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Gato que dormia sobre barriga de grávida cuida de bebê após o nascimento

Panda é um gato muito especial. Apegado ao filho de sua tutora desde à gravidez, ele nunca saiu de perto do bebê. Acostumado a dormir em cima da barriga de Liel durante a gestação, ele passou a cuidar do seu novo melhor amigo após o nascimento.

O bebê, que mora no Canadá, ganhou um companheiro inseparável quando veio ao mundo. Decidido a cuidar do menino, o gato não sai de perto dele.

Durante a gestação, o gato deitava sobre a barriga de Liel. Após dar a luz, a canadense passou a vivenciar momentos únicos ao colocar seu filho sobre o seu colo e ver o gato se aconchegar sobre os dois, deitando em cima do bebê.

Segundo ela, além de deitar sobre sua barriga, o gato a acompanhava o tempo todo durante a gravidez. Atualmente, até mesmo na hora de dormir, o animal está ao lado do menino.

Exemplo a ser seguido

A história é um exemplo para todas as mulheres grávidas. Isso porque muitas doam ou abandonam seus gatos, condenando-os a sofrimento por conta da desinformação acerca da toxoplasmose.

O veterinário-chefe do Vet Quality, Cauê Toscano, afirmou ao portal Diário Digital que o gato é o único hospedeiro que consegue eliminar a forma infectante da doença, pelas fezes. “Mas é uma fama que acabou por ser criada, infelizmente, que não corresponde à realidade”, disse.

O gato não é o grande vilão da doença, explicou o infectologista Celso Granato, professor da Universidade Federal de São Paulo e assessor médico do laboratório Fleury, porque não é o principal culpado pela disseminação.

Foto: Facebook / Liel Ainmar

“O ciclo do protozoário toxoplasma gondii tem que passar pelo gato, mas o animal carrega uma culpa maior do que merece. O que acontece na prática é que há mais probabilidades de contrair a doença bebendo água contaminada, comendo carne vermelha crua, salada e usando utensílios contaminados”, ressaltou.

Além disso, disse Toscano, o cisto da toxoplasmose só é libertado durante três semanas da infecção do gato. “Por conseguinte, teria que coincidir o gato contaminado com a doença no momento da gestação da mulher e, durante estas três semanas, ela ter algum problema de higiene que fizesse com que tivesse contacto com o protozoário. Passadas as três semanas, mesmo que o animal esteja infectado, ele não irá libertar o cisto”, disse.

O veterinário também explicou que o cisto, depois de eliminado, precisa de pelo menos 24 horas para se tornar infecioso. Por isso, uma pessoa que limpe a caixa de areia do gato todos os dias não permite que o prazo de evolução se complete.

O infectologista destacou ainda que o número de casos de toxoplasmose caiu expressivamente nos últimos 30 anos, diminuindo o risco de contágio.

“Os gatos em casa não apresentam perigo, basta tomar cuidado com a higiene e a alimentação”, defendeu Granato.


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Coala e seu bebê são devolvidos à natureza após serem salvos de incêndio

Os coalas receberam cuidados e a mãe teve suas queimaduras tratadas antes da soltura


Uma coala e seu bebê foram devolvidos à natureza na Austrália após terem sido resgatados de incêndios. A mãe queimou as patas enquanto tentava salvar a vida do filhote.

Foto: Reprodução/Facebook

Tippy e Jellybean, como passaram a ser chamados a mãe e o filhote, respectivamente, receberam cuidados no zoológico de Victoria. As informações são do CM Jornal.

Em bom estado de saúde, os dois foram devolvidos ao habitat semanas após o resgate. A soltura foi anunciada pela equipe do zoo no Facebook.

Como o habitat da dupla levará anos para se reconstituir, os coalas foram soltos em uma zona florestal nas proximidades de Bairnsdale.

Os incêndios que assolam a Austrália desde setembro de 2019 já mataram mais de um bilhão de animais de diversas espécies.


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Vídeo: filhote de baleia-cinzenta brinca com golfinhos e leões-marinhos

Foto: @Frank Brenan/Danawharf.com
Foto: @Frank Brenan/Danawharf.com

Uma baleia-cinzenta bebê foi vista brincando com golfinhos-de-laterais-brancas-do-pacífico e leões-marinhos enquanto viajava lentamente para o sul com sua mãe em direção às lagoas de Baja, no México.

“O filhote parecia ter apenas um dia de idade”, disse o capitão Frank Brennan a bordo do barco Ocean Adventure de Dana Wharf. “Você ainda podia ver as dobras fetais por trás do blowhole (buraco por onde as baleias respiram, localizado no topo da cabeça dos mamíferos marinhos)”.

Brennan viu o bebê e sua mãe na terça-feira, 7 de janeiro, nadando próximo da praia californiana de Salt Creek Beach. Ele seguiu a dupla e observou como os golfinhos, que estavam se alimentando na área, pararam e ficaram olhando as baleias.

“O bebê baleia realmente gostou dos golfinhos”, disse ele. Certa hora, quando a mãe mergulhou fundo, o bebê ficou na superfície e fez uma inversão no sentido em que nadava para brincar com os golfinhos. Quando a mãe voltou, o bebê se virou e a seguiu. Era como se ela desse algum tipo de comando para ele voltar à linha.

Os golfinhos e as duas baleias também se juntaram a um grupo de leões marinhos. A visão foi semelhante um outro avistamento em Camp Pendleton, onde três baleias-cinzentas foram observadas brincando com golfinhos e três leões-marinhos. Nesse outro episódio, havia também uma baleia-cinza bebê no grupo. As informações são do jornal O.C. Register

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Fotógrafo australiano conta como fez a imagem que comoveu o mundo

Foto: Instagram/@bradfleet
Foto: Instagram/@bradfleet

“Tudo estava morto”, é com essa frase que o fotógrafo e autor da imagem, Brad Fleet, editor de fotografia do jornal australiano baseado no estado de Adelaide, The Advertiser, descreve o momento dramático em que a foto do canguru carbonizado preso em uma cerca foi tirada.

Símbolo da devastação causada pelos incêndios no país, a foto correu o mundo e foi tema de matéria da ANDA sobre o impacto do fogo na vida selvagem da Austrália. A reportagem bateu todos os recordes de audiência do portal, alcançando mais de 400 mil likes em 24 horas e passando atualmente de 716 mil likes, o que motivou a entrevista com o autor da foto para saber mais sobre a imagem que comoveu centenas de milhares de pessoas.

Brad conta que a foto foi tirada no Ano Novo, enquanto ele e a equipe do jornal The Advertiser estavam cobrindo a destruição causada pelos incêndios na cidade de Cuddle Creek, nas colinas de Adelaide. Eles estavam atravessando um vale que havia sido totalmente consumido pelo fogo, próximo ao leito de um rio, quando se depararam com a imagem do canguru preso à cerca.

Segundo o fotógrafo, essa foi uma das cenas mais difíceis que ele já capturou, não apenas pela imagem em si, mas pelo conjunto da visão, tudo ao redor se reduzia aos tons de cinza e marrom, fazendo com que o corpo do canguru se fundisse com o ambiente destruído e coberto de cinzas.

“O canguru era como uma estátua. Era difícil fotografar não apenas por causa da cena, mas porque era difícil de ver. Tudo estava quieto, com exceção de um vento leve movendo as folhas queimadas”, conta.

“Não me lembro de ouvir nenhum pássaro e você não podia ver outra vida. Às vezes você podia sentir o cheiro de outros animais que haviam sido mortos.Tudo estava morto”

Acostumado a cobrir esses eventos, Brad admite que acaba ficando “desensibilizado” com eles, mas ainda é emocionante: “Essa cena estava parada, sem movimento e sem barulho. Eu acho que é mais emocional quando você pode ouvir a dor, quando você pode ouvir alguém em luto”.

“A cena foi esmagadoramente devastadora, não apenas o canguru, mas também o tamanho e a força do fogo, e esse foi um incêndio relativamente pequeno em comparação com outros que a Austrália está enfrentando no momento”, descreve o fotógrafo.

O australiano diz que a verdade por trás da foto nós nunca saberemos, o que vemos é um animal desesperado agarrado à cerca como se pudesse se agarrar à vida: “Parecia uma luta rápida, mas a realidade é que você não sabe até que ponto o canguru havia sido perseguido pelo vale pelo fogo antes de ser alcançado. Você não sabe quanto tempo estava tentando atravessar a cerca”.

“O canguru parecia congelado no tempo, mais como se um vulcão tivesse entrado em erupção do que um incêndio varrido a região”

Mas o fotógrafo revela que teve que editar a foto, cortando a parte inferior, porque a imagem completa era, segundo ele, “forte demais”. As patas do canguru estavam cruzadas na parte superior e inferior da cerca como se o animal estivesse sentado: “Cortei a metade inferior desse quadro porque não era agradável de se olhar. Eu tenho as fotos de toda a cena, mas elas são terríveis”.

Fotógrafo editorial por mais de 15 anos, quando questionado se esperava a repercussão da foto, Brad diz que sabia que a imagem era significante, mas não esperava essa atenção toda: “Eu nunca tirei uma foto que tivesse alcançado tantas pessoas”.

“Eu sabia que na época era uma fotografia significativa, mas não pensava que seria vista pelo mundo. Eu entendo o seu significado e as pessoas estão relacionadas a ele por causa da enorme quantidade de vida selvagem que foi morta. Os ecologistas estimam que cerca de 500 milhões de animais morreram nos incêndios na Austrália. Embora seja uma imagem importante, ela não chega nem perto do trabalho que certos fotógrafos da Austrália gravaram nos últimos dois meses. Alguns estiveram na linha de frente durante todo esse tempo à medida que percebiam a enormidade dessa história”, comenta.

Infelizmente, mais triste que a imagem do canguru em si, diz Brad, é a situação que seu país, a Austrália, está passando, com incêndios ferozes e ainda fora de controle, destruindo tudo que encontram pela frente como pessoas, animais e casas.

Mas o fotógrafo alerta que a grande tragédia ainda está por vir para a vida selvagem da Austrália que sobreviveu aos incêndios. Com o começo do verão, tradicionalmente, os meses mais quentes ainda estão por vir: “Não há mais nada para esses animais comerem e com muito pouca chuva prevista, eles morrerão de fome. É um desastre absoluto”.

“Acho que esta foto simboliza a perda que a Austrália está enfrentando. O tamanho e a ferocidade desses incêndios e sua natureza incansável é o que está mudando a visão das pessoas. Tantas pessoas morreram e milhares de pessoas perderam suas casas, além de animais selvagens. Chegou a hora de parar de debater as mudanças climáticas. Enquanto os políticos e o público perdem tempo com esse argumento, o mundo fica mais quente. Eu nunca experimentei tantos dias tão quentes na minha vida. Imagino o que meus filhos vão enfrentar na deles”, conclui ele.

Para conhecer mais sobre o trabalho de Brad Fleet consulte seu instagram em @bradfleet ou o site do jornal The Adversiter.

Doações

Milhões de dólares foram arrecadados para os fundos australianos de incêndio florestais, Brad conta que a foto tirada por ele tem sido usada para incentivar doações em algumas campanhas e ele espera que isso possa continuar deixando inclusive o link para doação do seu estado, o SA Country Fire Service https://cfsfoundation.org.au/donate

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Estrela das redes sociais salva bebê canguru de incêndio e filma o resgate

Foto: Instagram/Sam McGlone
Foto: Instagram/Sam McGlone

Uma estrela das mídias sociais na Austrália compartilhou o momento em que salvou um bebê canguru preso em incêndios florestais. Sam McGlone, que se voltou para o combate amador das chamas com sua família, resgatou o jovem marsupial de um incêndio em Braidwood, Nova Gales do Sul (NSW).

O país está devastado por grandes incêndios há meses e teme-se que cerca de 500 milhões de animais tenham morrido no caos. Mas para um filhote de sorte, a ajuda veio na hora certa.

Foto: Instagram/Sam McGlone
Foto: Instagram/Sam McGlone

No início do vídeo ele parece assustado, mas depois se mostra mais do que feliz quando seu novo amigo o coloca em um cobertor e lhe dá um pouco de água para beber, usando uma tampa de garrafa como copo. Ao postar o vídeo no Instagram, o responsável pelo vídeo Sam escreveu no post: “Encontrei um bebê canguru no fogo”.

“E aí pessoal? Conheça meu bebê: Salvei-o do fogo hoje. Você está em segurança amiguinho, não se preocupe, você está protegido agora”. Nas filmagens, Sam – que possui mais de 100 mil seguidores num site – é visto andando pelas chamas antes de gritar “oh meu deus” e pegar o animal jovem no colo enquanto as chamas consomem tudo ao redor de sua cidade natal.

Foto: Instagram/Sam McGlone
Foto: Instagram/Sam McGlone

Em um stories publicado no Instagram mais tarde, ele explica que iniciou uma arrecadação de fundos para o grupo de resgate de animais nativos local. Ele acrescenta: “Essas pessoas incríveis usam seu próprio dinheiro para apoiar os animais. Eles precisam de ajuda! Está tudo muito terrível aqui na Austrália, os incêndios não estão parando, isso não é nada bom”.

“Mas eu comecei uma campanha “gofundme” (site de arrecadação de fundos online). Não há muitos voluntários ou pessoas disponíveis (trabalhando para ONGs de resgate) e há tantos animais selvagens feridos no momento, então precisamos regatá-los”.

“Os centros de resgate da vida selvagem acabaram de ser atingidos por um incêndio massivo e agora há animais feridos em todos os lugares. Eles precisam alimentá-los, não recebem patrocinadores e temos tantos animais machucados”.

Foto: Instagram/Sam McGlone
Foto: Instagram/Sam McGlone

Sam pretende arrecadar 5 mil dólares, mas diz que esse alvo pode ser “ultrapassado”. O valor vai para a vida selvagem ferida nos incêndios e pode fazer a diferença. Até agora, Sam levantou cerca de 4 mil dólares de sua meta de 5 mil.

Ele diz que ele e sua família passaram quase as últimas duas semanas combatendo incêndios em Braidwood e na costa próxima salvando animais, casas e tudo o que puderam. Para doar para o seu apelo, clique aqui. As informações são do METRO UK.

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Filhote de elefante atormentado pelo barulho de festival de música invade o evento

Foto: Viral Press
Foto: Viral Press

Um filhote de elefante selvagem, cuja família foi assustada e incomodada pelo barulho de um festival de música, saiu em defesa dos seus, invadiu o evento que acontecia na Tailândia e provocou pânico nos presentes.

Com seus habitats invadidos pela presença humana, esses animais selvagens se veem cada vez mais restritos em seus espaços e, desacostumados com o barulho e a agitação que vieram junto com a chegada do festival, os animais se assustaram e reagiram.

A banda estava ensaiando para sua apresentação quando a música assustou um rebanho de elefantes próximo a cidade de Chiang Mai.

A matriarca dos elefantes fugiu para a floresta, mas o bebê se dispersou da manada antes do começo do show na segunda-feira à tarde (06).

Alguns moradores da região aterrorizados fugiram enquanto outros dois tentavam puxar o elefante pelo rabo.

Mas o elefante os ignorou e continuou sua jornada de autodefesa, arremessando as cadeiras para fora do caminho com sua tromba poderosa.

Foto: Viral Press
Foto: Viral Press

O músico Watcharin Yodkamlueng estava no palco na hora e gravou o bebê enorme atacando as cadeiras e os equipamentos.

Watcharin disse que a mãe foi encontrada e os locais ajudaram a acalmá-la. Mas o bebê se recusou a render-se e desapareceu na floresta.

O cantor disse: “Fui contratado para tocar aqui pela vila e o local onde montamos o palco era perto de um local frequentado por elefantes”.

Foto: Viral Press
Foto: Viral Press

“Quando estávamos ensaiando para o show, a mãe e o filhote elefante que estavam em uma manada, ficaram assustados com o barulho alto e correram para a área do evento”.

A mãe foi pega com facilidade e se acalmou, mas o bebê foi mais difícil de ser contido. Ele entrou e derrubou as mesas e cadeiras.

“Posso dizer com certeza que esta é a primeira vez que os elefantes interrompem qualquer um dos meus shows”.

A banda continuou com a apresentação da música folclórica tailandesa tradicional uma hora depois, os danos foram resolvidos e a mãe elefante foi levada de volta à floresta

Foto: Viral Press
Foto: Viral Press

Acredita-se que o filhote de elefante acabaria voltando ao seu rebanho.

Infelizmente para esses animais os espaços em que estão acostumados a viver e circular estão cada vez mais reduzidos e a presença humana traz consigo os inconvenientes de barulhos altos, carros, casas, pessoas, sem falar nas ameaças de caça e exploração para o turismo que rondam esses gigantes gentis.

Animais selvagens, belos, livres, inteligentes e com um forte senso de vínculo e estrutura familiar são frequentemente capturados para servir de entretenimento para turistas, escravizados para carregar madeira em indústrias ou mortos pelo marfim de suas presas. Isso quando não são vendidos para serem caçados, mortos e depois terem partes de seu corpo exportadas como troféus de caça.

O legado de crueldade e indiferença da humanidade deixa suas marcas, muitas delas indeléveis na natureza, nos animais e no planeta, que indefesos assistem a tudo em silêncio. As informações são do Daily Mail.

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Chihuahua e dogue alemão se tornam os melhores amigos em abrigo de animais

Foto: Mercury Press
Foto: Mercury Press

Um filhote de cachorro da raça chihuahua e outro da raça dogue alemão gigante formaram um vínculo improvável depois de se encontrarem em um centro de resgate de animais.

A amizade terna começou quando Shirley Zindler, fundadora do Dogwood Animal Rescue em Sebastopol, na Califórnia (EUA), recebeu a minúscula Bianca há seis semanas depois que a mãe da filhote morreu em trabalho de parto.

O gigante gentil Shelby, um cão cego de três anos, dogue alemão, já havia sido adotado por Shirley em maio de 2017. Quando Shirley passou a ter que dar mamadeira para Bianca desde seu nascimento em novembro, Shelby apenas sentava e fica ali ao lado delas.

À medida que Bianca crescia, o par de cães começou a se envolver cada vez mais – na maioria das vezes brincando na cama de Bianca – e os adoráveis vídeos que Shirley postava mostrando os dois brincando juntos online tornaram-se virais.

Shirley, de 51 anos, que é uma oficial de controle de animais aposentada que agora administra o abrigo em tempo integral, disse: “Bianca tem cinco semanas e meia de idade e a acolhemos depois que sua mãe morreu em trabalho de parto e o tutor delas nos pediu ajuda.

“Ela foi apresentada a Shelby pela primeira vez quando eu comecei a dar mamadeira para ela, desde o seu nascimento, e Shelby apenas sentava e ficava ali”.

Foto: Mercury Press
Foto: Mercury Press

“Quando Bianca começou a crescer, ela começou a brincar e se envolver mais com Shelby e essa interação foi muito cativante”.

“Shelby é muito gentil e gentil, mas também tem um lado selvagem e brincalhão, enquanto Bianca tem uma energia infinita”.

“Shelby é bastante paciente com Bianca, mas a afastará para fazê-la parar se ela estiver mordendo ele”.

“Eles são diferentes tanto em tamanho como em personalidade, mas se tornaram amigos! No resgate, temos um ditado que diz ‘grande ou pequeno, amamos todos eles!.

Foto: Mercury Press
Foto: Mercury Press

“A amizade deles é tão única e é incomum ver cães de tamanhos diferentes que conseguem brincar um com o outro”.

Shirley cuida de 12 cães adultos em sua casa – cinco animais domésticos, quatro cães em lar temporário do projeto de resgate e mais três cães permanentes que ela está cuidando.

Ela também cuida de 10 a 20 filhotes e outros animais, como gatos.

Ela adotou Shelby há dois anos, quando ele foi entregue ao abrigo por seus tutores anteriores, pois estava cego devido a um defeito ocular e teve que passar por quatro cirurgias cansativas e ter que ter seus olhos medicados com seis colírios diferentes todos os dias.

Foto: Mercury Press
Foto: Mercury Press

O cão foi aceito e cuidado e agora assumiu o novo papel de cuidar da minúscula, mas agitada, Bianca.

Shirley disse: “É muito importante que os filhotes cresçam com uma mãe e estejam perto de outros cães, mas Bianca não tem mãe e acho que Shelby naturalmente se interessou por ela”.

“Criamos outra ninhada de cinco filhotes que foram encontrados em uma sacola na varanda e temos uma casa cheia de ‘tias’ generosas esperando para cuidar deles.

“Bianca já tem um adotante e um lar esperando por ela, então, infelizmente, os dois amigos se separarão em breve e Shelby passará seu amor e atenção para o próximo filhote”.

“Acho que os dois vão bem – são como crianças no acampamento que passam o verão inteiro juntos, mas seguem caminhos separados quando tudo acaba”.

Apesar das notícias que Bianca deixará o abrigo em duas semanas, ela e Shelby foram tão bem-sucedidos on-line, que os comentários nos posts até sugeriram que o resgate de animais deveria criar um calendário com as adoráveis fotos do casal.

Shirley acrescentou: “As pessoas adoram uma boa história sobre animais sendo salvos porque é encorajador, em vez de ouvir sobre tragédias e dificuldades”.

“Adoro isso, é sempre um bônus extra quando você vê um vínculo doce entre os cães e eu sempre fico fascinada por quem se torna amigo de quem – eles são exatamente como as pessoas!”. As informações são do Daily Mail.

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Filhote de foca “acena” para a câmera ao ser flagrado tomando banho de sol

Foto: Johan Siggeson/Caters News
Foto: Johan Siggeson/Caters News

Um fotógrafo conseguiu capturar o momento em que um filhote de foca “empolgado” em tirar uma foto sua começou a acenar para a câmera. Johan Siggeson tirou fotos do adorável bebê foca que se exibia na praia de Horsey, em Norfolk, Inglaterra, quando o sol apareceu.

Ele disse: “Foi uma experiência incrível passar tempo com essas focas. Tivemos um clima horrível nos primeiros dias, com muita chuva, granizo e vento”.

Johan, que nasceu na Suécia, mas mora em Malta, passou um tempo com as focas na praia de areias macias na costa leste do Reino Unido, popular entre os turistas pela presença de focas.

Muitas vezes, as focas são vistas repousando na areia durante os meses de inverno, com a foca na foto batida por Johan espreguiçando-se e estendendo a nadadeira “para dizer olá”.

Foto: Johan Siggeson/Caters News
Foto: Johan Siggeson/Caters News

“Se você precisa de um pouco de inspiração, há sempre um filhote fofo por perto em alguma cena doce”. Ele disse que tirou a foto usando uma lente de 600 mm a pelo menos 10 metros de distância do animal e ela parecia estar em “plena felicidade”.

As focas comuns vêm para a terra, nas praias, para dar à luz de novembro a janeiro, o que significa que o inverno pode ser um período movimentado para ver as focas.

Foto: Johan Siggeson/Caters News
Foto: Johan Siggeson/Caters News

No norte da praia encontra-se a reserva natural de Blakeney Point, que abriga focas comuns e cinzentas.

No início deste mês, o National Trust afirmou que os números de filhotes de focas cinzentas presentes na reserva em Blakeney Point quebraram todos os recordes anteriores.

Havia 3.068 focas bebês na reserva até 12 de dezembro, em comparação com o total de 3.012 do ano passado e cerca de 2.000 em 2014.

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Vídeo mostra mãe coala e seu bebê sedento recebendo água de moradores australianos

Foto: Instagram/shitadelaide
Foto: Instagram/shitadelaide

Enquanto a Austrália do Sul atravessa uma onda de calor e incêndios florestais recorde, não são apenas as pessoas que sofrem com as condições climáticas terríveis.

Dois moradores do sul de Adelaide (Austrália) encontraram um coala aterrorizado com seu filhote ao lado buscando abrigo em sua casa em um dia em que a temperatura estava programada para atingir os 46ºC.

Os bons samaritanos ajudaram o casal adorável, dando-lhes uma tigela de água, em um vídeo compartilhado na página S*it Adelaide Instagram.

Nat Parsons e seu parceiro Tom encontraram os coalas no portão da frente de sua casa enquanto se dirigiam para o trabalho pela manhã.

“Esses dois coalas, mãe e bebê, estavam com muito calor e era visível o quanto estavam desgastados”, disse ela ao Daily Mail Australia.

O casal aproximou-se dos coalas aterrorizados com uma tigela de água e um pouco de gelo e encontrou o filhote se agarrando desesperadamente à mãe.

Foto: Instagram/shitadelaide
Foto: Instagram/shitadelaide

A mãe podia ser ouvida grunhindo para o casal como um aviso para não chegar perto, como Tom avisou a Nat: “Cuidado, ela pode arranhá-la”.

Nat então gentilmente coloca a tigela de água perto dos coalas enquanto pergunta: “Você precisa de uma bebida?” antes de recuar para dar-lhes algum espaço.

“Foi comovente vê-los nesse estado, mas estamos felizes por eles estarem aqui de manhã cedo quando estávamos em casa e poderíamos ajudar”, disse ela.

Após um tempo o filhote pode ser visto pulando do colo de sua mãe e bebendo uma segunda vez da tigela de água enquanto a mãe fica atenta em outro vídeo compartilhado no stories do Instagram.

O casal mora perto do Hallet Cove Conservation Park, então acredita que os coalas estavam perto de sua casa, mas se aventuraram no calor para encontrar água.

“Nós os vimos cada vez mais nos dias quentes e a comunidade local sempre faz o possível para ajudar”, disse ela.

A RSPCA da Austrália do Sul aconselhou que o calor extremo pode ter “consequências devastadoras” para a vida selvagem.

Eles pediram que as pessoas deixassem fora água limpa e fresca em tigelas rasas em locais sombreados.

Eles também aconselharam as pessoas a não alimentar ou tocar nos animais.

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Bebê elefante é forçado a entreter hóspedes em festa na piscina de resort

Foto: Mövenpick Bangtao Beach Phuket
Foto: Mövenpick Bangtao Beach Phuket

Esta imagem chocante mostra um bebê elefante asiático sendo forçado a receber convidados em um hotel cinco estrelas na Tailândia. Pelas imagens parece que o animal ameaçado está sendo levado pela área ao redor da piscina, que está cheia de crianças e outros convidados brincando na água.

O corpo do elefante é coberto por uma roupa branca enquanto os convidados se aproximam e acariciam sua cabeça durante a festa na piscina. A foto foi tirada no resort Mövenpick Bangtao, em Phuket (Tailândia), que compartilhou a imagem em sua página no Facebook.

As imagens logo foram criticadas por ativistas dos direitos animais, que alertaram que os elefantes asiáticos não são produtos a serem usados como “enfeites ridículos em festas”. O protesto levou o hotel a excluir a foto e pedir desculpas.

Foto: Mövenpick Bangtao Beach Phuket
Foto: Mövenpick Bangtao Beach Phuket

Um porta-voz do hotel insistiu que eles não usavam animais para se divertir, mas que um hóspede levou o elefante à piscina para um “evento privado”.

A ativista Amy Jones, da ONG Moving Animals, disse: “Os elefantes são animais sensíveis e inteligentes, e não objetos para serem usados como um acessório de enfeite em eventos”.

“O Mövenpick Resort Bangtao Beach não deve promover e apoiar tal crueldade, e esse golpe será indubitavelmente ruim para os negócios, pois mais e mais turistas se afastam de atividades que exploram elefantes.” Ela acrescentou: “Nenhum elefante deve sofrer com esse tipo de abuso, e Phuket deve tomar medidas para garantir a proteção desses belos animais”.

Foto: Moving Animals
Foto: Moving Animals

O hotel, que faz parte do grupo de hotéis Accor, tem uma classificação média de 8,8 (nota) no site de hospedagem Booking.com, que o descreve como “luxuoso” e uma “ das melhores escolhas” para se hospedar em Phuket. Um porta-voz do grupo Accor disse ao Metro.co.uk: “Esse foi um incidente isolado que ocorreu quando um hóspede trouxe um elefante para a propriedade como parte de um evento privado”.

“Nossos hotéis não utilizam animais para entretenimento e esse incidente nos permitiu reforçar em toda a nossa rede a importância de garantir a segurança e o bem-estar dos animais que possam entrar em suas instalações”.

“Pedimos sinceras desculpas por esse incidente e estamos comprometidos em fazer melhor no futuro para aumentar a conscientização sobre a importância de tratar todas as criaturas de maneira ética. Trabalharemos com nossa equipe, convidados e parceiros para garantir sua compreensão dos impactos negativos desse tipo de tratamento de animais e podem ter certeza de que estamos nos comunicando imediatamente com toda a nossa rede para garantir que esse incidente não ocorra no futuro”.

Foto: Moving Animals
Foto: Moving Animals

“Como grupo, estamos comprometidos com uma forte postura ambiental e social para proteger o planeta, a população e os animais, estamos tratando esse problema com a maior importância”.

O tratamento de elefantes em Phuket chamou atenção internacional no início deste ano, quando um filhote de elefante “esquelético” chamado Dumbo morreu. O elefantinho de três anos passou a vida inteira no zoológico de Phuket, onde os ativistas o filmaram sendo forçado a “se apresentar e entreter” os turistas.

Os veterinários disseram que ele ficou tão desnutrido que suas duas patas traseiras quebraram com o peso do próprio corpo. Mas, segundo a lei tailandesa, o zoológico de Phuket não fez nada de ilegal e as autoridades disseram que eles estavam livres para “adquirir” outro bebê, se quisessem.

Foto: Moving Animals
Foto: Moving Animals

Segundo o WWF, o elefante asiático está “ameaçado de extinção” e as principais causas dessa classificação são a perda de habitat, a caça e o tráfico de animais.

O WWF alertou que os elefantes estão sendo procurados particularmente para “trabalhar” nas indústrias de turismo.

Em Mianmar, os filhotes de elefantes são frequentemente retirados de suas mães na natureza e contrabandeados pela fronteira para a Tailândia e toda a Ásia.

Foto: Moving Animals
Foto: Moving Animals

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Notícias

Dois filhotes de foca morrem após serem perseguidos e cercados por banhistas em praia

Foto: The Friends of Horsey Seals/Facebook
Foto: The Friends of Horsey Seals/Facebook

Duas focas morreram após serem cercadas e perseguidas por banhistas em uma praia na vila Horsey, condado de Norfolk (Inglaterra), segundo uma ONG de proteção animal. O grupo Friends of Horsey Seals diz que um dos filhotes morreu depois que crianças o perseguiram até o mar e o pobre animal acabou se afogando, enquanto outro foi abandonado pela mãe depois de ser cercado por pessoas.

Focas mães que sentem o cheiro de humanos em seus filhotes se afastam deles, é instinto do animal e por este motivo turistas são orientados a se manter longe das focas bebês.

A ONG de proteção animal trabalha para “salvaguardar as focas cinzentas em Horsey e Winterton, em Norfolk, particularmente durante o final do outono e inverno”. Ele alertou que “não é aceitável” que as pessoas interfiram ou tentem se aproximar dos animais.

Ao postar uma foto de um filhote de foca morto, na página do Facebook da ONG, a entidade enviou um aviso para aqueles que se aproximavam das focas. A mensagem dizia: “Um dia muito triste para nós hoje em na praia de Winterton. Perdemos dois filhotes saudáveis devido à intervenção humana”.

“O primeiro filhote foi literalmente cercado por pessoas nas dunas e a mãe não conseguiu voltar, abandonou-o e ele morreu mais tarde. O segundo era um filhote saudável que foi encontrado morto perto da encosta do café”.

“Duas crianças pequenas foram autorizadas pela mãe a perseguir o filhote que ainda não havia desmamado e não sabia ainda se virar na água onde acabou se afogando”.

“ISTO NÃO É ACEITÁVEL DE FORMA ALGUMA! Por favor, mantenha distância das focas. Por favor, ouçam os guardas. As focas são presença comum na costa de Norfolk, sendo que a praia de Horsey é conhecida como um ótimo lugar para assistir os pais e seus filhotes entre outubro e fevereiro”.

Os usuários de mídias sociais fizeram vários comentários na página do Facebook da ONG, The Friends of Horsey Seals, uma usuária escreveu que estava “muito brava e triste” ao ler sobre o incidente e criticou as “pessoas ignorantes, desrespeitosas e egoístas” responsáveis por essas mortes. As informações são do METRO UK.

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Notícias

Vídeo flagra bebê elefante escorregando e levantando na lama enquanto tenta ficar em pé

Wings2Tusks/Caters News
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Um adorável elefante bebê foi flagrado em um vídeo se debatendo graciosamente enquanto tentava levantar.

Como filmagens foram gravadas por Michelle Broadhurst durante uma viagem pelo Parque Nacional Kruger, na África do Sul.

Nenhum vídeo, ou mamífero coberto pelo lama pode ser visto coberto pelo lado enquanto o lama ao redor e se revolve no barro marrom.

Dois elefantes adultos estão andando por perto, enquanto o jovem balança para frente e para trás vigorosamente.

O filhote parece estar tentando ganhar impulso para levantar enquanto sua tromba se agita descontroladamente.

Eventualmente, o elefantinho consegue um giro de frente para descansar um pouco de quatro, com o rosto colado no chão.

Wings2Tusks/Caters News
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Ele continua se arrastando por mais algum tempo, e é aí que o vídeo termina.

Michelle gravou lançado como filme em agosto deste ano, mas o clipe voltou recentemente a ficar on-line com tudo.

Falando sobre a visão divertida, ela disse: “Parecia honestamente que ele estava tentando fazer abdominais”.

Wings2Tusks/Caters News
Wings2Tusks/Caters News

Os elefantes balançam como pernas para frente e para trás, para que possam obter algum movimento da posição deitada.

“Eles são realmente adoráveis”

Acredite se houver um mínimo de 17.100 elefantes vivendo no Parque Nacional Kruger, segundo dados de 2015.

Wings2Tusks/Caters News
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Os elefantes são o maior mamífero terrestre do mundo e podem pesar até sete toneladas, além de atingir uma altura de mais de três metros.

Eles podem viver até uma idade potencial de 70 anos.

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