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Homem alimenta e encontra lares para dezenas de cachorros abandonados

The Man That Rescues Dogs

Michael Baines, um sueco que vive na Tailândia há nove anos, não consegue fechar os olhos para o sofrimento dos animais abandonados. Decidido a ajudá-los, ele alimenta diariamente cerca de 80 cachorros e já encontrou novos lares para dezenas de outros.

Mensalmente, Baines investe cerca de mil dólares para alimentar os animais. E embora receba doações, também tira dinheiro do próprio bolso para amenizar o sofrimento dos cães.

“Todos os dias a caminho do trabalho e na volta para casa eu cruzava com inúmeros cachorrinhos abandonados. Eu não podia apenas assistir e não fazer nada!”, disse.

Na opinião dele, o problema maior é a omissão das pessoas que, além de não ajudarem os animais abandonados, os objetificam ao comprá-los e ainda os abandonam.

“Eu acho que os mercados e lojas que vendem os filhotes devem ser completamente fechadas. As pessoas que querem um cachorro devem se direcionar para a rua, ou para abrigos. Eu tenho um monte deles que precisam de um lar e estes cães são maravilhosos”, afirmou.

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Desde que iniciou o trabalho voluntário em prol dos animais abandonados, há cinco anos, Baines já providenciou a castração de cerca de 100 cachorros e encontrou novos tutores para aproximadamente 50 deles.

Dentro de seu carro, ele carrega comida para cães para alimentar os animais famintos que encontra pela rua. “É um ‘trabalho’ bom, mas às vezes muito emocional e frustrante, uma vez que muitos deles estão em muito mau estado. Eu faço isso de coração e de pagamento recebo apenas o reconhecimento destes cachorrinhos adoráveis ​​e sinto o seu amor. Isso não tem preço nem valor”, comentou.

“Mesmo que eu não possa salvar todos, penso: o cachorro que eu ajudei, eu fiz a diferença”, concluiu.

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Cachorros abandonados conseguem compreender os humanos

Os pesquisadores testaram a reação de 120 cães a comandos de humanos desconhecidos


Um estudo liderado pela bióloga Anindita Bhadra, do Instituto de Educação e Pesquisa Científica de Calcutá, na Índia, revelou que os cachorros abandonados conseguem compreender os seres humanos.

Pixabay

Para chegar a esta conclusão, Bhadra testou a reação dos cães a comandos de humanos desconhecidos. O estudo foi publicado no periódico Frontiers in Psychology.

Ao se depararem com dois recipientes de comida, os cachorros escolheram, na maior parte das vezes, a vasilha para a qual o humano apontava. A pesquisa avaliou 120 cães. As informações são da BBC Brasil.

Cinquenta e nove cães se aproximaram de algum dos potes, outros ficaram parados ou caminharam em outra direção, o que indica ansiedade causada por traumas, segundo os pesquisadores.

Dos cães que se aproximaram de uma das vasilhas, 47 procuraram o recipiente indicado por um humano.

Um grupo controle, composto por 40 animais, também foi testado, para avaliar a influência de variáveis na escolha dos potes – o que não foi confirmado.

“Achamos bastante animador que os cães conseguissem seguir um gesto tão abstrato como apontar com a mão”, disse Bhadra. “Isso significa que eles observam os humanos com atenção, inclusive aqueles que veem pela primeira vez, e usam esta compreensão sobre os humanos para tomar uma decisão. Isto mostra a inteligência e a adaptabilidade destes animais”, completou.

“Cães em situação de rua são encontrados na maior parte dos países em desenvolvimento e vivem sem supervisão humana direta. Eles interagem com humanos regularmente e recebem estímulos positivos, como comida e carinho; e negativos, como agressões (…)”, diz o artigo sobre o estudo no Frontiers in Psychology.

Os resultados do estudo podem melhorar a relação com os animais por ampliar nossa compreensão sobre ela, segundo Bhadra.

“Precisamos entender que cachorros são animais inteligentes que podem coexistir conosco. Eles são muito capazes de entender nossa linguagem corporal, e precisamos lhes dar espaço. Um pouco de empatia e respeito por outras espécies pode reduzir muito do conflito”, disse.


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Cães são abandonados sem água e comida em casa vazia em Goiânia (GO)

Duas vizinhas da casa onde os cães estão abandonados passaram a alimentá-los e esperam encontrar novos lares para eles


Dois cachorros foram abandonados em uma casa vazia no Setor Negrão de Lima, em Goiânia (GO). De acordo com moradores da região, os tutores dos animais mudaram de endereço há mais de 20 dias e deixaram os cães para trás, sem água e comida.

Foto: Millena Barbosa/TV Anhanguera

Comovida com o sofrimento dos animais, que ficaram em meio a bastante lixo, a dona de casa Mayara Moreira, de 30 anos, está alimentando e dando água aos cães com ajuda de sua mãe, Maria de Nazaré Silva.

“É muito triste ver eles assim. Isso é um crime. Deixar eles sem água, sem comida e o pior de tudo, trancados. Eu e minha mãe estamos vindo aqui duas vezes ao dia e jogando comida para eles”, contou Mayara, em entrevista ao G1.

A casa está com a estrutura prejudicada e algumas paredes já caíram. Os animais vivem em meio ao entulho e ao lixo, em condições precárias.

Com o portão trancado, as vizinhas jogam sacolas com comida através da grade do portão. “É bem complicado para a gente dar comida para eles assim. O chão está cheio de sacolas porque foi a forma mais fácil que encontramos para não deixar eles com fome”, disse Maria de Nazaré.

A expectativa de Mayara é de que os cães sejam adotados. “Eu tenho três cachorros em casa, que eu cuido muito bem. Eu penso neles quando vejo esses animais abandonados assim. O que eu mais quero é poder tirar esses cães daqui e encontrar um novo lar pra eles”, afirmou Mayara.

Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema) enviou nota ao G1 por meio da qual informou que enviará uma equipe ao local e tomará providências.


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Oito cães são abandonados sem comida em casa no Distrito Federal

Moradores aproveitaram brechas no portão da residência para colocar água e ração para os animais


Oito cães foram encontrados em situação de abandono, sem comida, em uma casa no Condomínio RK, em Sobradinho, no Distrito Federal. Os animais foram deixados no local há cerca de duas semanas após os tutores mudarem de endereço.

Foto: Reprodução/TV Globo

“A gente não pode invadir a casa deles. Não tem ninguém lá e não tem sinal de alguém que tenha passado por lá. É muito ruim a situação”, disse ao G1 uma moradora que preferiu não ser identificada.

Os moradores aproveitaram brechas no portão da residência para colocar água e ração para os animais. Pelo mesmo local, cães menores conseguiram sair para rua, mas foram levados de volta pelo serviço de segurança do condomínio.

A suspeita dos moradores é de que parte dos cães esteja doente. Segundo eles, os animais ficam agitados devido à fome e à sede.

O síndico do condomínio disse, em entrevista à TV Globo, que entrou em contato com a Subsecretaria de Vigilância à Saúde do Distrito Federal. Os tutores não foram encontrados.

“A gente já está tomando providências de acordo com as normas do condomínio. Vamos analisar, fazer um relatório e pedir ajuda à Secretaria de Saúde”, disse.


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Cadela e filhotes abandonados em casa vazia são resgatados na Paraíba

Além dos cachorros resgatados com vida, um filhote foi encontrado morto. Eles estavam abandonados há dias no imóvel


A Polícia Militar resgatou uma cadela e seis filhotes em uma casa em Campina Grande, na Paraíba. Os animais, que sofreram maus-tratos, foram resgatados na tarde de quinta-feira (2) no conjunto Portal Sudoeste.

Foto: Polícia MIlitar / Divulgação

Além dos cachorros resgatados com vida, um filhote foi encontrado morto. Os animais são da raça husky siberiano. As informações são do G1.

A casa estava fechada e os cães eram mantidos presos no quintal, em um ambiente sujo. Vizinhos da residência informaram que os animais foram abandonados há dias.

Durante o resgate, os policiais tentaram contato com o Centro de Zoonoses, mas receberam a resposta de que o expediente havia sido encerrado.

Após serem retirados da casa, os cães foram examinados por uma médica veterinária, que confirmou os maus-tratos. Eles foram levados para a ONG de proteção animal Adota Campina e devem ser disponibilizados para adoção em breve.

Foto: Polícia MIlitar / Divulgação

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Dezembro Verde visa conscientizar sobre abandono de animais

No Brasil são 30 milhões de animais vivendo em situação de rua sendo que a maioria deles é fruto de abandono

Foto Federico Espiño/Pixabay

A Campanha “Dezembro Verde” nasceu no Ceará e se espalhou para várias cidades do Brasil, com a intenção de conscientizar sobre o abandono de animais e combater esse triste cenário – um problema que se intensifica em dezembro em razão das férias, viagens e festas de final de ano, e transcorre até meados de fevereiro.

É também a partir de dezembro que as ONGs enfrentam dois problemas bastante sérios: a chegada de mais animais (em decorrência do abandono) e a queda na arrecadação financeira já que muitas pessoas cortam a ajuda para investir em passeios, presentes e contas extras dessa época do ano.

Segundo uma pesquisa feita pela World Veterinary Association (Associação Veterinária Mundial) há cerca de 200 milhões de cães abandonados no mundo. Dados da OMS – Organização Mundial de Saúde apontam que no Brasil existem 30 milhões de animais em situação de rua (na maioria vítimas de abandono), sendo 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães. Ou seja: 10% dos cães sem lar no mundo vivem pelas ruas do Brasil.

Foto Jose Arroyo/ Pixabay

Embora o abandono de animais seja crime previsto pela Lei de Crimes Ambientais Nº 9.605, muitas pessoas ainda abandonam seus animais nas ruas, em locais afastados, estradas e até trancados dentro de casa sem alimento e água suficientes ou pessoa para cuidar deles enquanto saem para viagens de férias.

Todos os anos são inúmeros os casos de abandono com cães amarrados em postes, árvores e portões, largados no meio do mato ou em rodovias. Mas a chegada das férias ou das festas não é a única motivação para tamanha crueldade.

Muitos cães são “jogados fora” quando: adoecem, envelhecem, crescem demais, brincam demais e fazem xixi em lugar errado (por falta de paciência do tutor em ensinar o lugar correto). Fêmeas exploradas pela indústria de filhotes também são abandonadas depois que já não podem mais procriar.

Os gatos são abandonados pelos mesmos motivos dos cães e ainda por ocasião da chegada de um bebê na família devido ao mito de que grávidas não podem conviver com felinos. Além disso, tanto cães quanto gatos são frequentemente deixados para trás quando a família muda de casa ou de cidade alegando que não há lugar para eles.

Foto Jimmy Chan/Pixabay

E o que acontece com esses 30 milhões de animais em situação de rua pelo Brasil?

Alguns animais fruto de abandono chegam a morrer de tristeza. Outros, sem qualquer experiência na rua morrem atropelados. Muitos são alvo da maldade humana, mas todos passam fome e desespero.

Solução: guarda responsável e controle populacional ético

Antes de adotar um animal a pessoa precisa ter certeza que poderá arcar com o novo membro da família pelo resto de sua vida. É como um casamento: na riqueza ou na pobreza, na saúde ou na doença. Isso deve também ser ensinado às crianças em casa e na escola. Elas precisam saber que animais não são brinquedos descartáveis e que adotá-los significa assumir uma responsabilidade por toda a vida deles.

Já com relação aos animais em situação de rua, a melhor e mais eficaz maneira de minimizar a procriação e, com isso, o sofrimento de muitos ou a sentença de passar a vida inteira numa baia de canil ou abrigo superlotado, é a castração. O método de CED – Captura, Esterilização e Devolução ao local de origem é, inclusive, recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Foto Epic Images/Pixabay

Abandonados e resgatados

Na maior parte dos estados brasileiros já é proibido, por lei, capturar e induzir à morte animais em situação e rua. Mas quem cuida de tantos animais sem teto?

Um levantamento do Instituto Pet Brasil divulgado este ano mostrou que mais de 170 mil animais estão sob os cuidados de 370 ONGs e grupos que atuam na proteção animal em todo o país. O estudo concluiu também que a maioria esmagadora dos animais tutelados por ONGs são cães contra apenas 4% de gatos – até mesmo porque muitos protetores cuidam de gatos de colônias instaladas em locais públicos, priorizando levar para abrigos apenas os filhotes e animais debilitados.

Abandono: um mal mundial

Em Portugal, uma recente lei federal passou a proibir o extermínio de animais em situação de rua, mas esse cenário é raro e ainda não existe nem mesmo em países desenvolvidos como EUA e França.

Em várias cidades americanas, como Nova York, o método de CED tem sido executado com sucesso, mas todos os anos os EUA induzem à morte 860 mil gatos e 670 mil cães. Em Los Angeles, por exemplo, são mortos cerca de 30 mil filhotes de gato todos os anos sob a alegação de que não há abrigo suficiente para eles e nem voluntários para dar mamadeiras. Não seria mais sensato e humano castrar colônias felinas?

Foto Artemie Ixari/Pixabay

França é campeã de abandono

A França, considerada por muitos como um país que respeita os direitos animais, na verdade não respeita a vida nem daqueles que vivem nas ruas. Em várias cidades, os animais recolhidos aos abrigos têm um prazo curto, que varia entre uma semana a um mês, para serem adotados – caso contrário são induzidos à morte.

Além disso, é o país com maior número de animais abandonados da Europa: são 100 mil por ano (incluindo 60 mil durante as férias de verão). Por conta disso, a Fundação “30 Millions d’Amis” (30 Milhões de Amigos) criou esse ano uma campanha contra o abandono que teve mais de 45 milhões de visualizações nas redes sociais.

O vídeo, assinado pela agência “Altmann + Pacreau” mostra várias pessoas abandonando seus animais enquanto cantam ironicamente “We are the Champions” ou “Nós somos os campeões” (canção famosa de Freddy Mercury/Queen). Segundo a ONG a ideia foi justamente apontar essa “vergonha nacional da França como campeã no abandono de animais”.

Criação do Dezembro Verde

Dezembro Verde foi criado pelo protetor animal Alex Paiva, de Sobral, no Ceará, junto com a ativista Drika Morais, como uma forma de conscientizar as pessoas sobre o abandono de animais que tem pico justamente no último mês do ano. Depois a Campanha recebeu também ideias das protetoras Goretti Queiroz de Pernambuco e Valéria Mendes de Brasília que ajudaram a definir a cor verde.

A proposta foi tomando corpo em outras cidades pelo Brasil e no ano passado ganhou até a Lei Complementar nº 518, acatando projeto de lei da vereadora Ana Rita Negrini Hermes, que institui a campanha “Dezembro Verde – Não ao abandono de animais” no município de Joinville, em Santa Catarina. Protetores de todo o país têm abraçado a campanha do Dezembro Verde espalhando-a pelas redes sociais.

Fátima ChuEcco é jornalista ambientalista e atuante na causa animal

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Homem funda abrigo para cachorros idosos abandonados pelos tutores

Na Sheps Place, nos Estados Unidos, os cães podem viver sua velhice com conforto, recebendo amor e os cuidados necessários


Comovido com o sofrimento de cães idosos abandonados pelos tutores, o norte-americano Russell Clothier fundou a Sheps Place, uma espécie de “casa de repouso” para cachorros.

Reprodução/ Portal The Greenest Post

O nome do local é uma homenagem a Shep, um beagle com cerca de 10 anos que foi encontrado por Russel após ser abandonado na rua. A partir daquele encontro entre os dois, o norte-americano passou a enxergar a realidade do abandono de cães idosos e decidiu agir. As informações são do The Greenest Post.

A princípio, Russel passou a ser voluntário em um abrigo para animais. No entanto, ao notar que muitos cães idosos passavam o resto de suas vidas presos em gaiolas nos abrigos, já que não encontravam pessoas dispostos a adotá-los, ele decidiu fundar a casa de repouso.

Para executar seu objetivo, Russel alugou uma casa, a reformou e passou a receber os cães. Com espaço para abrigar 20 cachorros, a Sheps Place está localizada no estado de Missouri, nos Estados Unidos.

Os cães são enviados ao local por abrigos parceiros de Russel. As parcerias foram firmadas para evitar que pessoas abandonem cães em frente à casa de repouso e também para ajudar a diminuir a superlotação dos abrigos.


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Advogado cobra respostas da Justiça e do CRMV sobre matança de cães em Igaracy (PB)

Em março de 2018 mais de 50 cães foram brutalmente mortos em Igaracy (PB). Investigações do Ministério Público concluíram que os cachorros foram espancados com pedaços de pau


O advogado Francisco José Garcia, que coordena o Núcleo de Justiça Animal da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), cobrou respostas da Justiça e do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) sobre a matança de mais de 50 cachorros em Igaracy (PB).

Cães foram covardemente mortos pela prefeitura de Igaracy (PB) (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

As mortes, que aconteceram em 6 de março de 2018, geraram revolta em todo o país. As informações são do portal Paraíba.

“Já estamos há mais de um ano que o Conselho Regional de Medicina Veterinária não marca audiência para julgar esse processo ético”, disse o advogado. “No caso da Justiça, foram ouvidas todas as testemunhas e as provas, como vídeos e documentos, já foram analisados. Mas até agora, nove meses depois, não houve nenhuma decisão”, comentou Garcia sobre a ação penal que tramita na 2ª Vara do Fórum da cidade de Piancó.

Investigações do Ministério Público Estadual concluíram que os cachorros foram mortos a paulada. O caso ficou conhecido como a “Chacina de Igaracy”.

Na época, o secretário de saúde da prefeitura foi afastado do cargo por suspeita de envolvimento na matança. Na ocasião, ele justificou que os cães estavam em situação de rua, eram bravos e estavam doentes. A exoneração do secretário foi requisitada pelo Ministério Público ao prefeito José Carneiro Almeida da Silva.


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‘Um latido de desespero’, diz homem sobre cães abandonados sem comida

Cães abandonados sem água e comida em uma chácara vazia foram salvos graças a um vizinho do imóvel que ouviu os latidos dos cães e decidiu intervir. O comerciante Sérgio Semerdian de Ferraz de Vasconcelos conta que os tutores dos animais se mudaram e os deixaram para trás.

Foto: Reprodução/TV Diário

“É um latido de desespero e os latidos foram aumentando. E pelo muro nós vimos os cachorros se debatendo de fome e sem água. No total são cinco cachorros, sendo dois pastores alemães grandes, dois filhotes de pastor e um doberman preso em um canil no meio da chácara”, explica ao G1 o comerciante. Um dos cães está com uma pata ferida.

Sensibilizado com o sofrimento dos cachorros, Semerdian começou a dar água e ração para eles pelo muro. Ele também acionou o Corpo de Bombeiros, a polícia, a prefeitura e ONGs de proteção animal, mas não conseguiu ajuda para os cães, tampouco punição para os tutores, que cometeram um crime.

“Me atenderam, me disseram para eu ficar de olho nos cachorros. Mas disseram que não podem fazer nada por ser uma propriedade privada. E pediram para eu fazer um boletim de ocorrência, levar no juiz para ele autorizar alguém olhar em alguns dias. Mas se esperar uma semana, 10 dias os cachorros vão morrer”, disse.

No entanto, na terça-feira (27), funcionários do Centro de Zoonoses estiveram no local. “Maus-tratos é crime. Ele deve procurar a delegacia e fazer um boletim. Eles solicitam nosso apoio. As ações quem toma é a polícia por se tratar de um crime. A gente dá um apoio técnico”, informa a coordenadora da Vigilância em Saúde, Karina Rente.

“A gente cuida de animal, ganso, galinha, a gente cuida de fruta como ninguém. Minha chácara tem 80 anos. Os latidos dos cachorros me chamaram a atenção pelo abandono”, lamentou o comerciante.

A Delegacia do Meio Ambiente explicou que o procedimento correto é formalizar a denúncia em uma delegacia. Caso nenhuma providência seja tomada, o Ministério Público pode ser acionado.


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Cuba oferece cuidados de saúde e cartão de identificação a cães abandonados

A morte brutal da cadela espancada por um segurança do Carrefour de Osasco, em São Paulo, trouxe à tona uma reportagem de 2015 do jornal inglês The Guardian que mostra o tratamento dado pelo governo cubano aos cachorros abandonados.

“No país das maravilhas socialistas de Cuba, até mesmo os cães vadios recebem cartões de identificação e são providos de acomodações e cuidados de saúde patrocinados pelo Estado”, diz a reportagem. As informações foram divulgadas pela Revista Fórum.

(Foto: Reprodução/AP/The Guardian)

Na reportagem, a presidente da Associação Cubana para a Proteção de Plantas e Animais, Nora Garcia, ao ser entrevistada pelo jornalista Darren Boyle, conta que os cachorros tiveram um status especial depois que um guarda foi acordado à noite por um cão latindo e notou que algumas pessoas estavam tentando roubar um aparelho de ar condicionado. “Houve uma cerimônia pública em que o cão recebeu um prêmio”, revelou.

A entidade possui uma lista na qual são registrados os 21 cachorros que vivem em instituições públicas cubanas, incluindo um posto de gasolina do Partido Comunista, escritórios do Sindicato dos Jornalistas de Cuba e uma oficina mecânica do Ministério da Saúde Pública.

Mais de uma dúzia de instituições estatais adotaram um cachorro abandonado. O animal recebe um cartão de identidade oficial com nome, foto e lugar onde mora. Cinco desses animais vivem no Museu de Metalúrgica de Havana, são eles: Vladimir, Canela, Aparicio, Leon e Carinhoso.

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Aplicativo semelhante ao “Tinder” é lançado para promover adoção de animais abandonados

Um aplicativo semelhante ao Tinder foi desenvolvido para promover o encontro entre a família perfeita para cães e gatos abandonados.

Um aplicativo semelhante ao Tinder foi desenvolvido para promover o encontro entre a família perfeita para cães e gatos abandonados.
O aplicativo permitirá o encontro entre cães abandonados em abrigos e a família ideal. Foto: Pawfect Match

Nele, cada animal virá com sua própria biografia escrita pelos funcionários dos abrigos que se inscreverem, descrevendo coisas como: “Preferiria não morar com crianças pequenas”.

O adotante também pode adicionar suas preferências, como faixa etária, distância, sexo e tamanho do cão. Se deslizar para a imagem para a direita, o encontro está garantido, já que os cães não dão o match de volta.

No entanto, assim como no Tinder real, o encontro marcado não garante a adoção instantânea, pois podem ter outras pessoas interessadas em adotar o mesmo animal. Dessa forma, assim que a combinação é efetuada, são enviados detalhes do abrigo responsáveis pelo cadastro, para que uma reunião seja agendada, de forma a encontrar o tutor ideal.

O aplicativo é chamado Pawfect Match e foi fundado por Jaye Graham. Ele surgiu com a ideia de um módulo de negócios enquanto Graham estudava na Universidade de Kent. “Estamos analisando mais algumas semanas até que haja animais suficientes cadastrados no banco de dados para um lançamento adequado”, disse Jaye ao site Metro.co.uk.

Foto: Pawfect Match

“O foco principal no momento é conseguir que o máximo de abrigos se inscrevam e comecem a enviar os perfis para o aplicativo, então estamos convidando-os para nos contatar.”

Ela disse que criou a Pawfect Match porque “muitos animais saudáveis ​​e adotáveis ​​raramente são escolhidos por uma família. “Eu sempre fui apaixonada por ajudar animais, e estou oferecendo este serviço para dar a eles a maior chance possível de encontrar as casas perfeitas, tornando o processo de adoção divertido, fácil e social.”

O aplicativo por enquanto só funciona no Reino Unido, e garantirá a milhares de cães e gatos abandonados chances maiores de encontrar um lar.

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Você é o Repórter

Cadelinha muito dócil procura por um lar no RJ

Familia auquimia
familia.auquimia@gmail.com

A Pretinha é uma cadelinha de porte pequeno/médio, muito doce e cheia de amor para dar para uma nova família. Ela já foi castrada e vacinada. No momento ela mora na rua e precisa muito de um lar seguro e carinhoso.

Quem tiver interesse em adotá-la, entre em contato através do número (21) 99777-1110.

Quem não puder adotar, mas ainda sim estiver interessado em ajudar, é possível realizar o amadrinhamento de cães do abrigo Família AuquiMia. Não é necessário amadrinhar com o custo total do animal.

Você escolhe como pode ajudar (doando ração por exemplo) ou doando o valor com o qual pode ajudar para os custos de manutenção do animal. Para saber mais sobre essa opção, entre em contato através do mesmo número.

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