Notícias

Tartarugas resgatadas presas à linha de pesca são soltas após tratamento

Duas tartarugas-verdes resgatadas com ferimento, presas a linhas de pesca, foram devolvidas à natureza nesta sexta-feira (29) após serem submetidas a tratamento veterinário. Elas foram encontradas machucadas em praias da Baixada Santista, no litoral do estado de São Paulo e soltas na Praia do Guaiúba, em Guarujá (SP). Os animais ficaram sob os cuidados do Instituto Gremar.

Foto: Divulgação/Instituto Gremar

Uma das tartarugas foi encontrada na Praia dos Milionários, em São Vicente, em janeiro de 2019, com uma linha de pesca presa à boca. Um pedaço da linha também foi ingerido pelo animal. A outra foi resgatada em fevereiro na Praia das Astúrias, em Guarujá. Uma linha estava presa ao seu pescoço e outra às nadadeiras. A tartaruga também estava abaixo do peso. As informações são do portal G1.

O Instituto Gremar resgatou 3.749 animais, vivos e mortos, entre agosto de 2015 e dezembro de 2018. Somente no ano passado, 623 tartarugas foram resgatadas, das quais 504 estavam mortas no momento do resgate.

As ações realizadas pelo Gremar fazem parte do Projeto de Monitoramento Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), que monitora praias, atende animais vivos e faz necrópsia dos encontrados mortos.

Ao localizar animais vivos ou mortos nas praias da Baixada Santista, os banhistas podem acionar o Instituto Gremar, que funciona 24 horas, pelo telefone 0800-642-3341.

​Read More
Notícias

Número de animais mortos no litoral de São Paulo cresce 21,4%

O número de aves, mamíferos e tartarugas encontrados mortos pelo Instituto Gremar em praias da Baixada Santista, no litoral de São Paulo, cresceu 21,4% em relação ao ano passado. O descarte incorreto de resíduos sólidos e materiais de pesca é o principal responsável por, cada vez mais, colocar em risco a vida dos animais marinhos.

Como o impacto ao meio ambiente permanece, o número atual de animais mortos já era esperado, segundo a bióloga do Instituto, Rosane Farah.

Foto: Divulgação/Gremar

“Vemos que parte dos animais que recebemos tiveram algum tipo de interação com lixo. Já encontramos sacolas, plásticos, papéis de bala e pedaços de canudos dentro deles”, disse ao G1.

Cerca de 90% das mortes de animais são causadas por resíduos plásticos. Em 2018, 873 animais mortos foram recolhidos pelo Gremar, sendo 289 aves, 80 mamíferos e 504 tartarugas. No ano de 2017, foram 1.066 animais, entre os encontrados mortos e os resgatados e encaminhados para reabilitação.

Ações de educação ambiental têm sido intensificadas pelo Instituto devido a esse cenário alarmante. “Vale um alerta para os moradores e turistas da região, para reduzir o lixo, principalmente na temporada. São necessárias mais iniciativas, para sensibilizar as pessoas, que esquecem que o mar é ambiente dos animais”, concluiu.

​Read More
Notícias

Em 3 anos, 319 animais marinhos ingerem lixo na Baixada Santista (SP)

Entre setembro de 2015 e maio deste ano, 319 animais marinhos resgatados ainda com vida ou encontrados mortos nas praias da Baixada Santista (SP) haviam ingerido lixo. O número faz parte de um total de 1.465 animais atendidos no período pelo Instituto Gremar, que tem bases em Guarujá e Itanhaém, e integra o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS).

(Foto: Divulgação)

Os mais afetados, de acordo com a bióloga responsável pelo Gremar, Rosane Fernanda Farah, são as tartarugas marinhas, principalmente as da espécie Chelonia Mydas (tartaruga-verde).

Para se ter uma ideia, das 746 necropsiadas nos últimos três anos, foi constatada a presença de lixo no aparelho digestivo de 267. A causa mortis por ingestão de lixo também foi confirmada em outras 47 aves e cinco mamíferos, no mesmo período.

Segundo a bióloga, devido ao avançado estágio de decomposição da maioria das carcaças encontradas pelo instituto, nem sempre é possível identificar o motivo da morte dos animais marinhos. Com isso, mais da metade dos que passam por necropsia acaba não tendo um diagnóstico determinado. Mas dentre os devidamente avaliados, ela revela que, sem dúvida, a ingestão de lixo é uma das principais causas de encalhe na região.

Ainda conforme Rosane, há ocorrências de animais costeiros com presença de lixo no aparelho digestivo, porém, os de hábito oceânico são os mais afetados.

Lixo no mar

Estudos revelam que aproximadamente 8 toneladas de plástico são despejadas nos oceanos a cada ano. E o pior: caso não ocorra nenhuma intervenção para conter esse problema, a quantidade pode triplicar até 2025, conforme relatório britânico divulgado pelo Foresight Future of the Sea Report.

O Instituto Biopesca, que também realiza o monitoramento diário das praias de Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe, apesar de não contar com um balanço de quantos animais marinhos morreram em decorrência da ingestão de lixo, afirma que pelo menos 80% das tartarugas resgatadas, em especial a verde, apresentavam algum tipo de resíduo em seu organismo. O mesmo também foi observado pelo Instituto Argonauta, que tem atuação nas praias do Litoral Norte.

Segundo a organização, sediada em Ubatuba, em 2016, dentre os animais marinhos necropsiados, 15 aves, 149 tartarugas e dois mamíferos tiveram interação com lixo. Já no ano passado, a presença de resíduos foi constatada em oito aves, 96 tartarugas e um mamífero. Já nos primeiros meses deste ano, 15 tartarugas que morreram também tiveram interação com o lixo.

Conforme o Instituto Biopesca, mesmo nos casos em que não há óbito, esses resíduos também podem ser altamente prejudiciais, causando problemas como inflamação do estômago e intestino, perfuração de algum órgão, redução da imunidade, dificuldade de defecação e obstrução.

(Foto: Divulgação / Biopesca)

“Acreditamos que a população está um pouco mais sensibilizada com relação ao descarte incorreto destes resíduos nas praias. No entanto, o problema dos lixos nos oceanos e mares não se atém apenas à faixa de areia e se estende a temas que devem ser analisados com maior profundidade, envolvendo questões sociais, principalmente”, comenta o médico-veterinário Rodrigo del Rio do Valle, coordenador do Biopesca.

Segundo o veterinário, a mudança dos hábitos de consumo, por sua vez, é uma das grandes armas existentes para combater o problema. “O modo de consumo da sociedade moderna ainda está baseado no uso de materiais produzidos para logo serem descartados, sem grande possibilidade de reciclagem ou reutilização. Diante do cenário atual, é difícil afirmar que, em curto prazo, teremos perspectivas positivas pela frente, que os impactos vão diminuir”.

Outros perigos

Além da mortandade da fauna marinha, os plásticos descartados irregularmente no oceano têm chamado a atenção de pesquisadores para um outro problema: a contaminação por meio do bisfenol A.

“Esses plásticos liberam substâncias semelhantes ao hormônio feminino (estrógeno), o que provoca a feminização de peixes. Já estão nascendo mais peixes fêmeas do que machos”, afirma o biólogo Walter Barrela, professor do curso de Mestrado de Ecologia Marinha da Universidade Santa Cecília.

Segundo o docente, boa parte dos resíduos que chegam às praias de Santos é despejada irregularmente nas áreas de mangue.

“Temos feito uma análise deste lixo e constatamos que em quase sua totalidade trata-se de lixo doméstico que é descartado diariamente. E, quanto mais lixo na água, maior será a probabilidade de animais marinhos se alimentarem destes resíduos”.

Assim como o veterinário do Instituto Biopesca, o biológo também defende uma mudança de hábitos por parte da população.

“Nós não podemos colocar o plástico como vilão porque ele revolucionou a nossa vida. Mas precisamos repensar o consumo destes materiais. Não precisamos eliminar ele do mundo, mas desenvolver uma consciência maior a respeito do seu uso. É preciso bom senso”.

Fonte: A Tribuna

​Read More
Home [Destaque N2], Notícias

Gato com fratura no maxilar é assassinado no Centro de Controle de Zoonoses

Por Alex Avancini (da Redação)

Ativistas protestam em frente ao CCZ de São Vicente (SP) Foto: Onda Vegana
Ativistas protestam em frente ao CCZ de São Vicente (SP) Foto: Onda Vegana

No dia 16 de março deste ano, um gato com suspeita de maus-tratos – e maxilar quebrado – foi recolhido por uma moradora na cidade de São Vicente, litoral de São Paulo. Avaliando a gravidade do caso, a moradora sem esperar levou o gato para o Centro de Controle de Zoonoses do município. O órgão municipal ignorou todos os pedidos de protetores locais de fornecer atendimento veterinário, operação do maxilar e outros tratamentos necessários. Então o CCZ induziu a morte do animal ferido alegando “suspeita de raiva e problema neurológico”.

O fato revoltou os ativistas que acompanhavam o caso e em contato com o CCZ por telefone, começaram a levantar informações inconsistentes nos relatos dados pelo órgão. Em um primeiro contato foi informado que o animal já tinha sido doado e depois – mudando a história – informaram que o animal tinha sido morto. Com a pressão dos ativistas no caso após a morte do animal, o CCZ de São Vicente passou a não atender mais aos telefonemas dos ativistas ou, quando identificavam o assunto, interrompiam a ligação sem dar esclarecimentos.

O grupo pelos direitos animais Onda Vegana – que atua na região da baixada santista – organizou um protesto relâmpago em frente do CCZ no dia 19 do mesmo mês para cobrar respostas sobre o caso e ter acesso às informações sobre a morte do gato. No ato, o órgão negou a entregar o corpo do felino para ser realizada uma segunda análise em veterinários particulares. Diante de muitas contradições, os funcionários informaram que o corpo não estava mais no prédio e sim em análise no centro de diagnósticos Pasteur, mas depois mais uma vez voltaram a entrar em contradição informando que no local só se encontrava a cabeça do gato.

Os ativistas desconfiam que os exames que indicavam a suspeita de raiva não tenha sido feito e a morte induzida tenha sido praticada por falta de espaço no local – um problema enfrentando por muitos centros de controle de zoonoses no Brasil. O gato que deu entrada apenas com a necessidade de operar o maxilar acabou sendo assassinado.

Em entrevista à ANDA, os ativistas alegam não ser o primeiro caso envolvendo mortes não explicadas pelo CCZ de São Vicente e afirmam que não será o último. Segundo eles, há anos são feitas denúncias e reclamações de animais sendo mortos sem explicação ou por problemas de superlotação. Para os protetores, os funcionários responsáveis (biólogo e veterinária) são suspeitos há tempos de procedimentos indevidos mas não são indiciados pois a população não oficializa as reclamações.

Confira o vídeo feito pelos ativistas na manifestação em frente ao CCZ de São Vicente:

​Read More
Notícias

Voluntários resgatam cães e gatos em situação de risco na Baixada Santista

baixada

Na Baixada Santista, eles são muitos e formam uma rede única de colaboração quando se trata de amor aos animais. Chamados de protetores ou ativistas, não há tempo ruim ou distância que impeça o resgate, quando acionados em casos de emergência.

“Há cerca de um mês, subimos o Morro do Fontana à noite, na maior escuridão, para tentar encontrar um cachorro atropelado há semanas. Voltamos no dia seguinte e conseguimos localizá-lo extremamente debilitado, com a pata posterior pendurada, em estado de necrose e cheia de larvas, um horror. Foi o pior caso que peguei”, explica a servidora pública e ativista Tatiana Fernandes.

Resgatado, o animal foi levado à Coordenadoria de Proteção à Vida Animal (Codevida), onde passou pela remoção do membro. Também foi diagnosticado com anemia profunda e cinomose. Em recuperação, e já correndo pela casa à espera de um adotante, o nome de batizado não poderia ser diferente: Vitório. “Ele não vai demandar cuidados especiais de quem o adotar. Só precisa de um lar cheio de amor”, diz a ativista.

Quem se interessar em adotar o cãozinho e dar um final feliz a essa história pode entrar em contato pelo e-mail tatianafernandes@criativus.com.

Apaixonada por bichos desde a infância, o ativismo começou por acaso há três anos na vida de Tatiana, quando encontrou uma cadelinha perdida. Com a ajuda das redes sociais, conseguiu localizar a tutora, em São Vicente. “Penso que se o animal aparece na sua frente não é por acaso. São indefesos e sinto a obrigação de ajudá-los. Sem contar o olhar de gratidão deles. Preenche minha alma”.

A rede

“Não há estimativa exata de quantos protetores atuam na região, mesmo porque muitos deles não se expõem. Mas ultrapassam as centenas”, comenta Marília Asevedo Moreira, presidente da ONG Defesa da Vida Animal, que possui uma rede com 80 colaboradores.

Como no caso da ativista Tatiana, 20 pessoas se engajam de alguma maneira, seja com dinheiro, insumos e até divulgando na internet. “Cada um faz um pouco e todos se ajudam. Nossa maior dificuldade é conseguir lar temporário (LT), até que venha a adoção definitiva”, diz Marília.

Segundo ela, muitas pessoas têm receio sobre o LT. “Assim como outras colegas de causa, eu garanto a adoção dos animais que resgato. O único risco é a família do LT se apaixonar e querer ficar com o animalzinho. Como eu disse, nada é por acaso”, diz a ativista com sorriso de dever cumprido.

Fonte: A Tribuna

 

​Read More
Notícias

Vereadores se unem em prol do bem-estar animal na Baixada Santista (SP)

Ao todo, 24 parlamentares participam em prol da causa
Ao todo, 24 parlamentares participam em prol da causa

Em pleno período de eleições, é possível imaginar políticos de partidos adversários unidos? Pois se o assunto for o bem- estar animal, não somente é possível como uma realidade na Baixada Santista há um ano.

Com 24 vereadores, das nove cidades da região, a Frente Parlamentar Regional para a Proteção e Bem-Estar Animal é considerada a única do tipo no País.

“Nosso objetivo é a articulação conjunta de políticas públicas voltadas para a proteção e bem-estar dos animais. Não há espaço para divergências partidárias”, explica o vereador santista Benedito Furtado (PSB).

Entre as ações, ganha prioridade o controle populacional de animais de rua. Segundo o vereador, uma questão metropolitana. “É preciso pensar no todo, pois se uma cidade não cuida de seus animais, a população busca alternativas na cidade vizinha”. A afirmação é endossada pelo parlamentar Conrado Carrasco (PT), de Itanhaém. “Não temos sequer um centro de zoonoses na Cidade”.

Metas

Em um ano de atuação, a Frente promoveu reuniões com prefeituras e audiências públicas em que participaram o Poder Público e ONGs voltadas à causa animal. Uma das solicitações, a exemplo do que já ocorre em Santos, é a aquisição de castramóveis metropolitanos e criação de coordenadorias de proteção à vida animal em cada cidade.

Em paralelo, os vereadores também já têm traçados objetivos individuais para seus municípios e comemoram pequenas conquistas. Como exemplo, a proibição de rodeios (Itanhaém e Peruíbe), convênio para resgate de animais de grande porte (Praia Grande) e inclusão do CPF na dívida ativa em caso de adoção sem posse responsável (Guarujá).

Dificuldades

De acordo com os parlamentares, uma das principais dificuldades é a falta de orçamento destinado à causa. “Tanto o Estado quanto a maioria dos municípios da Baixada não investem nesse segmento. Quando o fazem, é para prevenção de doenças na população humana”, diz Furtado.

Nos últimos três anos, os bairros cota em Cubatão protagonizaram um dos casos mais emblemáticos. Retiradas dos locais, centenas de famílias mudaram-se para imóveis da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) e deixaram para trás seus animais domésticos.

“Não houve preocupação da prefeitura em dar abrigo ou controlar a população de cães e gatos ali. Foram deixados à própria sorte”, lamenta Furtado. E encerra: “É senso comum a preocupação cada vez maior com toda forma de vida. E é nossa função cobrar do Estado as melhorias devidas”.

Para acompanhar as ações dos vereadores que apoiam a causa animal na região, basta acessar a Página no Facebook.

Fonte: A Tribuna

​Read More
Notícias

Atendimento a animais marinhos é ampliado na Baixada Santista

animais marinhos

Graças à parceria entre Prefeitura de Guarujá e Gremar, o Cetas Marinho está sendo reformado para atender até 500 animais; o local conta com salas de cirurgia, ambulatorial, de análises clínicas e de descontaminação para animais oleados.

Até janeiro do próximo ano, animais como os leões marinhos e golfinhos poderão ser melhor atendidos no Centro de Recepção e Triagem de Animais Marinhos (Cetas Marinho). O local, que tem como anexo a Casa Flutuante Aratu, é uma parceria da Prefeitura de Guarujá com o Gremar – Grupo de Resgate e Reabilitação de Animais Marinhos. O espaço está sendo totalmente reformado para abraçar a causa animal.

Com capacidade para atender 500 animais, o Cetas Marinho já conta com salas de cirurgia, ambulatorial, de análises clínicas; cozinha especial para preparo de alimentos, galpão especial com aquecedor na água e tubulação hidráulica, galpão especial para tratar tartarugas marinhas e sala de descontaminação para animais oleados – uma preocupação da equipe com a exploração de petróleo e gás, com a chegada do pré-sal à região. No local, ainda há grandes tanques para animais maiores, que deverão ficar prontos em janeiro de 2015.

“O que a maioria da população não sabe é que já estamos atendendo há um mês e meio, e se alguém encontrar algum animal ferido na praia, ou mesmo se causar um atropelamento, é só chamar o Corpo de Bombeiros e a Polícia Ambiental que eles trazem o animal até nós. Se todos fizerem isso poderemos salvar a vida de muitos mais”, lamenta a médica veterinária da Prefeitura, Andrea Maranho, que também faz parte do Gremar.

Um exemplo, foi uma tartaruga verde, de aproximadamente 10 anos, com mais de 30 quilos encontrada na manhã de 6 de agosto, por praticantes de stand-up em São Vicente, enroscada numa rede de pesca. Na parte traseira do casco e em uma das laterais, sinais evidentes de um atropelamento antigo, provocado por embarcação e, grandes verrugas no pescoço. Segundo a médica veterinária, a tartaruga já estava doente quando se enroscou na rede de pesca. A previsão é que o animal marinho fique pelo menos seis meses em tratamento na unidade.

Assim é a rotina de Andrea Maranho e mais três técnicos e quatro estagiários de biologia do Gremar, mantido em parceria pela Prefeitura de Guarujá, que atendem os animais marinhos e aquáticos de toda a Baixada Santista, 24 horas por dia.

“As cinco espécies de tartaruga que o Brasil possui já passaram por aqui. Infelizmente nem todas podemos salvar pelas condições que chegam – algumas tem perfurações nos órgãos vitais, vítimas de atropelamentos”, explica a bióloga Thais Perez. As que sobrevivem são anilhadas pela equipe do Projeto Tamar e soltas de volta ao seu habitat.

Além das tartarugas, é comum o Gremar receber golfinhos, atobás, lobos marinhos e pinguins. Esses últimos já começaram a chegar. Ao todo estão em tratamento 17 animais, entre eles um fragata macho. Essas aves, comuns na Lage de Santos e no Arquipélago de Alcatraz, apresentam ferimentos devido a choques com embarcações pesqueiras, quando tentam se aproximar atraídas pelos peixes.

Segundo o secretário interino de Meio Ambiente de Guarujá, Adilson Cabral, o trabalho da reabilitação marinha teve início utilizando somente as instalações da Casa Flutuante. “Com o aumento da demanda, a Prefeitura apresentou para o Ministério Público um projeto de ampliação do espaço, como a construção deste ‘mini hospital’ veterinário, pedindo assim o direcionamento dos recursos de compensações ambientais para esta finalidade. O espaço está quase pronto e estamos muito felizes pelo resultado”, explicou, ressaltando que este projeto não é uma ação isolada. Ele é parte integrante de uma política ambiental que a Prefeitura vem desenvolvendo na APA Municipal Serra do Guararu.

Casa Flutuante Aratu – Ancorada no Canal de Bertioga, mas ainda na Cidade de Guarujá, a Casa Flutuante Aratu, que é anexa ao Cetas Marinho, abriga também a Base de Monitoramento Ambiental do Guarujá, que acompanha tudo o que acontece no canal. A reforma do píer de acesso e da Casa Flutuante Aratu foram provenientes de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) assinado entre o Ministério Público Estadual e a Prefeitura. O investimento em equipamentos e instalações foi de R$ 1,1 milhão.

Por estar em uma área de mangue e na Mata Atlântica da Serra do Guararu, o local é um imenso laboratório a céu aberto, onde não só os alunos da rede municipal de ensino, mas também estudantes universitários e pesquisadores poderão desenvolver trabalhos e pesquisas.

Capacitação para o Corpo de Bombeiros – O trabalho da equipe do Gremar vai além. O grupo é responsável pela capacitação de 354 guarda-vidas do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, no que se refere a resgate de animais marinhos, quando encontrados nas praias.

Fonte: Maxpress

​Read More
Notícias

Em menos de 10 dias, sete tubarões foram mortos na Baixada Santista

(Foto: Reprodução/A Tribuna)

Em menos de 10 dias, sete tubarões foram capturados acidentalmente em redes de pesca na Baixada Santista, em praias de Mongaguá e Praia Grande. A espécie identificada na região não é agressiva, de acordo com especialista Matheus Marcos Rotundo. Ao contrário, os animais são vítimas e correm risco de extinção.

O primeiro caso verificado neste mês foi dia 15 na Praia do Forte, em Praia Grande. O último tubarão capturado foi nesta quinta-feira, em Mongaguá.

Todos os animais pertencem à espécie Carcharias taurus, popularmente conhecida como Cinza ou Mangona.

De acordo com Rotundo, biólogo e pesquisador do acervo zoológico da Universidade Santa Cecília, é comum que fêmeas desta espécie se aproximem da costa à procura de águas mais quentes para a reprodução.

“Apesar deles se aproximarem, estes animais não têm característica de ataque. São calmos”, garante Rotundo. Um fator preocupante é que este tipo de tubarão está ameaçado de extinção.

O inspetor da Guarda Costeira de Praia Grande, Delfo Monsalvo, ressalta que é importante uma ação que proteja esses animais nesta época do ano.

“Todas encontradas foram fêmeas. No ano passado, já registramos a captura de outros cinco desta espécie. Assim como existe o defeso do camarão, a pesca deveria ser limitada nesta época para evitar a morte desses animais”, opina.

De acordo com informações da regional do Ibama em Santos, não existe nenhuma lei que proíba a pesca neste período. “Para que haja uma restrição é preciso uma pesquisa para que se possa elaborar uma minuta”.

Fonte: A Tribuna

Nota da Redação: Cerca de 100 milhões de tubarões são mortos por pessoas a cada ano, tanto pela pesca comercial quanto amadora. Em razão da falta de consciência e crueldade algumas espécies já se extinguiram e hoje mais de 60 correm sérios riscos de desaparecer. O maior predador dos mares é o ser humano.

 

​Read More
Você é o Repórter

Gatinhos filhotes que foram jogados no barranco precisam de gata para amamentação, na Baixada Santista (SP)

Cláudia Valente
claudiavvalente@gmail.com

Estou com uma amiga precisando de uma gata que esteja amamentando pra acolher um filhotinho de 13 ou 14 dias.

A história é a que a gente já conhece: uma infeliz de uma mulher não castrou sua gata e assim que a mesma deu cria, ela jogou os filhotes barranco abaixo…

O filho dessa minha amiga viu e se agarrou nas beiradas pra salvar esses indefesos. Conseguiu resgatar 2 ainda com vida.

Correram pra casa e em pouco tempo um deles partiu…

O outro ela conseguiu uma ama de leite na pet shop que ela trabalha e até aí, a vidinha dele estava indo bem.

Acontece que a gatinha adoeceu e ele está há 3 dias na seringuinha, leite ninho, ursinho de pelúcia, a moça desesperada não quer perdê-lo também.

O gatinho (ou gatinha) já abriu os olhinhos, ela está carregando ele pro serviço, mantendo aquecido, fazendo massagem, mas me pediu pra passar esse apelo.

SE ALGUÉM DA BAIXADA SANTISTA (SP) TIVER UMA GATA SAUDÁVEL QUE ESTEJA AMAMENTANDO E POSSA TENTAR ACOLHER O PEQUENINO, POR FAVOR ENTRE EM CONTATO COMIGO, LEILA PIFFER.

Ela está sem internet, ela tentará estabelecer contato via internet.

Portanto, o contato é comigo, no meu perfil ou via e-mail: leilapiffer@gmail.com ou ainda  adotecomafeto@gmail.com

ESTOU PASSANDO ESSE E-MAIL PRA ALGUNS CONTATOS, POR FAVOR, REPASSE PROS SEUS, EM ESPECIAL, PESSOAS QUE LIDAM COM A CAUSA ANIMAL.
Assim que conseguirmos uma gata nessas condições, me comprometo a avisar pra encerrarmos essa corrente pela vida do pequeno.

E vou tentar conseguir a castração pra essa gata, que à essas alturas, pelo correr dos dias, já deve estar cruzando novamente. Se alguém puder ajudar nesse sentido, será muito válido.

​Read More
Você é o Repórter

Cão abandonado feirinha em Santos (SP) precisa de uma família

Movimento Esperança Animal Baixada Santista
esperancaanimalbaixada@gmail.com

Mais uma vez estou aqui para pedir a ajuda e quem sabe conseguir mudar essa situação. O cão da foto apareceu esse ultimo sábado (26/2) lá na feirinha de adoção no Gonzaga/Santos (SP). Eu estava lá e presenciei a cena do início ao fim.

O cão apareceu perambulando por lá, com um olhar perdido, vazio e triste, ficava olhando as pessoas na tentativa de encontrar seu tutor, mas sem sucesso. Demos ração/água e ali ele ficou. Já próximo das 19h, no fim da feirinha, momento em que todos preparavam-se para ir embora, o cachorro ficou ali deitado. Isso me tocou o coração e não tive coragem de ir embora e deixá-lo sozinho, de ser conivente com esse abandono, descaso.

Consegui um quintal temporário até quinta dia 03/março, pois trata-se de uma casa invadida por um morador de rua, o qual eu conheço ali do Gonzaga. Ele toma conta de motos e propôs ajudar até quinta, pois a casa será demolida e um edifício será construído. O construtor não permitiu a permanência dele muito menos do cão no local.

Estamos com essa bucha nas mãos, e uma sensação horrível diante dos fatos, pois não conseguimos nenhum lar provisório para o cachorro. Liguei para vários, mas sem sucesso. Pelo amor de Deus, vamos enviar esse apelo aos nossos contatos, pessoas de coração, quem sabe conseguimos um quintalzinho, uma área de serviço com espaço para recebê-lo? (Nós do MEABS pagamos por isso, $$)

Trata-se de um cão lindo, amoroso, dócil e brincalhão, adora brincar com bolinha, gosta de crianças e adultos.

Espero que nosso email adentre os corações daqueles que possam nos ajudar em ajudar esse cão menino.

Minha esperança está nas mãos da Corrente do Bem, que Deus nos ajude, porque se depender da prefeitura, os cães morrem pelas ruas e eles só passam com o caminhão do lixo pra recolher.

Vale ressaltar a todos meus amigos que nós juntos e unidos pela causa é que fazemos a diferença.

Contato:

Juliana Machado
(13) 7804-7233

Jennifer Bonugli
(13) 9716-4216

Movimento Esperança Animal Baixada Santista
esperancaanimalbaixada@gmail.com

​Read More
Você é o Repórter

Animais são abandonados e maltratados em São Vicente (SP)

Paula Canto
paulacanto@terra.com.br

Eu tenho uma conhecida que leciona nesse local, em São Vicente, Baixada Santista, em SP, e me mandou as fotos relatando o problema.

Faz pouco tempo saiu uma matéria na Tribuna, o jornal de Santos (SP), falando sobre o abandono de dezenas de animais pela população das cotas que foi removida para conjuntos habitacionais. É incrível a incompetência e o descaso do poder público, em todos os sentidos.

Primeiro de originar o problema e segundo em não tomar nenhuma providência. Quero lembrar que o Município de Cubatão recebe muitos royalties por causa das refinarias, é o Município que paga os melhores salários da Baixada Santista. Entretanto sabe-se que lá impera a corrupção e a bandidagem.

Por favor, procuramos colaboradores para expor e divulgar o problema e se possível conseguir uma solução. O bairro chama-se JARDIM RIO BRANCO. Fica na Área Continental, Av. Ulisses Guimarães, nas travessas e ruas que ficam atrás das avenidas principais são cheias de animais abandonados.

Algumas vezes vejo alguns animais circulando pela avenida principal, outras vezes chego a ver dez, quinze, vinte cachorros que disputam espaço com os urubus que estão sempre a espreita. Em sua maioria animais adultos ou velhos.

Uma conhecida que mora no Bairro Rio Negro, que fica ali perto, me contou que às vezes apedrejam algum animal  e jogam do outro lado da linha do trem. Aguardo uma resposta, sugestões, etc.

Contato: Paula Canto (13) 3234-7788 / 3234-7667/ 3028-9814

​Read More
Notícias

Cinquenta pinguins são encontrados mortos em Praia Grande (SP)

Cinquenta Pinguins de Magalhães foram encontrados hoje mortos na orla de Praia Grande (SP). Os animais foram recolhidos pela Guarda Municipal Costeira e deverão passar por necropsia no próprio município ou no Centro de Reabilitação de Animais Marinhos, no Guarujá.

Quarenta aves estavam na faixa de areia entre as praias Canto do Forte e Aviação; cinco entre os Bairros Aviação e Mirim e outros cinco animais foram recolhidos entre as praias do Caiçara e Solemar.

Centenas de animais marinhos apareceram mortos ou debilitados nas praias da Baixada Santista no mês de julho. Foram cerca de 540 pinguins, 30 tartarugas, oito golfinhos e algumas aves oceânicas.

Apenas em Praia Grande, a Guarda Costeira encontrou 205 pinguins mortos e seis vivos, além de outros animais como tartarugas, golfinhos, toninhas, um mergulhão, um albatroz, uma fragata e uma arraia.

Fonte: CGN Notícias

​Read More