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Cachorros abandonados são resgatados por policial em Canoinhas (SC)

Foto: Reprodução Internet

Equipes da PM de Canoinhas, em Santa Catarina, resgataram dois cachorros e cinco filhotes abandonados na última segunda-feira (16). Os policiais realizavam ações na rua Wendelin Metzger, quando foram abordadas por moradores do local, que realizaram a denúncia.

Os militares estaduais constataram o fato, localizando os filhotes, onde três deles encontravam-se bastante abatidos. Foi tentado contato via telefone com dois órgãos responsáveis, porém, sem êxito. Diante dos fatos, o policial ficou responsável pelos cachorros, os levando para sua residência onde prestará o atendimento necessário aos mesmos.

Fonte: Rádio Clube Canoinhas

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Tutor de 40 cães morre e filho precisa dar novo lar aos animais

Aposentado morreu e cachorros ficaram sozinhos na casa dele

O aposentado José Xavier de Oliveira, que morreu no ano passado aos 71 anos, cuidava de cachorros abandonados já havia quase 11 anos.

O amor pelos animais era tanto que, além de gastar todo o dinheiro da aposentadoria com os cuidados doa animais, ele se mudou para uma chácara na cidade de Itatiba (interior paulista).

Lá, Oliveira chegou a cuidar de 68 cachorros.

Desde que perdeu o pai, Alex tem se desdobrado para cuidar dos 40 cães que viviam na chácara.

Devido às despesas caras, o filho de Oliveira procura ajuda para dar um destino adequado aos animais que o pai tanto amava.

Clique aqui para assistir ao vídeo e conhecer os cachorros em busca de novos lares desde a perda do cuidador.

Fonte: R7


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Histórias de cães de rua que têm como tutor toda a vizinhança

Três ruas de Curitiba (PR) e um posto de gasolina. Você imagina o que estes locais têm em comum? Cachorros comunitários. Os animais apareceram por lá, ficaram e ganharam o carinho das pessoas. Conheça histórias de cães que têm como tutor toda a vizinhança.

A brincalhona e o grude recebem comida dos seus tutores de rua. Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo

Kika, uma cachorrinha sem raça definida (SRD), surgiu há um ano no bairro Santa Cândida. Brincalhona, conquistou a vizinhança e logo recebeu comida de todos. “Tem uma chácara na frente de casa e as pessoas costumam abandonar cães ali que depois geralmente são recolhidos por alguém. Mas ela apareceu, agradou todo mundo e não quis mais ir embora”, diz um dos donos, Estevan Gerlach. Ela dorme na rua, em frente da casa dele, mas gosta muito de se enfiar no meio do mato. Há pouco tempo, ela entrou no cio e engravidou. Nasceram oito filhotes, mas sobraram cinco – três morreram –, que também foram recebidos com carinho pelos vizinhos. “Fizemos uma casinha para ela ficar com eles ”, diz Estevan. Depois que desmamaram, um dos vizinhos distribuiu os filhotes para parentes. Mas Kika não ficou sozinha. Um dos cachorros que ficavam perto dela durante o cio, o Chiclete, nunca mais saiu de lá. Hoje eles vivem grudados e ele também é cuidado pelas mesmas pessoas que tratam da cachorrinha. “Escolhemos esse nome para ele porque quando chega perto da gente, não larga mais.”

Lelo gosta mesmo é da rua, vive há seis anos no local. Foto: Aniele Nascimento/Gazeta do Povo

Lelo, que hoje tem 12 anos,  apareceu no bairro Portão há seis. Assim que a vizinhança percebeu que ele andava sozinho, começou a colocar ração e a ficar de olho para que nada de mal lhe acontecesse. “No começo a comida era dada uma vez por dia e cada hora por um vizinho diferente. Ele comia e depois zanzava pela região. Acho que até chegava a ganhar mais refeições em outros lugares”, conta uma das donas, Márcia Maria Neves. Os anos passaram e ele começou a ficar mais tempo no mesmo local. Cada vez que alguém abria o portão de casa pela manhã para trabalhar ele entrava, passava algumas horas deitado e depois voltava a perambular. Hoje dorme todas as noites na casa de um único vizinho, mas não largou as ruas. “É inquieto, gosta de ficar por aí, mas conhece todo mundo. Quando alguém chega de carro, logo pula na porta para ver quem é”, diz Márcia.

Bilu é o dono do posto, ganhou até casinha. Foto: Ivonaldo Alexandre/Gazeta do Povo

Há três anos Bilu, um SRD, vivia nas ruas. Certo dia parou para tomar um pouco de água no posto de gasolina São José, que fica no Portão. Os frentistas do local se encantaram e passaram a dar comida a ele. “No começo, o cãozinho parava aqui para se alimentar. Às vezes sumia, ficava uns três dias fora. Até que um dia chegou todo machucado, levamos ao médico veterinário e aproveitamos para castrar. Depois disso, não saiu mais”, conta o dono Ricardo Yoshida. Quando chegou o inverno, o cachorro ganhou uma casinha, com direito ao seu nome pintado na parede, construída em conjunto por todos os funcionários. Agora, fica por lá dia e noite e só sai quando é levado para passear. “Muita gente vem aqui para trazer comida, dar petiscos. Até ovo de páscoa ele ganhou uma vez”, conta Ricardo.

Há 16 anos, a cachorrinha Kim, que tem outros nomes também, vive pelo bairro. Foto: Walter Alves/Gazeta do Povo

Há 16 anos – desde que tinha 2 de idade –, a cachorrinha Kim perambula pelo bairro Seminário. Quando apareceu, a vizinhança se encantou, começou a alimentá-la e colocou uma casinha na calçada para que ela não tomasse chuva. Mudei para região há 10 anos e em um dia de muito frio cheguei a recolhê-la na minha casa, mas ela gostava mesmo era de ficar na rua”, conta uma das donas, Márcia Teixeira. Ela diz que a SRD se dá bem com todos e conhece exatamente cada um que cuida dela. “Toda vez que alguém diferente aparece, ela late.” Mas Kim não atende apenas por este nome. Cada dono gosta de chamá-la de uma forma : Doya, Mike, Toya, Bolinha e Kimpeva. “É impressionante como ela sempre responde, independentemente da forma como a chamam. Está acostumada”, diz Márcia.

Fonte: Gazeta do Povo

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Você é o Repórter

Pit bull amarrado e ameaçado de morte precisa de resgate urgente em SP

Lincon Teshima
lincolndogrescuer@gmail.com


Na favela do Parque Santa Madalena (São Paulo), no terceiro andar de um barraco, amarrado com meio metro de corrente e dias sem comer, está o pit bull Brad. Para nós chegarmos lá não foi fácil, pois o seu tutor se matou e um amigo dele disse que ia dar um tiro na cabeça do animal. Ele é  muito dócil. Não tivemos para onde levá-lo; estamos aguentando como podemos.

Na minha casa, há mais três pit bulls e o rotweiller Peter Pan.  A Naomi, que foi retirada da rua ao passar em frente da minha casa (dois anos, linda pelagem preta e branca), o pit Cobi (preto e branco, um ano, bonzinho) que fugiu desesperado ao me ver saindo do ferro-velho, após fotografar a triste situação que ele e o outro pitbull estavam vivendo dentro de um fusca na ponta de um abismo, com queda num córrego fundo e com corredeira. Além da  Arena, há muito tempo retirada das ruas.

Na casa do protetor Rafael, há mais uma, a pit Ursula (um ano e meio, linda, tigrada, castrada), também retirada da favela, ameaçada de morte. Seus tutores foram expulsos pelos noias e traficantes, e não conseguimos sequer um adotante depois de meses. Próximo à casa do Rafael, em um terreno, está o pit bull Hansés Jacob Brandão, também retirado das ruas. Na semana passada, ele se soltou e foi parar na favela, mas, graças ao esforço do Rafael, ele conseguiu desesperadamente encontrar o cachorrão antes que acontecesse o pior.

Na rua, continua a pit bull Charlize. Segundo as pessoas do local, já faz mais de quatro meses que a peluda está por lá. Charlize está grávida e ainda não conseguimos sequer um tempinho para levarmos até a clínica para castrá-la.

Não sabemos mais o que fazer, estamos com uma lista enorme de animais e não temos recursos para tantos problemas.

Protetores e ONGs de São Paulo, nos ajudem para que possamos aliviar o sofrimento desses animais, por favor, não esperem pelos outros. Se cada um puder levar um pit bull não pesará tanto para ninguém e nós estaremos evitando uma carnificina no nosso bairro. Estão desovando pit bulls por aqui e não estamos dando conta desta tragédia.

Contatos:

Adriana (11) 2867-6828

Helena  (11) 8036-0570.

Rafael (11) 3445-5459 e  7235-0664

Lincoln (11) 7393-2512

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Cachorros abandonados sofrem no centro de Porto Velho (RO)

Foto: www.rondoniaaovivo.com

Cachorros abandonados no centro de Porto Velho (RO), localizados na rua Duque de Caxias entre Getúlio Vargas e Brasília no bairro São Cristovão, estão desamparados, sofrendo com o descaso da população local que parece interessada apenas em se livrar dos “cachorros vadios que estão sujando a calçada”, como noticiado no jornal eletrônico Rondônia ao vivo.

Alguns dos cachorros estão no cio, provavelmente passando frio e fome, além de poderem ser alvo de maus-tratos. Comerciantes e trabalhadores do local entraram em contato na manhã de hoje (30) com o Centro de Zoonose de Porto Velho, e foram informados de que nada poderia ser feito pois a carrocinha já havia passado.

Esse fato ainda pode ser considerado como sorte para os cães, pois os animais recolhidos pelo Centro de Zoonoses todas as sextas-feiras são mortos e encaminhados para o aterro municipal. “Eles ficam por aqui, e todos no cio. A prefeitura deve fazer alguma coisa para melhorar nossa situação. Se esses cães tiverem tutores, eles devem serem punidos”, disse a funcionária pública Bárbara Souza.

Com informações de Rondônia ao vivo


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Ajude a alimentar um cão abandonado com um clique

Para quem conhece a rotina dos milhões de cães abandonados por aí, sabe que os pobrezinhos passam fome (além de serem maltradados, claro). Muitas mamães bondosas os resgatam e tentam alimentá-los, mas nem toda boa vontade do mundo tem dinheiro suficiente para solucionar o problema.

Pensando nisso, a Pedigree – patrocinadora da campanha Adotar é tudo de bom – decidiu lançar uma outra campanha na internet, com a intenção de repassar 100 mil refeições para cachorros abandonados que estão à espera de um lar feliz.

Para cada visualização do novo vídeo Ajude-nos a Ajudá-los no site www.adotaretudodebom.com.br e YouTube, a empresa se compromete a doar um pote de ração para os animais que vivem em abrigos. O novo filme foi criado com o propósito de conscientizar as pessoas para a realidade dos cachorros abandonados e informar os pilares da campanha.

Segundo a Pedigree, Adotar é tudo de bom acumulou novas estratégias, parceiros e uma série de atividades que ajudaram a promover até aqui a adoção direta de mais de 4.320 cachorros abandonados.

Clica aí!

http://www.youtube.com/watch?v=2DR6XqBKkSM

Fonte: Clic RBS

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