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Caçadora publica fotos de animais mortos e é criticada por internautas

Através das redes sociais, Kate Small divulga fotos nas quais aparece ao lado de animais mortos por ela


Kate Small, 29 anos, ficou famosa na internet por divulgar fotos das caçadas que participa. Nas imagens, vários animais mortos. Com a fama vieram também inúmeras críticas feitas por internautas revoltados com a atitude da norte-americana.

Foto: Reprodução/Instagram/@kate_small_outdoors

Enfermeira, Kate caça na África do Sul e em Boise, Idaho, nos Estados Unidos, onde mora. Dentre os animais que foram suas vítimas estão peixes, lobos e ursos.

Após a caçada, Kate publica fotos ao lado dos corpos dos animais mortos, orgulhosa de ter tirado suas vidas.

Depois que as críticas surgiram, a enfermeira se defendeu argumentando que caça animais para comer e não para se divertir. Ela disse ainda que caça com seu noivo Justin e que, por isso, essa atividade a ajuda a ter bons momentos em família.

Foto: Reprodução/Instagram/@kate_small_outdoors

Os internautas, no entanto, não aceitaram os argumentos de Kate e continuaram criticando a crueldade da caça.

Entretanto, o apelo dos internautas em prol da vida dos animais não convenceu a caçadora, que alegou que “esses momentos são muito importantes” na vida dela.

Foto: Reprodução/Instagram/@kate_small_outdoors

Nota da Redação: caçar animais é uma prática antiética que deve ser sempre vista com repúdio. Seja por diversão ou para alimentação, não há nada que justifique tirar a vida de um animal. A ANDA, como defensora dos direitos animais, apela para que as pessoas combatam qualquer ato cruel promovido contra seres vivos.


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Caçadora que postou foto com girafa morta se gaba de ter caçado o “delicioso” animal

Foto: Facebook
Foto: Facebook

Além de matar, tirar uma foto sorrindo ao lado do cadáver do animal e postar imagem de forma desrespeitosa no Facebook, se gabando do feito – e causando revolta nas redes sociais – a caçadora americana responsável pela morte da girafa idosa em um “safari dos sonhos”, disse que estava orgulhosa de ter caçado o animal, que ela afirmou ser “delicioso” de se comer.

A texana Tess Talley, de 38 anos, provocou uma onda de revolta on line no verão passado, quando postou os registros fotográficos de seus atos covardes durante uma viagem de caça no ano anterior na África do Sul.

“As orações pela minha caçada dos sonhos fizeram com que ela se tornasse realidade hoje” ela escreveu ao lado da imagem. – “Vi essa imensa girafa negra e a persegui por um bom tempo. Eu sabia que era a único. Ela tinha mais de 18 anos, 4.000 libras (quase 2 mil kg) e fui abençoado por poder extrair 2.000 (cerca de 900 kg libras) de carne dela”.

Tallley recentemente defendeu ainda mais suas ações, aparecendo na rede de televisão americana CBS para dizer que caçadores como ela contribuem para a preservação a longo prazo dos animais, gerenciando populações e financiando a conservação da vida selvagem. Ela também disse que a girafa macho idosa, cuja pele ela tinha usado para fazer capas de almofada e um estojo de rifle, era deliciosa de se comer.

“É um hobby, é algo que adoro fazer. Tenho orgulho de caçar. E eu tenho orgulho de ter matado dessa girafa”, disse ela, dizendo que a caça da girafa era um desejo antigo.
Quando foi questionada por estar claramente sorrindo nas imagens que ela postou com o animal, ela disse: “Você faz o que gosta de fazer. É alegria. Se você não ama o que faz, não vai continuar a fazer isso”.

Ela confessou ainda que embora gostasse de caçar, sentia uma pontada de remorso.

Mostrando completa alienação ou apreço pelo valor da vida da girafa a caçadora diz: “Todo mundo acha que a parte mais fácil é puxar o gatilho. E não é”, ela disse. “Essa é a parte mais difícil. Mas você ganha muito respeito e muito apreço pelo animal porque sabe o que esse animal está passando. Eles são colocados aqui para nós. Nós os pegamos, nós os comemos”.

Em um comunicado, Kitty Block, presidente e CEO da Humane Society dos Estados Unidos e da Humane Society International, disse: “A caça ao troféu da girafa mostra um desrespeito absoluto e arrogante pelo status ameaçado de uma espécie icônica.

“Uma estimativa de 2015 descobriu que menos de 100 mil girafas permanecem em estado selvagem na África, e nossa investigação de 2018 revelou que quase 4 mil troféus derivados de girafas foram importados para os EUA na última década.”

Ela disse que as girafas estão enfrentando “uma série de ameaças, incluindo a caça e a fragmentação de habitats”.

Ela acrescentou: “O péssimo estado de conservação jamais poderia ser agravado pelo horror dos caçadores de troféus empenhados em matar esses animais ameaçados por troféus insensatos e macabros”.

A presidente da PETA, Ingrid Newkirk, afirmou que caçadores de troféus como Talley tinham “buracos onde seus corações deveriam estar e uma conexão de empatia faltando em sua conexão cerebral”.

“Com oportunidades ilimitadas para diversão, fala-se muito que este pequeno subgrupo da população humana se diverte em tirar a vida de outros seres que não pedem nada da vida, além da chance de viver em paz”, disse ela ao The Independent.

“Essas tentativas desses seres humanos insensíveis de ceder sua sede de sangue em alegações ridículas de conservação (ênfase no engodo) dizem ainda mais sobre suas personalidades vazias”.

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Mãe leva sua filha de nove meses nas costas quando sai para caçar animais

Foto: MDW features/Rebekah Stephens
Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Uma caçadora revelou que leva sua filha de nove meses em suas caçadas, e até veste a criança uma “roupa especial de caça” para as expedições onde diversos animais são mortos.

A mãe em tempo integral, Rebekah Stephens, 30 anos, de Ohio (EUA), tinha apenas sete anos quando acompanhou pela primeira vez o pai em uma de suas caçadas e passou a realizar a atividade frequentemente desde então.

Agora Rebeca, que caça com arco e flecha, contou como levou sua filha junto com ela durante as expedições, carregando-a nas costas, e até comprou uma roupa “fofa” para a menina usar nas viagens de caça.

Ela disse: “Espero que ela goste de caçar e pescar como eu; ela já adora o ar livre”.

Rebekah cresceu alimentando-se dos animais que seu pai caçava, e ela teve sua primeira caçada (matou por si mesma) em 1999, quando ela tinha 10 anos de idade.

Ao longo dos anos, ela tem caçado veados, perus, coelhos e seu maior “troféu” foi um cervo de cauda branca. Rebeca usa um arco e flecha para caçar.

Foto: MDW features/Rebekah Stephens
Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Os animais que são mortos por ela são comidos ou são transformados em itens de decoração da casa ou roupas, já que Rebekah tenta aproveitar o máximo possível dos animais depois de suas caçadas.

Mas sua paixão pela caça não diminuiu, mesmo quando ela se tornou mãe em agosto de 2018 – sua filha agora tem nove meses – e seu nome é Isabella, e Rebekah tem caçado com ela desde que a criança nasceu.

Algumas pessoas desejaram-lhe coisas ruins em função de seu hobby, mas ela conta que aprendeu a ignorar os comentários.

Foto: MDW features/Rebekah Stephens
Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Rebeca disse: “Eu fui criada em uma pequena cidade em Nova Jersey e meu pai me ensinou a caçar e pescar desde muito cedo”.

A caçadora diz que se sente grata ao pai por encorajá-la a caçar, dizendo: “Mesmo muito jovem eu já estava obcecada em caçar ao ar livre e levei isso ainda mais a sério que meus irmãos. Sou extremamente grata por ter um pai que achava que as meninas também poderiam caçar”.

“Quando criança, eu achava que a caça era apenas uma maneira de colocar comida na mesa; nós não comprávamos carne, sempre tínhamos carne de cervo para comer”.

Foto: MDW features/Rebekah Stephens
Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Ela continuou com sua linha de pensamento distorcida: “Eu amo tudo sobre caçar, mas sempre adorei estar ao ar livre. É um momento de paz, vejo tantas coisas na mata que os outros nunca conseguem ver”.

“Eu também estou fornecendo comida para mim e para a família. Por fim, o dinheiro da minha licença de caça vai para o financiamento da conservação”, defende-se ela.

A mãe caçadora, conta que já matou vários animais, incluindo veados e coelhos, diz que ela matou mais recentemente um peru.

Foto: MDW features/Rebekah Stephens
Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Ela explicou: “Você só pode caçar enquanto é dia, mas eu me levanto muito cedo, então estou na mata antes do amanhecer e os perus não me veem andando pela floresta”.

Rebekah fez questão de envolver sua filha no hobby e começou a levá-la para caçar desde muito cedo.

Eu recebo alguns comentários de ativistas anti-caça dizendo coisas como “como você tem coragem de submeter sua filha a um ritual de morte” e outras coisas como “como você pode ensinar a um bebê inocente coisas tão horríveis como caçar?”.

Foto: MDW features/Rebekah Stephens
Foto: MDW features/Rebekah Stephens

‘Eu tento não deixar isso me incomodar; pode ser difícil às vezes, mas estranhos online não me conhecem, então realmente não podem me julgar.

E Rebekah admitiu que tem grandes esperanças para sua filha Isabella, que segundo a mãe, já ama o ar livre e se comporta bem nas caçadas.

Ela disse: “Espero que ela goste de caçar e pescar como eu; ela já adora o ar livre. No entanto, se ela optar por não caçar e pescar, vou respeitar sua decisão”.

Foto: MDW features/Rebekah Stephens
Foto: MDW features/Rebekah Stephens

Enquanto muitos pais se esforçam para ensinar aos filhos valores como compaixão, ética e amor universal. Outros os introduzem em um mundo de sangue e morte.

Todas as vidas tem valor, a morte de animais indefesos é um violência e um crime contra esses seres sencientes e únicos.

Como um usuário das redes sociais deixou registrado em um comentário para Rebekah: “como você se sentiria se você e sua filha fossem as presas a serem caçadas, perseguidas e mortas?”.

Assim se sentem os animais.

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Caçadora publica fotos sorrindo ao lado de animais mortos no Instagram

Uma caçadora americana publicou fotos posando e sorrindo ao lado animais após assassiná-los, durante uma viagem à Escócia.

Larysa Switlyk, caçadora e também apresentadora de TV, recebeu críticas de políticos e celebridades por glorificar a caça depois de postar fotos no Instagram.

Em uma foto, a caçadora loira, vestida com roupas de camuflagem, ajoelhou-se ao lado do cadáver de uma cabra na Ilha de Islay. Em outras publicações, ela posou “no modo sniper”, deitada na grama alta e apontando uma arma.

Switlyk foi criticada por sorrir e se fotografar ao lado de animais cobertos de sangue (Foto: Daily Mail Online)
Caçadora é retratada posando em ‘sniper mode’ (Foto: Daily Mail Online)

Uma das fotos mostrou-a também segurando a cabeça de uma ovelha morta ao lado de uma rocha manchada de sangue. Ainda, na caça, ela matou cervos, escrevendo em uma publicação: “Com medo do meu cervo escocês, não posso esperar para trazê-lo de volta ao castelo para cozinharem!”.

Larysa Switlyk causou indignação depois de postar fotos no Instagram (Foto: Daily Mail Online)
Switlyk é retratada com guias de caça e um veado vermelho que ela matou (Foto: Daily Mail Online)

Switlyk postou fotos de um homem chamado Jason, também posando com animais mortos, e escreveu: “Parabéns a Jason por sua medalha de ouro aqui na Escócia, em Islay. Uma caçada única”.

Em outro, ela disse: “Orgulhoso de Jason e seu segundo monstruoso Red Stag aqui na Escócia. Fale sobre o status da medalha de ouro. Foi divertido estar por trás da câmera e capturar tudo no filme. Caça incrível aqui nas Terras Altas”.

Ela foi acompanhada na viagem por um amigo chamado Jason, na foto, a quem ela parabenizou por sua caça (Foto: Daily Mail Online)
Ela afirmou que quer “esclarecer” as pessoas sobre a importância da caça (Foto: Daily Mail Online)

Críticas mundo afora

As fotos provocaram indignação na Escócia, com uma advertência do MSP de que ele estaria investigando se as caçadas eram organizadas por um grupo oficial.

Na Escócia, é legal caçar veados vermelhos entre 1º de julho e 20 de outubro, desde que os caçadores usem armas de fogo, tenham licença para suas armas e tenham a permissão do tutor.

As cabras e ovelhas selvagens não têm proteções legais sob a lei escocesa e são frequentemente incluídas por empresas que oferecem grupos de caça.

Um porta-voz do governo escocês disse: “Entendemos as preocupações causadas por essas imagens e, à luz delas, a Secretaria de Meio Ambiente analisará a situação e considerará se é necessário esclarecer ou modificar a lei”.

O MSP Michael Russell disse: “Se isso está realmente acontecendo em Islay e sendo colocado por algum tipo de empresa de turismo, eu gostaria de vê-lo parar imediatamente”.

Switlyk é fotografada com seus companheiros após morte de animal (Foto: Daily Mail Online)

A mãe do tenista Andy Murray, Judy Murray, twittou: “Uma caçada única? Vergonhoso. É uma cabra. E é na Escócia, em uma linda ilha. Pare com isso, por favor @scotgov”.

E Nicky Campbell escreveu no Twitter: “Por favor, não tome isso do jeito errado, mas você é uma maluca”.

Seu programa de televisão, Larysa Unleashed, tem o objetivo de “esclarecer e educar a população em geral sobre por que as pessoas caçam e pescam, a importância da conservação, experiências culturais e as regras e regulamentos por trás dela”.

A caçadora se descreve como tendo “encontrado o verdadeiro amor e zelo pela caça”.

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Caçadora incentiva pais a tirar fotos de crianças com animais assassinados

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Foto: IMP Features/Chris White

Kendall Jones, do Texas, EUA, recebeu ameaças de morte em 2014 quando posou e sorriu para fotografias gráficas após matar um leão, um  leopardo, um rinoceronte, um búfalo e um elefante.

Porém, ela se recusa a se desculpar pelas imagens terríveis e prometeu continuar matando animais ameaçados de extinção, apesar de uma petição assinada por 175 mil pessoas pressionar para que ela seja expulsa da África. Agora, foi descoberto que a mulher de 22 anos incentivou pais a convencerem seus filhos a matar animais por diversão.

No último ano, pais lhe enviaram fotos dos filhos com respingos de sangue – sendo que algumas crianças têm apenas cinco anos – posando com os primeiros animais que mataram.

A caçadora até lançou uma competição chamada “Pequeno fofo caçador”, o que fez com que dois mil pais lhe enviassem fotos. Kendall publica as imagens online e  é seguida por milhões de pessoas, informa o Metro.

Foto: IMP Features/Chris White

Em uma imagem, uma garota de aproximadamente seis anos segura os chifres de um cervo recentemente assassinado e há manchas de sangue no rosto da menina.

A caçadora começou a matar animais quando tinha apenas oito anos. Apesar de ativistas e organizações de direitos animais de todo o mundo pressionarem para que ela seja proibida de caçar, Kendall enriqueceu com a brutalidade.

Seu canal no YouTube e a presença das redes sociais lhe deram centenas de milhares de fãs, além de aparições na TV e apoio.

Em 2015, ela chamou a atenção da imprensa mais uma vez por se vestir como o leão Cecil no Halloween.

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Caçadora que chocou ao sorrir ao lado de girafa morta recebe ameaças diariamente

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Divulgação

A caçadora Rebecca Francis, que foi duramente criticada no ano passado depois que o comediante Ricky Gervais postou, no Twitter, uma foto dela sorridente após matar uma girafa na África, voltou a falar sobre a prática.

Ela defendeu a caça e afirmou ainda receber ameaças de morte diariamente.

“As pessoas tomaram isso como desrespeito, mas eu ainda iria sorrir hoje. Foi um momento maravilhoso, foi uma celebração, foi ótimo e todos ao meu redor estavam felizes. Ninguém estava chateado”, assim foi comentado no canal de TV britânico “Channel 4”, onde participou do documentário “As mulheres que matam leões”.

Rebecca também defendeu a caça de animais e disse que não tem arrependimentos. “Nós somos os verdadeiros ambientalistas do mundo. Nós somos aqueles que colocam dinheiro, tempo e esforço para a vida selvagem. Nós queremos que haja uma abundância de vida selvagem para os nossos filhos e para os nossos netos. Nós queremos que haja vida selvagem”, disse.

Fonte: Extra Globo

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Caçadora recebe ameaças após posar ao lado de girafa morta

Imagem causou polêmicas nas redes sociais (Foto: Reprodução)
Imagem causou polêmicas nas redes sociais (Foto: Reprodução)

A caçadora norte-americana Rebecca Francis começou a receber ameaças após publicar uma foto onde aparece deitada ao lado de uma girafa morta. As informações são do Metro.uk.

Vencedora do reality show de caça “Extreme Huntress”, Rebecca já caçou ursos, alces, zebras e antílopes e tem causado a indignação de grupos defensores dos animais pela internet.

Em seu site, Rebecca disse que caça o ano inteiro, “até mesmo quando está grávida ou cuidando de bebês”.

Fonte: Rede TV

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Facebook apaga fotografias de caçadora polêmica

Foto: Repodução Facebook
Foto: Repodução Facebook

Depois de muita indignação e vários protestos nas redes sociais, o Facebook eliminou as fotografias da norte-americana Kendall Jones, que mostravam a jovem de 19 anos a exibir animais africanos mortos como troféus de caça.

A rede social afirmou que as imagens violavam os seus princípios. Em comunicado, o Facebook afirma que remove os conteúdos “que promovem a caçade espécies em vias de extinção, a venda de animais para lutas organizadas ou conteúdos que incluam atos de abuso extremo sobre animais”.

No entanto, Kendall partilhou a montagem de algumas das fotografias apagadas, que foi publicada na página de Facebook do canal Fox News Channel. O porta-voz da rede social recusou explicar por que é que esta montagem é permitida.

As fotografias da cheerleader do Texas geraram muita polêmica e chegaram mesmo a mover uma petição com mais de 40 mil assinaturas que pedia a remoção das imagens. Kendall, no entanto, insistia na sua página do Facebook que as suas caças eram legais.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: TVI 24

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Jovem criticada por matar animais selvagens se defende: ‘Preservação’

Foto: Reprodução/ Facebook
Foto: Reprodução/ Facebook

A jovem norte-americana Kendall Jones, de 19 anos, recebeu duras críticas nesta semana por usar uma rede social para divulgar fotos do animais que ela abateu na África. A líder de torcida, que foi alvo de uma petição com quase 180 mil assinaturas para retirar as imagens do Facebook, se defendeu. “É um esforço de preservação para assegurar que eles nunca sejam extintos”, explicou a jovem em sua página, segundo o jornal britânico Daily Mail.

O argumento da jovem líder de torcida é que a caçada é uma forma de demonstrar seu amor pela natureza e atrair atenção e verbas para as áreas de safári. “Controlar a população masculina de leões é importante em áreas grandes como esta. Fundos de uma caçada como esta vão parcialmente para o governo, mas também para o dono da fazenda, como um incentivo para manter e criar os leões em sua propriedade”, argumentou Kendall.

Os internautas que já a criticavam não viram a menor coerência nos argumentos da norte-americana. “Dica rápida para proteger animais de espécies ameaçadas: não mate eles”, ironizou um comentário. “Cara Kendall, eu moro em Moçambique e te digo que você está promovendo uma matança. Você não entende nada daqui. O que você chama de África é a minha casa”, disse outro. “Espero que você nunca venha ao Brasil”, afirmou mais um.

“Queria agradecer a todos que me apoiam pelo encorajamento! Eu vou continuar a caçar e a espalhar o conhecimento sobre a caçada como forma de preservação da vida selvagem”, disse ela.

Kendall teve alguns partidários, contudo. “Nem tente discutir com essas pessoas que aprenderam sobre a vida selvagem vendo filmes da Disney” e “Todos os críticos não entendem que esses animais são caçados legalmente. Instituições de conservação permitem que caçadores matem os animais para educar e prover para as vilas locais” foram algumas das defesas.

Embora a página de Kendall continue ativa no Facebook, a maioria das fotos mais polêmicas, em que ela aparecia abraçada aos animais mortos, foram retiradas.

Fonte: Exame

 

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Petição pede para Facebook excluir perfil de caçadora de animais na África

Foto: Reprodução/Facebook/Kendall Jones
Foto: Reprodução/Facebook/Kendall Jones

Fotos postadas pela norte-americana Kendall Jones no Facebook mostrando leões, zebras, onças e outros animais abatidos por ela em suas caçadas pelo Zimbábue, na África, provocou a indignação de grupos defensores de animais. Uma petição com mais de 44 mil assinaturas pede para o Facebook remover o perfil da jovem de 19 anos.

“Para o bem de todos os animais, especialmente os animais na região africana, onde os caçadores vão para se divertir apenas para matar um animal! Algumas pessoas têm relatado as páginas ultimamente, mas parece que o Facebook não está preocupado com o que Kendall Jones está a promover em sua página”, diz a petição.

A jovem afirma que “controlar a população de leões machos é importante dentro de grandes áreas cercadas como esta”. Kendall diz ainda que os recursos da autorização para a caça vão para o governo e para o dono das terras como inventivo para manter e aumentar os leões em sua propriedade”.

Em outra foto, a jovem aparece em cima de um elefante morto e na companhia de várias pessoas da comunidade. “Para todo mundo que acha que as pessoas não comem elefante, aqui está uma parte da vila que vai levar para casa um pouco de proteína”, escreveu.

Em sua página, a jovem tem recebido críticas de centenas de defensores dos animais. Em um dos comentários, um internauta diz: “Eu sou um ambientalista profissional educado e faço o meu melhor para salvar e proteger alguns dos poucos animais de espécies ameaçadas de extinção. Não importa que a caça é legal. Você está contribuindo para a extinção de belos animais. Sua ignorância por causa do prazer é humilhante para mim.”

Fonte: G1

 

 

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Petição contra caçadora americana já tem quase 100 mil assinaturas

Depois de ser até ameaçada de morte por protetores, a caçadora excluiu seus perfis de redes sociais. (Foto: Divulgação)
Depois de ser até ameaçada de morte por protetores, a caçadora excluiu seus perfis de redes sociais.
(Foto: Divulgação)

Quase 100 mil pessoas já assinaram uma petição online que pede ao governo da África do Sul para proibir a entrada da apresentadora norte-americana Melissa Bachman de entrar no país africano.

O movimento foi criado após a apresentadora, que também é caçadora, publicar uma imagem em seus perfis no Twitter e Facebook ao lado de um leão morto por ela na África do Sul.

“Dia incrível de caça na África do Sul! Perseguindo por 60 jardas esse lindo leão… Que caçada”, escreveu Melissa nas redes sociais, causando revolta e até ameaças de internautas.

Melissa fez questão de apoiar a cabeça do animal sobre um amontoado de terra e, segurando seu rifle, sorriu para a imagem.

A revolta na web obrigou Melissa a apagar seus perfis nas redes sociais.

Em apenas 24 horas, a petição online dobrou o número de apoiadores, passando de 45 mil, na manhã de domingo (18), para 97 mil no final da manhã de hoje.

O autor da petição, Elan Burman, da Cidade do Cabo, escreveu em seu apelo que Melissa “está em total desacordo com a cultura de conservação da natureza que a África do Sul se orgulha de ter”.

A petição é endereçada a Mkuseli Apleni, diretor-geral do Departamento de Assuntos Internos da África do Sul, Bomo Edna Molewa, ministra de Água e Meio Ambiente, e Lakela Kaunda, diretora de gabinete do presidente Jacob Zuma.

Não é a primeira vez que Melissa Bachman usa a internet para publicar imagens de animais mortos por ela durante caçadas.

Em seu site, a apresentadora dedica um espaço especial a esses bichos. Ela mantém uma “Sala de Troféus” (“Trophy Room”, na sigla em inglês), com mais de 65 imagens usando o mesmo roteiro: Melissa sorridente ao lado de um animal morto.

Entre os animais estão crocodilos, perus, veados, alces e até um urso marrom do Alasca. Também em seu site, Melissa afirma que tem o “emprego dos sonhos”.

Fonte: Correio do Povo de Alagoas

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A harpia ganha documentário fotográfico inédito

Do topo de uma castanheira amazônica, a 35 metros do chão, o fotógrafo João Marcos Rosa observa atento a movimentação na copa da árvore ao lado. Ele está sentado em uma plataforma estreita, veste roupas de camuflagem e se mexe o mínimo possível para não despertar a atenção dos vizinhos. Munido de arsenal fotográfico com pelo menos 40 quilos, Rosa espera com a ansiedade de um pai de primeira viagem o que deve acontecer a alguns palmos de seus olhos: o nascimento de um filhote de harpia, a maior águia caçadora das Américas.

Harpia filhote (Foto: João Marcos Rosa)
Harpia filhote (Foto: João Marcos Rosa)

Numa manhã chuvosa de maio de 2009, na Floresta Nacional de Carajás, sudeste do Pará, ele finalmente conseguiu registrar o primeiro dia de vida de um filhote da espécie que, por seu porte majestoso (2 metros de envergadura), é considerada a rainha da floresta. Foi um prêmio à dedicação e à habilidade desse mineiro de Belo Horizonte, que aos 30 anos já conta com uma bagagem robusta como fotógrafo de natureza. O resultado – imagens primorosas do namoro dos pais, da cópula, da incubação do ovo e do desenvolvimento do bebê – virou o livro Harpia, da editora Nitro, o primeiro documentário fotográfico da ave feito no Brasil.

A harpia ocupa a mais elevada posição na cadeia alimentar. Não tem predador, a não ser o ser humano. Ao comer suas presas – macacos, preguiças e, em menor escala, répteis e aves –, presta um serviço fundamental para o equilíbrio da natureza, o controle de populações de outros animais. Com suas longas asas listradas em tons cinza e branco, a águia pode ser vista em florestas tropicais entre o sul do México e o norte da Argentina.

Não por acaso, a harpia ganhou o título de ave mais poderosa do planeta. Suas garras têm tamanho similar às de um urso-pardo. Suas patas são maiores que a mão humana e conseguem carregar presas de peso igual ao seu. Seu nome vem da mitologia grega: tratava-se de um ser imaginário, rosto de mulher e corpo de abutre, e inspirou a fênix do filme Harry Potter e a câmara secreta. Também é conhecida como gavião-real, por causa de suas curvas imponentes e a coroa de penas no topo da cabeça. Pelos índios, é chamada de uiraçu, uma referência a seu grande porte.

No caso do fotógrafo, a ave provocou encantamento à primeira vista. O encontro foi em um cativeiro em Minas Gerais, em 2002. Rosa havia sido chamado para captar o nascimento de um filhote e diz que, naquele momento, decidiu fazer um documentário sobre a espécie. O último documentário sobre a ave no mundo havia sido feito pelo cinegrafista americano Neil Rettig, que nos anos 70 chegou a morar em uma cabaninha em cima de uma árvore no Suriname para clicar o bicho. Rosa ambicionava um registro mais completo. Para isso, acompanhou a rotina de biólogos do Programa de Conservação do Gavião-Real. Criado em 1997 pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), o projeto busca proteger a harpia de suas principais ameaças: a caça e o desmatamento.

A despeito do tamanho e da força, a harpia é frágil. Reza a lenda na floresta que a ave de garras afiadas ataca pessoas e come crianças, o que estimula a matança. O avanço da fronteira agrícola e da retirada de madeira para a venda é outro fator de risco, uma vez que a espécie precisa de grandes áreas preservadas para sobreviver e só entrelaça o ninho nas árvores mais ascendentes. Para resguardá-la, não resta outro caminho que não a conscientização. “É um trabalho de formiguinha”, afirma a bióloga Tânia Sanaiotti, coordenadora do programa que, entre outras atribuições, dá palestras de educação ambiental a crianças e ribeirinhos.

Fonte: Época

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