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Jovens são indiciados por maus-tratos após induzirem cão a ingerir bebida alcoólica

Reprodução/Facebook/Salvando Vidas Maringá

Jovens que induziram um cachorro a ingerir bebida alcoólica em Marialva, no Paraná, foram indiciados pela Polícia Civil de Maringá pelo crime de maus-tratos. O crime, promovido no final de maio, foi registrado em um vídeo.

Nas imagens, um jovem aparece colocando a mão dentro de um copo com um líquido de cor vermelha e oferecendo ao cachorro, que lambe. Em seguida, é colocada uma bebida, que aparenta ser vodka, na vasilha do animal. Na publicação, os rapazes afirmam que trata-se de “vodka pura”.

O caso repercutiu após uma ONG repostar o vídeo na internet. Nas redes sociais, o delegado Matheus Laiola, da delegacia de Proteção ao Meio Ambiente do Paraná, também publicou as imagens e informou que iniciaria uma investigação.

De acordo com o delegado Luiz Henrique Vicentini, responsável pelo inquérito, o tutor do cachorro o submeteu a um exame para tentar provar que não houve ingestão de bebida alcoólica.

Vicentini, no entanto, explicou ao G1 que, “pela possível quantidade ingerida, o exame é considerado inconclusivo. Para uma alteração, seria necessária uma grande ingestão de álcool”.

Em depoimento, os jovens negaram ter induzido o cão a beber vodka. Eles afirmam ter dado suco e água ao animal.

Caso sejam condenados pela Justiça, os rapazes podem ser condenados a até um ano de detenção, além de multa. Eles também podem perder a guarda do cachorro, conforme solicitado ao juiz por uma ONG.


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Jovens submetem cão a maus-tratos ao induzi-lo a ingerir bebida alcoólica

Reprodução/Facebook/Salvando Vidas Maringá

Jovens induziram um cachorro a ingerir bebida alcoólica em Maringá, no Paraná. A cena foi registrada em um vídeo (veja abaixo), publicado nas redes sociais no sábado (30).

O caso de maus-tratos repercutiu após ser replicado pela ONG de proteção animal Salvando Vidas. Nas imagens, um rapaz molha o dedo em um copo com bebida e o coloca diante do cão, que lambe. Em seguida, vodka é colocada em uma vasilha de ração e oferecida ao animal, que bebe o líquido.

Um boletim de ocorrência foi aberto pela Polícia Civil para que investigações sejam feitas.

O delegado Matheus Laiola, da delegacia de Proteção ao Meio Ambiente do Paraná, explicou ao G1 que um médico veterinário confirmou, após analisar o vídeo, os maus-tratos.

O caso, ainda de acordo com o delegado, foi repassado à Delegacia de Polícia Civil de Maringá, que ficou responsável por apurar o crime.

Reprodução/Facebook/Salvando Vidas Maringá

Os jovens envolvidos no crime terão que prestar depoimento à polícia, segundo o delegado adjunto da delegacia de Maringá, Luiz Henrique Vicentim.

“Se confirmada a prática do crime de maus-tratos, os jovens podem cumprir pena de detenção de três meses a um ano, além do pagamento de multa”, disse o delegado.

Risco de morte

Bebidas alcoólicas são tóxicas para animais e podem levar ao desenvolvimento de gastrite, úlcera, problemas renais e neurológicos e baixa imunidade. Caso o animal beba o suficiente para ficar bêbado, ele perderá a coordenação motora e poderá se acidentar e ficar ferido.

Em situações mais extremas, o álcool pode levar o animal à morte. Há alguns anos, um filhote de cachorro resgatado em coma alcoólico em Curitiba, no Paraná, quase morreu. A vida do animal só foi salva graças à ação rápida dos policiais Moreira e Renê, que encontraram o cão na rua e o levaram ao veterinário.


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Jovens arremessam galinha e forçam ave a consumir bebida alcoólica

Reprodução

Uma galinha foi vítima de maus-tratos durante uma festa realizada em Marília, no interior de São Paulo. A ave foi arremessada para cima, caindo no chão, além de ter sido forçada a ingerir macarrão instantâneo e bebida alcoólica. O caso foi denunciado ao Ministério Público pela Comissão de Direito Animal da Ordem dos Advogados (OAB) de Marília.

Vídeos que registram a crueldade cometida contra a ave foram divulgados nas redes sociais. A festa teria sido realizada no último sábado (23), em meio à pandemia de coronavírus.

Nas imagens (confira abaixo), é possível ver um rapaz chacoalhando a galinha, de cima para baixo, repetidas vezes e, em seguida, arremessando a ave, que é jogada para o alto, bate as asas e cai no chão. A galinha também foi forçada a ingerir pinga e macarrão, o que pode acarretar sérios prejuízos a sua saúde.

A comissão OAB informou, através das redes sociais, que recebeu denúncias “acompanhadas por prints, vídeos e fotos que mostram um grupo de jovens humilhando e forçando uma galinha a consumir álcool”.

Quatro jovens envolvidos no crime já foram identificados, explicou ao G1 a presidente da comissão, Giovana Poker.

“Nós também já reunimos as provas de crime de ambiental e maus-tratos”, disse. Segundo ela, o caso foi repassado ao Ministério Público. “Como é uma ação penal de competência pública é o Ministério Público que tem que entrar com essa ação. Provavelmente eles vão instaurar um inquérito penal para investigar o caso”, explicou. A Polícia Civil também foi acionada.

Os agressores do animal devem ser ouvidos pelas autoridades após instauração do inquérito. “Nós levantamos as informações dos quatro identificados com dados que vão facilitar inclusive a ação do Ministério Público”, disse.

Os jovens podem responder judicialmente por maus-tratos a animais, crime passível de detenção de até um ano, além de multa.

“O crime de maus-tratos está configurado no tratamento agressivo e degradante a que foi submetido o animal, que estava visivelmente assustado e estressado”, concluiu Giovana.

Através de uma publicação no Facebook, a comissão explicou que não descobriu ainda o endereço do local onde o vídeo foi gravado, e, por isso, não há informações sobre “a situação da ave que aparece sendo molestada nos vídeos”. A comissão finaliza pedindo: “se alguém tiver essas informações, por favor nos contate”.

Veja imagens dos maus-tratos cometidos contra a galinha:


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Burro explorado em corrida é forçado a ingerir bebida alcoólica na Colômbia

O burro foi forçado a ingerir cerveja pelo nariz e ficou visivelmente incomodado


Um burro explorado em uma corrida no Festival del Mango, na Colômbia, foi forçado a ingerir bebida alcoólica pelo nariz. O ato cruel foi registrado em um vídeo e revoltou internautas.

Reprodução/YouTube

O burro, chamado Muñeco, demonstra estar incomodado nas imagens. O caso tomou tamanha repercussão que o governador local, Nicolás García Bustos, usou o Twitter para comentar os maus-tratos impostos ao animal. As informações são do jornal La Vanguardia.

“Não é possível que, enquanto no governo promovemos a criação do Instituto de Bem-Estar e Proteção dos Animais, esses atos sejam apresentados no Departamento”, disse. “Rejeitamos qualquer atividade que envolva abuso de animais”, completou.

Ao ser questionada, a tutora do animal afirmou, em entrevista à emissora local Radio Guía, que não tinha intenção de maltratar o animal e que tudo aconteceu porque se “deixou levar pela emoção” da vitória, já que o burro venceu a corrida.


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Jornalismo cultural, Notícias

Britânicos produzem cerveja vegana a partir de sobras de pão

Por David Arioch

Quando o escritor e ativista britânico pela produção de alimentos com impactos socioambientais positivos Tristram Stuart visitou uma fábrica de sanduíches em 2016, percebeu algo marcante.

Hoje, uma equipe liderada por Stuart promove a produção da Toast Ale, uma cerveja premiada feita de pães (Foto: Divulgação)

Todos os dias, 13 mil fatias de pão eram descartadas. Enquanto refletia sobre o problema, visitou o Projeto de Cervejas de Bruxelas e encontrou a inspiração de que precisava: uma cerveja produzida com uma receita ancestral chamada Babylone, era feita com um ingrediente inusitado — o pão.

Hoje, uma equipe liderada por Stuart promove a produção da Toast Ale, uma cerveja premiada feita de pães. Michael Lawrence, membro da equipe, está visitando bares em Londres para conscientizar as pessoas sobre os perigos do desperdício de alimentos e promover soluções simples, locais e inovadoras que possam ajudar a reduzir este problema.

“A cerveja de pão torrado é uma maneira incrível de readequar os excessos da produção de alimentos, e é também um produto delicioso resultante do estudo profundo de Tristam sobre o desperdício de alimentos,” disse Clementine O’Connor, oficial de programas para sistemas alimentícios sustentáveis da ONU Meio Ambiente.

“É um grande exemplo de como soluções inovadoras para o desperdício de alimentos podem crescer e operar em maiores escalas”, complementou.

As principais preocupações de Lawrence estão na ligação entre o desperdício de alimentos e a poluição do ar. Aterros sanitários, para onde a maior parte do lixo orgânico é destinada, libera metano.

Este gás nocivo, nas duas primeiras décadas após sua emissão, é 84 vezes mais potente do que outros gases do efeito estufa, como o dióxido de carbono. Para cada quilograma de comida que termina em aterros, quase quatro quilos de gases do efeito estufa são emitidos, relevou Lawrence.

Ele também explicou que todos os dias uma enorme quantidade de alimentos é transportada para aterros, resultando em emissões equivalentes a cerca de 39 milhões de veículos de passageiros. A missão maior da cerveja Toast Ale, que se tornou vegana em 2017, é resgatar um bilhão de fatias de pão que seriam desperdiçadas.

“Isso reflete a ambição do negócio, iniciar um movimento global e mudar genuinamente a atitude da sociedade em relação ao desperdício de alimentos”, enfatiza Michael Lawrence.


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Descarte inadequado de bebidas alcoólicas está intoxicando gaivotas

Dezenas de gaivotas estão sendo resgatadas de praias britânicas após ingestão bebidas alcoólicas descartadas de forma indevida.

Dezenas de gaivotas estão sendo resgatadas de praias britânicas após ingestão bebidas alcoólicas descartadas de forma indevida.
Foto: Reprodução

A a ONG Sociedade Real de Prevenção à Crueldade Contra Animais (RSCPA) divulgou que os pássaros estão vasculhando as sobras de álcool em praias dos condados de Dorset, Devon e Somerset, no sudoeste da Inglaterra.

Nos últimos 15 dias, a instituição já tratou cerca de 30 aves desmaiadas e ‘cheirando a álcool’. Um pássaro intoxicado chegou a vomitar em um bombeiro que o resgatava.

“Quando peguei a gaivota, ela imediatamente vomitou em cima de mim e fedia a cerveja”, disse o bombeiro Virgil Turner, que foi chamado por pessoas que avistaram a ave cambaleando em um telhado. Turner ainda comentou que em 2017 ocorreram casos como esse, mas este ano houve um preocupante aumento.

Outros agentes da RSPCA na região resgataram muitas aves exibindo os mesmos sintomas nas últimas semanas.

Especialistas alertaram que as gaivotas podem estar bebendo álcool descartado em praias e comendo produtos derivados de grãos de uma cervejaria regional. As autoridades também preocupam-se pois, intoxicadas, as aves não são capazes de andar nem voar direito, o que prejudica a alimentação e torna-as presas fáceis.

O inspetor da RSPCA, Jo Daniel, disse ao The Times: “Assim que resgatamos as aves, elas parecem ter botulismo, mas a maioria parece se recuperar após vomitar .”

A ONG já recebeu mais de uma dúzia de telefonemas sobre aves bêbadas de toda a costa sul. A instituição está alertando cervejarias locais, destilarias e outros produtores de álcool para garantir que seus resíduos não prejudiquem a vida selvagem.

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Maus-tratos: homem faz cadela abandonada ingerir bebida alcoólica

Um homem, que não teve a identidade revelada, embebedou uma cadela abandonada no município de Auriflama, interior de São Paulo. Enquanto fazia a cadela, que é filhote e tem cerca de oito meses de idade, tomar o que aparenta ser whisky, ele registrava o ato em fotos que foram divulgadas por ele por meio da ferramenta ‘stories’ do Instagram.

Cadela abandonada é embebedada por homem (Foto: Reprodução / Instagram)

Usuários da rede social se revoltaram com o caso de maus-tratos. “É um absurdo que alguém faça uma atrocidade dessas com um animalzinho indefeso e ainda sinta orgulho em divulgar”, comenta um internauta.

Em uma das fotos, o homem registrou a cadela caída, sob efeito do álcool, embaixo de um carro.

A médica veterinária Vanessa Cervigni lembra que bebidas alcoólicas são prejudiciais para a saúde dos animais. “Levando em consideração, por exemplo, a diferença de tamanho do homem para um cão qualquer, a quantidade de whisky tem muito mais efeito do que para um ser humano”, diz a veterinária ao explicar que “um dos problemas mais comuns entre os cachorros, quando ingerem bebidas alcoólicas, é a chamada intoxicação alcoólica”.

Além da intoxicação, o contato do álcool com o estômago do animal, segundo Vanessa, “acaba causando também alguns outros problemas, como gastrite, úlcera, problemas renais e neurológicos, e baixa imunidade”.

Após ser resgatada, a cadela foi levada a uma clínica veterinária (Foto: Divulgação)

A presidente da Associação Protetora e Amparo Animal de Auriflama (APAA), Lourdes Brito, afirma que o caso deve ser tratado como crime, já que o ato de embebedar um animal é considerado maus-tratos. “O artigo 32 da lei 9.605 de 1998 condena o que ele fez. É preciso que as pessoas denunciem esse tipo de crime e acionem a Polícia, assim que presenciarem a situação”, diz ao portal Pô Auriflama.

Após saber da situação, a ONG foi às ruas para procurar pela cadela, que foi levada a uma clínica veterinária, onde recebeu os cuidados necessários.

“Está tudo bem com ela, mas provavelmente foi abandonada por alguém. Por isso, precisamos de padrinhos para ajudar na sua recuperação. O mais importante é encontrar um lar para que ela não passe mais por isso”, comenta Vanessa.

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Perigos aos animais durante as festas de final de ano

Enfeites atrativos, casa cheia de convidados, alimentos à disposição… As comemorações de Natal e réveillon são ótimas para os tutores, mas oferecem situações de risco para os animais de estimação. Especialistas indicam os acidentes mais comuns nesta época e dão dicas de como evitá-los.

(Foto: Reprodução)

Um brinquedo gigante cheio de bolinhas para puxar e morder. Provavelmente, é assim que o seu gatinho enxerga aquela linda árvore de Natal que você montou na sala. O resultado? Nem sempre os enfeites chegam intactos ao dia 25 de dezembro. Mas isso é o de menos. Pior mesmo é quando as comemorações de fim de ano causam acidentes – alguns até fatais – para os animais. “As festas podem ser catastróficas para os bichos, porque aumentam a quantidade de pessoas na casa e, com isso, a oferta de petiscos”, alerta a veterinária Ana Paula Madeira, do Hospital Veterinário Pompeia.

A atenção deve ser redobrada se o animal de estimação tiver pouco tempo de vida. “O perigo está nos filhotes de cães e gatos, que têm atração pelos penduricalhos. Em geral, os cachorros adultos não se interessam tanto pelos enfeites”, diz a doutora Carla Alice Berl, do Hospital Veterinário Pet Care.

Listamos os maiores perigos que o Natal e o Réveillon oferecem. Confira e saiba o que fazer para proteger o seu melhor amigo:

Bolinhas de Natal

Vários objetos redondos pendurados na árvore de Natal podem parecer brinquedos divertidos para o seu bichinho. “Já atendemos casos de gatos que chegaram a engolir uma bolinha inteira”, afirma a veterinária Carla Berl. “Os cachorros – principalmente os filhotes – costumam morder e ingerir pedaços dos enfeites”, completa. A melhor solução é deixar o pinheiro em um local fora do alcance dos animais e ficar sempre de olho. Também existem produtos vendidos em pet centers para afastá-los. É só aplicar uma pequena quantidade nos objetos. Os bichos vão desistir da “tentação” depois da primeira lambida, por causa do gosto ruim.

(Foto: Reprodução)

Pisca-pisca

Quem não gosta de ver o pinheiro de Natal todo iluminado quando anoitece? O problema é que as luzinhas oferecem grande perigo para os animais de estimação, que podem morder o fio e se machucar. “O pisca tem risco de choque elétrico e pode causar queimaduras na língua e no focinho, além de alterações neurológicas ou metabólicas mais graves”, explica Ana Paula Madeira. A indicação é a mesma das bolinhas: mantenha o enfeite longe do animal e fique sempre atento ao comportamento dele.

Bebida alcoólica

Nesta época do ano alguns animais chegam aos hospitais veterinários – pasme! – em coma alcoólico. “Isso acontece porque as pessoas costumam esquecer copos cheios em lugares de fácil acesso”, diz Ana Paula. Alguns tutores acreditam que, se a bebida não faz mal a eles, também não trará consequências para seu animal de estimação. No entanto, o álcool é absorvido ainda mais rapidamente pelo aparelho digestivo dos animais e metabolizado no fígado. Alguns dos efeitos são náuseas, vômitos, problemas respiratórios e coma.

Presente vivo

Há quem escolha presentear aquele amigo ou parente querido com um animal de estimação. A surpresa pode ser inesquecível, mas é bom pensar duas, três ou até vinte vezes antes de fazer essa opção. “Quando as pessoas não estão preparadas para receber um animalzinho, a situação pode acabar em abandono, que é crime ambiental”, alerta Ana Paula. O cuidado deve ser redobrado se o “mimo” for destinado a uma criança. Dependendo da idade, o novo tutor não terá responsabilidade suficiente para cuidar do bichinho e, nesse caso, a tutela fica por conta dos pais.

Fitas, sacolas e plásticos

As pessoas costumam colocar os presentes no chão, em torno da árvore de Natal. Por ficarem no piso, local de fácil acesso, as embalagens plásticas e fitinhas atraem cães e gatos, que podem morder e engolir os materiais. O perigo é parecido com o das bolinhas penduradas na árvore. Então, se o seu animal for do tipo curioso ou bagunceiro, guarde os presentes em um lugar que ele não alcance.

(Foto: Reprodução)

Fogos de artifício

Os cães têm uma audição muito aguçada, o que pode ser útil para que eles ouçam, de longe, quando o tutor chega ou quando algum perigo se aproxima. Mas o que é uma vantagem durante todos os outros dias torna-se um problema no período de festas. A explosão de fogos de artifício assusta os animais. “Recomendamos que os tutores fiquem próximos dos bichos, para tranquilizá-los. Também é bom colocar um pouco de algodão nos ouvidos deles”, diz Carla Berl. “Em alguns casos, os veterinários podem até prescrever calmantes”, afirma.

 Calor

As festas de fim de ano coincidem com o início do verão e, por isso, é bom tomar cuidado para evitar a desidratação. “Dê água gelada e deixe o animal em um lugar onde haja sombra. Paredes e pisos frios também são opções para o animal se encostar e se refrescar”, diz Carla. Outra dica é evitar passeios em horários muito quentes. De acordo com a veterinária, se o cachorro ou gato tiver pelagem clara e estiver exposto ao sol, o tutor deve passar protetor solar (produtos específicos para animais, encontrados em pet shops) em áreas mais sensíveis, como as orelhas.

Viagem de carro

Se for aproveitar a virada do ano na praia e o bichinho for junto, certifique-se de que a viagem será confortável. “O ideal é que tanto gatos como cachorros sejam levados dentro de caixas de transporte de tamanho adequado”, explica Ana Paula. “Evite alimentar o animal nas duas horas que antecedem a viagem, para que ele não vomite no caminho, e, se o percurso for longo, pare algumas vezes para o animal fazer xixi”, diz. Além disso, prefira viajar nos horários mais frescos – bem cedinho ou durante a noite.

Hotel
Quem vai viajar e não tem como levar o animal, pode optar por deixá-lo em um hotelzinho. Antes de escolher o estabelecimento, faça uma pesquisa para ver qual é mais confiável, se os profissionais são aptos a lidar com eventuais problemas de saúde, como são as instalações… “É importante deixar todos os seus contatos para que você seja encontrado facilmente no caso de uma emergência”, indica Carla.

Fonte: Revista Casa e Jardim

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Homem é preso nos EUA após intoxicar filhote de cão com vodca

Por Marcela Couto (da Redação)

Um morador de Iowa quase matou um filhote de cão da raça Puggle após despejar vodca pura na tigela de água do animal. O rapaz ainda encorajou o cãozinho a ingerir a bebida alcoólica.

o acusado de abusar do animal
Foto: Gazzeteonline.com

De acordo com a gazeta local, Jared L. Colony, 28, estava cuidando do filhote chamado Pip no dia 17 de outubro, e nos 30 minutos em que ficou responsável pelo animal decidiu dar-lhe a bebida alcoólica. Quando o tutor do cão retornou ao local, o pequeno estava inconsciente, respirando com muita dificuldade e sua língua estava pendurada para fora da boca.

Colony ainda teria dito ao tutor que “Pip só estava um pouquinho bêbado naquele momento”.

O filhote foi levado às pressas para um hospital veterinário, onde lutou pela vida por dois dias. Felizmente, ele sobreviveu à intoxicação alcoólica grave.

Colony foi preso por abusar do animal, crime que prevê até dois anos de prisão e uma multa de até 5 mil dólares. Por hora ele permanece na cadeia, mas poderá sair até o julgamento se pagar uma fiança no mesmo valor da multa.

Com informações de Examiner.com

 

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Frequentadores de reserva estão matando macacos com bebidas alcoólicas

(da Redação)

A cidade de Assis,  interior de São Paulo, tem uma pequena reserva florestal onde vive há muitos anos um grupo de macacos-prego. Há sete meses, estimava-se em mais de 120 o número de primatas que habitavam a área.

Macaco prego embriagado  Foto: APASS
Macaco-prego embriagado. Foto: APASS

Nos últimos dias, a população despencou para apenas 47. A atitude cruel, irresponsável e criminosa de algumas pessoas está matando os macacos-prego da reserva. Descobriu-se que eles estão consumindo, entre outras coisas, bebidas alcoólicas, dadas por frequentadores do parque.

A denúncia foi feita pela ONG APASS (Associação Protetora dos Animais Silvestres de Assis). Integrantes da APASS foram até o local e durante 15 dias conversaram com pessoas que dão comida (salgadinhos, doces, balas, bolachas, refrigerantes, cerveja e bebidas de alto teor alcoólico).

Macacos buscam comida   Foto: APASS
Macacos buscam comida. Foto: APASS

A APASS já levou ao conhecimento da Promotoria do Meio Ambiente, do IBAMA de Assis e da imprensa. “Começaremos com uma campanha educativa junto aos frequentadores para orientar o que pode e o que não pode ser dado para alimentação e os riscos de contaminação viral e bacteriano para os animais e para as pessoas”, esclareceu Aguinaldo Marinho, presidente da entidade.

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