgatado após cair dentro de um bueiro em Araguaína, no Tocantins. A equipe do Corpo de Bombeiros teve que quebrar a calçada para ter acesso ao gato.

O filhote foi adotado pela família que acionou o Corpo de Bombeiros (Foto: Reprodução)

O resgate durou cerca de 5 minutos. Um dos militares entrou dentro do bueiro e retirou o filhote do local. “O mais difícil foi quebrar parte da calçada para abrir um acesso maior de forma que coubesse uma pessoa. Depois, foi rápido, o bueiro estava raso e o animal é muito dócil”.

Os bombeiros foram acionados pela mãe de um menino que ouviu o miado do gato e ficou preocupado. Em um vídeo publicado nas redes sociais (veja abaixo), a mulher parabeniza o trabalho dos militares e comenta sobre a adoção do gato. “Cinco gatos lá em casa agora, né Lucas? Parabéns à equipe. Foi bem sucedido o resgate”, diz ela. O menino deu ao filhote o nome de Aparecido.

“Ela disse que o filho percebeu que o gatinho estava dentro do buraco e nem dormiu a noite pensando no animal. No outro dia, viu que ele continuava lá. Foi então que ela nos acionou”, afirmou o tenente dos Bombeiros, José Wilson da Silva, em entrevista ao G1.

O tenente disse ainda que como os moradores da casa em que a calçada foi quebrada não estavam na residência no momento do resgate, foi solicitado pelos militares que os vizinhos informassem os proprietários sobre o caso.

“O mais importante é a vida, seja uma pessoa ou um animal”, concluiu Silva.

Confira o vídeo do resgate:

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Jacaré é encontrado em calçada de casa em João Pessoa (PB)

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Divulgação

Um jacaré foi encontrado na calçada de uma casa na tarde de terça-feira (20), no bairro do Cristo, em João Pessoa, na Paraíba. Quem viu o animal foi a família que mora no imóvel. A Polícia Ambiental foi chamada e resgatou o jacaré, que foi levado de volta para o habitat. O local onde o jacaré foi encontrado fica próximo à Mata do Buraquinho e é possível que o animal tenho vindo da região.

Fonte: G1

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Cavalos passeiam em calçada de hospital, no TO

Foto: Abrêgo/ Surgiu

Quem circulava pelas imediações do Hospital Regional de Paraíso do Tocantins, na tarde deste sábado, viu um grupo de cavalos pastando calmamente na praça externa do referido hospital. Eram seis animais que circulavam prá lá e prá cá, calmamente, pastando e fazendo suas necessidades há poucos metros da porta do Hospital e bem próximo, também, do necrotério.

Não se sabe se os animais foram atraídos por um monumento colocado na praça central, que fica em frente ao Escritório do Sindicato Rural de Paraíso do Tocantins, mas, o certo é que os animais gostaram da atração e ficaram a tarde toda aparando a grama seca da praça e subindo pelas calçadas do Hospital.

O risco de animais soltos pelas ruas que podem causar acidente é um fato e os tutores dos mesmos devem tomar mais cuidados. A Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Infra Estrutura e Ação Urbana, têm como, através do Código de Postura do Município, prender os animais e até multar os tutores irresponsáveis.

Fonte: Surgiu

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Você é o Repórter

Cão idoso está muito triste na rua e precisa de resgate em SP

Bete Gomes
irmasgomes1@hotmail.com

Esse cão foi adotado, o tutor o havia achado, mas agora ele apareceu perdido novamente, faz uns dez dias que ele fica andando por aqui, até emagreceu.

Ele não sabe sabe se virar sozinho e é muito velhinho, precisa de ajuda urgente, se não vai morrer na rua. Está em um local muito perigoso, na calçada da avenida Guapira, mais ou menos na altura do 344, na Zona Norte de SP, perto da avenida Tucuruvi. Ele precisa ser resgatado com urgência.

A dúvida é se ele fugiu ou se foiabandonado, porque apareceu no mesmo local da primeira vez que foi encontrado.

Ele é dócil, só precisa de ajuda. Levei ração para ele, mas ele não quer, ele não está bem, está muito triste.

Contato: Bete – irmasgomes1@hotmail.com

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Histórias de cães de rua que têm como tutor toda a vizinhança

Três ruas de Curitiba (PR) e um posto de gasolina. Você imagina o que estes locais têm em comum? Cachorros comunitários. Os animais apareceram por lá, ficaram e ganharam o carinho das pessoas. Conheça histórias de cães que têm como tutor toda a vizinhança.

A brincalhona e o grude recebem comida dos seus tutores de rua. Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo

Kika, uma cachorrinha sem raça definida (SRD), surgiu há um ano no bairro Santa Cândida. Brincalhona, conquistou a vizinhança e logo recebeu comida de todos. “Tem uma chácara na frente de casa e as pessoas costumam abandonar cães ali que depois geralmente são recolhidos por alguém. Mas ela apareceu, agradou todo mundo e não quis mais ir embora”, diz um dos donos, Estevan Gerlach. Ela dorme na rua, em frente da casa dele, mas gosta muito de se enfiar no meio do mato. Há pouco tempo, ela entrou no cio e engravidou. Nasceram oito filhotes, mas sobraram cinco – três morreram –, que também foram recebidos com carinho pelos vizinhos. “Fizemos uma casinha para ela ficar com eles ”, diz Estevan. Depois que desmamaram, um dos vizinhos distribuiu os filhotes para parentes. Mas Kika não ficou sozinha. Um dos cachorros que ficavam perto dela durante o cio, o Chiclete, nunca mais saiu de lá. Hoje eles vivem grudados e ele também é cuidado pelas mesmas pessoas que tratam da cachorrinha. “Escolhemos esse nome para ele porque quando chega perto da gente, não larga mais.”

Lelo gosta mesmo é da rua, vive há seis anos no local. Foto: Aniele Nascimento/Gazeta do Povo

Lelo, que hoje tem 12 anos,  apareceu no bairro Portão há seis. Assim que a vizinhança percebeu que ele andava sozinho, começou a colocar ração e a ficar de olho para que nada de mal lhe acontecesse. “No começo a comida era dada uma vez por dia e cada hora por um vizinho diferente. Ele comia e depois zanzava pela região. Acho que até chegava a ganhar mais refeições em outros lugares”, conta uma das donas, Márcia Maria Neves. Os anos passaram e ele começou a ficar mais tempo no mesmo local. Cada vez que alguém abria o portão de casa pela manhã para trabalhar ele entrava, passava algumas horas deitado e depois voltava a perambular. Hoje dorme todas as noites na casa de um único vizinho, mas não largou as ruas. “É inquieto, gosta de ficar por aí, mas conhece todo mundo. Quando alguém chega de carro, logo pula na porta para ver quem é”, diz Márcia.

Bilu é o dono do posto, ganhou até casinha. Foto: Ivonaldo Alexandre/Gazeta do Povo

Há três anos Bilu, um SRD, vivia nas ruas. Certo dia parou para tomar um pouco de água no posto de gasolina São José, que fica no Portão. Os frentistas do local se encantaram e passaram a dar comida a ele. “No começo, o cãozinho parava aqui para se alimentar. Às vezes sumia, ficava uns três dias fora. Até que um dia chegou todo machucado, levamos ao médico veterinário e aproveitamos para castrar. Depois disso, não saiu mais”, conta o dono Ricardo Yoshida. Quando chegou o inverno, o cachorro ganhou uma casinha, com direito ao seu nome pintado na parede, construída em conjunto por todos os funcionários. Agora, fica por lá dia e noite e só sai quando é levado para passear. “Muita gente vem aqui para trazer comida, dar petiscos. Até ovo de páscoa ele ganhou uma vez”, conta Ricardo.

Há 16 anos, a cachorrinha Kim, que tem outros nomes também, vive pelo bairro. Foto: Walter Alves/Gazeta do Povo

Há 16 anos – desde que tinha 2 de idade –, a cachorrinha Kim perambula pelo bairro Seminário. Quando apareceu, a vizinhança se encantou, começou a alimentá-la e colocou uma casinha na calçada para que ela não tomasse chuva. Mudei para região há 10 anos e em um dia de muito frio cheguei a recolhê-la na minha casa, mas ela gostava mesmo era de ficar na rua”, conta uma das donas, Márcia Teixeira. Ela diz que a SRD se dá bem com todos e conhece exatamente cada um que cuida dela. “Toda vez que alguém diferente aparece, ela late.” Mas Kim não atende apenas por este nome. Cada dono gosta de chamá-la de uma forma : Doya, Mike, Toya, Bolinha e Kimpeva. “É impressionante como ela sempre responde, independentemente da forma como a chamam. Está acostumada”, diz Márcia.

Fonte: Gazeta do Povo

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