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Amizade inesperada: cão e pato são amigos inseparáveis

Bruno e Tweeti se abraçando | Foto: Reprodução

Amizade entre animais não é novidade no mundo animal, mas quando são de outras espécies é no mínimo inusitada. Foi o que aconteceu com o cachorro beagle Bruno e o pato Tweeti.

Conforme mostrado no vídeo divulgado nas redes sociais, os “irmãos” vivem uma amizade verdadeira onde se abraçam e trocam carinhos um com o outro.

Além disso, seu tutor conta que Bruno e Tweeti são inseparáveis, onde um vai o outro também acompanha e constantemente são vistos brincando e trocando carinhos.

Amizades entre espécies são sempre comoventes. Eles ajudam as pessoas a ver que os animais têm sentimentos e mudam a perspectiva das pessoas sobre os animais.


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Cadela é levada por criminosos durante hospedagem em hotel para animais

Foto: Antônio Carlos/Arquivo Pessoal

Uma cadela da raça beagle foi levada por criminosos em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. O crime aconteceu na quarta-feira (19) na Vila Taquarussu. Chaverah, como é chamada, convive com o filho de seus tutores, de 4 anos, desde que ele nasceu.

Tutor da cadela, o professor universitário Antonio Carlos Santana de Souza pede ajuda para reencontrá-la. Segundo ele, a escolha do nome da beagle tem um significado especial. “O nome dela é Chaverah, que em hebraico significa a amiga”, explicou.

O docente revelou ao G1 que a cadela estava há aproximadamente 15 dias em um hotel para animais. Ela foi levada para o local para que a família pudesse viajar.

Responsável pela hospedagem, uma mulher de 37 anos, que preferiu não ser identificada, contou que a cadela estava em um cômodo específico do hotel por causa do frio e que a porta de blindex do local foi arrombada pelos criminosos que a levaram.

O hotel fica anexo à casa da proprietária do estabelecimento. Ela percebeu que o animal havia sido levado quando saiu para ir à padaria pela manhã. Além de Chaverah, os criminosos levaram a única câmera de segurança do local – em formato de lâmpada, o objeto tinha um pen-drive acoplado. A mãe da mulher, que mora com ela, disse não ter ouvido nenhum barulho, nem percebido qualquer movimentação suspeita.

O caso foi denunciado à polícia. Em seu depoimento, a dona do hotel contou que as casas vizinhas à dela estão sem moradores e que, por isso, ela recorreu às pessoas que moram nas proximidades, mas nenhuma delas tinha havia visto a cadela.

Informações sobre o paradeiro de Chaverah devem ser repassadas à polícia pelo 190.


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Animais são deixados para sangrar até a morte em laboratório de testes alemão

Foto: CEN/Cruelty Free Internacional
Foto: CEN/Cruelty Free Internacional

Imagens fortes e comoventes mostram macacos presos pelo pescoço a suportes de metal, enquanto gatos e cães sangram até a morte em filmagens secretas que, segundo os ativistas pelos direitos animais que as realizaram, foram feitas em um laboratório alemão de toxicologia.

A organização alemã que atua em defesa dos animais Soko Tierschutz, juntamente com a ONG Cruelty Free International, revelam que o suposto abuso ocorreu no Laboratório de Farmacologia e Toxicologia do LPT em Mienenbuttel, nos arredores de Hamburgo.

As fotos mostram macacos amarrados a suportes de metal presos em fileiras na parede, outros têm a cabeça imobilizada e são vistos tentando escapar desesperadamente, enquanto um cão da raça beagle parece sangrar em abundância em gaiolas mínimas e apertadas.

Foto: CEN/Cruelty Free Internacional
Foto: CEN/Cruelty Free Internacional

Um ativista disfarçado conseguiu um emprego nas instalações de pesquisa de dezembro de 2018 a março de 2019 e diz que testemunhou testes em cães da raça beagle, macacos, gatos e coelhos, realizados para empresas em todo o mundo.

O funcionário disfarçado disse que os animais eram mantidos em condições horríveis.

Beagles supostamente tiveram tubos forçados em suas gargantas e receberam cápsulas, e deixaram o sofrimento e o sangramento freqüentemente após os experimentos.

Ele afirmou também que os animais eram tratados com violência pelos demais trabalhadores, que não são treinados e não se importam com eles.

Foto: CEN/Cruelty Free Internacional
Foto: CEN/Cruelty Free Internacional

Friedrich Mullen, do Soko Tierschutz, disse: “Os animais ainda estavam balançando as caudas quando foram levados para serem mortos, os cães estavam desesperados por contato humano”.

Ele acrescentou: “O pior tratamento era o dispensado aos macacos. Os macacos da espécie macaque são pequenos primatas relativamente leves, que são frequentemente usados para experiências com animais no LPT”.

“Eles são mantidos em condições insalubres em pequenas gaiolas onde mal podem se mexer. Muitos dos animais desenvolveram tendências compulsivas (sofrimento mental) e são vistos girando em círculos”.

Foto: CEN/Cruelty Free Internacional
Foto: CEN/Cruelty Free Internacional

O responsável pelas imagens disse que os gatos recebem até 13 injeções por dia por profissionais não treinados e são deixados a sofrer os efeitos das substâncias químicas tóxicas que lhes são administradas.
Os ativistas pelos direitos animais relataram o caso à polícia que está investigando a denúncia.

As ONGs também afirmam que as leis na Alemanha responsáveis por proteger os animais de experimentos em laboratório não são suficientemente rígidas e pedem que as leis sejam mais rigorosas.

O LPT é um laboratório de testes de propriedade familiar que trabalha por contrato, lá são realizados testes de toxicidade para empresas farmacêuticas, industriais e agroquímicas de todo o mundo, a fim de atender aos requisitos de governos e autoridades reguladoras.

Foto: CEN/Cruelty Free Internacional
Foto: CEN/Cruelty Free Internacional

De acordo com a organização Cruelty Free International: “O teste de toxicidade envolve envenenar animais para ver quanto de um produto químico ou medicamento é necessário para causar sérios danos, na tentativa de medir o que pode ser uma dose ‘segura’ para os seres humanos”.

Os animais recebem injeções ou são obrigados a comer ou inalar quantidades crescentes de uma substância para medir os efeitos tóxicos que podem ser graves desse determinado composto químico, efeitos que incluem vômitos, sangramento interno, dificuldade respiratória, febre, perda de peso, letargia, problemas de pele, falência de órgãos e até morte. Não são fornecidos anestésicos ou nenhuma espécie de alívio da dor.

Michelle Thew, diretora executiva da Cruelty Free International, declarou: “Nossa investigação descobriu um terrível e absurdo sofrimento animal, cuidados inadequados, práticas inaceitáveis e violações das leis europeias e alemãs.

Foto: CEN/Cruelty Free Internacional
Foto: CEN/Cruelty Free Internacional

“Estamos pedindo que o Laboratório de Farmacologia e Toxicologia (LPT) seja fechado. Também estamos pedindo uma revisão abrangente do uso de animais em testes de toxicidade regulamentar na Europa, incluindo o Reino Unido”.

“Toda investigação, sem exceção, mostra uma história semelhante de miséria e desrespeito à lei”, disse a diretora.

O Daily Mail, fonte dessa matéria, tentou entrar em contato com o Laboratório de Farmacologia e Toxicologia do LPT para comentar, mas não obteve resposta.

Foto: CEN/Cruelty Free Internacional
Foto: CEN/Cruelty Free Internacional

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Dow AgroSciences encerra testes de fungicida em beagles

Foto: Humane Society

A maior empresa de produtos químicos do mundo pôs fim aos testes de fungicida em beagles após a divulgação de imagens secretas pela Humane Society dos Estados Unidos (HSUS).

Na semana passada, uma filmagem feita de dentro do laboratório revelou métodos cruéis usados em dezenas de cães – eles eram alimentados com altas doses de fungicidas em nome da Dow AgroSciences para testar a eficácia de um novo produto.

Finalmente, ontem (22), a Dow AgroSciences (Corteva AgriScience) declarou no Twitter: “Estamos trabalhando para refinar, reduzir e substituir testes em animais. Hoje temos o prazer de anunciar que nossos esforços resultaram em uma renúncia e podemos interromper o estudo. Faremos todos os esforços para realocar os cães.”

A investigação secreta denunciou que cerca de 36 beagles estavam sendo submetidos a terríveis testes, durante um ano inteiro, apesar do fato de que a lei dos EUA exige apenas um teste oral de 90 dias para a aprovação de novos pesticidas. As informações são do Vegan News.

No entanto, a Dow afirmou que estava usando os cães dessa forma porque o Brasil exige um ano inteiro de testes. A empresa também afirmou que o Brasil alterou os requisitos.

“Como indicado anteriormente, estamos ativamente defendendo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) do Brasil para alterar seus requisitos para testes em animais com pesticidas e hoje recebemos a confirmação oficial de que os testes que estávamos tentando mudar não são mais necessários para nosso produto.”

A HSUS afirmou estar satisfeita com o fato de a Dow ter encerrado os testes de um ano, que estavam programados inicialmente para durar até julho.

“Aplaudimos a Corteva por tomar a decisão certa ao terminar o teste e pedimos que trabalhem conosco para retirar os cães do laboratório e levá-los para nossos abrigos e parceiros de resgate, para que possam ser adotados em lares amorosos”, disse HSUS em um declaração.

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Notícias

Cão é resgatado de destroços deixados pela passagem do tornado em Ottawa

União de pessoas para resgatar cão Charlie dos escombros | Foto: Matt Day
União de pessoas para resgatar cão Charlie dos escombros | Foto: Matt Day / Twitter

O cãozinho Charlie, da raça beagle, estava preso sob o que restou de uma casa – nas proximidades de Dunrobin (Canadá) – destruída pelo tornado que passou pela região. Ele foi resgatado graças a rápida ação de um grupo de pessoas, entre vizinhos e jornalistas, que se uniu e o retirou dos escombros.

Matt Day, um jornalista free-lancer, estava em Dunrobin sexta-feira (21), entrevistando moradores e coletando informações e depoimentos para ter uma noção da destruição causada pelo tornado que atingiu a região de Ottawa-Gatineau horas antes.

Ele conta que enquanto falava com algumas famílias, notou uma comoção de pessoas do outro lado da rua, se dirigiu até o local e descobriu que havia um cachorro preso debaixo de uma pilha de escombros de 30 centímetros de altura.

Day e outros jornalistas então se movimentaram junto aos vizinhos para ajudar o animal, chegando no local, alguns deles utilizaram seus telefones para iluminar a área, que estava ficando escura rapidamente em função do por do sol.

Um vídeo postado em sua conta no Twitter mostra dois homens, que Day identificou como vizinhos da família proprietária do cão, levando o cachorro para um local seguro.

Após o beagle ter sido libertado, Day conta que ele estava ansioso e assustado, mas ileso. A família de Charlie tem mantido contato, desde então, com ele por meio das mídias sociais.

O jornalista afirma que a situação é um exemplo de como o esforço do grupo mostra a força de uma comunidade se unindo em tempos difíceis

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Histórias Felizes, Notícias

Cadela grávida é resgatada de laboratório e dá à luz 8 bebês em liberdade

A beagle Maria, de 10 anos de idade, passou toda a sua vida sendo explorada e abusada em experimentos de um laboratório na China. Nunca sequer tinha visto o mundo fora das quatro paredes em que era mantida em cativeiro.

Uma das maiores violações feitas a esses animais é a procriação forçada; Maria paria vários filhotes incansavelmente, e eles eram retirados dela apenas para serem explorados pela empresa em mais testes.

Depois de uma vida de muito sofrimento – os procedimentos aos quais ela era submetida acabaram deixando a cadela completamente cega -, Maria foi resgatada pela ONG norte americana Rescue + Freedom Project. Os ativistas lutaram muito na Justiça para conseguir a liberdade dela e de mais outros cinco beagles, também vítimas dos testes cruéis.

Quando a beagle foi salva, no entanto, ela não voou diretamente para os Estados Unidos, como os outros. É que Maria, além de sofrer de estresse pós-traumático, estava grávida, e precisou ficar em observação por um tempo na China, até que os filhotinhos nascessem. Ela foi mantida em um lar provisório pelo resto da gestação.

A cadela deu à luz oito filhotes e, em pouco tempo, quatro deles foram adotados, indo viver permanentemente sob os cuidados de tutores carinhosos em lares na China. A outra metade dos cachorrinhos foi levada com a mãe para a sede da ONG, nos Estados Unidos.

Desde que chegaram ao país, todos os cinco receberam cuidados especiais e tem curtido muito a vida em liberdade, brincando e respirando ar puro e fresco. Até presente data, aguardam ansiosamente para serem adotados e viverem em lares definitivos.

Maria recebeu tratamento VIP (Reprodução | Rescue + Freedom Project)

A história de Maria, infelizmente, é uma exceção à regra. Beagles são muito explorados em testes de laboratórios e, entre as justificativas para essa crueldade, estão o fato de serem de uma raça antiga e “padronizada”, e também pela docilidade desses cães.

Já está mais do que comprovado que testes em animais não são necessários. Há alternativas a eles. Cada vez mais países aprovam a proibição ou até mesmo pressionam outras nações a fazerem o mesmo, como tem acontecido com o Brasil.  

Além disso, o próprio mercado consumidor tem buscado opções não só alimentares, mas de toda sorte de produtos veganos, pela preocupação das marcas com o meio ambiente e os animais.

Que histórias como a de Maria, assim como a dos beagles resgatados do Instituto Royal, em 2016, deixem de ser um desvio no caminho, e se tornem o destino final de todos os animais explorados em laboratórios.

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Você é o Repórter

Beagle é encontrado próximo à Corifeu de Azevedo, em SP

Vilma Henrique
vilma.henre@gmail.com

Divulgação

Um cãozinho da raça beagle foi encontrado em perdido ou em situação de abandono próximo à Avenida Corifeu de Azevedo Marques, em SP.

Uma moradora da região o acolheu, mas não pode ficar com ele.

Quem tiver informações sobre a família dele ou quem puder oferecer lar temporário entre em contato através do telefone: 11 – 98463.0364.

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Cão com pouco tempo de vida busca um lar para viver seus últimos dias

A Richmond Animal League (RAL), uma entidade de proteção animal localizada na Virgínia, Estados Unidos, está empenhada em conseguir um lar para Griswold, um cão da raça beagle de oito anos de idade.

(Foto: Richmond Animal League)

Os cachorros que vão parar em abrigos costumam ter histórias de vida tristes. Com Griswold não é diferente. Ele foi recentemente diagnosticado com linfoma e, apesar das tentativas dos voluntários da ONG, pode perder a luta contra a doença em breve.

“Estamos investigando algumas opções de tratamento, mas parece que não haverá tratamento de longo prazo que o possa ajudar”, disse a coordenadora da RAL, Kaicee Robertson. Além do linfoma, o cão tem também problemas de pele e olho seco crônico.

A quantidade de dias que Griswold tem pela frente não é certa. Ele pode viver durante um ano ou partir antes disso. Por essa razão, o abrigo tem urgência para encontrar uma casa onde o cão possa desfrutar de seu último Natal e descobrir o que é uma família de verdade. As informações são do portal Histórias com Valor.

Além da possibilidade da adoção, há também o lar temporário, que também é uma opção aceita pela entidade.

“Ele é um cão especial e estamos confiantes de que há alguém lá fora que amará esse cara, por quanto tempo ele tiver”, disse Robertson.

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Beagle explorado em laboratório celebra primeiro aniversário em liberdade

Um deles é Bond Bea, um beagle do sexo feminino que acabou de comemorar seu primeiro aniversário fora do laboratório. Bea é um dos milhares de beagles que sofreram em laboratórios nos EUA.

Foto: Beagle Freedom Project/Facebook

Segundo o Beagle Freedom Project, todos os anos, os laboratórios exploram quase 70 mil cães e 96% deles são beagles. A raça é escolhida devido às características que também a torna uma das raças mais populares e queridas de cães. Os beagles são tolerantes, pacientes, ansiosos para agradar e muito leais.

Seu temperamento dócil e pequena estatura, infelizmente, fazem com que sejam torturados por instalações como laboratórios biomédicos, universidades e escolas médicas e veterinárias. Os testes incluem alimentação forçada, aplicações nas peles, injeções e inúmeros outros.

Desde que foi fundado, o Beagle Freedom Project salvou muitos beagles que agora desfrutam de suas novas vidas e famílias.

O terceiro aniversário de Bond Bea também foi seu primeiro aniversário verdadeiro e sua nova família fez tudo para compensar o tempo que a cachorra passou no laboratório para que ela soubesse que é muito especial, informa o One Green Planet.

No seu aniversário, a cachorra afortunada recebeu um bolo, muitas guloseimas e presentes – um cenário completamente diferente dos dois últimos aniversários que ela teve que passar em um recinto, sem nenhum tratamento especial. Porém, agora, depois do período que viveu no laboratório, todos os dias devem parecer um aniversário para Bond Bea.

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ONG indiana resgata 150 cães vítimas de exploração em testes

ONG resgatou 150 animais usados em testes
Animais eram explorados como cobaias

Trancafiados em gaiolas pequenas e em um ambiente escuro, os animais eram submetidos a diversos tipos de torturas para a realização dos testes.

Depois de serem resgatados pela ONG indiana Ação e Compaixão Ilimitada, os cães ganharam um nova chance de viver livres.

Segundo os voluntários, eles tinham de 1 a 5 anos de idade e foram abrigados em um hotel para cães onde receberam muito carinho. Confira a seguir o vídeo do resgate:

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Beagle desfruta da liberdade depois de ser torturada por anos em laboratório

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Beagle Freedom Project

Uma pequena beagle nunca teve a chance de ser uma cachorra comum. Cerca de três meses depois de seu nascimento, ela foi enviada para uma unidade de testes de animais na Hungria, onde viveu dentro de uma gaiola e foi torturada em experimentos de laboratório.

Ela não tinha sequer um nome, apenas um número de identificação federal tatuado dentro da orelha.

Embora pouco se saiba sobre o que aconteceu com ela na instalação, Shannon Keith, fundadora e diretora do Beagle Freedom Project (BFP), acredita que a beagle, que mais tarde recebeu o nome de Bea, foi abusada em diversos testes.

Foto: Beagle Freedom Project

“Eles [as instalações de testes de animais] preferem pintar um quadro bonito e dizer: ‘Não foi nada muito intrusivo’, ou ‘Ela era apenas uma cachorra de controle”, diz Keith.

“Porém, sabemos que esta instalação é um laboratório de pesquisa contratado, o que significa que são contratados por outras empresas para testar substâncias específicas que vão desde produtos farmacêuticos a dispositivos médicos, produtos químicos e cosméticos, assim como fazem testes terríveis de inalação”, acrescenta.

O passado de Bea a traumatizou. Quando foi finalmente resgatada pela BFP em dezembro de 2016, ela era tímida, estava exausta e amedrontada com tudo – carros, estradas, sacos reutilizáveis, o som do aspirador.

Foto: Beagle Freedom Project

Bea também tinha muito pouco tônus muscular, provavelmente porque viveu apertada dentro de uma gaiola por tanto tempo e não sabia como fazer coisas normais para um cão como beber em uma vasilha.

“Tínhamos que usar a mão para lhe dar água quando chegou em casa. Ela não tinha ideia do que era uma vasilha de água”, disse Tina Lobel, que adotou Bea, ao The Dodo.

“Não sei o que ela recebia para comer, mas, quando comeu corretamente, pedaços caíam de sua boca conforme mastigava”, adicionou.

Felizmente, Lobel estava lá para ajudá-la pacientemente a superar todos os obstáculos. Lobel a levou a sessões de hidroterapia para ajudar a fortalecer seus músculos e tranquilizou Bea quando ela estava com medo.

Foto: Beagle Freedom Project

Bea também se tornou uma grande amiga dos outros dois cães de Lobel: Rufus e Chip.

“Rufus e Chip foram fantásticos com ela e ensinaram-lhe coisas que eu simplesmente não podia”, disse Lobel.

Rufus se tornou o maior aliado de Bea. “Ela sempre escolheu dormir com meu labrador à noite e teve alguns pesadelos, mas, felizmente, não muitos. Muitas vezes, ela observa a reação de Rufus e segue sua liderança”, explica a tutora.

Ainda assim, Bea tem dias ruins ocasionalmente.”Ela simplesmente se fecha. Ficava totalmente letárgica e vazia, o que era doloroso. Achamos que um barulho, um cheiro, uma reação ou o movimento de uma pessoa causavam isso. Parecia como se estivesse morta, mas respirando”, completa.

Foto: Beagle Freedom Project

“Às vezes você passa por ela fazendo qualquer coisa e ela se encolhe. Ainda não sei por que, mas tenho vontade de chorar quando ela faz isso”, disse Lobel.

Com o decorrer do tempo, Bea está tendo cada vez menos dias ruins e agora ama a vida com Lobel e sua família.

“Bea é muito mais feliz, mais confiante e mais amorosa e tenho certeza de que continuará crescendo. Ela também é muito mais forte, já que agora tem músculos, o que não tinha antes. Seu amor pela comida também significa que agora implora descaradamente”, disse Lobel.

Foto: Beagle Freedom Project

A beagle também adora toda a atenção que recebe. “Bea sempre quis afeto, mas agora ela pede. Ela virá e baterá em você se estiver sentada e saltará sobre seu colo. Suas reações são incríveis quando alguém entra no quarto”, acrescentou.

Além de se aconchegar perto de Lobel, Bea adora perseguir bolas no jardim, ir à praia e explorar os bosques e parques locais. À noite, ela gosta de descansar no sofá.

Foto: Beagle Freedom Project

“Ela está abraçando sua liberdade e estamos fazendo o nosso melhor para nos certificar de que cada segundo valha a pena”, afirmou Lobel.

Bea só esteve com Lobel por alguns meses, mas Lobel já não pode imaginar a vida sem ela.

“Bea é da família. Não consigo descrever o quão especial ela é. Pedi-lhe desculpas tantas vezes por tudo o que ela passou e prometi que iremos amá-la para sempre e fazer cada momento valer a pena. Não sabia que nossa família estava perdendo uma cachorra como Bea até que a adotamos e agora não estaríamos completos sem ela”, finalizou Lobel.

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