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Boo, o cachorro mais fofo do mundo, morre aos 12 anos

O pequeno Boo, um dos cachorros mais populares na internet, morreu ontem (19).

Foto: Reprodução | Facebook

Já velhinho – tinha 12 anos – Boo havia ficado famoso por causa das fotos e vídeos fofos, postados por seus tutores, em que ele estava tosado como um ursinho.

A sua raça, spitz alemão anão, também é conhecida como “lulu da pomerânia”, e tem uma pelagem bem longa.

Os tutores de Boo disseram que o cachorro começou a ter problemas no coração desde que seu melhor amigo e companheiro – outro spitz alemão chamado Buddy – morreu em 2017.

“Acho que seu pequeno coração literalmente partiu quando Buddy nos deixou”, escreveram os tutores em sua página no Facebook.

Foto: Reprodução | Facebook

Com 16 milhões de seguidores no Facebook, Boo também já fez inúmeras aparições na TV e tinha até um livro sobre ele publicado: Boo – The Life of the World’s Cutest Dog.

O cãozinho era famoso na internet desde 2008, quando tinha 2 anos.

Boo e seu amigo Buddy viveram juntos por 11 anos, até Buddy morrer de velhice em setembro de 2017, aos 14 anos.

Seus tutores, que são americanos, disseram que Boo morreu na manhã de ontem e que estavam de coração partido.

“Mas temos o conforto de saber que ele não tem mais nenhuma dor ou desconforto”, escreveram.

“Sabemos que Buddy foi o primeiro a cumprimentá-lo do outro lado da ‘ponte do arco-íris’, e provavelmente foi o momento de maior alegria para eles em um longo tempo.”

Foto: Reprodução | Facebook

Eles disseram também que amavam Boo com todas as forças e que sentiriam sua falta até o dia em que se encontrassem de novo.

“Se divirta correndo com Buddy e sejam levados onde que que vocês estejam.”

Além de publicar um livro, Boo também já se encontrou com celebridades como Seth Rogan, foi garoto-propaganda de uma companhia aérea americana e esteve em muitos programas de TV.

Ao longo dos anos, os tutores de Boo receberam muitas mensagens de pessoas falando sobre a fofura dele nas redes sociais “iluminava seus dias e ajudava a trazer um pouco de luz para suas vidas em tempos difíceis”.

“E esse foi realmente o propósito de tudo isso… Boo trouxe alegria para pessoas no mundo todo”, disseram.

 

Fonte: Terra

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INPA conta com 42 espécimes de peixe-boi

O Laboratório de Mamífero Aquáticos (LMA) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) recebeu, por volta das 6h30 do dia 8 de janeiro, o filhote da peixe-boi da fêmea “Boo”, que entrou em trabalho de parto na terça-feira (5/1).

O INPA agora contabiliza 42 animais da espécie, sendo o sexto nascido no Instituto. Boo é o peixe-boi mais antigo do INPA, no local desde 1974. O animal já passou por quatro gestações, porém em uma das ocasiões o filhote nasceu morto.

Segundo o veterinário do INPA, Anselmo D’Affonseca, um peixe-boi vive em média 60 anos, mas, como os intervalos entre as gestações são longos entre si – quatro ou cinco anos –, o número de filhotes que o mamífero pode ter ao longo da vida é pequeno.

De acordo com ele, o filhote, do sexo masculino, passa bem e já está dando as primeiras nadadas ao lado da mãe. Para o veterinário, a observação ajudará em procedimentos necessários caso o filhote demonstre qualquer comportamento estranho ou fora do padrão.

“Anotamos tudo o que acontece, até se o filhote vai mamar ou não, pois se não acontecer ele terá que ser retirado do tanque”, explica Anselmo.

Reintrodução à natureza

O Laboratório de Mamíferos Aquáticos (LMA) do INPA já realizou duas reintroduções de peixes-bois na natureza. Da primeira vez, em 2008, reintroduziu dois animais e da última vez, em 2009, mais dois.

Quando voltam ao seu habitat, os peixes-boi são monitorados por telemetria, por meio de um aparelho transmissor de rádio. Esse aparelho é posto na cauda do animal e fica emitindo sinais de rádio que são acompanhados diariamente por pesquisadores do Projeto Peixe-boi da Amazônia.

Dos quatro animais reintroduzidos, dois morreram, o outro se desprendeu do aparelho e não foi mais localizado e o quarto foi trazido de volta ao INPA, por não ter se readaptado.

Segundo Anselmo D’Affonseca, o trabalho de reintrodução é muito difícil, já que a maioria chega aos tanques do INPA ainda filhotes, tornando-se muito adaptados ao cativeiro.

“Toda a reintrodução é complicada e envolve risco. Com o peixe-boi não é diferente. Através das tentativas é que vamos aperfeiçoando a metodologia para novas reintroduções”, contou.

Fonte: Click Aventura

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