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Orca encalhada em praia reencontra família graças à bondade humana

“Estávamos levando nossos filhos para uma caminhada matinal pela praia em direção ao Papamoa Beach Surf Club. Minha esposa, Verity Waru, observou inicialmente uma barbatana na água quando nos aproximamos da praia e percebemos mais duas barbatanas, que acreditamos serem baleias-piloto”, disse ao The Dodo.

Foto: Verity Waru

Eles se aproximaram e perceberam que as barbatanas não pertenciam a baleias-piloto, mas a três orcas selvagens.

A água do mar estava agitada porque as orcas perseguiam arraias perto da costa. No entanto, uma das orcas encalhou.

Inicialmente, Waru não tinha certeza se ou como eles poderiam ajudar a orca, mas o grupo notou que o animal estava em perigo e precisava de ajuda.

Embora geralmente seja errado empurrar animais encalhados de volta para a água, Waru e sua família viram como a orca encalhou e que ela só precisava de um pequeno impulso.

“Não tínhamos certeza de que poderíamos ajudar a baleia a voltar para seus irmãos, [que] estavam um pouco mais distantes no oceano, mas sabíamos que deveríamos dar uma chance”, disse Waru.

Foto: Verity Waru

Waru, seu amigo Dan Jackson, outros banhistas e até mesmo um cachorro pularam na água para ajudar a orca enquanto a esposa de Waru filmava o esforço de resgate.

“A orca se contorceu quando toquei pela primeira vez. Pensei que provavelmente era a primeira vez que ela era tocada por um ser humano. Foi incrível ter confiado em nós”, contou.

Porém, fazer com que a orca voltasse para as águas mais profundas foi um desafio, tanto para o animal como para as pessoas.

“A baleia estava lutando para retornar ao mar enquanto as ondas a empurravam. Trabalhamos juntos para alinhá-lo e aguardamos uma onda para o impulso necessário”, relatou Waru.

A orca sabia o que fazer. Quando a onda certa finalmente chegou, ela a usou para ir para águas mais profundas e foi finalmente libertada. Todos comemoraram quando ela conseguiu.

“Foi maravilhoso apenas ver uma orca na natureza, mas poder tocar e ajudar a salvar uma orca é uma experiência que nunca esqueceremos”, concluiu Waru.

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Histórias Felizes

Cão covardemente agredido conhece a bondade humana

Quando foi resgatado, o cão estava em uma condição terrível porque sofreu nas mãos de um desconhecido e ficou gravemente ferido.

Foto: Guardians of the Voiceless/Facebook

Ele precisava urgentemente de ajuda médica  Felizmente, seus salvadores chegaram a tempo e fizeram o que estava ao seu alcance para salvar o cão e ajudá-lo a se recuperar. Agora, Gazi está mais feliz do que nunca, vivendo com uma família amorosa no Reino Unido.

Quando Gazi foi encontrado pela primeira vez, sua mandíbula e sua perna estavam quebrados, ele estava desnutrido e desidratado e seu corpo estava coberto de sarna. “Ainda lembramos o dia em que o resgatamos como se fosse ontem”, escreveu o Guardians no Facebook.

Foto: Guardians of the Voiceless/Facebook

Embora seu corpo estivesse pronto para desistir, ele abanava o rabo enquanto a equipe tentava salvá-lo. Embora sua confiança tenha sido seriamente abalada, Gazi ainda era muito amoroso.

Após meses de tratamentos diários e cuidados dedicados, ele começou a melhorar. O cão finalmente ficou mais saudável e passou a ser ativo e brincalhão, revela o One Green Planet.

Logo, a vida de Gazi estava prestes a mudar novamente. Michelle e Paul, que queriam adotar outros dois cães, Hashi e Roshni, souberam que os animais, infelizmente, não haviam sobrevivido aos seus ferimentos. Seus corações estavam despedaçados,  mas eles queriam salvar uma vida e foi a de Gazi que transformaram.

Foto: Guardians of the Voiceless/Facebook

A mudança dele para o Reino Unido levou mais de seis meses, mas o esforço valeu a pena. Agora, o cão especial vive com uma incrível família amorosa e possui muitos irmãos de quatro patas. Ele também ganhou um novo nome: Wicket.

“Você é um menino tão especial e deixou uma marca em nossos corações. Todos nós estamos comemorando em todo o mundo que você está tendo uma vida maravilhosa!”, escreveu o Guardians sobre o filhote.

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Esquilos após resgate
Notícias

Bebês esquilos têm reencontro tocante com a mãe graças à bondade humana

Michael Keida verificava os danos a sua fazenda perto de Tóquio, no Japão, quando notou algo estranho em meio às cadeiras derrubadas e aos galhos e folhas espalhados.

Esquilos caídos da árvore
Foto: Michael Keida

“Eu vi o que parecia um grande ninho de pássaros em cima de um tanque de coleta de chuva. Imaginei que poderia pertencer a um papagaio, mas quando procurei pelas folhas e cascas de palmeira, vi um animal que me surpreendeu. Rapidamente, percebi que era um bebê esquilo e que havia três no total”, contou ao The Dodo.

Keida nunca tinha visto esquilos tão pequenos antes. “Eles pareciam ter nascido nos últimos dias. Seus olhos ainda não estavam abertos e seus pelos eram muito curtos”, observou.

Como amante dos animais, Keida compreendeu que os filhotes adoráveis poderiam sofrer graves consequências se não agisse rapidamente. Os esquilos nascem cegos e indefesos – eles dependem completamente da mãe por um período que varia de dois a três meses após o nascimento. Separados dela pela tempestade, a chance de sobrevivência dos filhotes era pequena, especialmente em uma idade tão jovem.

Incerto sobre a melhor maneira de ajudá-los, ele procurou ajuda na internet e publicou uma foto dos esquilos pedindo conselhos. “De todos os sites que li, a informação mais comum era mantê-los aquecidos e levá-los a sua mãe o mais rápido possível”, explicou.

Enquanto ele considerava criar os filhotes sozinho, Michael sabia que eles teriam uma chance melhor de sobrevivência se ele pudesse reuni-los com a mãe.

A possibilidade de a mãe retornar era pequena mesmo que Keida conseguisse consertar o ninho, mas ele sabia que era preciso tentar.

“Coloquei o material seco restante de seu ninho em uma pequena caixa. Adicionei um tecido de algodão suave para adicionar calor e, em seguida, fechei a caixa para que a mãe pudesse entrar facilmente, mas para que o ninho ficasse seguro”, esclareceu.

Levar o ninho de volta para a árvore provou ser um desafio. Keida viu uma série de galhos onde o ninho fora colocado, a cerca de oito a 10 metros do chão.

Esquilos após resgate
Foto: Michael Keida

Embora a pior parte do tufão estivesse acabando, as árvores ainda balançavam nos fortes ventos. Keida subiu a árvore tremendo e colocou o ninho onde ele fora construído originalmente.

Após completar a tarefa, ele desceu da árvore. “Presumi que a mãe não voltaria se estivesse por perto, então deixei a área e fui surfar para relaxar minha mente. Estava tão preocupado com eles e estava rezando para a mãe retornar e salvá-los”, disse.

Quando ele voltou algumas horas depois, percebeu que houve um pequeno movimento no ninho. Examinando a floresta, Keida viu um esquilo adulto nas proximidades e, enquanto se distanciava lentamente, ficou surpreso.

A mãe resiliente voltou e carregava seus filhotes para ficarem em segurança. “Eu tinha aprendido que os esquilos muitas vezes mantêm mais de um ninho e ela estava levando cada bebê para o outro ninho do outro lado da minha fazenda. Enquanto eu assistia de uma distância segura, suspirei aliviado”, afirmou

Ele identificou os bebês como esquilos de Pallas, uma espécie nativa de Taiwan. Muitos fazendeiros vizinhos consideram que esses animais são pragas, explicou Keida, e até o ano passado houve uma campanha para exterminá-los.

Esquilo em árvore
Foto: Thomas Brown/Wikimedia Commons

Outra pessoa poderia ter hesitado em ajudar ou até ignorado as criaturas indefesas, mas Keida sentiu uma ligação com os bebês e não podia deixar que eles fossem prejudicados.

Esta não é a primeira vez em que atuou como um salvador para animais grandes e pequenos. Desde que começou a morar no Japão, ele ajudou a libertar um animal capturado por uma linha de pesca, resgatou um tanuki (cão de guaxinim japonês) com uma perna quebrada e até mesmo devolveu  pepinos-do-mar ao oceano.

“Estamos todos juntos nesta vida. Nenhuma criatura é mais ou menos importante do que outra. Estou convencido de que cada vida é consciente de alguma forma de sua própria existência e, portanto, devemos valorizar e respeitar nossos semelhantes. Neste local de abundância, preciso tentar o máximo possível ajudar aqueles que estão ao meu redor”, concluiu.

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Cachorra encontrada abandonada
Notícias

Cachorra abandonada conhece a bondade humana e ganha uma segunda chance

A mulher informou que a cachorra não conseguia caminhar e estava deitada em uma sarjeta.

Cachorra encontrada abandonada
Foto: Little Lotus Rescue and Sanctuary/Facebook

Quando os ativistas chegaram à residência, as temperaturas estavam extremamente altas. A cachorra permaneceu deitada em um riacho cheio de água durante todo o dia debaixo do imenso calor.

Ela foi encontrada a mais de 10 metros da porta da frente da mulher e apenas a poucos passos de um galpão que poderia lhe oferecer algum alívio, mas a mulher não tinha nenhuma explicação sobre o caso.

A cachorra não conseguia se mover quando foi resgatada
Foto: Little Lotus Rescue and Sanctuary/Facebook

Desde o resgate, o Little Lotus Rescue and Sanctuary oferece atualizações regularmente. “Ela tem unhas muito longas e desgastadas que indicam que permaneceu imóvel por algum período. Está obviamente muito magra e desidratada”, escreveu o centro de resgate no Facebook.

A cachorra tem lutado para sobreviver e sua condição foi descrita como crítica.  Seu exame de sangue mostrou insuficiência renal e hepática, além de uma baixa contagem de glóbulos vermelhos, divulgou o One Green Planet.

Ela luta para se recuperar
Foto: Little Lotus Rescue and Sanctuary/Facebook

Porém, há boas notícias e a doce cachorra teve uma noite sem convulsão no sexto dia. O santuário ainda está receoso, mas mantém a esperança: “De modo algum, estamos livres das dificuldades, mas espero que possamos aprender mais sobre sua verdadeira condição médica que a deixou na sarjeta”, disse.

A mulher que originalmente encontrou a cadela não será acusada de crueldade ou negligência pelas autoridades, pois relatou ter descoberto o animal abandonado.

 

 

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Notícias

Cão enterrado vivo conhece a bondade humana momentos antes de morrer

Em Saint-Paul-d’Abbotsford, uma pequena cidade ao Sudeste de Montreal, no Canadá, um homem estava saindo para passear quando ouviu um cão chorando.

Foto: SPCA Montérégie/Facebook

Ao procurá-lo, ele se deparou com uma cena assustadora: uma pata saindo do chão. O homem rapidamente começou a empurrar a sujeira para longe e encontrou o boxer, que milagrosamente ainda respirava.

O cão estava estável, mas em estado crítico. Ele ficou sob os cuidados da SPCA Montérégie, onde estava se alimentando bem. Entretanto, infelizmente, sua condição piorou.

O pobre boxer morreu de um ataque cardíaco, provavelmente ocasionado pelo trauma que ele suportou, segundo o One Green Planet.

“Faço isso há 28 anos e esta é a primeira vez em que ouvi falar sobre um cachorro enterrado vivo”, disse a diretora da SPCA Montérégie, Linda Robertson, à CBC Canada.

A SPCA acredita que o cão pode ter sido estrangulado e depois atingido com um objeto não cortante antes de ser enrolado em um cobertor e enterrado.

“Acreditamos que eles pensaram que o cachorro estava morto [quando enterraram]”, acrescentou Robertson.

A polícia local está investigando o caso e esperamos que o responsável por esse crime tão hediondo seja punido em nome do cão inocente, que recebeu amor e o melhor cuidado possível antes de morrer.

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Jornalismo poético

A bondade de um professor

Reprodução | Facebook

 

Sala de aula e a prova sendo aplicada ao grupo

Ansioso um irmãozinho peludo entrou em busca de alimento despertando a atenção do professor que em silêncio abriu sua mochila

Pegou a sua própria comida e delicadamente ofereceu ao irmãozinho peludo que aceitou de pronto

Esperou com paciência ele comer, em seguida lhe serviu água

Ainda deu para ver quando o peludinho lambeu seu rosto enquanto o professor recolhia a vasilha, e assim ele se foi

Após acompanhá-lo até a porta, o professor voltou e sentou-se em seu lugar calmamente

Com palavras ensina-se sim, mas exemplos bons vão ser lembrados eternamente.

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Notícias

Cão dá exemplo de superação e bondade após ter rosto deformado por agressor

O Helen Woodward Animal Center é um abrigo de animais localizado em Rancho Santa Fe, na Califórnia (EUA), que acredita que os animais ajudam as pessoas e as pessoas fazem o mesmo por eles por meio da confiança e do amor incondicional.

Cão Dwayne foi encontrado nas ruas sendo agredido por causa de deformidade
Foto: Helen Woodward Animal Center/Facebook

O local já testemunhou dezenas de casos de crueldade contra animais, mas o mais recente, que é o de um cão com a boca deformada, pode ser o pior que eles já viram.

Dwayne, uma mistura Pointer de dois anos, foi encontrado nas ruas de Tijuana por um ativista. O pobre cão procurava desesperadamente por alimento enquanto moradores locais jogavam água fervente e pedras nele, pois se sentiam enojados por suas deformidades.

O ativista encontrou o tutor de Dwayne, que havia amarrado sua boca com uma terrível focinheira de arame e o espancava frequentemente com varas. Ele foi preso por outro crime e Dwayne foi deixado nas ruas para sobreviver.

Apesar dos maus-tratos, o filhote ainda acredita na humanidade
Foto: Helen Woodward Animal Center/Facebook

Para agravar essa triste história, Dwayne ficou ainda mais ferido ao ser atacado por dois cães grandes. O incidente provocou graves lesões em sua cabeça e ele quase teve as orelhas arrancadas.

Apesar de todo o tratamento horrível que tem suportado, ele não tem nada além de amor para oferecer a cada pessoa que conhece. O cãozinho abaixa a cabeça, lambe e suavemente pressiona o corpo em qualquer um que se aproxima dele.

Este filhote doce tem inspirado a equipe do centro com seu coração amável. Seu nome é em homenagem ao ator Dwayne Johnson, conhecido como “The Rock”, por causa da força e bondade que ele demonstra possuir.

O abrigo está determinado a dar a Dwayne a vida que ele merece. Especialistas irão reparar sua perna dianteira e cotovelo severamente malformados e uma cirurgia de reconstrução facial será agendada para corrigir a mutilação extrema de seu nariz e boca.

Quase US$ 14 mil já foram arrecadados para que Dwayne faça a cirurgia reconstrutiva que merece, segundo o One Green Planet.

Graças a um doador do Arizona, o abrigo já cuidou das feridas da cabeça do cãozinho e o castrou. Porém, as outras lesões são muito mais graves e custosas.

Após o tratamento, o cãozinho será colocado para adoção
Foto: Helen Woodward Animal Center/Facebook

O Helen Woodward observa que “o cotovelo do cão sobressaía em um ângulo doloroso. Seu focinho deformado fez com que sua respiração e o ato de beber fossem quase impossíveis”.

“É inacreditável. Este belo cão experimentou todo abuso e negligência desprezíveis que os seres humanos podem mostrar para um animal e ainda não se virou contra a humanidade. Ajudar animais como este está no coração do Helen Woodward Animal Center. Isso é o que defendemos e faremos tudo o que pudermos para cuidar dele e protegê-lo”, disse o presidente e CEO do Helen Woodward Animal Center, Mike Arms.

Atualmente, Dwayne está com uma família temporária para que não tenha que ficar em uma gaiola no abrigo. O Helen Woodward Animal Center diz que trará informações atualizadas sobre cada um dos tratamentos do filhote, que será colocado para adoção quando se recuperar completamente.

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Notícias

Trinta e quatro coelhos conhecem a bondade humana após serem resgatados de laboratório

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: New Life Animal Sanctuary/Facebook

Coelhos são belos e carinhosos animais e é difícil imaginar que alguém tente machucá-los. No entanto, isso é o que ocorre diariamente em instalações de testes de animais nos Estados Unidos.

Atualmente, calcula-se que em torno de 200 mil coelhos sejam usados em experimentos cruéis no país a cada ano. Alguns destes animais serão explorados para a pesquisa médica, mas muitos terão seus olhos pulverizados com tóxicos produtos químicos, com a finalidade de testar cosméticos humanos.

Foto: New Life Animal Sanctuary/Facebook

Existem outras maneiras de testar cosméticos e a ARME (Animal Rescue Media e Education) e a New Life Animals Sanctuary se empenham para acabar com essa covardia, conforme mostra o One Green Planet.

Quando um laboratório de San Francisco fechou, os pesquisadores concederam uma segunda chance aos animais explorados pelo local e contataram a ARME.

Foto: New Life Animal Sanctuary/Facebook

Um membro da equipe de resgate escreveu: “Os coelhos da mamãe passaram a vida inteira em um laboratório frio e aterrorizante onde foram tratados como ferramentas, números, nada mais do que uma experiência cruel e arcaica. Seus bebês foram trazidos a este mundo com o único objetivo de separá-los para serem testados”.

Foto: New Life Animal Sanctuary/Facebook

No total, os ativistas conseguiram salvar 34 animais: 17 coelhos adultos, sendo que duas eram mães, e 17 bebês.
Os coelhos afortunados têm desfrutado da bondade e do amor no New Life Animal Sanctuary na Califórnia, cujo lema é “Vida após os laboratórios”.

Foto: New Life Animal Sanctuary/Facebook

É urgente que testes em animais sejam proibidos em todo o mundo. Com tantas alternativas disponíveis e mais eficazes do que essa crueldade, os pesquisadores devem ajudar a construir um mundo de paz para todas as espécies.

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Notícias

Foto tocante mostra o momento em que um cordeiro abandonado conhece a bondade humana

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Edgar’s Mission/Facebook

O Edgar’s Mission Farm Sanctuary, localizado na Austrália, recentemente recebeu uma nova residente adorável chamada Simone. O cordeiro muito afortunado foi levado ao refúgio seguro depois que um bom samaritano o encontrou abandonado em um local recreativo.

Simone foi descoberta com as costas curvadas, a espinha e  as costelas proeminentes e um nariz ranhoso. Rapidamente, os ativistas a levaram para um hospital veterinário, mas, devido à crescente lista de problemas, a sobrevivência do pequeno cordeiro parecia muito difícil. Mas a equipe de resgate incrível se recusou a desistir, assim como Simone.

Com muito amor, paciência e um enorme ursinho de pelúcia, Simone começou a se recuperar de seu passado traumático.

O santuário explica: “Nos dias seguintes, encontramos diante de nós um dos animais mais gentis e corajosos, que amava e ainda não ama nada mais do que se aninhar no nosso colo e isso faz com que nossos corações quase irrompam de alegria…Ela é doce, é gentil e  está viva simplesmente porque alguém se preocupou em ouvir seu coração”.

Esta foto mostra o belo momento em que Simone percebe que nunca terá que temer o mundo novamente.

Embora ovelhas e cordeiros não sejam normalmente criados nas mesmas condições que outros animais explorados em fazenda sofrem, a carne de cordeiro é popular em fazendas de quintal. A maioria dos cordeiros nesta indústria é morta antes mesmo de completar um ano de idade e, às vezes, até mais cedo.

O que muitas pessoas não percebem é que vacas, galinhas, ovelhas, porcos e cabras não são, na verdade, animais “estúpidos”, que não se preocupam com seu destino.

Pelo contrário, esses animais são altamente inteligentes e experimentam emoções de uma maneira muito semelhante aos seres humanos. Por isso, é absurdo que continuemos a sujeitá-los a tanta dor e sofrimento.

É fundamental educar o público sobre os milhares de animais menos afortunados, que sofrem e morrem nessas instalações, segundo o One Green Planet. Como o lema do Edgar’s Mission diz, “se nós pudéssemos viver vidas felizes e saudáveis sem prejudicar outros seres … por que não faríamos isso?”

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Cachorra explorada para reprodução é salva da morte e conhece a bondade humana

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Kimberley Ann Barley
Foto: Kimberley Ann Barley

Alguém de uma fábrica de filhotes de Taiwan decidiu que esta pequena cachorra latia muito. Por isso, o responsável por ela cortou suas cordas vocais e, eventualmente, quando ela já não podia produzir filhotes para vender, a largou em um abrigo com altas taxas de mortes induzidas.

Foi nesse momento que a cachorra sem voz, traumatizada depois de anos de exploração, conseguiria a coisa mais próxima de um nome que poderia obter: uma identificação de aço em que se lia “143”.

Mas às vezes, mesmo uma cadela sem voz pode ser ouvida. Johanna Quinn, que trabalha com um resgate local chamado Heart of Taiwan Animal Care, encontrou-a lá. Ela conseguiu com que vários cães destinados à morte fossem transportados para o Canadá por meio da Eleven Eleven Animal Rescue.

Entre eles, estava a cadela chamada 143. Só que desta vez, deram a ela um nome verdadeiro: Akiko, que significa “brilho, brilhante”. Logo, Akiko acenderia uma luz no coração de uma mulher canadense.

Kimberley Ann Barley
Kimberley Ann Barley

Kimberley Ann Barley já estava em uma lista para adotar cães que vivem em abrigos. Ela soube que uma chihuahua de Taiwan precisava de um lar temporário. Barley não hesitou, levando a cachorra exausta para sua casa, que dormiu por dias.

“Ela tinha olhos gentis que saíam de sua pequena cabeça. Ela era pele e ossos e não tinha muitos pelos”, disse Barley. Akiko também tinha dirofilariose e vários dentes apodrecidos, que tiveram de ser removidos.

“Ela não tinha medo de mim, queria estar perto de mim e nos unimos instantaneamente”, contou Barley. Desde o início, a cachorra sabia que estava em casa. Barley precisaria de um pouco mais de tempo para se certificar de que isso fosse para sempre.

Kimberley Ann Barley
Kimberley Ann Barley

Embora quisesse dar a Akiko um lar definitivo, ela tinha acabado de mudar de carreira e não tinha certeza se iria encontrar espaço em sua rotina para uma cachorra, informou o The Dodo.

“Levei-a para conhecer potenciais adotantes. Segurei minhas lágrimas cada vez que alguém preencheu os papéis de adoção naquele dia”, desabafou. No final do dia, Barley tomara sua decisão:”Eu sabia que não podia deixar que minha amiga fosse adotada por alguém que não fosse eu”;

Assim, Akiko, que agora é chamada de Kiko, começou a viver com sua nova tutora e iluminou todos os aspectos de sua vida. A cachorra que estava na fila da morte sem cordas vocais encontrou sua voz e tornou-se um símbolo não só para os cães “sem esperança” que vivem em abrigos, mas para animais em todos os lugares.

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Cachorrinha salva da morte conhece a bondade humana pela primeira vez

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

The Forgotten Pet Advocate/Facebook
The Forgotten Pet Advocate/Facebook

Amantes de animais se esforçam para lhes dar a melhor vida possível. Por isso, quando vemos casos como o de Brandy, a jovem cachorra que aparece nas imagens, nos perguntamos como qualquer pessoa poderia negligenciar tanto a saúde de um cão.

Não existem muitos detalhes sobre que tipo de situação Brandy enfrentou, mas de alguma forma, ela acabou nas mãos do serviço de controle animal. Suas lutas, entretanto, não acabaram aí.

Com apenas dois anos, ela claramente suportou maus-tratos terríveis.  Extremamente magra, com sarna, pulgas e outras doenças, a pequena cachorra iria ter sua morte induzida no centro de controle animal.

The Forgotten Pet Advocate/Facebook
The Forgotten Pet Advocate/Facebook

Mas graças a um voluntário do Forgotten Pet Advocate, que percebeu o medo e a súplica nos olhos de Brandy, ela foi resgatada. A cachorra foi examinada por um veterinário, que permaneceu ao seu lado durante horas para ajudá-la a trilhar o caminho para a recuperação.

Uma mulher não conseguiu deixar Brandy sozinha todas as noites no escritório do veterinário e decidiu adotá-la. Em sua primeira noite, a cachorrinha dormiu aconchegada ao lado de sua tutora, provavelmente o primeiro ato de bondade que ela conheceu.

Brandy ainda tem um longo caminho para se recuperar, mas tem um veterinário cuidadoso e uma tutora que está dando a ela a vida que realmente merece. Na última imagem, é possível ver o amor nos olhos de Brandy enquanto observa, de olhos arregalados, a mulher que lhe deu algo que nunca teve.

De acordo com uma atualização do Facebook, Brandy já está começando a se sentir melhor e está se sentindo bem o suficiente para aproveitar os novos brinquedos que sua tutora lhe comprou, informou o One Green Planet.

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Família resgata quase mil animais em Dubai e ato de bondade muda suas vidas

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/A.K.Kallouche
Reprodução/A.K.Kallouche

Era o Ramadã de 2008 quando a moradora de Dubai Ursula Manvatkar se dirigiu para fora da comunidade. A área em si, porém, enfrentava um pouco de crise. Devido aos planos de desenvolvimento, os moradores saíram da comunidade, mas deixaram os animais domésticos para trás.

“Vários animais estavam sendo abandonados por moradores e nós fomos alguns dos últimos moradores a deixar a área. Como uma família que ama animais decidimos fazer algo por eles “, disse Manvatkar ao Gulf News.

A família contatou vários grupos de resgate de animais, mas a maioria era incapaz de ajudar por causa da enorme dimensão do problema, já que quase mil cães e gatos tinham sido abandonados pelos antigos moradores da área.

“Entramos em contato com diversos grupos de resgate de animais, mas eles não podiam fazer nada. Então, decidimos fazer algo por conta própria “, contou ela.

O que se seguiu foi um projeto enorme que se prolongou por mais de três meses – a família entrou em contato com corporações que estariam dispostas a financiar os esforços para resgatar e realojar todos os animais.

Na mesma época, a família também enfrentou um desafio pessoal – a mãe de Manvatkar foi diagnosticada com câncer de tireoide.

Hoje, sua mãe está completamente recuperada e Manvatkar acredita que foi graças ao bem que família fez ajudando os animais.

Este ato de bondade em relação os animais também passou a moldar a futura carreira de Manvatkar, que trabalhava no setor de marketing.

“Sempre senti que algo estava faltando. Por causa do programa de resgate de animais, as empresas que estavam envolvidas receberam uma boa quantidade de exposição. Em 2010, participei da distribuição de alimentos quentes em acomodações dos trabalhadores por conta dessas empresas. Isso também nos trouxe muita atenção e boa vontade “, disse ela.

Foi quando Manvatkar percebeu que suas verdadeiras paixões eram iniciativas de responsabilidades sociais corporativas (CSR).

“Decidi começar minha própria empresa. Hoje, lidamos com iniciativas de CSR e ajudo a identificar projetos com os quais as empresas podem contribuir “, disse ela.

“Tudo tem um lado positivo. Passamos por traumas emocionais, estresse e desafios financeiros. Mas conseguimos nos fortalecer”, acrescentou.

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