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Cerca de 70% dos cães destinados a abrigos no Japão são executados





Foto: Reprodução/ Made in Japan




À primeira vista e a olhos inocentes e destreinados, os japoneses podem parecer parecem loucos por bichos de estimação. Nas metrópoles do país, não é difícil encontrar casas de massagem, spas e restaurantes especializados em servir cães. Entretanto, a prática – já negativa – de comprar cachorros tem mais um lado obscuro e sua quase sempre inevitável consequência: o abandono.


Segundo estimativas da organização ALIVE, 70% dos cães que vão parar em canis públicos japoneses acabam sendo executados. Para termos de comparação, essa proporção na Grã-Bretanha é de cerca de 6 a 9%.


A maioria dos animais que chegam aos abrigos foi abandonada pelos tutores e alguns dos cães explorados para a caça são negligenciados logo após a temporada de assassinatos.


De acordo com ativistas pelos direitos dos animais, a ideia de adotar um cão abandonado é algo bem estabelecido em outros países desenvolvidos. No Japão, porém, muitos preferem comprar filhotes com pedigree, pela retrógrada crença de que os animais são objetos e símbolo de status.

Com informações do Made in Japan


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Referendo de iniciativa popular poderá determinar advogados para animais na Suíça


Pastora branca com filhote  Foto: sem crédito
Pastora branca com filhote Foto: sem crédito


A Suíça realiza, em março, um referendo sobre a proposta de que cada cantão do país seja obrigado a indicar um advogado para proteger animais domésticos de abusos – sejam eles bichos de estimação ou criados em fazendas. Recentemente o país mudou sua Constituição para garantir a proteção da “dignidade” da fauna e aprovou lei, no ano passado, estabelecendo os direitos de criaturas como canários, porquinhos-da-índia e peixinhos dourados.

“Os seres humanos acusados de crueldade contra os animais podem contratar um advogado ou ter um indicado para eles, mas os animais não podem”, disse o advogado Antoine Goetschel, segundo o jornal britânico The Sunday Times. Em 2007, o cantão de Zurique indicou Goetschel como “defensor dos animais” em uma experiência cujo sucesso encorajou grupos de defesa dos animais a organizarem uma campanha para o referendo. O Sunday Times afirmou que o grupo recolheu mais do que as 100 mil assinaturas necessárias para a realização da consulta popular a nível nacional.

Mas governo e fazendeiros são contrários à proposta, por temerem a adoção de normas mais rigorosas se a moção for aprovada no dia 7 de março. Na semana passada, foi organizada uma comissão chamada “Não à Iniciativa para Advogados Inúteis para Animais”.

De acordo com reportagem do Sunday Times, a lei para proteger aminais domesticados prevê que “animais sociáveis” como canários e porquinhos-da-índia não sejam criados sozinhos.

Tanques com peixinhos dourados não podem ter todas as suas faces de material transparente porque o peixe precisa de abrigo. As pessoas que quiserem ter cachorro têm que fazer um curso de quatro horas sobre os cuidados com bichos de estimação antes de responsabilizarem-se por um animal.

Fonte: O Globo



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Animais de estimação também precisam de check-up

Tosa, banho e compra de acessórios para bichos de estimação são ações corriqueiras para a maioria dos tutores. O problema é que esta agenda não inclui check-up de rotina dos animais. O Radar Pet, em recente levantamento realizado em todo país com tutores das classes A, B e C, apontou que apenas 24% dos responsáveis levam seus cães ou gatos a consultas periódicas. Descontando os que levam seus pets para tratamentos prolongados, o número cai para 11%, um índice considerado muito baixo por especialistas. Segundo a veterinária Angélica Rocha, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), mesmo cães e gatos saudáveis precisam ser avaliados a cada três meses.

Exagero? “Há dois meses atendemos um gato que apresentava sinais de intoxicação e, por já ter tido histórico de envenenamentos anteriores, sua tutora achava que poderia tratá-lo em casa”, lembra a veterinária. “Demos início a um tratamento, mas pouco depois o animal faleceu, de raiva. O animal vivia em sítio e não era vacinado”, conta. A imunização anual contra raiva – oferecida até em campanhas públicas – é justamente um dos itens verificados nas consultas de rotina. Em se tratando de vacinas, as pesquisas são ainda menos animadoras. Dados gerais das secretarias de Saúde das principais cidades brasileiras mostram que, para cada dezena de cães vacinados, apenas um gato recebe a proteção.

“Lembro de um cachorro que estava desenvolvendo uma pneumonia, mas o tutor não sabia e colocou o animal para se exercitar. O esforço piorou o quadro de saúde do cão, que já estava doente e faleceu”, explica Angélica. Convencida por experiências anteriores, a microempresária pernambucana Luziara Fonseca – que admite já ter sido negligente com seus bichinhos de estimação – hoje é apontada como exemplo pela veterinária de Magali, sua yorkshire terrier de 5 anos.

“Magali é a boneca da minha casa. Corro logo para a clínica quando ela apresenta qualquer probleminha de saúde”, desabafa. Segundo Angélica, Luziara faz questão de realizar exames preventivos em Magali. Até mesmo ultrassonografias. Para Luiz Luccas, médico veterinário e presidente da Comissão de Animais de Companhia (Comac) do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), check-ups periódicos e preventivos como os de Magali podem inclusive reduzir os custos de tratamentos e prolongar a vida do animal.

Mais do que tratar doenças, o veterinário deve acompanhar questões relacionadas à dosagem de medicamentos, vermifugação, alimentação balanceada e saúde oral. “Cada raça tem uma particularidade e precisa ser tratada assim”, completa Angélica Rocha. De acordo com ela, para citar peculiaridades de saúde de caninos, um cocker spaniel precisa de mais cuidados oftalmológicos; o shar pei e o pug apresentam problemas dermatológicos. Os labradores têm na coluna o ponto fraco, enquanto boxers carregam grande tendência a tumores.

Veja os números da pesquisa realizada em todo país:

– Apenas 24% dos tutores têm o hábito de levar seus bichos de estimação a consultas periódicas

– Descontados os pets que fazem tratamentos prolongados, o número cai para 11%

– No universo de 31 milhões de cães no Brasil, 30% são devidamente vacinados

– No caso dos 15 milhões de gatos, somente 4% são vacinados de acordo com as recomendações dos veterinários

– Mais de 74% dos tutores de cães e gatos da classe A afirmaram aplicar antiparasitário e 73% vermifugarem os animais sem consultar um veterinário.

Fonte: UAI

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Universidade não sabe o que fazer com cão doado a laboratório

Foto: Sérgio de Pinho Comércio da Franca
Foto: Sérgio de Pinho Comércio da Franca

O Departamento de Veterinária da Unifran, em Franca, no interior de São Paulo, ainda não sabe que destino dar ao cão Perré, visto morto pela própria tutora no laboratório de anatomia, na faculdade onde ela estuda, na semana passada.

A diretora do curso de veterinária, Antonella Cristina Bliska, disse que é preciso “aguardar” que fim terá o caso, já que o corpo do cão, desaparecido desde setembro, seria dissecado pelos alunos.

“Estamos aguardando decisão superior, pois existe uma polêmica. Imagino que a antiga tutora queira enterrá-lo, mas, como foi feito um boletim de ocorrência para averiguar como o animal chegou até a instituição, teremos que aguardar”, contou ela, por e-mail. De acordo com Antonella, o cão morto seria usado no laboratório pelos alunos do primeiro ano de veterinária para “estudar os posicionamentos dos órgãos nas cavidades torácica e abdominal”.

Em entrevista ao G1 na tarde desta quarta (28), a tutora de Perré, Gabriela Souza Ferreira, de 20 anos, contou que o vira-lata de três anos e cor preta fugiu de casa com outro cachorro da família, ainda desaparecido. Ela acredita que os dois foram atrás de uma cadela no cio. A Prefeitura alega que o animal chegou ao Canil Municipal “doente e agonizando” e que o procedimento indicado pelo veterinário dali foi sacrificá-lo.

Atropelamento

Antonella ressalta que o animal morto chegou à Unifran com outros “cinco cães já eutanasiados pelo serviço de Vigilância Sanitária”. De acordo com o relato dela, o laudo da Vigilância informa que “o animal foi recolhido na rua em estado de choque”, com “temperatura corporal abaixo do normal, as pupilas não se contraíam com a luz de uma lanterna e não reagia aos exames neurológicos”.

Segundo a professora, “o laudo também cita que o animal sofreu atropelamento e foi recolhido devido ao telefonema de um cidadão”. No entanto, o chefe da Vigilância Sanitária da cidade, Fernando Baldochi, não confirma a informação. “Não tem como dizer que o cachorro foi atropelado. O laudo não fala isso”. A própria Gabriela tem dúvidas. “O cachorro não parecia ter sido atropelado”.

Por causa dessa polêmica, Antonella e Baldochi reafirmaram a importância do que chamam de “guarda responsável” em relação aos bichos de estimação. “Se o tutor cuida e não oferece condições de fuga, isso não acontece. O cuidado tem que ser feito com responsabilidade”, comentou Baldochi.

“Na rua, o animal fica livre e longe da supervisão do tutor”, afirmou Antonella, sugerindo que Perré pode ter se afastado demais de casa, brigado com outros cães ou ter sido atropelado mesmo. Ela defende o cadastro dos animais para que se tenha contato com o responsável em caso de problemas.


Nota da Redação: Todos os protetores dos animais sabem o que é guarda responsável, defendem-na e ajudam a disseminá-la. Gabriela, no entanto, não parece ter submetido Perré à falta de cuidados e preocupou-se logo que notou seu desaparecimento, procurando pelo cachorro de diversas maneiras. A guarda responsável é fundamental, importantíssima, mas não deve ser usada como justificativa para um assassinato e para a descriminalização de uma situação lamentável.

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Caranguejeiras sumidas há décadas são reencontradas na Mata Atlântica

Pesquisadores do Instituto Butantã publicaram no mês passado um artigo que descreve três aranhas caranguejeiras da Mata Atlântica – duas novas espécies e uma velha conhecida, sumida há décadas e reencontrada recentemente. Antes mesmo de serem catalogadas pelos cientistas, pelo menos duas delas já foram contrabandeadas e vendidas em pet shops virtuais na Europa. O crime motivou os pesquisadores a acrescentar um anexo pouco usual ao trabalho divulgado na revista científica ZooTaxa: um apêndice com fotos e informações para funcionários de alfândegas e órgãos de policiamento ambiental. A iniciativa fez sucesso e o artigo foi o mais acessado no site da revista durante o mês de setembro: 8.149 downloads.

Os biólogos Rogério Bertani e Carolina Sayuri Fukushima encontraram as aranhas no sul da Bahia durante uma pesquisa de campo financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). A Avicularia diversipes já havia sido descrita em 1842, mas desaparecera nos raros remanescentes de Mata Atlântica do Nordeste. Os dois pesquisadores reencontraram um exemplar entre as folhas da floresta. Bertani solicitou a um museu de Berlim o envio do espécime que baseara a descrição em 1842. O corpo da caranguejeira morta há mais de um século ainda mantinha o brilho azulado das patas: exatamente como a aranha recém-coletada.

Internet – A alegria só não foi maior porque os cientistas logo perceberam que não precisavam passar vários dias na mata para realizar a redescoberta. Bastaria navegar na internet. Contrabandistas já abasteciam pet shops no Velho Mundo com a caranguejeira. O preço de uma aranha desse tipo costuma variar de R$ 75 a R$ 90. Uma das novas espécies descritas no artigo – a Avicularia sooretama – também entrou no circuito do tráfico internacional de animais. Durante uma viagem por museus de história natural na Europa, Carolina descobriu que a caranguejeira recém-descoberta já estava à venda do outro lado do mundo.

Mas as aranhas brasileiras não atraem só a cobiça de adolescentes que procuram bichos de estimação pouco usuais. Farmacêuticas têm grande interesse nos animais, sem falar na indústria química e nos laboratórios de cosméticos. “De um modo geral, os animais mais procurados são aqueles com veneno”, aponta Bruno Barbosa, coordenador da Divisão de Fiscalização do Acesso ao Patrimônio Genético do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Ele explica que as toxinas costumam ser ótimas candidatas para novos princípios ativos de fármacos.

Remédios – “Estima-se que 40% dos remédios são fruto de pesquisa biotecnológica. O Brasil contém 20% das espécies do planeta”, calcula Barbosa. “Não é difícil intuir o valor do patrimônio genético nacional”. Para Bertani, a vida nas grandes corporações fica cada vez mais fácil. “Não precisam mais vir até aqui e embrenhar-se na mata: basta visitar uma loja de animais do outro lado da rua”, ironiza. Barbosa defende um levantamento amplo de todos os produtos biotecnológicos patenteados lá fora que usaram biodiversidade brasileira. Este seria o primeiro passo para o país exigir uma compensação econômica e tecnológica em função do uso do material. “O dinheiro obtido com a fauna e a flora brasileiras deve retornar ao país para ser reinvestido em novos projetos de pesquisa”, opina Robert Raven, editor da ZooTaxa e curador do Museu Queensland, localizado na Austrália.

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Cientistas investigam origem da relação da humanidade com cães e gatos

Em busca de um tutor
Foto: Martin Harvey e Arthur Baensch/Corbis/Latin Stock
Foto: Martin Harvey e Arthur Baensch/Corbis/Latin Stock

Há tempos se sabe que os laços afetivos entre a humanidade e seus dois bichos de estimação favoritos, o cão e o gato, se estabeleceram faz pelo menos 10.000 anos. Agora, os cientistas tentam descobrir mais detalhes sobre as origens desses dois casos de amor – em que lugar do mundo e de que maneira as duas espécies foram domesticadas. Uma das principais aliadas das pesquisas tem sido a genética, sobretudo o DNA mitocondrial, aquele que passa quase intacto das mães para os filhos. Com ele, os biólogos conseguem construir as árvores genealógicas das espécies.

A maior análise genética da história evolutiva dos cães foi publicada há duas semanas na revista científica Molecular Biology and Evolution. O estudo traz duas novidades. A primeira é que os 250 milhões de cães que atualmente vivem no planeta descendem de uma única linhagem, proveniente de lobos que foram domesticados entre 14.000 e 11.000 anos atrás no sul da China. A segunda novidade é que, a princípio, os cães eram criados não para ajudar o ser humano, mas para lhe servir de jantar. Só mais tarde foram incumbidos de tarefas mais “nobres”, como a caça e a guarda. Essa teoria é reforçada pelo fato de que até hoje os chineses consideram os cães uma iguaria.

Para chegarem à conclusão de que os cães eram criados para o abate, os pesquisadores do Instituto Real de Tecnologia, da Suécia, se basearam em achados arqueológicos, na China, de ossos caninos entre restos de comida. Para reconstituírem a árvore genealógica canina, os cientistas compararam o DNA mitocondrial de 1.712 cães da Ásia, da África e da Europa. Todos os animais tinham informações genéticas muito parecidas, uma pista de que os lobos se domesticaram de uma só vez. “Se os cães tivessem surgido em várias épocas, provenientes de lobos de diversos continentes, seu DNA seria provavelmente muito mais distinto”, afirmou o biólogo Peter Savolainen, que coordenou o estudo.

Os pesquisadores acreditam que o sul da China tenha sido o berço dos primeiros cães porque a diversidade genética entre os animais dessa região é muito maior do que a existente entre os cachorros dos outros locais. “A diversidade genética precisa de tempo para acontecer”, afirma Savolainen.

Uma pesquisa muito parecida, realizada pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, constatou que o primeiro gato a fazer parte dos povoados humanos viveu há cerca de 10.000 anos no Crescente Fértil, região entre Israel e o Iraque que abrigou os primeiros povoados humanos fixos. O estudo comparou o DNA mitocondrial de 979 gatos domésticos e selvagens, além de fazer a análise de cromossomos dos gatos – a mesma que é efetuada em testes de paternidade e na identificação de cadáveres pela polícia. Os pesquisadores concluíram que o gato caseiro surgiu de uma só subespécie do gato selvagem, a Felis silvestris lybica. Nenhuma outra espécie tem o DNA tão parecido com o dos gatos domésticos.

Assim como no caso dos cães, a domesticação aconteceu apenas uma vez. Quando o gato doméstico viajou para lugares distantes, a bordo de barcos mercantes ou carroças, surgiram raças mais antigas, como siamesa e korat, da Tailândia. As raças apareceram naturalmente. Em pequenos grupos isolados da população principal, mutações genéticas se tornam traços predominantes com facilidade. O mesmo fenômeno explica as diferentes cores dos olhos, da pele e dos cabelos entre os homens.

A domesticação do gato foi consequência da evolução de outras duas espécies: o camundongo e, no reino vegetal, o trigo. Há 12.000 anos, os caçadores-coletores do Oriente Médio deixaram de ser nômades para se fixar nas terras e se dedicar à agricultura. Os estoques de cereais acumulados após a colheita eram chamariz para os ratos. Apareceu assim o camundongo doméstico – uma espécie menor que os roedores selvagens. Atraídos pelos ratos pequenos e pelos restos de comida, os felinos começaram a entrar nos povoados. “Os gatos selvagens que conseguiam conviver melhor com o homem logo proliferaram”, diz Eduardo Eizirik, especialista em biologia molecular de felinos, da PUC do Rio Grande do Sul.

Como os gatos não atrapalhavam as pessoas e colaboravam para eliminar roedores e pequenas cobras, a convivência prosseguiu sem conflitos. Posteriormente, a humanidade se afeiçoou aos felinos. Gravuras e cerâmicas de 10.000 anos atrás mostram que eles já faziam parte do cotidiano das aldeias. Em 2004, arqueólogos franceses descobriram na Ilha de Chipre uma ossada humana sepultada ao lado de um pequeno gato. O achado, de 9.500 anos, leva a crer que já havia gatos nos primeiros barcos que povoaram as ilhas do Mediterrâneo. Milênios depois, eles encantaram os egípcios, que há 4.000 anos os mumificavam e representavam deuses em forma de felinos. Com a construção da árvore genética dos cães e dos gatos, a ciência reconstitui de maneira cada vez mais precisa o início da amizade entre essas espécies e a humanidade.

Foto: AFP
Foto: AFP

A chave do tamanho

Foto: Getty Images/ Corbis/ Latin Stock e Istockphoto
Foto: Getty Images/ Corbis - Latin Stock e Istockphoto

Há cães pequeninos, como o chihuahua, e enormes, como o dinamarquês (ambos na foto acima). Essa diferença de tamanho não ocorre entre os gatos, cujas raças têm dimensões semelhantes e se distinguem principalmente pelo comprimento da pelagem. A explicação para isso é que, desde a pré-história, o ser humano realizou seleções artificiais dos cães na tentativa de aumentar habilidades como o faro, a velocidade ao correr atrás da caça ou a sociabilidade. Os gatos, por não serem tão “úteis”, passaram por menos seleções que os cães. Isso também explica por que os gatos são mais independentes do que os cães e sobrevivem mesmo sem a ajuda do tutor.

Fonte: Veja

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Bichos de estimação inspiram belas músicas

Quem ouve “Martha My Dear”, dos Beatles, pode achar que o título da canção se refere a alguma mulher. Mas, na verdade, Martha era o nome da cadela de Paul. Como essa, muitas outras belas músicas foram compostas para bichos de estimação.

Confira a nossa lista com algumas das canções mais tocantes que tiveram como inspiração animais que eram queridos dos músicos.

“Martha My Dear” – The Beatles

Martha era o sheepdog de Paul McCartney. Apesar de ter dado nome à canção, a letra é dedicada a Jane Asher, mulher por quem o beatle era apaixonado.

httpv://www.youtube.com/watch?v=r9Or0LTcn58

“Ben” – Michael Jackson

Aos 13 anos, Michael Jackson gravou a canção tema do filme “Ben”, no qual um menino tem um rato de estimação com esse nome. A música concorreu ao Oscar de trilha sonora, falando da amizade entre a criança e seu bichinho. “Com um amigo para chamar de meu/Eu nunca serei solitário/E você, meu amigo, vai ver/Que tem um amigo aqui”, diz a canção.

httpv://www.youtube.com/watch?v=SYbTt12qrtE

“I Love My Dog” – Cat Stevens

Em 1966, Cat Steven lançou seu álbum de estreia. Em uma das canções, aproveitou para declarar seu amor a um cachorro. “Eu amo meu cão tanto quanto eu te amo/Mas você pode desaparecer, meu cachorro sempre estará comigo”.

httpv://www.youtube.com/watch?v=uWT2qHVftGk

“Old King” – Neil Young

No álbum “Harvest Moon”, de 1992, Neil Young conta uma bela história sobre um homem e seu cachorro. “Eu tinha um cachorro e seu nome era King/Eu contava de tudo ao cachorro”

httpv://www.youtube.com/watch?v=FMbSxOF9SVs

“Smelly Cat” – Phoebe Buffay

No seriado “Friends”, a personagem Phoebe (de Lisa Kudrow) adora cantar. Sua composição mais famosa é “Smelly Cat” (Gato Fedido), uma canção em homenagem ao pobre gato que não tem culpa por cheirar mal. “Eles não te levam ao veterinário/ Obviamente você não é o pet preferido deles/ Gato Fedido, não é culpa sua”.

httpv://www.youtube.com/watch?v=XNXIZuIBJKs

“Do Sétimo Andar” – Los Hermanos

A canção escrita por Rodrigo Amarante é uma grande incógnita. Há quem diga que representa a fala da mãe de um mendigo, outros apostam que é sobre uma pessoa louca. Mas uma das teorias é que fala de um cachorro que fugiu. O autor nunca contou qual foi a inspiração para os versos, mas eles têm tudo a ver com a história de um cão: “Deus sabe que o que eu quis foi te proteger/ Do perigo maior que é você/ E se numa esquina qualquer te vir, será que você vai fugir?”.

httpv://www.youtube.com/watch?v=tMm_HxbI9P8

Fonte: ABRIL.com

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