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Pit bulls abandonados dormem abraçados em abrigo enquanto aguardam por um lar

Foto: Pima Animal Care Center
Foto: Pima Animal Care Center

Você pode conhecer o amor de sua vida nos lugares mais inesperados – basta perguntar a Agatha e Jukebox, dois pit bulls que atualmente vivem no Pima Animal Care Center em Tucson, Arizona, nos Estados Unidos.

Os dois cachorros entraram no abrigo separadamente: Agatha foi entregue pela tutora que não a queria mais e Jukebox chegou como cão em situação de rua. Mas assim que se encontraram, a conexão dos dois foi inquestionável.

“Normalmente, quando um par de cães se aproxima no abrigo, eles passam a vida toda juntos”, disse Kristen Hassen-Auerbach, diretora de serviços animais, ao The Dodo. “Mas com esses dois, eles não se conheciam. Eles se conheceram em um grupo de brincadeiras um dia e, a partir do segundo em que colocaram os olhos um no outro, tornaram-se inseparáveis”.

Foto: Pima Animal Care Center
Foto: Pima Animal Care Center

Ambos os filhotes estavam lutando para se adaptar à vida de abrigo, mas a crescente amizade rapidamente entre os dois acalmou qualquer ansiedade e depressão. “Apesar do fato de que eles estão vivendo esta vida de confinamento, o que é super estressante para a maioria dos cães, eles se confortam muito na presença um do outro”, disse Hassen-Auerbach.

Os dois filhotes agora compartilham um único canil, o que lhes permite passar todo o tempo juntos. Eles não se importam muito com o espaço pessoal de cada um, preferindo se aconchegar em uma cama única quando é hora de apagar as luzes.

“Há muito espaço para eles se estenderem”, disse Nikki Reck, responsável pela informação pública do Pima Animal Care Center, ao The Dodo, “mas eles dividem aquela pequena cama juntos porque é assim que a preferem”.

Uma foto dos dois cachorros aconchegados recentemente se tornou viral depois que Reck postou no Facebook. Os funcionários do abrigo estão esperançosos que a atenção nas mídias sociais possa ajudar a proporcionar a Agatha e Jukebox uma vida maravilhosa em uma lar amoroso juntos.

Normalmente, não dizemos “estes dois têm que ser adotados juntos”, porque dessa forma leva mais tempo para eles encontrarem um lar”, disse Reck. “Mas com esses dois, nós simplesmente não podemos separá-los, então esperamos, de verdade, encontrar um lar para eles juntos, porque os dois estão destinados a ficar juntos”.

Foto: Pima Animal Care Center
Foto: Pima Animal Care Center

Enquanto isso, a Agatha e a Jukebox estão fazendo perfeitamente a sua parte ao fazer com que os potenciais adotantes que passam por seu canil se apaixonem por eles.

“Toda vez que as pessoas vêm ao abrigo, eles chamam sua atenção”, disse Hassen-Auerbach. “Você passa pelo canil deles e eles estão sempre fazendo uma das 20 coisas fofas que fazem o dia todo: ou eles estão de cabeça para baixo, ou de costas, ou um deles está lambendo o outro”.

É um milagre que os dois cães tenham se encontrado: o Pima Animal Care Center recebe 17 mil animais por ano e atualmente abriga mais de 400 cães. Com tantos cães no abrigo para cuidar, quanto mais cedo os filhotes puderem encontrar um lar, melhor. No entanto, a equipe do abrigo está ciente de que aceitar dois cães grandes e cheios de energia não é para todos.

“Estamos procurando uma família que os aprecie tanto quanto nós”, disse Hassen-Auerbach. “Eles são como a uma TV canina para nós. Quando qualquer um está tendo um dia difícil ou se sentindo para baixo, nós apenas assistimos Agatha e Jukebox juntos e você se sente mais feliz instantaneamente”.

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Porquinha resgatada pede carinhos na barriga da forma mais doce

Foto: Catskill Animal Sanctuary
Foto: Catskill Animal Sanctuary

Inúmeros vídeo tem mostrado porcos que, com seu temperamento doce, desafiam todos os estereótipos imerecidos que as pessoas tendem a ter sobre eles. Como sujos ou burros. Além de muito inteligentes (cientificamente mais que os cães, inclusive), os porquinhos adoram tomar banho e são muito limpos.

Qualquer um que se desejar levará apenas um momento para aprender de verdade como são os porcos, quando estão em um ambiente seguro e amoroso, verá que animais doces eles podem ser e quão errados são os equívocos divulgados sobre eles.

Basta olhar para a Irmã Mary Frances, a porquinha resgatada do vídeo, para perceber como esses animais são expressivos, carinhosos e dóceis, mas além de tudo isso Mary ganha de muitos animais quando se trata da quantidade de carinhos e “coçadas” que ela quer. E ela não se esquiva de exigir essa atenção tão necessária para sua felicidade. Ela tem muita sorte em ter um cuidador que esteja pronto para lhe dar todas as “coçadinhas” na barriga que ela precisa.

A porquinha simplesmente se joga no chão mostrando sua protuberante barriguinha para receber as “coçadinhas” tão preciosas e necessárias para sua felicidade. Irmã Mary Frances adora explorar pelo santuário e se divertir com seus demais amigos animais.

Esta adorável porquinha barriguda chegou ao Santuário pouco antes do Natal de 2014. Um apoiador de longa data resgatou a Irmã Mary Frances quando seus guardiões perderam a casa e não puderam levá-la consigo quando se mudaram.

Foto: Catskill Animal Sanctuary
Foto: Catskill Animal Sanctuary

Irmã Mary Frances foi criada como um porco doméstico e viveu sempre dentro de casa. No auge da dificuldade de perder sua família, ela teve que fazer a transição para viver a vida lá fora.

A princípio, a irmã Mary Frances passava muito tempo dentro de casa, escondendo-se na cozinha enquanto a equipe do santuário se movimentava em torno dela. Jasmine, a primeira amiga da porquinha, ajudou-a a sair da sua concha e desfrutar do ar livre.

Ela agora é livre para correr por onde quiser, vive como quiser durante o dia e se aconchega sob cobertores no celeiro à noite.

A Irmã Mary Frances mora no santuário Catskill Animal Sanctuary – uma organização sediada em Nova York que resgata animais de fazenda e se esforça para inspirar a mudança social. Nem todo porco é tão sortudo quanto ela. Em todo o mundo, há numerosos animais de fazenda vivendo em condições terríveis e sofrendo abusos intermináveis.

Oito fatos curiosos sobre os porcos

Segundo a ONG de proteção animal, World Animal Protection, os porcos são vítimas de preconceito estereótipos equivocados e injustos, seguem os oitos fatos que desacredita essas ideias falsas:

1. Porcos são nossos parceiros de longa data

Os porcos são umas das espécies mais antigas de animais de fazenda. Eles foram domesticados pelo homem antes mesmo das vacas, há cerca de seis mil anos. Atualmente, existe um bilhão de porcos no mundo (aproximadamente) e eles podem ser encontrados em todos os continentes.

Embora a maior parte dos suínos esteja concentrada no campo, eles conquistam o coração de muita gente nas cidades, onde são criados como animais domésticos. Max, o porco de estimação do galã George Clooney, viveu por 18 anos com o ator em sua mansão em Hollywood.

2. Porcos são muito sociáveis

Eles são capazes de formar laços com pessoas e outros animais e de demonstram afeto. Gostam de viver em grupo e de dormir juntos, às vezes aninhando-se nariz com nariz.

Aliás, encostar um nariz no outro é seu jeito preferido de cumprimento!

3. Porcos são bons de garfo

Sua fama de comilão não é à toa. Por serem animais onívoros, os porcos comem praticamente qualquer coisa – até pequenos répteis! Mas isso não quer dizer que não saibam apreciar um bom prato. Eles comem devagar e saboreiam a comida. Seus alimentos preferidos são grama, raízes, frutas e sementes, mas podem se adaptar à dieta de acordo com a disponibilidade de alimento.

Descansar também é sua praia. Eles dormem 5 horas por dia, mas podem passar até 19 horas deitados.

4. Porcos são bastante eloquentes

Eles se comunicam entre si o tempo todo, e não é só para dizer “óinc”. São mais de 20 tipos de sons, usados em diferentes situações – um simples “olá, amigo” ou um “estou com fome”.

E eles sabem se fazer ouvir: o grunhido de um porco adulto pode chegar a 115 decibéis – quase tão alto como uma buzina de carro!

Os leitões podem reconhecer a voz de suas mães os chamando para o jantar, e, enquanto os amamenta, elas cantam para acalmar seus bebês.

5. Porcos são – sim! – muito limpinhos

Eles nunca utilizam o local em que comem e dormem como banheiro. Isso só acontece quando não há espaço suficiente. Os porcos também adoram tomar banho em água:

E por que ficam na lama, então? Os suínos usam a terra molhada por outra razão: como não conseguem transpirar, a lama os ajuda a se refrescar nos dias mais quentes e funciona como um protetor solar para suas peles delicadas. Quando ouvir a expressão “suando como um porco”, saiba que isso é impossível.

(Aliás, existe uma teoria de que a expressão ‘suando como um porco” não se refira ao animal, mas a um instrumento utilizado para fundição de ferro que também recebe esse nome).

6. Porcos são muito inteligentes

Eles são curiosos e perspicazes, e têm uma excelente memória. Estão em 4º lugar entre as espécies mais inteligentes do planeta, à frente até mesmo dos cães.

Seu nível de inteligência cognitiva (semelhante à de uma criança de três anos) permite que eles reconheçam seus nomes, obedeçam a comandos, sonhem e usem espelhos para localizar comida.

Estudos mostraram que os porcos são capazes de lembrar direções e encontrar o caminho de casa mesmo a longas distâncias, além de se recordar de pessoas e outros porcos.

7. Porcos adoram se divertir

Como as crianças, os porcos também amam brincar de jogar bola, pega-pega, corrida e outros jogos. Eles transformam em brinquedos caixas de pape

8. Porcos são heróis

Existem muitas histórias de porcos que salvaram a vida de pessoas. Eles já salvaram humanos e outros animais de incêndios, afogamentos e até assaltos.

Eles também têm um grande coração. Quando veem um outro animal ou uma pessoa em sofrimento, demonstram desconforto e tentam fazer com que se sintam melhor.

Por que você deve saber mais sobre porcos?

Atualmente, muitos porcos são criados em locais nos quais não podem expressar seus comportamentos naturais, como brincar, manter-se limpo ou socializar com outros animais. Conhecer as características de uma espécie nos ajuda a compreender suas necessidades físicas e mentais, e a proporcionar a ela melhores condições de vida.

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Histórias Felizes, Notícias

Esquilo selvagem volta todos os dias para visitar seu salvador

Foto: Tyler Gregory
Foto: Tyler Gregory

Quando Tyler Gregory encontrou um pequeno esquilo bebê, frágil e faminto, em sua propriedade no Kansas (EUA), ele soube imediatamente que faria o que fosse necessário para salvar aquela pequena vida.

O esquilo filhote havia sido uma das vítimas da terrível tempestade que havia atingido a região e foi arrastado para longe da segurança de seu ninho e de sua mãe. Gregory trouxe o esquilo do sexo feminino para dentro de casa para aquecê-la, mas ele estava com medo de que ela não conseguisse sobreviver durante a noite.

“Ela era tão pequena que seus olhos ainda nem estavam totalmente abertos”, disse Gregory ao The Dodo. “Começamos a dar mamadeira com uma fórmula fortificante especial para ela e esperando o melhor”.

Foto: Tyler Gregory
Foto: Tyler Gregory

Gregory e sua namorada colocaram o despertador para acordá-los a cada três horas e se revezaram para dar as mamadas frequentes ao bebê esquilo. Felizmente, seus horários flexíveis permitiam-lhes que tivessem o tempo necessário para cuidar do pequeno esquilo, a quem chamavam Annie.

“Isso ajuda no nosso cronograma de trabalho, já que sou músico e minha namorada trabalha com arte de casa mesmo”, disse Gregory.

Durante as primeiras semanas, Annie dormiu em uma pequena gaiola com uma almofada de aquecimento para mantê-la confortável e, à medida que foi crescendo, o mesmo aconteceu com o tamanho de sua hospedagem.

Foto: Tyler Gregory
Foto: Tyler Gregory

Mas assim que seus olhos se abriram, o curioso esquilo queria mais espaço para andar – e seu pai estava feliz em apaziguá-la e satisfazer suas vontades.

Gregory começou a levar Annie em passeios frequentes para o lado de fora da casa, onde ela podia rastejar pela grama e tomar sol. Logo, o pequeno esquilo estava testando sua força, dando saltos voadores de troncos de árvores e postes da cerca.

Mas não importava para o quão longe ela fosse, Annie sempre corria de volta para o pai para ganhar uma coçadinhas no pescoço e – seu carinho favorito – uma esfregada na barriga.

Foto: Tyler Gregory
Foto: Tyler Gregory

“Ela sempre foi muito apegada a nós enquanto crescia”, disse Gregory. “Ela gostava de correr pela casa ou ir para fora, no quintal, mas sempre voltava e vinha direto para nós. Sempre que as pessoas apareciam, como visitas, ela vinha dizer “olá” sentada no meu ombro.

Quando Annie não estava andando por aí no ombro do pai ou rastejando pelo labirinto de seu cabelo, ela pegava carona na parte nas costas do irmão cachorro.

Em novembro, Annie subiu em sua primeira árvore – um sinal claro para Gregory de que ela estava se preparando para viver sozinha. No entanto, as más condições inclementes do tempo atrasou sua despedida.

“Nós não pudemos liberá-la porque o inverno começou a chegar e o frio estava muito forte”, disse Gregory. “Sua gaiola ainda estava dentro de casa – no entanto, em dias de sol, nós a levamos para fora para que ela pudesse se acostumar com o ambiente.”

Foto: Tyler Gregory
Foto: Tyler Gregory

Gregory queria que fosse escolha de Annie a hora de deixar o ninho, então ele começou a abrir a porta da gaiola para ela poder sair por conta própria.

“Estávamos nervosos e tristes, mas precisava ser feito”, disse Gregory. “Eu não aguentava mais vê-la na gaiola e ela estava começando a ficar selvagem ao invés de ser um bebezinho doce”.

Um dia, no mês de março, ele abriu a porta e Annie correu para os bosques que circundavam a residencia.

Enquanto Gregory e sua namorada brincavam e comparavam Annie a um adolescente crescendo e saindo para a faculdade, pois ainda doía dizer adeus. “Eu não a vi por cerca de uma semana e fiquei muito triste que talvez ela nunca mais voltasse”, disse Gregory.

Mas assim como uma criança se afastando pela primeira vez – Annie ainda queria voltar para casa para uma refeição grátis e para brincar com o cachorro.

“Eu abri a porta da frente no outro dia e lá estava ela!” Gregory disse. “[Ela] veio e me cumprimentou pulando no meu ombro”.

“[Isso] me fez muito feliz”, escreveu Gregory no Reddit. “Eu estava preocupado como qualquer pai ou mãe”.

A visita dela foi breve, mas significou muito para Gregory saber que Annie estava feliz e saudável.

“Ela passou algum tempo conosco, cerca de uma hora e depois seguiu seu caminho”, acrescentou Gregory.

“Ela volta todos os dias por um tempinho para se divertir abrindo nozes e depois segue seu caminho. Ela parece muito feliz e gosta de subir nas árvores”, conclui o orgulhoso pai.

“Aquece o meu coração saber que ela anda por aí, mas ainda volta pra casa”, acrescentou Gregory.

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Cadela é filmada acariciando barriga de grávida e vídeo comove internautas

O vídeo de uma cadela fazendo carinho na barriga da tutora grávida comoveu internautas. Juliana está grávida de 34 semanas e Penélope, a cadela, já ama o bebê que a tutora está gestando.

Foto: Reprodução / Facebook

Nas imagens, Juliana coloca as mãos sobre a barriga e a cadela a cutuca com as patas, deitando em cima da barriga. Ao ser publicado na internet, o vídeo viralizou e já ultrapassou 12 milhões de visualizações. As informações são do portal I Love My Dog.

A explicação para um cachorro entender que há algo de diferente com uma mulher quando ela engravida se deve aos hormônios. Eles alteram o cheiro do corpo da mulher, o que é captado pelo olfato aguçado dos cachorros.

Segundo o veterinário Dr. Rachel Barrack, muitas mulheres grávidas relatam que os cachorros ficam mais afetivos durante a gravidez.

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Populares flagram égua agonizando com filhote morto na barriga, em Maceió (AL)

Divulgação
Divulgação

Populares flagraram, na manhã desta segunda-feira (5), uma égua agonizando com o filhote morto na barriga em uma rua próxima ao aeroclube de Maceió. O animal estaria nesse estado desde domingo.

A égua estava deitada na lama, agonizando com o potro morto dentro da barriga, apenas com as pernas de fora. De acordo com o jovem Leandro Barros, moradores da região ainda tentaram puxar o filhote para fora da barriga, mas não obtiveram resultado.

O tutor do animal, junto com a população, pegaram paus e pediram ajuda a trabalhadores de uma construção próxima do local, e conseguiram colocar a égua em um trator e levá-la para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).

Atenção! Imagens fortes:

Fonte: Gazeta Web

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Gata amava bebê humano desde antes dele nascer

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Facebook/Liel Ainmar Assayag
Foto: Facebook/Liel Ainmar Assayag

A mãe canadense Liel Ainmar Assayag compartilhou recentemente algumas fotos que provam que a sua doce gata Panda amava o seu bebê humano literalmente desde o começo.

Assayaga disse ao BuzzFeed que adotou Panda há dois anos atrás. Quando ela estava grávida de seu filho, no ano passado, Panda costumava se aconchegar em sua barriga de gestante.

Foto: Facebook/Liel Ainmar Assayag
Foto: Facebook/Liel Ainmar Assayag

“Quando a barriga ficou maior, ela começou a colocar as patas em volta, como se estivesse a abraçando”, contou Assayag.

E os carinhos não pararam por aí.

Após o nascimento do filho de Assayag, Panda se aconchegava a ele da mesma forma adorável.

Foto: Facebook/Liel Ainmar Assayag
Foto: Facebook/Liel Ainmar Assayag

Não há como negar que trata-se de uma história de amor.

Foto: Facebook/Liel Ainmar Assayag
Foto: Facebook/Liel Ainmar Assayag
Foto: Facebook/Liel Ainmar Assayag
Foto: Facebook/Liel Ainmar Assayag
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Porcos nascem grudados pela barriga e caso é considerado raro na natureza

Porcos nascem grudados. Caso é raro na natureza. (Foto: Dourados Agora)
Porcos nascem grudados. Caso é raro na natureza. (Foto: Dourados Agora)

Um nascimento curioso na semana passada chamou a atenção dos moradores do distrito de São Pedro, em Dourados(MS). Dois porcos nasceram grudados pela barriga. Os porquinhos não resistiram e sobreviveram por apenas 10 minutos.

José Silvestre, 88 anos, dono do sítio onde os porcos nasceram, vive há mais de 20 anos no local e contou que nunca tinha presenciado uma situação como essa. “Já vi porca parir mais de 20 leitões, bezerros e carneiros nascerem gêmeos, mas um animal grudado no outro, jamais”, disse.

Segundo o veterinário Fábio Santos Hajjad, o fato ocorre quando o óvulo é fecundado duas vezes, porém entre os animais, o caso é raro.

“Em meio aos animais, isso é um fato raro. É difícil que os animais sobrevivam mas, através de uma cirurgia, se os dois tiverem todos os órgãos, é possível fazer a separação dos troncos. Neste caso, possivelmente os dois compartilhavam os mesmos órgãos e nem mesmo cirurgia poderia salvar os dois” explicou.

De acordo com o site Dourados Agora, uma das filhas do casal, Ana Lúcia Pereira, contou que um capataz da chácara acompanhava a leitoa no chiqueiro, já que o animal é muito grande e poderia se deitar em cima dos filhotes e matá-los. Segundo ela, a porca já tinha parido 13 leitões, quando vieram os dois porquinhos grudados.

“Nós levamos até um susto, porque eles não se separavam e vimos que realmente estavam grudados. Levamos para dentro de casa, mas, infelizmente, não aguentaram por muito tempo e acabaram morrendo”, conta.

Outra filha do dono da chácara, Tereza de Jesus, lembra que a cena até a comoveu. “Parecia que eles estavam se abraçando, era algo estranho, mas ao mesmo tempo comovente”, salientou Tereza de Jesus.

Os dois porcos foram congelados a pedido das filhas de José. Eles poderão ser usados em estudos sobre o fenômeno.

Fonte: Jornal Dia Dia

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Processo de adaptação de cão com novo bebê deve começar ainda na gravidez

Ele era tratado como filho pelos tutores, até que um dia é surpreendido com a chegada de um bebê na família. Esse momento tão especial na vida de qualquer ser humano pode ser também sinônimo de problema para cachorros acostumados a reinar sozinhos em seus lares.

Segundo a adestradora Hetyene Borges, o impacto da chegada de um bebê na vida de um pet que vive nessa situação é grande. “A maioria deles pode ter problemas comportamentais como: ciúmes, ansiedade, compulsões, agressividade, depressão, entre outros distúrbios emocionais”, afirmou.

A adestradora, que já foi contratada para socorrer vários casais nessa situação, orienta que o melhor a fazer é começar a preparar o cachorro antes mesmo da chegada do bebê. “A partir do momento em que a mulher descobre a gravidez, ela deve começar a diminuir a atenção dada ao animal e passar a ignorá-lo algumas vezes. Desta forma, ele não vai estranhar tanto quando não receber atenção dos futuros pais”, disse.

Caso o casal não queira que o cachorro entre no quarto da criança é preciso também começar a educá-lo antes da chegada do filho para que ele não relacione a criança às coisas negativas. “O ideal é que os futuros papais peguem uma boneca e simulem com ela as atitudes que terão quando o bebê nascer. Só assim será possível observar o comportamento do pet e, caso ele reaja de forma agressiva, será possível corrigir”, afirmou Hetyene Borges.

Toquinho

A jornalista Luciana Tibúrcio tutora do shitzu Toquinho está grávida de sete meses. Em breve, o cão terá que se acostumar com a presença da pequena Ana Laura, que tomará boa parte do tempo da jornalista.

A futura mamãe acredita que no início o shitzu vai sentir a falta do seu colo “O Toquinho foi o centro das atenções da casa desde que nos casamos, há cinco anos”, disse.

Para que Toquinho não sofra com a chegada da Ana Laura, a jornalista deixa que ele fique deitado debaixo do berço enquanto ela organiza o quarto da filha. “Eu também deixo que ele cheire o enxoval da neném e coloco a cabecinha e a patinha dele na minha barriga para que ele possa sentir a Ana Laura se mexer. O mais engraçado é que, quando ela escuta o latido dele, ela chuta”, disse.

A jornalista acredita que, mesmo com essas atitudes, o cão ficará enciumado com a chegada de Ana Laura. “Ele adora ficar no meu colo e agora não vai poder ficar mais sempre que quiser. Já falei para meu marido não deixar de dar atenção para ele, pois é só isso que o Toquinho quer.”

Tutores também correm o risco de falhar

De acordo com adestradora Hetyene Borges, o trabalho de educação do cão não termina com a chegada do bebê. “É importante que os tutores façam várias associações positivas entre a criança e o cachorro. Por exemplo, quando a mãe estiver com o filho no colo, outra pessoa deve dar um petisco e carinho para o animal. Outra dica que funciona é colocar uma fralda com o cheiro da criança nos locais onde o cachorro costuma dormir e debaixo do seu comedouro. Desta forma, o cheiro do bebê estará associado a duas coisas que os animais adoram fazer, comer e dormir”, afirmou.

Hetyene Borges afirma que, se os responsáveis seguirem todos esses passos, será difícil que o cão estranhe o bebê. Mas, se mesmo assim isso acontecer, ainda é possível contornar a situação e evitar que o cão seja doado. “Todo animal está preparado para mudanças, mas estas devem respeitar o nível de entendimento do animal. Caso o processo de adaptação seja demorado ou não ocorra, um especialista em comportamento canino (não um adestrador), depois de verificar em quais pontos os responsáveis falharam, pode conseguir bons resultados”, disse a adestradora.

O que deve ser feito para que o cachorro não estranhe o bebê

Realizar mudanças gradativas na vida do animal.

O casal deve diminuir a atenção dada ao cão e ignorá-lo em alguns momentos nas semanas antes da chegada do bebê.

É muito importante que o cachorro associe a criança a coisas positivas, como petisco e carinho.

Colocar uma fralda com o cheiro do bebê nos locais em que o animal dorme e come também ajudam a reforçar a associação positiva do cão com a chegada da criança.

Fonte: Correio de Uberlândia


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