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Barco é retiro pela polícia durante investigação sobre baleia mutilada em SC

Foto: Reprodução/ NSC TV

Um barco foi retiro pela Polícia Federal na marina de Itajaí, em Santa Catarina, nesta quarta-feira (27) como parte das investigações sobre o caso da baleia que teve sua cauda mutilada no litoral do estado. O objetivo é descobrir se o animal foi vítima de um acidente ou de um crime ambiental.

Um vídeo divulgado na internet mostra a cauda do animal decepada, amarrada a um barco, e pescadores falando sobre a aproximação da baleia.

Um pescador envolvido no caso foi identificado. O delegado da PF em Itajaí Oscar Biffi explicou ao G1 que o homem e a embarcação são da cidade de Navegantes.

A mutilação é investigada também através de processo administrativo de autoria do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), que tenta localizar a baleia. A capitania dos portos também está colaborando.

Na opinião do oceanógrafo Roberto Wahrlich, que é professor na Univali, em Itajaí, a baleia foi vítima de um acidente. Ao G1, o especialista afirmou que acredita que o animal marinho ficou preso entre os cabos da rede e acabou sendo mutilado.

Foto: Reprodução/ Redes sociais

A mutilação da cauda da baleia, segundo o pesquisador Jules Soto, curador do Museu Oceanográfico da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Balneário Piçarras, poderá levá-la à morte por inanição.

De acordo com Wahlich, acidentes do tipo já ocorreram no passado envolvendo barcos pesqueiros – o que revela, sob o ponto de vista abolicionista da ANDA, o quão nociva é a prática da pesca, que além de matar peixes de maneira direta, tira a vida de baleias e também de golfinhos e tartarugas, que frequentemente morrem após ficarem presos em redes de pesca.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


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Polícia identifica pescador envolvido no caso de baleia que teve cauda mutilada

Foto: Reprodução/ Redes sociais

Um pescador envolvido no caso da baleia que teve a cauda mutilada em Santa Catarina foi identificado pela Polícia Federal do estado. Um inquérito apura se o animal foi vítima de um acidente ou de um crime ambiental.

O delegado da Polícia Federal em Itajaí, Oscar Biffi, informou ao G1 que o pescador e a embarcação são da cidade de Navegantes. Um vídeo (veja abaixo) mostra a cauda do animal arrancada. Nas imagens, pescadores falam sobre a aproximação da baleia com o barco.

Paralelamente à investigação policial, o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) também está apurando o caso, que conta com a colaboração da capitania dos portos.

Na opinião do oceanógrafo Roberto Wahrlich, que é professor na Univali, em Itajaí, a baleia foi vítima de um acidente. Ao G1, o especialista afirmou que acredita que o animal marinho ficou preso entre os cabos da rede e acabou sendo mutilado.

A mutilação da cauda da baleia, segundo o pesquisador Jules Soto, curador do Museu Oceanográfico da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Balneário Piçarras, poderá levá-la à morte por inanição.

De acordo com Wahlich, acidentes do tipo já ocorreram no passado envolvendo barcos pesqueiros – o que revela, sob o ponto de vista abolicionista da ANDA, o quão nociva é a prática da pesca, que além de matar peixes de maneira direta, tira a vida de baleias e também de golfinhos e tartarugas, que frequentemente morrem após ficarem presos em redes de pesca.


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Baleia tem cauda decepada e envolvimento de pescadores no crime é investigado

Foto: Reprodução/ Redes sociais

Vítima de uma atrocidade, uma baleia-jubarte teve sua cauda decepada em alto-mar. O Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) acredita que o crime tenha sido cometido no litoral de Santa Catarina no último final de semana. O órgão ambiental investiga, junto da Polícia Federal, o possível envolvimento de pescadores no caso.

Um vídeo (veja abaixo) mostra a cauda do animal, já decepada, no mar. Em seguida, aparece a baleia, nadando e deixando um rastro de sangue. Nas imagens, divulgadas nas redes sociais, é possível ver pescadores em um barco afirmando que o animal se aproximou da embarcação.

O pesquisador Jules Soto, curador do Museu Oceanográfico da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Balneário Piçarras, repudiou o ato brutal cometido contra o animal. A justificativa, dada pelos pescadores no vídeo, de que tamanha crueldade teria sido realizada para evitar que o barco virasse foi refutada pelo especialista. Ao G1, Soto explicou que a baleia não teria condições de fazer a embarcação tombar.

“A reação da baleia quando prende a cauda sempre é girar para tentar se libertar daquilo, isso geralmente ocasiona o emalhamento no cabo. A primeira análise que a gente tem é que está tudo errado. De forma alguma uma baleia daquele tamanho põe aquele barco a pique. Ela não ameaçaria aquele barco. Existe uma desproporção muito grande de massa, principalmente porque a baleia não vai puxar pra baixo quando ela está nessa situação, ela vai puxar pra frente ou para os lados”, disse.

No entanto, a postura de uma pessoa em uma situação dessa, independentemente do animal ter ou não condições de virar uma embarcação, deveria ser outra. O recomendado é danificar o apetrecho de pesca para salvar a vida do animal, ao invés de condená-lo a sofrimento físico e psicológico, além de fazê-lo agonizar até a morte, para não estragar um mero objeto.

“É uma atrocidade. É um animal protegido por lei, teria que danificar o petrecho de pesca [para soltá-la]. Ela não vai morrer de hemorragia, é um animal que praticamente vai morrer de inanição”, disse Soto.

No domingo (24), conforme a bióloga Fábia Luna, coordenadora do Centro de Mamíferos Aquáticos (CMA) do ICMBio, em Santos (SP), uma rede de fiscalização estadual e federal responsável por amparar mamíferos aquáticos encalhados foi acionada para que fique atenta à possibilidade da baleia encalhar ou ser vista em alto-mar. O ICMBio também busca identificar o barco e os pescadores. Caso sejam encontrados, eles prestarão depoimento sobre o caso.

O animal brutalmente mutilado é uma baleia-jubarte juvenil. “Possivelmente estava em migração para o sul da Bahia, área para onde esta espécie migra durante o inverno”, informou ao G1 a diretora de pesquisa do Instituto Australis, Karina Groch.

O caso foi alvo de nota de repúdio por parte do Instituto Baleia Franca (IBF), assinada pelo presidente da instituição, Eduardo Peixoto.

“O que aconteceu foi um ato criminoso e deve ser alvo de um inquérito criminal, incluindo até a prisão”, diz o comunicado do IBF.

Confira o vídeo abaixo (as imagens são fortes):


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Cachorro nada por 11 horas em busca de ajuda após barco de tutor afundar

Divulgação

O cãozinho Heidi tem uma incrível história de heroísmo. O cachorro, da raça pastor alemão, veleja tranquilamente com o seu tutor no litoral de Queensland, na Austrália. Tudo ia muito bem, mas algo inesperado aconteceu: a embarcação ficou sem energia e o barco começou a afundar, deixando o cão e seu tutor literalmente à deriva.

Divulgação

O homem, se agarrou onde pode enquanto a embarcação não naufragava completamente, mas Heidi sabia que o socorro não chegaria por conta própria e se pôs a nadar sem parar em busca de ajuda. Ele nadou por cerca de 11 horas até que encontrou um pescador, que rapidamente percebeu que o cachorro estava visivelmente angustiado.

Divulgação

O pescador acionou as autoridades e rapidamente uma operação de resgate foi montada. Barcos, jet skis e helicópteros fizeram extensas rondas até encontrar o homem, que, felizmente, ainda estava vivo. A situação era grave e tinha tudo para dar errado, mas graças a coragem e determinação de Heidi a história teve um final feliz.


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Leões-marinhos que pegaram carona em veleiro quase afundam o barco com seu peso

Foto: Twitter
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Com o mar de inverno californiano, nos Estados Unidos, ficando mais frio a cada dia, a chance de pegar uma carona era muito tentadora para esses leões-marinhos “preguiçosos”.

Os mamíferos gigantescos dominaram este pequeno barco a vela no noroeste do Pacífico americano – e provaram ser tão pesados que a proa da embarcação estava quase submersa.

O audacioso “sequestro” do barco foi capturado em vídeo e postado no Twitter.

Outro vídeo postado mais tarde mostrou um terceiro leão-marinho tentando subir a bordo da embarcação na enseada de Puget Sound perto de Olympia, no estado de Washington, apenas para descobrir que não havia espaço no convés.

Os leões-marinhos californianos pesam em média 300 kg e podem crescer até oito pés (cerca de 2,5 metros).

O proprietário do barco, que é desconhecido, só terá que avaliar o estrago e ver se o transporte sobreviveu à visita dos animais.

Foto: Twiter
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Tartaruga de 65 kg é resgatada após colisão violenta com barco

Foto: CBSlocal
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Uma tartaruga verde de cerca de 65 kg, com o casco cortado e ferido, foi resgatada na costa da Flórida, nos Estados Unidos.

As agências de notícias informam que a tartaruga, nomeada de Blaze, está sendo cuidada no Centro de Resgate da Vida Marinha, Loggerhead Marinelife Center, em Juno Beach (Praia de Juno).

A declaração de um oficial de Indian River County (Condado da região) diz que os responsáveis responderam no domingo último (10), a um chamado de emergência relatando que uma tartaruga marinha havia sido atingida por um barco perto de Barber Bridge.

Oficiais e bombeiros levantaram a criatura da água com a ajuda de uma rede e a levaram a um quartel de bombeiros de Vero Beach. A tartaruga foi então levada para um centro de cuidados marinho.

A porta-voz do Centro, Lauren Eissey, diz que uma colisão violenta com um barco parece ter deixado Blaze com danos nos nervos, mas a equipe de reabilitação acredita que há uma forte chance dela ser devolvida à natureza.

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Cãozinho arrastado pela correnteza em praia é salvo por pescadores

Foto: tt-creative.com
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Pescadores salvaram a vida de um filhote de cachorro da resgatando-o da água após o cãozinho ter sido arrastado para alto mar pela correnteza, na costa do México.

Depois de seis horas de pesca, Rigoberto Michel Flores, 29 anos, viu algo se movendo à distância a algumas centenas de metros da costa da Baía de La Paz, no estado de Baja California Sur, México.

A princípio, ele e seu irmão, Jorge Abraham, acharam que era apenas uma pessoa nadando, mas, ao aproximarem o barco, viram o filhote exausto, nadando desesperadamente, tentando manter a cabeça acima da água.

Em filmagens tensas tiradas de sua missão de resgate, os irmãos e dois amigos ligam o barco e seguem em direção ao cachorro.

O grupo assobia e chama o animal para tentar encorajá-lo a se aproximar.

Mas o cão está muito longe e encontra dificuldade em nadar contra a correnteza que está arrastando-o para o mar.

Quando o barco se aproxima o suficiente, o Sr. Flores se abaixa e pega o filhote esgotado em seus braços, deixando-o descansar em seguida e oferecendo-lhe água para beber.

De volta à praia, o grupo leva o cão sem raça definida, a uma clínica veterinária onde ele foi tratado por exaustão e alta ingestão de água salgada.

Foto: tt-creative.com
Foto: tt-creative.com

Durante os dias após o resgate, que aconteceu na quinta-feira, 29 de agosto, o cão se recuperou completamente.

E após o resgate, o grupo batizou o cachorro Wilson, em homenagem à bola companheira de Tom Hanks no filme “O Náufrago”.

Rigoberto, 29 anos, disse ao Daily Mail: “Estou feliz por podermos salvar esse filhote da morte certa, e espero que as pessoas continuem se conscientizando sobre a importância de respeitar todas as criaturas vivas”.

“Todos participamos do resgate. O momento teve um impacto positivo em mim, tanto”, acrescentou ele, “Quero ressaltar que nosso grupo respeita a vida de todos os animais”.

Foto: tt-creative.com
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Mãe golfinho salta de felicidade ao ter seu filhote libertado

Aflita por ver o filho preso e sem ter como ajuda-lo, a mamãe golfinho expressa toda sua alegria e alívio ao ver o bebê de volta ao mar, dando um espetáculo natural de beleza única


 

Foto: Mario Polizzi/Facebook
Foto: Mario Polizzi/Facebook

O momento inusitado e belo foi filmado e postado em uma rede social.

Uma mamãe golfinho foi filmada literalmente “pulando” de alegria depois que um grupo de pescadores libertou seu bebê que estava emaranhado em uma rede de pesca que eles mesmos haviam lançado da ilha de Procida, em Nápoles, na Itália.

O clipe postado no Facebook pelo pescador italiano Mario Polizzi captura o momento emocionante em que seus companheiros de pesca resgataram o filhote preso, causando um enorme salto e posterior mergulho em aparente “alívio” enquanto seu filhote era libertado.

Os pescadores podem ser ouvidos batendo palmas e aplaudindo-a enquanto ela faz o que parece ser um “prêmio de agradecimento”. Um pescador pode até ser ouvido dizendo: “Que bom que ela ficou feliz, é como num filme”.

Os seres humanos se envolvem com golfinhos de várias formas, muitas delas absolutamente perturbadoras, colocando-os em sério risco, segundo informações do NY Post. Selfies, nado e alimentação de golfinhos prejudicam os animais, seu ciclo de vida, cadeia alimentar e ecossistema.

Por este motivo autoridades da Nova Zelândia estão proibindo atrações turísticas que ofereçam passeios onde seja possível nadar com golfinhos. A região da Baía das Ilhas sofreu um declínio de 66% na população de golfinhos e um aumento de 65% na taxa de mortalidade de filhotes, de acordo com o Departamento de Conservação da Nova Zelândia.

Foto: Mario Polizzi/Facebook
Foto: Mario Polizzi/Facebook

“Pesquisas mostram que as interações com os golfinhos-nariz-de-garrafa têm um impacto significativo no comportamento de repouso e alimentação [da população] desses mamíferos marinhos e que as pessoas estão ‘amando demais os golfinhos'”, disse um porta-voz à Euronews.

A Nova Zelândia não é o único centro turístico que esta combatendo as atrações com golfinhos. O Havaí também está considerando adotar medidas para proibir a prática devido a preocupações com as populações raras de golfinhos-rotadores (Stenella longirostris), responsabilizando os turistas por interromper seus padrões de acasalamento.

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Burrinha presa há mais de dois anos em ilha desabitada é finalmente resgatada

Foto: ABC News/Reprodução
Foto: ABC News/Reprodução

Hillary, a burrinha selvagem que foi abandonada e estava presa em uma ilha desabitada por mais de dois anos foi oficialmente resgatada na última sexta-feira (23) de seu “cativeiro” no Lago McClure, na Califórnia, nos Estados Unidos.

Uma equipe do Departamento de Pesca e Vida Selvagem da Califórnia tranquilizou Hilary após repetidas tentativas de encurralá-la dentro de um enorme contêiner de transporte instalado na ilha há cerca de uma semana.

A equipe então a colocou em uma maca de lona e a carregou até um barco para o transporte através do lago. Uma vez que ela chegou a marina e desembarcou, a burrinha foi colocada em um trailer de transporte partiu a caminho de um santuário em Ione onde viverá o resto de sua vida.

Hillary foi descoberta pelo policial aposentado Harry Markarian em 2017, enquanto ele passeava com seu barco pelo lago.

Foto: CBS NEWS
Foto: CBS NEWS

Ele e outros velejadores do Lago McClure acreditam que Hillary chegou à ilha quando os níveis de água caíram para um nível extremamente baixo durante a seca e ela conseguiu atravessar até a porção de terra no meio da água. O reservatório então encheu de água durante o inverno e Hillary ficou presa no que se tornou uma ilha. A ilha ficou cada vez menor à medida que o degelo continuava a encher o lago.

Ela foi capaz de sobreviver por muito tempo graças aos velejadores que rotineiramente deixavam comida, como feno, sacos de ração, sal e maçãs.

Isso enquanto várias agências, incluindo o Bureau of Land Management, o Merced Irrigation District e o Departamento de Pesca e Vida Selvagem da Califórnia, lutavam para determinar quem tinha jurisdição e responsabilidade pelo animal selvagem.

Cerca de dois meses atrás, Markarian disse em uma entrevista à CBS13 que Hillary, a burrinha, ainda estava presa na ilha, dois anos e meio depois. Na época, ele havia se unido a um resgate de cavalos e os dois criaram um plano para resgatar Hillary da ilha.

Há três semanas, o Departamento de Pesca e Vida Selvagem da Califórnia cancelou esse plano por causa de uma lei estadual escrita de forma dúbia. Eles disseram que, de acordo com o California Fish and Game Code, é ilegal capturar um burro selvagem, a menos que o proprietário da terra faça o pedido. Mesmo assim, apenas um oficial ou empregador de uma agência local de controle de animais pode fazê-lo.

Eles criaram seu próprio plano para resgatar Hilary na manhã de sexta-feira. Só que nem tudo saiu exatamente de acordo com o plano. A ideia era persuadi-la para dentro do contêiner de transporte, levá-la até um barco especial, aportar na marina e levá-la no trailer até o santuário, sem tranquilizá-la.

O CDFW tentou levar Hillary para o contêiner de manhã, mas depois de várias tentativas fracassadas, decidiu dar tranquilizantes a ela. O primeiro tranquilizante não funcionou, mas o segundo agiu cerca de 45 minutos depois.

Hillary está agora a caminho do Santuário Peaceful Valley Donkey Rescue em Ione, no Texas.

Para saber mais sobre Hillary clique aqui.

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Burro preso em ilha minúscula e desabitada aguarda resgate há mais de dois anos

Foto: CBS
Foto: CBS

Equipes de resgate estão furiosas com o tempo que esta levando para que um burro ferido seja resgatado de uma pequena ilha no Lago McClure, no condado de Mariposa, a cerca de 64 quilômetros a leste de Modesto, na Califórnia (EUA).

“Como você pode ignorar um animal que está machucado com uma perna quebrada como ela (a barrinha) esta e não a ajuda?”, Disse Bobbie Carne, especialista em resgate de cavalos.

Ela está entre o grupo de pessoas que querem resgatar o burro da ilha e oferecer ao animal o cuidado necessário.

“Isso vem acontecendo há quase três anos”, disse o detetive da polícia aposentado de Merced, Harry Markarian que foi quem descobriu o burro na ilha.

Markarian disse que está frustrado por ver o burro ainda preso na pequena ilha depois de todo esse tempo.

“Esta ilha tem apenas cerca de um acre agora porque os níveis de água ao redor dela subiram muito”, disse ele.

Quando o ex-policial encontrou o burro em 2017, ele disse que a ilha estava conectada a outra que agora está submersa.

“Isso realmente nos assustou porque você pode ver que não há realmente muita comida para ela, somente uma vegetação escassa”, disse ele.

Markarian disse que uma família que possui uma casa flutuante no lago tem alimentado o burro várias vezes por semana. Mas eles agora têm que vender seu barco, então ele está preocupado porque ninguém será capaz de alimentar o burro quando eles se forem.

“Estamos muito preocupados com sua perna quebrada também”, disse Markarian.

Então, cerca de um mês atrás, ele entrou em contato com um centro de resgate de cavalos para ajudar e eles criaram um plano para resgatar o burro.

Foto: CBS
Foto: CBS

“É ridículo quanto tempo leva para fazer alguma coisa”, disse Carne. “Nós tínhamos tudo pronto. Tínhamos tranquilizantes, tínhamos o barco, tínhamos os veterinários, já tínhamos tudo preparado em duas semanas”.

Markarian disse que planejam resgatar o burro no sábado e que o Merced Irrigation District, que administra o lago, estava a bordo. O Bureau of Land Management, que possui parte da ilha, também deu a luz verde.

“Esta ilha em particular está dividida. Metade pertence ao MID e metade pertence ao BLM. Bem, eu tenho permissão de ambos e ambos disseram para fazer o que é melhor para o burro ”, disse Markarian.

Ele disse que o Departamento de Pesca e Vida Selvagem da Califórnia os impediu porque eles precisam de tempo para interpretar a lei.

“Nós meio que ‘tiramos o vento de nossas velas’ “, disse Markarian.

A legislação da Califórnia diz que é ilegal capturar um burro selvagem, a menos que o proprietário da terra faça o pedido. Mesmo assim, apenas um oficial ou empregador de uma agência local de controle de animais pode fazê-lo. Até agora, as agências não determinaram quem deve assumir a responsabilidade pelo animal.

“Eles continuam apontando os dedos uns para os outros. É como um jogo de pingue-pongue. É ridículo. Toda essa burocracia do governo”, disse Carne.

Então, por enquanto, Markarian e Carne têm que suspender seus planos e esperam que uma decisão seja tomada em breve.

“Nós não precisamos ir ao tribunal para isso, estamos apenas tentando fazer o bom senso prevalecer”, disse Markarian.

O Departamento de Pesca e Vida Selvagem da Califórnia disse que está ciente do caso e planeja enviar alguém para avaliar a condição do jumento e elaborar um plano.

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Dois filhotes de elefante-marinho superam as expectativas e retornam ao oceano

Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG
Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG

Os dois elefantes-marinhos tinham muita coisa contra eles quando foram resgatados por uma equipe do Pacific Marine Mammal Center (PMMC, na sigla em inglês) em Laguna Beach, na California (EUA).

Um dos filhotes, uma menina apelidada pelo centro de Fat Tuesday (Terça-feira Gorda, na tradução livre), foi achada perto da Rua 24ª na Praia de Newport no dia 10 de março pesando 28 kg – pelo menos 4 kg a menos do que o que ela estaria provavelmente pesando quando nasceu.

O bebê foi o menor animal que o centro resgatou este ano, ela teve dificuldade em se manter com os outros filhotes de elefante-marinho maiores e em um ponto quase se afogou em uma piscina.

Depois, apareceu Theon, encontrado em 28 de abril na Orange Street, em Newport Beach, pesando cerca de 37 kg. Ele estava desidratado e tinha uma ferida cheia de pus.

Depois de ficar no centro por um mês, Theon teve pneumonia e quase morreu. Ele esteve em estado crítico por várias semanas.

Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG
Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG

Mas na segunda-feira, 15 de julho, a Fat Tuesday, agora com 74 kg, e Theon, com 80 kg, estavam prontos para voltar ao oceano. Acompanhados pela equipe da PMMC, os elefantes-marinhos, foram levados a bordo de um barco de Patrulha do Porto do Xerife e levados para o mar aberto perto de Dana Point.

A cerca de uma milha (cerca de 1,6 km) de distância, o barco parou e os funcionários abriram as portas do compartimento onde os animais estavam.

A cabeça de Fat Tuesday apareceu primeiro. Ela acariciou Theon ainda dentro da gaiola dele. Então eles se aproximaram do degrau de mergulho do barco. Fat Tuesday – mais próxima da água – parecia insegura. Depois de alguns minutos, pareceu que Theon a empurrou para o lado e mergulhou.

Então Fat Tuesday, começou a balançar para frente e para trás, um sinal de que ela estava estressada, disse Wendy Leeds, uma coordenadora de cuidados com animais que estava assistindo tudo de um segundo barco. Mas Keith Matassa, que lidera a pesquisa animal para PMMC, estava lá para ajudar.

“Vamos lá menina, entra na água”, ele chamou Fat Tuesday a partir do segundo barco. Ela olhou para ele e em poucos segundos, pulou na água. Ao contrário de Theon, ela ficou na superfície nadando em direção a Matassa. Enquanto ele afastava o barco, ela mergulhou de cabeça na água – fazendo o que os elefantes-marinhos fazem.

Em comparação com os leões-marinhos, que nascem nas colônias de Channel Island em junho e julho e permanecem com suas mães por seis a nove meses, os elefantes-marinhos ficam por conta própria depois de apenas quatro semanas.

Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG
Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG

Normalmente, os elefantes-marinhos, nascidos em viveiros perto de San Simeon, ao norte de Santa Cruz e Point Reyes, estariam no mar alto do Pacífico, nadando a milhares de milhas das praias neste momento.

Desde 2017, centros de resgate de mamíferos marinhos ao longo da costa da Califórnia têm visto um aumento no número de elefantes-marinhos que precisam de ajuda. Os animais também começaram a chegar em maior número no início deste ano, com maior frequência do que o habitual, disse Kristen Sakamaki, veterinária da PMMC. Fat Tuesday foi um dos primeiros elefantes-marinhos que o centro recebeu este ano.

Até agora, o centro resgatou 35 elefantes-marinhos em 2019. O SeaWorld San Diego resgatou 20, o Centro de Mamíferos Marinhos de Los Angeles, em 86, e o Centro de Mamíferos Marinhos, em Sausalito, em 157.

Sakamaki disse que o alto número de encalhes pode ser atribuído a fortes ondas e tempestades durante a época de reprodução dos elefantes-marinhos, de janeiro a março.

Alguns dos filhotes podem ter ficado órfãos e então foram para o mar com menos reservas de gordura do que o necessário. Alguns, incluindo Fat Tuesday e Theon, podem não ter descoberto como caçar peixes.

Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG
Foto: Mindy Schauer, Orange County Register/SCNG

Este ano, a PMMC recebeu 170 animais, o mais recente deles um leão-marinho resgatado terça-feira, 16 de julho, em Huntington Harbor. Além dos elefantes-marinhos, o centro recebeu 119 leões-marinhos, oito focas, três focas de Guadalupe e cinco golfinhos.

“A quantidade de tempo, cuidado e atenção aos detalhes realmente faz a diferença”, disse Sakamaki sobre a recuperação dos animais. Ela disse que o vínculo de Matassa com a Fat Tuesday é provavelmente a razão pela qual o filhote pode ser libertado com segurança.

“Custou muito tempo e esforço extra com ela e com Theon”, disse ela. “Eu acho que Fat Tuesday e Keith desenvolveram um respeito mútuo e amor.”

A experiência de segunda-feira foi especial, disse Matassa.

“É uma sensação indescritível ter um animal olhando para você entre outras 13 pessoas”, disse ele. “Isso remonta à Bíblia. Devemos ser guardiães do meio ambiente e proteger as espécies também”.

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Milhares de bois aguardam embarque da Nova Zelândia para a China

Por Rafaela Damasceno

Recentemente, um grupo ativista em defesa dos direitos animais afirmou que cerca de 5.400 bois seriam enviados da Nova Zelândia para a China. O Ministério das Indústrias Primárias (MPI) foi informado e recebeu um pedido para que a exportação acontecesse, mas concluiu que isso não era correto.

Alguns bois presos em uma carreta
Foto: Getty

O governo está, atualmente, revisando as leis de exportação de animais vivos. “Há um processo a ser trabalhado para mudar as leis e é isso que estamos fazendo”, declarou a MPI em um comunicado.

O ministro da agricultura da Nova Zelândia, Damien O’Connor, disse em junho que o governo já estava considerando proibir a exportação de animais vivos. “Chegou a hora de repensar sobre isso e considerar se é algo que se encaixa nos nossos valores como país”, afirmou o ministro.

Damien ainda explicou que, por mais que cuidados sejam tomados, acidentes acontecem no transporte dos bois. Quando os animais deixam o país, não há muita coisa que possa ser feita para garantir seu bem-estar. “Isso é algo inaceitável para mim e para um grande número de neozelandeses”, disse.

Esse assunto será discutido no Comitê de Desenvolvimento Econômico do Gabinete, para considerar os impactos de uma proibição absoluta ou condicional. Por enquanto, todas as exportações de animais do país permanecem suspensas.

Mais de dez mil neozelandeses assinaram uma petição no mês passado, pedindo a proibição da exportação dos animais vivos para países com padrões mais baixos de bem-estar animal do que o país.


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