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Elefantes podem estar completamente extintos em 2025

A carcaça de um elefante que morreu após beber água envenenada no Parque Nacional Hwange, no Zimbábue, em 2013. Os caçadores ilegais conseguiram matar cerca de 80 elefantes envenenado as fontes de água do parque com cianeto, colocando em risco todos os animais. (© REUTERS/Philimon...
A carcaça de um elefante que morreu após beber água envenenada no Parque Nacional Hwange, no Zimbábue, em 2013. Os caçadores conseguiram matar cerca de 80 elefantes envenenando as fontes de água do parque com cianeto, colocando em risco todos os animais. (© REUTERS)

Morre um elefante a cada 15 minutos em África, morto pelo marfim das suas presas. Se nada for feito poderemos ver a extinção da espécie dentro de poucos anos. Esta terça-feira é Dia Mundial do Elefante.

Os cálculos foram feitos por Daphne Sheldrick, conservacionista que gere uma base no Parque Nacional de Nairóbi, e que testemunha na linha da frente o genocídio de elefantes para suprir a insaciável procura de marfim no mercado negro.

Uma família de elefantes passeia no Parque Nacional de Amboseli, no Quénia. A população deste parque é uma das poucas que tem sido protegida com algum sucesso da caça ilegal. (©Radu Sigheti/Reuters)
Uma família de elefantes passeia no Parque Nacional de Amboseli, no Quénia. A população deste parque é uma das poucas que tem sido protegida com algum sucesso da caça. (©Radu Sigheti/Reuters)

A proibição do comércio de marfim em 1990 resultou numa quebra na caça ao elefante. Os consumidores pareceram compreender o verdadeiro preço ético das peças em marfim e o negócio tornou-se não só ilegal, mas pouco rentável. Contudo, alguns países sul africanos sempre se mostraram contra a proibição, argumentando que as suas populações de elefantes eram sustentáveis e que as receitas eram essenciais às suas economias.

No final dos anos noventa a CITES (convenção sobre o comércio internacional de espécies ameaçadas) autorizou esses países a realizarem algumas vendas de marfim nos mercados asiáticos. Essas vendas deram novo fôlego ao tráfico e a caça ao elefante voltou a tornar-se um problema crescente.

Uma mulher passa ao lado de um outdoor que representa o número de elefantes que foram mortos para produzir as seis toneladas de marfim que foram pulverizadas em Denver, no Colorado, em novembro de 2014. (© REUTERS/Rick Wilking)
Uma mulher passa ao lado de um outdoor que representa o número de elefantes que foram mortos para produzir as seis toneladas de marfim que foram pulverizadas em Denver, no Colorado, em novembro de 2014. (© REUTERS/Rick Wilking)

A procura nos países asiáticos tornou-se voraz, especialmente na China, onde as peças em marfim são vistas como sinais de status pela emergente classe média.

Dia 12 de agosto é o Dia Mundial do Elefante.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: TSF Rádio Notícias

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Balanço registra 1335 aves apreendidas no Oeste Paulista em 5 anos

O papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva) é campeão nessa triste lista de apreensões realizadas pelo Ibama de Presidente Epitácio (SP), localizado no Pontal do Paranapanema, na divisa entre os Estados do Mato Grosso do Sul e Paraná. Entre 2005 e 2009, período de balanço do órgão federal, 395 aves desta espécie foram capturadas e saíram de cena.

Na sequência ao papagaio-verdadeiro vieram o canário-da-terra (Sicalis flaveola), com 329 indivíduos; o curió (Sporophila angolensis), com 127; pássaro-preto (Gnorimopsar chopi) – 108; coleiro-papa-capim (Sporophila cearulescens) – 106; trinca-ferro (Saltator similis) – 103; sabiá-parda (Turdus leucomelas) – 46; sabiá-laranjeira (Turdus rufiventris) – 42; coleiro-do-brejo (Sporophila collaris) – 40; e sangrin (Coryphospingus cucullatus) – 39, perfazendo um total de 1335 exemplares apreendidos.

Segundo o Ibama, essas aves são oriundas do tráfico de animais silvestres da própria região e também trazidas ilegalmente do Estado de Mato Grosso do Sul. Geralmente são comercializadas no Sudeste e Sul do país. Os traficantes entram pelo interior do Estado de São Paulo, que normalmente é a rota de acesso para as capitais.

Fonte: EPTV

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