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Setembro Verde: cadelinha paraplégica precisa de um novo lar no Recife (PE)

Setembro verde: cadelinha paraplégica precisa de um novo lar em Pernambuco
Foto: Arquivo pessoal/ Moacir Lago

O mês de setembro é marcado pelo início da primavera, mas também é o mês oficial da inclusão da pessoa com deficiência. Pensando nisso, foi criada a campanha Setembro Verde em 2015 pela Federação das APAES do Estado de São Paulo (FEAPAES-SP), em parceria com a APAE de Valinhos (SP).

O mês foi escolhido por abrigar o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência, que é comemorado todo dia 21 de setembro. A campanha tem o intuito de promover atividades voltadas para a inclusão social e dar visibilidade à causa da pessoa com deficiência.

Mas, além dos humanos, os animais também precisam ser lembrados nessa data, porque igualmente às pessoas que sofrem com algum tipo de deficiência, os animais com alguma incapacidade física também são vítimas de preconceitos e principalmente do abandono.

Esse é o caso da cadelinha Sucupira que foi abandonada em frente à casa do artesão Moacir Lagos, 46 anos, morador do bairro da Aldeia, na cidade de Camaragibe, na Grande Recife. “Abandonaram cinco cachorros no meu terreno, uma adulta e quatro filhotes. A Sucupira era um dos filhotes, doei os outros filhotes e fiquei com ela e com a cadela adulta”, lembrou o autônomo em entrevista à ANDA.

Setembro verde: cadelinha paraplégica precisa de um novo lar em Pernambuco
Foto: Arquivo Pessoal/ Moacir Lago

Mas para infelicidade da cadelinha, ela contraiu duas doenças: a cinomose canina e a doença do carrapato, provocando paralisia nas suas patas traseiras. “No começo desse ano teve um surto de cinomose e doença do carrapato aqui no bairro de Aldeia, vários cachorros ficaram doentes e como de vez em quando elas fugiam quando eu estava fora de casa, elas entraram em contato com outros cachorros que tinha aqui e todos adoeceram”, declarou o cuidador.

Veja no vídeo abaixo, como se encontra a pequena cadelinha Sucupira na casa do seu tutor.

O que é a Cinomose?

A cinomose canina é uma doença infectocontagiosa que afeta cachorros causada por um vírus da família Paramyxovirus, do gênero Morbilivírus. Ela é altamente contagiosa e costuma acometer cães que ainda não terminaram o esquema vacinal (filhotes) ou que não costumam receber o reforço anual da vacina múltipla (V8-V10 ou V11) provocando por muitas vezes fraquezas nas patas traseiras.

Para a médica veterinária Carolina Ferreira, 43 anos, que trabalha no atendimento clínico a cães e gatos, no hospital veterinário Cão Bernardo, em São Bernardo do Campo, na Região Metropolitana de São Paulo, animais com algum tipo de incapacidade motora pode viver normalmente por muitos anos. “Lógico que animais com uma paraplegia são mais suscetíveis a terem uma expectativa de vida de menor, mas isso não impede que ele possa viver muitos anos ainda”, ressaltou a profissional.

“No hospital eu trato de um animal que ele tem apenas um rim, a agente monitora todos os dias, ele tem uma deficiência importante, a gente precisou retirar uns ossinhos por causa de uma doença, mas ele vive até o momento muito bem, lógico que ele não vai viver igual os outros animais. Mas, vai viver super bem”, acrescentou Carolina.

Amor incondicional

Animais portadores de deficiência física precisam ser amados, cuidados e respeitados. Pelo fato de não apresentarem um corpo perfeito, sofrem rejeição durante a vida. Para eles, a procura de um lar é sempre difícil, mesmo com a ajuda de feiras de adoção. A maior dificuldade está no preconceito e na falta de informação.

Um animal deficiente envolve muito mais responsabilidade do que um outro animal sem limitação física. Isso ocorre porque além de requerer os cuidados do cotidiano e de rotina, como levar para passear, limpar suas necessidades, alimentá-los, banhá-los e brincar com eles, também são necessários cuidados com a sua limitação.

Porém, todos aqueles que tem feito o ato solidário e generoso de adotar um animal com deficiência, afirmam que não se arrependem. Por quê? Segundo eles, deve se ao fato que esses animais, que têm alguma limitação, são muito amorosos, ternos e gratos do que aqueles que não a têm.

Para Carolina Ferreira, adotar um animal com deficiência é um aprendizado mútuo. “Para os animais é uma oportunidade de alguém dar uma qualidade de vida, já que eles precisam e necessitam de uma atenção especial. E também é importante para as pessoas aprenderem muito sobre a importância de valorizarmos as nossas vidas. Os animais deficientes mostram muita força de vontade de sobreviver comparados a nós seres humanos”, finalizou a veterinária.

Novo lar

Segundo o autônomo Moacir lago, tutor da pequena cadelinha Sucupira, atualmente o pequeno animal é vítima de constantes infecções que deixam ela bem debilitada e com uma paraplegia parcial das duas patas traseiras.

“A sucupira conseguiu sobreviver ao surto de cinomose que matou muitos cachorros aqui em Aldeia, conseguimos levá-la ao veterinário e ela foi diagnosticado com essa doença também. Hoje, a Sucupira vive, mas, com muitas dificuldades de se locomover, tendo que se arrastar pelo chão e com várias infecções pelo corpo”, disse o tutor da pequena cadelinha.

Foto: arquivo Pessoal/ Moacir lago

Para o artesão essa é uma situação complicada já que, infelizmente, não tem condições de pagar um tratamento ao pequeno animal. “Sou pai de cinco crianças e tenho muitas dificuldades de alimentá-la de forma adequada, pois a prioridade nesse momento tem sido o sustento da minha família”, declarou Moacir.

Ressaltando que no momento o essencial seria encontrar um novo lar para a pequena cadelinha, uma casa que pudesse tratar e cuidar e dar todo amor necessário ao pequeno animal. “Não temos condições de sustentar dignamente uma cadela com um tipo de comprometimento que ela tem. Caso alguém possa e queira adotá-la vai ajudar muito a Sucupira a continuar vivendo dignamente”, acrescentou o artesão.

De uma oportunidade para essa linda cadelinha continuar alegrando a vida das pessoas, adote essa princesa. Quem quiser adotar a cadela Sucupira pode entrar em contato com Moacir Lago (81) 99666-4443 ou pelo e-mail: moalago@gmail.com.

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Você é o Repórter

Cadela paraplégica precisa de um novo lar em SP

Márcia Evangelista
marcia.evanprotecao@gmail.com

Esta cadelinha é paraplégica e precisa de um novo lar que possa proporcionar os cuidados que ela necessita. A tutora explica que seu tempo será destinado à sua mãe que se encontra com uma doença grave no hospital. Por este motivo ela não poderá permanecer com a linda cachorrinha, já que o animal não pode ficar muito tempo sozinho.

Segundo a tutora, a cadela chamada Belinha tem entre 9 e 10 anos, e há um tempo atrás retirou um tumor. Contudo, há mais ou menos um ano e meio a Belinha começou a não movimentar as patas traseiras, e até hoje não se sabe o motivo.

Belinha está no bairro Jardim Horizonte Azul em São Paulo. Quem quiser adotá-la, entre em contato com a Márcia através do telefone: (11)98516-6177

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Prefeitura apura morte de cadela paraplégica após fugir de casa em SC

A cadela Aline, que não possuía os movimentos das patas traseiras, se perdeu da casa de sua tutora e no mesmo dia foi condenada à morte, sem nenhuma chance de retornar ao seu lar. O caso aconteceu na cidade do Vale do Iatajaí.

Cadela era paraplégica e havia sido adotada pela família no ano passado
Tutora manifestou sofrimento nas redes sociais após morte de cadela (Foto: Reprodução / Facebook)

A tutora recebeu o informe, no dia seguinte, quando foi ao Cepread para buscar sua cadela. “Foi um choque para mim, para minha família”, afirma Fabiana Bueno.

Fabiana conta que a cadela Aline estava com a família desde outubro do ano passado, quando foi adotada, após ficar cinco meses internada. Apesar de ser paraplégica, ela caminhava se arrastando.

Na manhã da última terça-feira, o jardineiro foi embora da residência da tutora e a cadela acabou fugindo pelo portão. “Ele confirmou que ela saiu junto e ele achou que ela poderia sair, dar uma voltinha. Moro no final de rua”, conta.

No mesmo dia, agentes Cepread encontraram Aline há aproximadamente cinco quilômetros distante da residência. “O pedreiro de uma empresa resgatou a cachorra, chamou o Cepread que foi até o local. Estava no Bem Estar Animal, a gente imaginou que ela estava segura”, lamenta Gabriela Kalvelage, a axuiliar de veterinária que ajudou na adoção de Aline pela família.

Na manhã seguinte após o desaparecimento, a família de Fabiana foi informada que Aline havia sido condenada à morte. “Eles decidiram matá-la e foi um choque. Depois disso, não me recordo mais o que eles falaram, porque eu jamais imaginei que duas pessoas que estudam e que fazem o juramento para salvar animais, para dar a eles um pouco de qualidade de vida nessa situação, iriam optar por fazer isso”, confessa Fabiana.

De acordo com Luis Carlos Kriewall, responsável pelo Cepread, a decisão de condenar o animal à morte foi tomada após três veterinários avaliarem Aline.

“Ela estava com escoriações, pois justamente estava se arrastando. A gente não sabe há quanto tempo estava solto naquela condição e consideramos isso um estado de sofrimento. Se os três veterinários que fizeram aquela avaliação viram realmente que ela estava sofrendo e que não haveria um tratamento específico, como inclusive está posto em lei, nós então fizemos essa opção”, disse Kriewall.

Ainda de acordo com ele, o Cepread não procurou a família, pois não faz parte do procedimento. “Isso não é de protocolo, sairmos atrás de guardiões. Se houver uma manifestação de um tutor, aí assim nós vamos verificar se realmente é o tutor e a gente faz a entrega do animal”, afirma.

Ele completou dizendo que a decisão foi tomada com rapidez por conta da superlotação do ambiente.

Justiça

A família disse que pretende processar a prefeitura e os responsáveis pela morte da cadelinha.

“Vamos entrar com uma ação criminal e uma civil contra o Cepread, a prefeitura junto, o veterinário responsável pelo órgão. Quero ver se vão juntar para nós esses protocolos. Duvido que eles tenham seguido os procedimentos exigidos pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária”, relata Rosane Magaly Martins, advogada da família de Fabiana.

Além disso, a família está organizando uma manifestação contra a atitude do Cepread nesta quarta-feira (19).

 

 

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Você é o Repórter

Cadela paraplégica espera por uma chance em Gravataí (RS)

corbel@terra.com.br

Divulgação
Divulgação

A cadela da imagem é carinhosamente chamada de Cristal. Ela chegou ao Canil Municipal de Gravataí, no RS após ser vítima de um atropelamento em agosto de 2015. Infelizmente ela ficou paraplégica, mas uma cadela doce, carinhosa e cheia de amor pra dar. Precisa de um lar só seu onde possa receber conforto e cuidados especiais. Interessados nessa adoção mais que especial entre em contato com a Daniela através do tel: 51 – 9121-5929.

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