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Os animais sentem culpa?

“ Nenhuma grande escalada jamais foi empreendida sem falhas e quedas, de modo que estas devem ser consideradas como experiências que nos ajudam a tropeçar menos no futuro. Nenhum pensamento referente a erros passados deve nos reprimir ; são coisas passadas e concluídas, sendo que o conhecimento adquirido por seu intermédio ajuda-nos a evitar que eles se repitam. “
( Edward Bach
)

O questionamento sobre a possibilidade dos  animais terem ou não sentimentos de culpa, convida à discussão e reflexão. Ainda não há nenhum estudo conclusivo sobre a matéria e, a questão está longe de ser uma unanimidade.

Alguns pesquisadores afirmam que, a culpa, é um sentimento próprio do ser humano, não dos animais . Para vivermos em sociedade, o remorso é um sentimento que serve para evitar infringir regras sociais e morais. E, por que não pode ser assim também com os animais?

Estudiosos do comportamento animal , dizem que os animais não sentem culpa . Dizem que, o mais provável, é que as atitudes do animal expressem submissão e medo  – mais pelo fato dele prever o castigo do que por sentir algum tipo de culpa . O animal sente-se ameaçado por um tom bravo de voz, postura do corpo ou expressão facial do proprietário . O animal não reconhece que , ele, tenha feito algo errado – o animal somente sabe que o tutor está contrariado.

Mas, a matéria está aberta a discussão.

A questão é – se admitimos que os animais têm emoções, sentimentos como a tristeza, a alegria, os ciúmes, a saudade etc. , porque não admitirmos que eles sintam culpa ?

Fica aberta a discussão.

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Obesidade em animais domésticos e os florais de Bach

“A resignação, que nos converte em meros passageiros desatentos na jornada da vida, abre-nos as portas a influências adversas incalculáveis e que nunca teriam oportunidade de entrar se vivêssemos o cotidiano com espírito de alegria e de aventura. Qualquer que seja a nossa condição, a de trabalhador numa cidade populosa ou a de pastor solitário nas colinas, esforcemo-nos em converter a monotonia em interesse, o dever aborrecido em uma alegre oportunidade para uma nova experiência e a vida cotidiana num intenso estudo da humanidade e das leis fundamentais do Universo.”
                                                          Edward Bach.

 

A obesidade não é apenas um problema humano.

 Os animais domésticos estão ficando cada vez mais gordos. Cerca de 40 % dos cães levados às clínicas veterinárias, sofrem de obesidade.
Obesidade, por definição, é um acúmulo excessivo de gordura no corpo.

Os animais podem sofrer de obesidade fisiológica – devido a alimentos impróprios para seu consumo e falta de atividades físicas – ou patológica – que são as disfunções hormonais.

A primeira causa da obesidade é a superalimentação – alimentação rica em gorduras e carboidratos – doces, restos de comida, etc..
(causa fisiológica) . 25% dos cães sofrem de disfunções hormonais e 15% têm a obesidade do estresse (solidão ou carência de atenção).
A obesidade apresenta maior incidência em animais adultos e idosos, sendo mais comum em fêmeas (do que em machos) e em animais castrados.

A obesidade pode levar a outras patologias: diabetes, problemas cardíacos e pulmonares, problemas de coluna, problemas ósseos, etc..
 O excesso de peso é uma condição debilitante da saúde e, que deve ser corrigido pela prescrição de ração light pelo médico veterinário e exercício físico, também orientado pelo veterinário (o sedentarismo estimula o ganho de peso).

Florais de Bach:

O Dr. Bach, médico inglês, desenvolveu uma medicina natural para tratar a saúde mental, emocional e espiritual, descobrindo 38 essências florais que são essências preparadas a partir de flores, arbustos e plantas que crescem  espontaneamente, cada uma para um estado emocional específico.

Os florais de Bach atuam através do tratamento do indivíduo (humano ou animal) e não da doença ou dos seus sintomas. Os florais tratam os estados de alma negativos, os quais não são “combatidos”, pois isso lhes conservaria a energia. Os estados negativos de alma são inundados por ondas de energias harmoniosas. Segundo o Dr. Bach essas energias negativas, com a vibração das essências, “se derretem qual neve à luz do sol.”

Os Florais de Bach começam a atuar no corpo sutil, vão atravessando as várias camadas até chegar ao corpo físico, mais denso, melhorando a qualidade de vida da pessoa ou animal.

Os florais não são alopatia, nem homeopatia nem fitoterapia. São uma terapia energética, vibracional, podendo ser usada com quaisquer outras terapias, com quaisquer outras medicações.

As descobertas do Dr. Bach representam uma abordagem revolucionária no campo da recuperação da saúde física, mental, emocional e espiritual. Não importa qual seja a doença manifestada no corpo físico ou mental ou emocional ou espiritual – a causa primeira dessa condição pode ser erradicada.

Os remédios do Dr. Bach podem ser aplicados, eficazmente, na maioria das circunstâncias.

Florais indicados para animais que têm tendência a desenvolver obesidade:

– agrimony
Para tratar tormento interior. O animal, não demonstra pela aparência ou pelo comportamento, o sofrimento ou a aflição mental ou física. Agrimony ajuda a tratar os vícios – nos animais, comer demais.
– gorse
Trata a desesperança. Desânimo. Para tratar animais obesos.
– rescue
Trata o estresse, o sofrimento e a tensão, relaxando, restituindo a calma e fazendo o animal sentir-se seguro.

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Distúrbio de Déficit de Atenção e Hiperatividade em Animais e Florais de Bach

“E possa eu sempre ter gratidão no meu coração pelo Grande Criador, que em toda Sua glória, colocou as ervas nos campos para a nossa cura.” – Dr. Edward Bach.

DDAH caracteriza-se pela dificuldade, em se concentrar em um estímulo (adestramento difícil) – o animal dá a impressão de estar prestando atenção em tudo ao mesmo tempo. É um distúrbio neurobiológico, com causas genéticas, comportamentais ou nutricionais. Os sintomas podem ser: desatenção, inquietude, impulsividade, distração em relação a estímulos externos, grau de atividade maior (choramingar, latir ou miar incessantemente, destruir móveis e objetos, etc.), hiperatividade. Acomete o filhote, e pode continuar na idade adulta.

Nos animais, o sintoma mais comum é a hiperatividade. Causas da hiperatividade:

– fatores comportamentais:
estresse, (por exemplo, o gato hiperativo por estresse, muitas vezes, não aceita carinho e pode “atacar” o pé ou a mão do dono) etc.;

– fatores genéticos:
pesquisa da Universidade de Columbia, EUA, publicada na revista científica inglesa, “Nature Genetics”, concluiu que a ausência ou mau funcionamento de uma região do cromossomo 22 (em humanos e animais), responsável pelo controle de processos bioquímicos no cérebro, estaria relacionada à ansiedade, à depressão, ao autismo, às desordens de memória, e à hiperatividade;

– fatores nutricionais:
intolerâncias alimentares e/ou alergia aos corantes vermelho e/ou amarelo. Dê preferência às rações menos coloridas.

Não existe um exame que possa determinar ou detectar a hiperatividade. O diagnóstico e tratamento são realizados pelo médico veterinário. Não há cura, mas há controle – a castração pode melhorar muito os sintomas.

O que o guardião pode fazer:

– consultar o médico veterinário;
– conversar com o médico veterinário sobre a castração do animal;
– dar mais atenção e afeto ao bichinho;
– promover mais brincadeiras e exercícios físicos;
– consultar o terapeuta holístico (Florais de Bach, Aromaterapia, etc. – conjuntamente ao tratamento do médico veterinário).

Florais de Bach

O Dr. Edward Bach (1886 – 1936), foi um médico clínico de origem galesa. Dedicou sua vida à pesquisa de métodos mais naturais de cura. Insatisfeito com as limitações da medicina ortodoxa e de como se concentrava na análise de sintomas, passou a procurar um tratamento mais eficaz que atingisse a causa das doenças, estudando Imunologia e tornando-se um bacteriologista.

Em 1928 chegou à conclusão que as pessoas se enquadram em grupos de tipos distintos (os animais também), e que, cada um destes grupos reage à doença de uma forma particular. Possuindo experiência no preparo de vacinas orais, passou a associar tipos de temperamento a plantas específicas e, obteve, em pouco tempo, resultados surpreendentes. Seu trabalho culminou com o desenvolvimento de 38 essências florais que, cobriam todos os aspectos da natureza humana (e animal), e todos os estados mentais negativos que acompanham as enfermidades.

Os Florais de Bach atuam através do tratamento do indivíduo (animais e humanos) e não da doença, harmonizando sua condição emocional para que, através da transformação em estados mais positivos, possa ser estimulado seu próprio potencial de auto cura.

São compostos energéticos das flores, cujos princípios ativos não são químicos, mas eletromagnéticos.
O Dr. Bach experimentou a medicação floral em animais e concluiu que as essências para os sintomas deles são as mesmas dos humanos. Ele tratava seu cachorro Lulu, um cocker spaniel com elas, assim como Nora Weeks, sua colaboradora e assistente cuidava dos vários gatos que pertenciam a ela.

As essências não são tóxicas, não possuem efeitos colaterais nem contra-indicações, não causam dependência, não há risco de super dosagem nem de interação medicamentosa.

Essências florais que podem ajudar o tratamento do veterinário, para animais com hiperatividade:
vervain, impatiens, cherry plum, heather, agrimony, sweet chestnut, white chestnut e outras essências, de acordo com o temperamento do animal.

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Agressividade em cães e Florais de Bach

“Não temos o direito de interferir na vida de nenhum dos filhos de Deus. Cada um de nós tem seu próprio trabalho a realizar e somente nós temos o poder e o conhecimento necessários para aperfeiçoá-lo.  É somente quando esquecemos desse fato e tentamos impor nosso trabalho aos outros, ou permitimos que interfiram nele, que o atrito e a desarmonia ocorrem em nosso ser.”
 (Edward Bach)

A agressividade é uma das respostas mais primitivas que os cães têm, desde seus ancestrais, os lobos. Como descendentes dos lobos, os cães mantêm, ainda hoje, alguns comportamentos que destes herdaram.

Nos lobos, a agressividade é ainda o modo de conseguir alimento – o grupo une-se em perseguição à presa e eles mordem para derrubar e matar. O líder da alcateia deve guardar e proteger todo o grupo, afastando intrusos com um comportamento desafiador. Os lobos não brigam, a não ser pela disputa de liderança, que só terminará com a morte.
Os cães são animais predadores que vivem em grupos familiares. Na matilha existe uma hierarquia. Para os cães, a hierarquia é obrigatória. A agressividade é normal para a matilha.

Motivos principais que levam um cão a morder:

– Dor: mordida como resposta a um estímulo doloroso. A mordida tem por objetivo acabar com o estímulo desagradável.

– Dominância: morder para demonstrar superioridade àquele que está sendo mordido (pessoas ou outros animais). A agressão por dominância vai desde um simples rosnado até um ataque real. Para o cão, a família humana é a matilha – ele irá testar todas as pessoas que vivem com ele, exibindo comportamentos dominantes.

 Instinto de caça: perseguir e morder presas para comê-las. Os cachorros, atualmente, não precisam mais caçar para conseguir comida. Mas o instinto permanece.

– Medo: quando o cão está apavorado e alguém tenta pegá-lo, ele agride, morde, para afastar o que lhe parece uma ameaça. Todos os cães, sem exceção, mordem por medo.

– Comida: comida escassa.  O cão pode morder e rosnar para qualquer coisa que se aproxime no momento em que está comendo. O líder da matilha é o dono da comida.

– Posse de objetos: morder para defender uma posse, um brinquedo etc.

– Defesa do território: o cão protege a propriedade. Quanto menor o território, com mais agressividade o animal irá protegê-lo. Um cão de guarda tem forte sentimento de ciúmes, senão não guarda nada. O cão considera que a casa, o quintal, são seus territórios – a casa é a parte mais importante do seu território.

Florais de Bach

Edward Bach, renomado médico patologista e bacteriologista, atuante por mais de vinte anos em Londres, abandonou sua prática em 1930 para dedicar-se integralmente à pesquisa de seu método de tratamento pelas flores. Desde cedo, em sua época de estudante, interessava-se mais pelos pacientes do que por suas doenças, pois sentia que ocupar-se dos sintomas físicos não era o bastante. Todos os remédios usados em seu método de tratamento são preparados a partir de flores, arbustos ou árvores silvestres. Não são prescritos diretamente segundo o mal-estar físico, mas sim de acordo com o estado mental do paciente. Todo estado emocional negativo, como depressão, medo, agressividade etc., gera desequilíbrios no organismo, que não aconteceriam se o estado mental estivesse equilibrado.

Os remédios de Bach tratam o animal doente, e não as doenças. É um tratamento vibracional, a partir da energia das plantas.

Florais de Bach indicados para tratar agressividade:  Beech, Mimulus, Rock Rose, Cherry Plum, Holly, Vine etc., devidamente recomendados pelo terapeuta floral.

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Ansiedade de separação em cães e Florais de Bach

“No momento em que tivermos dado completa liberdade a todos os que nos rodeiam, quando não mais desejarmos atar e limitar, quando não esperarmos mais nada de ninguém, quando pensarmos apenas em dar e nunca tomar, então nesse momento veremos que estamos livres de todas as coisas deste mundo: nossas cadeias se romperão pela primeira vez na vida, e conheceremos a extraordinária alegria da perfeita liberdade”.
(Edward Bach)

Os cães são animais orientados para uma vida em grupo, desde seus ancestrais, os lobos. Assim, tendem a demonstrar estresse e frustração quando deixados sozinhos.

Devido à crescente humanização dos cães, eles vêm apresentando problemas de comportamento. Ansiedade de separação são os comportamentos destrutivos que o cão exibe quando deixado sozinho. Esses comportamentos inadequados são uma resposta ao estresse pela separação da(s) pessoa(s) com a(s) qual(is) o animal tem laços afetivos (em filhotes é normal morder objetos etc.). O animal não consegue ficar só – na ausência do proprietário, angustia-se e se torna destrutivo.

Quando filhote, após a separação da mãe e dos irmãos de ninhada, terá início o período de socialização (entre 2 e 4 meses), no qual o animal se ligará  fortemente ao tutor. Porém, quando um cão fica dependente demais, poderá desenvolver alterações comportamentais associadas à separação. Roer, cavar, lamber, latir muito, urinar pela casa toda, comer fezes (coprofagia), arrancar a pele, coçar-se muito, automutilação, hiperatividade etc. são  formas de aliviar a tensão e o estresse que ele sente.

A ansiedade de separação é um distúrbio compulsivo.

Exercite seu animal. Consulte o veterinário. Consulte o terapeuta floral.

Florais de Bach indicados: Rescue, Star of Bethlehem, Honeysuckle, White chestnut, etc., devidamente recomendados pelo terapeuta floral.

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Gatos ruidosos e os Florais de Bach

“É preciso manter o pensamento flexível, a fim de que as ideias preconcebidas e convicções antigas não roubem a oportunidade de obter conhecimentos novos e mais amplos. Devemos estar sempre prontos a expandir a mente e a descartar qualquer ideia, mesmo que firmemente enraizada se, sob uma experiência mais ampla, surgir uma verdade maior.”
Edward Bach

Os gatos miam para expressar seus sentimentos e desejos. Alguns gatos são mais ruidosos que outros. E parte desse ruído é inata: os gatinhos miam para chamar suas mamães gatas quando querem alguma coisa e transferem esse comportamento para o dono, que é o fornecedor de alimento.

Mas grande parte do excesso de ruídos é aprendizado: o bichano aprende que, sempre quando mia, desencadeia uma reação no proprietário, e isso vai permitindo que ele controle seu dono. Gatos selvagens miam muito menos do que os domésticos. Os gatos aprenderam que, miando, chamam a atenção dos humanos para as suas necessidades. Os bichanos criam várias vocalizações só para estabelecerem comunicação com os humanos. Já foram identificados cerca de 100 miados diferentes.

Para educar seu gato, convém que não lhe dê demasiada atenção nem tão rapidamente. Com o tempo ele vai entendendo e aprendendo a diminuir o excesso de miados.

Florais de Bach

“A filosofia do Dr. Bach é baseada na simplicidade, e isso foi refletido em seu estilo de vida e em seu trabalho – os 38 florais de Bach, que suavemente aliviam as aflições e ajudam a prevenir doenças, trazendo harmonia e paz para inundar nossas vidas.

O Dr. Bach, médico clínico e homeopata, dizia que este sistema de tratamento seria a medicina do futuro. Acreditava que a doença era o resultado do conflito entre a alma e a mente, e que só seria erradicada por meio de esforços mentais e espirituais. Acreditava também que a atitude mental tinha um papel vital na manutenção e recuperação da saúde. Passou sua vida buscando métodos mais simples e naturais de cura.

O Dr. Bach, seguindo apenas a sua intuição, descobriu que as flores silvestres transmitem a energia da natureza, capaz de anular os sentimentos negativos, restaurando o nosso equilíbrio físico, mental e emocional. Desenvolveu um sistema de 38 essências florais, preparadas de flores e plantas silvestres, arbustos e árvores . A única exceção foi o rock water, feito com água pura de fonte com propriedades curativas.

O propósito dos florais é dar ao paciente o apoio para que este possa lutar contra as doenças, harmonizando a depressão, a ansiedade, os traumas ou outros fatores emocionais que impedem a cura física.

Os florais de Bach podem ser utilizados sozinhos ou acompanhando outros remédios ou tratamentos. Não interagem com medicamentos, nem mesmo os homeopáticos. São totalmente seguros e não apresentam efeitos colaterais. Sua ação é suave, podendo ser usados por pessoas de todas as idades, desde bebês recém-nascidos até idosos. São também benéficos para plantas e animais.

O Dr. Bach descobriu 38 florais, cada um para um estado emocional ou mental específico, e ainda a combinação de cinco florais, designado para situações difíceis, ao qual ele chamou de rescue remedy.

O efeito desses florais é observado no tratamento do indivíduo e não da doença ou dos seus sintomas.

Os florais atuam especificamente na condição emocional da pessoa afetada. Desse modo, duas pessoas com a mesma queixa podem se beneficiar com florais diferentes apropriados para cada caso.

As essências elevam nossas vibrações e envolvem nosso corpo com a virtude específica de que precisamos, nos aproximando de nossa própria alma, devolvendo a paz e aliviando os sofrimentos.

Em 1936 o Dr. Bach disse aos seus colaboradores: “Minha tarefa está cumprida, minha missão neste mundo está terminada.” Partiu deste mundo em novembro desse mesmo ano, deixando-nos um conhecimento simples, profundo e maravilhoso.”

(Mara e Celso Paroni. Aprenda a ser feliz com os florais de Bach)

Florais de Bach indicados para tratar gatos excessivamente ruidosos:

Vervain
Para tratar animal muito barulhento, muito agitado. Animal que “fala” muito. Para animais muito agitados, ansiosos e impacientes, que parecem ligados na tomada” ou estão sempre com a corda toda e não conseguem relaxar.

Heather
Para tratar animais barulhentos, inoportunos. Trata animais que fazem barulho para chamar atenção ou por sentirem solidão.

Impatiens
O animal é acelerado. Não gosta da solidão, não gosta do silêncio. Para tratar animais inquietos.

Rescue
Trata o estresse e a tensão, relaxando, restituindo a calma e fazendo o animal sentir-se seguro.

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