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Imagens de baleia orca em luto pelo seu filho emocionam internautas

A baleia carregou seu bebê morto por duas semanas, preocupando especialistas sobre sua saúde.


A imagem de uma baleia orca carregando seu filhote pelo oceano é além de partir o coração. Conforme os dias passaram, novas fotos compartilhadas por agências de notícias mostram a mãe de luto ajeitando o corpo sem vida de seu filho na superfície da água. Histórias nas redes sociais foram bombardeadas de comentários de pessoas que sentiram muito pela mãe e pela dor que ela estava sentindo. Era claro que ela está sofrendo pela perda de sua criança.

A mãe, conhecida como Tahlequah ou J35, é parte de um grupo de baleias ameaçadas de extinção, que vivem ao redor da costa do estado de Washington. De acordo com The Whale Museum, faz três anos desde que um filhote nasceu neste grupo e, dos que nasceram, apenas 25% sobreviveram.

Tahlequah carregou seu filhote morto por mais de duas semanas, com outras baleias do grupo ajudando ela algumas vezes. Pesquisadores afirmam que é normal para as orcas lamentar a morte de seus próximos por alguns dias, mas esse foi o momento de luto mais longo que já observaram. A baleia estava tão focada em manter o seu filhote equilibrado na superfície, que cientistas ficaram preocupados com ela se estivesse se alimentando o suficiente para sustentar a si mesma, podendo colocar a sua própria saúde em risco.

A mãe orca eventualmente deixou seu filhote ir, e a história desapareceu das manchetes dos jornais. Mas este caso é um lembrete importante de como os animais são exatamente como os humanos, e o impacto de suas perdas demonstra a importância em proteger as baleias orcas restantes.

Uma espécie inteligente, tendo raciocínio e emoções complexas

Orcas são animais altamente inteligentes e sociais. Como os humanos, elas conseguem controlar comportamentos complexos e expressar emoções. Seus grupos são formados por sua família e uma rede de suporte entre si, convivendo juntos pela vida inteira. As baleias conseguem carregar seus filhotes por mais de um ano, amamentá-los e protegê-los. As mães formam um laço extremamente forte com seus filhos, assim como os humanos. Estes animais se comunicam usando seus próprios dialetos e dividem a comida entre si.

Estudos descobriram que as fêmeas mais velhas são vistas como líderes fortes, que compartilham sabedoria com o grupo, levando-o para as regiões ricas em comida e ajudando a cuidar dos filhotes.

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Kasatka: morre mais uma orca aprisionada pelo SeaWorld

Após uma vida de exploração e aprisionamento, a orca Kasatka, de 41 anos, foi morta nesta terça-feira (15), no parque aquático SeaWorld em San Diego (EUA), em virtude de uma infecção respiratória.

Segundo a direção do parque a indisposição e o apetite da orca pioram muito nos últimos dias e decidiram matá-la. O SeaWorld afirma que realizará uma autópsia no animal para descobrir a causa do declínio da saúde da orca, mas não há garantias de que os resultados serão revelados, já que o parque se recusa a divulgar a autópsia da orca Tilikum.

Orca Kasatka morreu de infeccção respiratória.
Orca Kasatka morreu de infeccção respiratória. /Crédito: seaworldcares.com

Kasatka já é a segunda orca enclausurada no SeaWorld que morre neste mês. Em primeiro de agosto, faleceu o filhote de três meses Kyara, também de infecção respiratória.

Pesquisadores de mamíferos marinhos afirmam que as mortes prematuras por infecção desses animais são comuns devido aos altos níveis de estresse que eles sofrem. Por causa disso, o parque aquático SeaWorld é alvo de inúmeras denúncias de maus-tratos ao animais e de grupos ativistas defensores de direitos animais.

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Grupo de 81 baleias orcas negras aparece morta no litoral sul da Flórida

Foto: Reprodução / Pinterest

Ao menos 81 baleias orcas foram encontradas mortas neste fim de semana no litoral sul da Flórida, informou nesta segunda-feira a Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA) dos Estados Unidos.

Os animais faziam parte de um grupo de 95 orcas que apareceram em Cayo Hog, no extremo sul da Flórida. Outras 13 baleias vistas na região estão desaparecidas e apenas uma conseguiu sobreviver. As autoridades agora tentam encontrá-las com ajuda da Guarda Costeira.

Das 81 baleias que faleceram, 72 morreram por causas desconhecidas e outras nove foram mortas, indicou a NOOA em entrevista coletiva para dar detalhes sobre o assunto.

Segundo a agência norte-americana, os animais pesavam cerca de 700 quilos e tinham até 6 metros de comprimento. Entre o grupo havia machos e fêmeas, de todas as idades.

Ainda não se sabe o que ocorreu. As autoridades estão fazendo autópsias e colhendo amostras dos corpos das baleias para descobrir o que provocou a morte do grupo.

A região onde elas foram encontradas foi fechada pelo Serviço de Parques Nacionais dos EUA. A NOOA pediu nas redes sociais que, por segurança, barcos não passem na área, onde há a presença de tubarões.

Fonte: Terra

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