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Tutora vende tudo o que tem para pagar cirurgia de cachorro doente

Uma mulher decidiu vender tudo que ela tinha para pagar a cirurgia de um cachorro tutelado por ela. Dolly-Ann Osterloh, de 32 anos, mora em Londres, na Inglaterra, e durante 24 horas abriu as portas de casa para comercializar todos os seus bens. O único objetivo que ela tinha era salvar a vida de Snoopy, que vive com ela há 9 anos e foi diagnosticado com um problema cardíaco grave.

(Foto: Reprodução / Zoorprendente)

O único procedimento que poderia salvar a vida do cachorro só é realizado em Paris, na França, e tem um alto custo. A doença foi descoberta após Snoopy começar a apresentar dificuldade para respirar.

Após pedir dinheiro para amigos e familiares e juntar todo o valor que possuía, ainda faltavam 10 mil euros para a tutora fechar a quantidade necessária para arcar com os gastos da cirurgia, que precisaria ser paga à vista. Ela, então, vendeu tudo o que tinha. Para ela, a única coisa que não tem preço e, por isso, não pode jamais ser comercializada, é Snoopy. As informações são do portal Zoorprendente.

 

“Você pode comprar tudo o que vê: minhas roupas, meus móveis, minha maquiagem, até a chave da minha porta, se quiser… Exceto meu cachorro. Tudo tem um preço, as pessoas podem ver o armário e dizer: ‘Eu quero o seu saleiro e pimenteiro’. E ficarei bem sem sal e pimenta por um mês”, disse Dolly-Ann.

(Foto: Reprodução / Zoorprendente)

Snoopy foi adotado por Dolly-Ann. Ela o encontrou em um abrigo nos Estados Unidos. O cão havia sido retirado de uma lata de lixo na época de Natal e levado à entidade.

“Snoopy é a minha vida, é como um membro da minha família. Não há nada mais valioso para mim. Todas essas coisas materiais não significam nada comparado ao meu cachorro”, afirmou.

Além da venda dos próprios bens, Dolly-Ann iniciou uma campanha de arrecadação de recursos e de conscientização sobre a doença cardíaca que afetou Snoopy. Entre as iniciativas da campanha, está a venda de camisetas.

(Foto: Reprodução / Zoorprendente)

“Eu discuto com meus colegas, mas nunca discuto com meu cachorro”, contou Dolly-Ann, que conseguiu levar Snoopy até Paris para que ele fosse operado. A cirurgia foi um sucesso e o cão ganhou a chance de viver mais longos anos ao lado da tutora.

“As pessoas fazem tudo pelos seus cães. Não há nada material que possa corresponder ao relacionamento que estabelecemos com um cão”, explicou.

Em recuperação, o cachorro está recebendo cuidados especiais e terá que ser submetido a check-ups a cada três meses.

(Foto: Reprodução / Zoorprendente)
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Animais estão entre bens apreendidos na Justiça

da Redação

De acordo com o último levantamento do Conselho Nacional de Justiça, existem hoje em todo o país mais de três bilhões de bens apreendidos – guardados em depósitos – à espera de uma decisão judicial. O objetivo do conselho agora é tentar evitar que tudo isso estrague com o tempo.

Entre carros, caminhões, motos, jet-skis, carrinhos de bebê, bicicleta, obras de arte, produtos de beleza, além de aviões como os das falidas Transbrasil e Vasp abandonados nos aeroportos, estão animais apreendidos, em diversas ocasiões, pela polícia ambiental.

“Tem desde um galo que é apreendido em rinhas de galo, que vai até um cavalo de raça cujo preço atinge milhões de reais”, diz Paulo Tamburini, corregedor do Conselho Nacional de Justiça.

Todos esses bens, somados, valem mais de R$ 2 bilhões. Hoje, a lei prevê apenas o leilão de bens apreendidos com traficantes ou para pagamento de dívidas judiciais já executadas. Nos demais casos, só ao final do processo ou se antes houver acordo entre as partes. A solução está na aprovação de um projeto de lei que está no congresso, que permitiria o leilão antecipado.

O presidente da OAB apoia a ideia da venda antecipada dos bens. “É um projeto que tem uma simpatia na medida em que ele não prejudica o acusado. O dinheiro ficará guardando dentro do estado, afim de que se espere, então, o julgamento final do processo”, declara Ophir Cavalcante.

Com informações de Correio 24 Horas

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