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Imagens de cães assados vendidos em barracas de rua do Vietnã chocam turistas

Foto: Soi Dog ONG
Foto: Soi Dog ONG

Cães assados no espeto vendidos em barracas de rua pelos vendedores ambulantes do Vietnã foram flagrados em fotos horríveis de um mercado de carne.

Os corpos dos cães pequenos podem ser vistos dispostos sobre as grelhas, enquanto os vendedores se preparam para cortá-los e servi-los nos restaurantes de mercado de Hanói “Thit Cho”.

As imagens, capturadas por Josh Edelson, que estava viajando pelo país, mostram a pele endurecida e queimada dos animais se partindo enquanto eles são empilhados um sobre os outros.

Foto: Pinterest
Foto: Pinterest

Muitos dos cães ainda têm os dentes no lugar como pode ser vistos nas imagens.

Josh, que vive na Califórnia (EUA), disse que tentou por dois dias encontrar fornecedores que lhe permitissem filmar e fotografar suas barracas de espetos de carne de cachorro.

Ele disse: “A primeira vez que tentei, eles me expulsaram. Eles não gostam de tirar fotos, provavelmente porque é uma parte bastante controversa da cultura deles comer cachorro”.

“Os moradores afirmam que isso faz parte da cultura da região e que o costume deve permanecer”.

Foto: World Dog Alliance
Foto: World Dog Alliance

Josh disse que a certa altura, durante uma visita ao mercado, ele viu soldados se aproximarem de uma barraca e esperava vê-los fechá-la.

No entanto, ele ficou surpreso quando os soldados compraram alguns dos espetos de cachorro.

Josh acrescentou: “Eu pensei que os soldados estavam lá para fechar a barraca, mas fiquei surpreso ao vê-los comprar alguns espetos para comer”.

Comer cachorro ainda é legal no sudeste da Ásia, embora seja desaprovado pela maioria da população e o governo planeje proibir seu consumo até 2021.

No entanto, a indústria de carne de cachorro estava crescendo no país há alguns anos, com relatos de animais roubados de residências para serem transformados em comida.

Foto: We Animals

Em 2014, sete toneladas de cães vivos eram enviados para Hanói todos os dias, relata o Daily Mail.

A maioria dos animais enviados vinha da Tailândia, Camboja e Laos.

Histórias de horror de cães sendo espancados até a morte e recheados de pedras e facas para aumentar seu valor de mercado chocaram o mundo.

Outros têm a garganta cortada ou são esfaqueados no peito, enquanto outros são queimados vivos.

Foto: Wikimedia Commons/calflier001
Foto: Wikimedia Commons/calflier001

Alguns clientes dos mercados de carne de cachorro acreditavam que quanto mais o animal sofria em sua morte, mais saborosa ficava sua carne.

No entanto, nos últimos anos, essa indústria cruel viu seus números despencarem após crescentes pressões de grupos ativistas pelos direitos animais em todo o mundo. As informações são do Mirror UK.

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Matança de cães para consumo chega ao fim em Seul

Foto: World Dog Alliance
Foto: World Dog Alliance

Esta semana, as três últimas lojas de vendas de carne de cachorro em Seul, na Coreia do Sul, assumiram o compromisso de não mais matar cães na cidade. Embora essas lojas tenham desativado seus matadouros locais, elas ainda podem vender carne de cachorros mortos em outras partes do país. Mesmo assim, é uma grande vitória o fechamento dos matadouros de Seul.

A medida ocorre após uma campanha de um ano do prefeito de Seul, Park Won-soon, e do governo metropolitano de Seul para encerrar a prática e foi muito bem recebida pelo grupo de direitos animais Humane Society International (HSI) Coreia. A ONG trabalha na Coreia do Sul desde 2015 para acabar com o comércio de carne de cachorro.

“Estou muito feliz por ver as últimas lojas de carne de cachorro restantes de Seul terminarem com a matança de cães. Embora essas lojas ainda possam vender carne de cachorro [mortos em outras regiões], é maravilhoso ver a Coreia do Sul dar um passo adiante nesta indústria agonizante com a qual a maioria dos coreanos não quer nada”, disse Nara Kim, gerente de campanha de carne de cachorro da HSI Korea.

“Isso me dá esperança de que o futuro da Coreia do Sul seja totalmente livre de carne de cachorro. A HSI Coreia continuará trabalhando com o governo e apoiando os fazendeiros que não querem mais trabalhar no comércio de carne de cachorro, para que um dia possamos celebrar o fechamento do matadouro final de cães da Coreia do Sul”.

Com a ajuda da HSI Coreia, o mercado de carne de cachorro Gupo – um dos maiores mercados desse gênero da Coreia do Sul que fica em Busan – fechou suas 19 barracas em julho e está atualmente sendo transformado em um parque público.


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Karanganyar se torna o primeiro distrito indonésio a proibir a carne de cachorro

A administração de Karanganyar na Indonésia anunciou na última segunda-feira (27) que iria fechar todas as 21 barracas de carne de cachorro em todo o distrito, que fica em Surakarta, na ilha de Java.

Cada barraca mata de dois a três cães para consumo por dia, de acordo com dados da indústria agrícola do distrito, com a proibição serão poupadas as vidas de quase 1.900 cães por mês. A administração de Karanganyar ajudará aqueles que dependem do comércio de carne de cachorro com a transição de renda para novas linhas de trabalho.

O comércio de carne de cachorro na Indonésia

O governo indonésio prometeu acabar com o comércio de carne de cachorro em agosto passado, em um movimento apoiado por celebridades como Ricky Gervais, Simon Cowell e Cameron Diaz. No entanto, nenhuma ação foi tomada desde então.

O número de indonésios que consomem carne de cachorro é uma minoria – apenas 7%, de acordo com a organização sem fins lucrativos Dog Meat Free Indonesia. Em novembro passado, uma petição assinada por mais de um milhão de pessoas pedindo o fim do comércio foi submetida ao governo.

A decisão de Karanganyar foi elogiada pelas ONGs que atuam em defesa dos direitos animais Dog Meat Free Indonesia e Animal Friends Jogja.

A fonte local de notícias, Jakarta Globe, informa que a decisão foi tomada por causa da preocupação com a saúde humana. H. Juliyatmono, chefe do distrito de Karanganyar, disse: “A fim de evitar várias doenças causadas pela carne de cachorro, fecharemos todas as barracas de carne de cachorro em Karanganyar, com efeito imediato”.

De acordo com a Dog Meat Free Indonésia, milhões de cães são capturados e transportados pela Indonésia todos os anos. Investigações em todo o país mostram que doenças como a raiva correm soltas no comércio de carne de cachorro do país. A morte humana por raiva tem sido associada ao consumo de carne de cães infectados.

Uma investigação recente revelou que 13.700 cães com história de vacinação desconhecida são capturados ou roubados todos os meses apenas em Java. A província de Java Ocidental é considerada um centro de abastecimento para toda a nação.

O método de captura e transporte tem sido criticado por muitos por ser absurdamente desumano. Muitos dos cães capturados são animais domésticos de família ou animais capturados das ruas ou comunidades rurais.

Os cães têm suas bocas amarradas, dificultando a respiração, e são amontoados em gaiolas superlotadas onde mal conseguem se mover. Os pobres animais são então transportados por longas distâncias para mercados, matadouros e restaurantes. Muitos morrem de asfixia, desidratação ou insolação antes de chegar.

Juliyatmono acrescentou: “A sobrevivência humana deve ser o foco do nosso desenvolvimento. As pessoas têm que viver em harmonia com Deus e com os seres vivos, incluindo todos os animais”.

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