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“Aurraiá” em Teresina (PI) veste cães a caráter para ajudar animais abandonados

O ‘Aurraiá Pet’ aconteceu neste sábado (24) na Zona Leste de Teresina, Piauí, e é uma ação beneficente que tem o objetivo de arrecadar ração, medicamentos e dinheiro para ajudar animais abandonados na capital.

A médica veterinária Nhirneyla Marques conta que a ideia veio como uma forma de ajudar os animais que sofrem maus-tratos. “Os humanos têm suas datas e nós decidimos fazer esse espaço para os animais. Já fizemos com outras entidades em outras datas, como o Carnaval e o Amigo Oculto pet, no fim do ano, e deu muito resultado”, diz.

Cão posa com tutora a caráter em festa
Cães vestiram trajes típicos durante evento (Foto: Nhirneyla Marques/Arquivo pessoal)

Dessa vez, a ONG parceira foi a Protetores de Patinhas, que faz resgate de animais em situação de risco, que sofreram maus-tratos e abandonado em Teresina.

Na festa, a entidade fez venda de comidas típicas, sucos e refigerantes. O valor arrecadado será revertido aos atendimentos feitos pela ONG. Os protetores receberam ainda doação de material de limpeza, jornais e medicamentos veterinários levados pelos tutores dos animais.

Evento busca arrecadar alimentos e itens para animais abandonados
Cadelinha Sansa também foi vestida de caipira (Foto: Bruna Lima/Arquivo pessoal)

Mesmo não sendo obrigatória a doação, a bacharel em Direito Bruna Lima reuniu amigos e encheu o bagageiro do carro para garantir o alimento aos próximos resgatados.

“Não é porque a minha Sansa tem tudo do bom e do melhor que são todos os cachorrinhos que têm. Acho que com as doações pudemos ajudar muitos animais”, conta satisfeita.

Fonte: G1

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Granja é denunciada por crueldade após alegar que seus ovos vêm de "galinhas livres"

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/GettyImages
Reprodução/GettyImages

Uma das maiores produtoras de ovos da Austrália enganou seus clientes ao alegar que as galinhas são criadas livremente.

O Tribunal Federal decidiu na última quarta-feira que a Snowdale Holdings divulgou declarações e imagens “falsas e enganosas” nas caixas e no site da empresa, informa o Daily Mail.

O tribunal descobriu que, entre abril de 2011 e dezembro de 2013, a empresa não permitiu que as galinhas fossem deixadas soltas em um “rancho aberto”, como foi anunciado.

A companhia, sediada em Perth, forneceu ovos rotulados como caipiras para fornecedores na Austrália Ocidental. O rótulo também foi anunciado online.

Porém, a Comissão do Consumo e Competição Australiana (ACCC) acusou a empresa de manter as galinhas em celeiros abarrotados e inadequados.

Reprodução/DailyMail
Reprodução/DailyMail

Em 2015, foi alegado no tribunal que era provável que metade das galinhas exploradas pela companhia nunca tivessem sido soltas.

Em abril do mesmo ano, a advogada da ACCC Gail Archer disse ao tribunal que a Snowdale mantinha até 14 galinhas em um espaço de apenas um metro quadrado e, em seguida, fazia propaganda de que os animais estavam soltos, relatou o The West Australian.

O juiz Antony Siopis declarou que as embalagens da empresa não refletiam as condições vivenciadas pelos animais.

“Não há nenhuma sugestão nas imagens ou em qualquer etiqueta de que as galinhas poedeiras são postas em galpões industriais de cerca de 100 metros de comprimento e que normalmente possuem entre 12 mil e 17 mil animais”.

O gerente da Snowdale Barry Cocking disse que estava muito decepcionado após o julgamento de Siopis.

O presidente da ACCC Rod Sims disse que, ao comparem ovos caipiras, os consumidores esperam que as galinhas sejam livres. A data para aplicação de multas e imposições contra a empresa ainda será definida.

Em março, foi definido um novo padrão de rotulagem para ovos de galinhas criadas ao ar livre no país.

As novas regras estabelecem que as galinhas devem ter acesso “significativo e regular “ a áreas abertas e que deve haver no máximo 10 mil aves por hectare.

A norma foi imediatamente criticada por defensores de animais e por consumidores que afirmam que o critério australiano é enganoso, pois as galinhas não possuem realmente acesso a locais externos.

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Pink critica a família real britânica por caçar raposas e chama Príncipe William de caipira

Por Karina Ramos (da Redação)

A cantora Pink criticou a realeza britânica por causa de seu hábito de caçar raposas.

Pink é uma defensora entusiasmada dos animais e faz campanhas para a PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais). Ela chegou a escrever para o príncipe.

Pink

“Escrevi para ele para protestar contra a caça de raposas, mas percebi que ele é um privilegiado e um idiota conservador. Mas o fato é que ele é um caipira do sul”, declarou a cantora à revista Q.

“Quando alguém é criado atirando e caçando animais, quando realmente pensa que é uma segunda natureza e sai atacando as pessoas verbalmente, fica difícil enxergar outro ponto de vista. A pessoa precisa de educação.”

Pink também escreveu para a Rainha Elizabeth porque seus guardas usam chapéus feitos de pele de urso.

“Com sinceridade, fiquei muito surpresa com o fato de ela não ter me dado uma resposta. Eu não estava apenas escrevendo e reclamando e também não era uma estratégia publicitária. Eu fiz uma proposta. Stella McCartney (estilista vegana e filha de Paul) havia feito uns chapéus alternativos de pele falsa, sintética. Parecia que estávamos resolvendo o problema e oferecendo uma solução viável”, declarou Pink. “Mas ela não respondeu. Talvez ela não queira músicas minhas em seu iPod.”

Fonte: Animal Concerns

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